História The Miraculous Avengers Superheroes - Capítulo 8


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Personagens Originais
Tags Aventura
Exibições 52
Palavras 1.897
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Esporte, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi pessoal, o capítulo de hoje é meio tenso. Mas espero que gostem!!

Capítulo 8 - Tem alguma coisa errada!


Fanfic / Fanfiction The Miraculous Avengers Superheroes - Capítulo 8 - Tem alguma coisa errada!

( Narradora )

Marinette saiu correndo do clube, e se lembrou que hoje era dia da patrulha, ela foi até um beco e tirou Tikki do casaco.

- Jesus, eu cansei. – Ela disse ofegante.

- Marinette, o Cat queria te beijar de novo? – Tikki perguntou.

- Sim. Tikki posso transformar? Chego mais rápido em casa.

- Pode.

Marinette se transformou, e foi para casa. Chegou lá em menos de vinte minutos, se destransformou e foi tomar um banho. Tirou suas roupas e entrou na banheira, fechou os olhos e relaxou. Quando Marinette abriu os olhos, viu CatNoir na janela do outro lado do banheiro. Ela deu um grito de susto que poderia chamar atenção de sua irmã, a única na casa, porém que estava ouvindo música alta e nunca a escutaria.

- Surpresa, princesa. Olha só, até rimou. Sentiu falta do seu gatinho?

- CAT! – Ela gritou.

- Ei, eu não sou surdo. E não grite tão alto senão seus pais vão vir ver o que está acontecendo. – Disse CatNoir tampando as orelhas de gato.

- Cai fora daqui!

- Por que está falando assim com o seu gatinho? – Disse Cat com falsa tristeza.

- Eu estou na banheira, tomando banho.

- Eu sei – Cat deu um sorriso malícioso que só a irritou mais. – Se gatos gostassem de banho, eu até entraria aí com você... mas você está com sorte.

- CatNoir, saia do meu banheiro, AGORA! – Marinette apontou para a porta.

- Tá bom. – CatNoir saiu pela porta e a fechou. Mas ele não foi embora. Se deitou no divã de Marinette, e a esperou sair do banho. Quando acabou, ainda no banheiro, ela se vestiu só com as roupas íntimas, se cobriu com a toalha, e saiu do banheiro. Quando abriu a porta, Marinette foi surpreendida novamente com CatNoir a esperando, e quase deixou a toalha cair.

- Finalmente, princesa. Você demorou. – disse ele, girando sua cauda.

- Cat, você está passando dos limites! Não tenho tempo pra brincar com você. – Marinette disse irritada, ele estava invadindo a sua privacidade.

- Vamos fazer um acordo, eu vou embora se você fechar a minha roupa. – CatNoir deu outro sorriso malícioso. Marinette não entendeu o que ele quis dizer com isso, porque a mesma tinha virado de costas para pegar suas roupas no armário.

- O que você quer dizer com... – Disse ela, virando-se para CatNoir, quando percebeu que ele havia abaixado o ziper de sua roupa de super-herói até a cintura, deixando seu peitoral exposto. – CAT! – Ela disse com uma mão tampando seus olhos e a outra segurando a toalha.

- Por que... – Disse Cat indo na direção de Marinette, a segurando pela cintura. – Por que você não tira essa toalha pra gente se divertir um pouco?

- C-Cat, o que está fazendo? – Disse Marinette, ela estava ficando nervosa. Ela o empurrou. - Já chega! Onde deixou seu juízo hein? – Ela disse irritada, ajeitando sua toalha.

- Na minha calça, quer pegar pra mim? – disse ele, com um sorriso malicioso de orelha a orelha.

- Quê?! Não! – disse Marinette. – Você não é o CatNoir! - Ele a empurrou contra a parede, segurando seus braços. A toalha poderia cair a qualquer momento.

- Demorou um bocado pra descobrir, agora já é tarde.

Ele começou a beijar o pescoço de Marinette, enquanto suas mãos seguravam muito forte os braços da garota.

- TIKKI! TIKKI, TRANSFORMAR! – disse Marinette, mandando a identidade secreta às favas.

- Já cuidei da sua pequena joaninha, ela não pode te ajudar.

- O QUE VOCÊ FEZ COM ELA?!

Ele colocou a mão em seu peito, e Marinette o chutou no meio das pernas. Ela correu em direção à porta, mas assim que alcançou a maçaneta, o bastão do falso CatNoir bloqueou a porta. Ela olhou para trás e viu a outra ponta do bastão apoiada na parede oposta, mas antes que pudesse pensar ou ver qualquer outra coisa, ele já estava vindo para cima dela, e a derrubou. Marinette sentiu uma pancada na parte de trás de sua cabeça, e quando viu estava no chão, zonza. Ela viu cordas aparecerem nas mãos do garoto, e ele as usou para amarrá-la aos pés da cama.

- Prontinho, princesa. – o falso CatNoir foi para beijar Marinette, que desviou o rosto, lutando para se soltar.

- ME SOLTA, SEU COVARDE!

– Ah, mas a brincadeira mal começou.

- EU... NÃO... QUERO! – Disse Marinette ofegante, ainda tentando se libertar.

- É isso que todas as garotas dizem. Mas calma, vai doer mais em você do que em mim. Agora, vamos tirar isso. – ele puxou a toalha de Marinette, fazendo-a ficar só de sutiã e calcinha. Ela se desesperou mais. Ele a beijou, passando a mão sobre todo o corpo dela. Marinette conseguiu chutá-lo entre as pernas novamente, e isso o deixou furioso. O desespero de Marinette aumentou quando ela viu o rosto de CatNoir naquele desgraçado estranho. Não parecia que era um estranho, apenas sua consciência dizia que era. Mas agora era difícil Marinette convencer a si mesma de que esse olhar anormalmente verde brilhante que passava confiança, que significava amizade e segurança, mas de um jeito mais especial, CatNoir era alguém com quem ela sempre podia contar, era... Era mais do que amizade.

Mas agora esses olhos verdes a causavam medo e ódio.

 

( Adrian )

Depois que saí do clube, fui para casa. Tentei ligar para a Marinette, mas ela não atendeu. Tomei um banho, me vesti, e quando voltei para o quarto Plagg estava em cima da cama comendo um pedaço de queijo com a maior calma do mundo, parecia até pensativo.

- Adrian.

- O que foi?

- Tem alguma coisa errada.

- Com o quê?

- Não sei. Só sei que tem alguma coisa estranha acontecendo.

- Deve ser o seu estoque de queijo acabando. – disse, sem dar importância ao falatório de Plagg sobre comida. Eu tinha coisas muito mais importantes para me preocupar.

- Talvez. – ele respondeu, naquela voz preguiçosa com um toque de confissão.

- Plagg, vamos visitar a Mari.  

- Agora?

- Sim, Plagg – Eu disse impaciente.

- Mas eu estou comendo. – Ele disse com a boca cheia.

- A Mari é mais importante que seu queijo, vamos, eu ainda não falei com ela hoje.

Me transformei e segui até a casa de Marinette. Quando abri a janela, me deparei com uma cena inacreditável. Eu me vi em cima de Marinette só de roupas íntimas, amarrada na cama, chorando e lutando para se soltar. Fiquei uns segundos parado, completamente aturdido. Mas então a raiva veio como um touro, e quando vi já estava em cima dele.

- Quem diabos é você? E o que você pensa que está fazendo com ela?

- Ah, eu? Eu sou você, só que melhor.

Meu sangue ferveu de ódio, e o desgraçado acabou levando um soco por isso, na verdade, bem mais do que um. Mas ele conseguiu me empurrar para  cima e bati a cabeça em algo que estava logo acima de mim. Era o meu bastão apoiado nas paredes do quarto. Mas espera, eu não coloquei ele ali...

Ele conseguiu se afastar o bastante para me atingir com mais força.

- Então você também tem um bastão? Já devia ter imaginado. – eu disse, quando me levantei. Peguei meu bastão e avancei na direção dele, e ele fez o mesmo. Trocando vários golpes que aprendi em minhas aulas de luta, percebi que ele tinha as mesmas habilidades e o mesmo conhecimento sobre luta que eu.

Com um chute na lateral do corpo, fui derrubado no chão. Ele estava em cima de mim.

- Olha só, esse nem era o meu objetivo – ele começou a dizer – mas acho que vou aproveitar que você está aqui e pegar o seu Miraculous. Coisa boa, matando dois coelhos numa cajadada só. Quer dizer, mais ou menos, você interrompeu na melhor parte. Mas ainda dá tempo de terminar com a princesa ali depois que eu acabar com você.

Mas antes que ele pegasse meu Miraculous, vi os pés de uma cadeira cor-de-rosa descer com tudo na cabeça dele. Surpreso, ainda no chão, vi minha cópia cair inconsciente no chão ao meu lado. Olhei para frente, e vi Marinette com a cadeira nas mãos. Ainda de roupas íntimas, com lágrimas recentes em um olhar selvagem, ofegante.

- Obrigado – disse, ainda surpreso. Ela largou a cadeira no chão e se virou de costas rapidamente para pegar a toalha, e provavelmente também para desviar o olhar de mim. Não a culpo, eu estava vendo ela só de roupas íntimas. - Você conseguiu se livrar das cordas – disse, enquanto me levantava.

- Aproveitei... q-quando ele estava distraído. – disse ela, se enrolando na toalha, ainda de costas. Ela fungava e soluçava um pouco, enxugando as lágrimas na toalha rapidamente, tentando disfarçar, sem sucesso.

- Fez bem. Ahn... Eu vou só dar um jeito nesse cara e a gente conversa direi... Cadê ele?! – Marinette se virou bruscamente – Ele sumiu! Mas... como?! - O cara... sumiu. Eu queria acabar com aquele desgraçado. Agora Marinette estava assustada de vez, pois agora não havia como saber onde ele está, e não havia como levá-lo para Ladybug capturar seu akuma.

- C-CatN-noir. – disse Marinette, tentando se controlar.

- Sim?

- O-Obri-ga... – disse Marinette com dificuldade, estava soluçando cada vez mais.

- Shhh, está tudo bem, não precisa dizer nada, é meu trabalho.

Marinette não estava mais conseguindo se controlar, estava soluçando cada vez mais, tentando segurar o choro que vinha cada vez mais forte, até que desabou no choro completamente. Sentou-se no chão e escondeu o rosto nas mãos. Fiquei uns instantes sem saber o que fazer. Então me aproximei e me sentei em frente a ela. Seus pulsos estavam muito vermelhos, com marcas de dedos. Marinette tremia de soluços, chorava com força, desabafando todo o medo que deve ter sentido. Nunca pensei que a veria tão mal.

Tirei uma das luvas e toquei em seu rosto com a mão nua. Não queria evocar nela lembranças mais vívidas do que acabara de acontecer. Ela estranhou, e olhou para mim. Felizmente não se assustou.

- Está tudo bem, ele não está mais aqui. Você está segura comigo. – eu disse, acariciando o rosto de Marinette com o polegar. Ela colocou sua mão sobre a minha, em seu rosto, e a segurou. Encarei isso como uma forma de agradecimento. – Tem alguma coisa que eu possa fazer?

- S-Sim. – Marinette se levantou devagar, e foi até sua mesa e pegou um cartão vermelho e me entregou.

- O que é isso? – Perguntei ao pegar o cartão.

- É da L-LadyBug. – disse ela timidamente, já mais calma.

- Quer ficar sozinha? Se quiser eu vou embora, eu vou entender.

Marinette balançou a cabeça concordando. Não estava mais chorando.

- Obrigada.

Me despedi com um aceno de cabeça enquanto colocava minha luva de volta, e saí pela janela, tomando o cuidado de deixá-la bem fechada ao sair.

Depois de sair da casa de Marinette, fiquei quase duas horas escondido do lado de fora vigiando, com medo da minha cópia voltar. Quando minha cabeça finalmente esfriou, segui para casa.

Estava curioso para ver o que a LadyBug tinha pra falar comigo, e porque entregou a carta para Marinette. Cheguei em meu quarto e me destransformei. Abri a carta, e lá dizia que a LadyBug queria me ver na Torre Eifell amanhã, e que era muito importante.

 


Notas Finais


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