História The Miraculous Avengers Superheroes - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Personagens Originais
Tags Aventura
Exibições 48
Palavras 3.402
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Esporte, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Gente, eu vou dividir a história em temporadas. Cada temporada tem 10 capítulos, como esse é o 9, esse é o capítulo especial penúltimo episódio da temporada. Espero que gostem.
E eu não vou "tirar um tempo de férias" depois de cada temporada para postar o próximo, relaxem.
Espero que gostem... beijos!

Capítulo 9 - CopyMan


Gente, antes de ler o capítulo, leiam as notas iniciais. Senão vocês não entenderão nada.

(Marinette)

Quando CatNoir saiu do meu quarto, a primeira coisa que pensei foi em Tikki, e da cópia de CatNoir dizendo: “Já cuidei da sua pequena joaninha, ela não pode te ajudar”. O que ele fez com a Tikki?

- Tikki? Tikki? – Olhei em volta do quarto, procurando por ela. Me desesperei, ela é muito mais do que minha kwami, ela é minha amiga. – TIKKI! – Achei que alguém mais experiente que eu saberia cuidar da situação. Peguei minha bolsa, saí do meu quarto, e fui correndo até a casa do Mestre. Enquanto corria, estava desesperada pensando onde ela estaria, e o que aquele desgraçado havia feito com ela.

(Narradora)

Em algum lugar distante dali...

- Você deveria ter convencido a ela de que você era o CatNoir, não quase a estuprar. Pôs todo o plano em perigo... Mas, pelo menos, tenho uma ideia... mas para isso, tirarei TODOS do meu caminho. E quanto a você, pode ir resolver a sua missão.

- Sim.

(Adrian)

Deitei na minha cama, pensando em tudo que acabou de acontecer. Nunca imaginei ver uma pessoa tão próxima de mim (bom, nem tanto), ficar tão mal, principalmente a Marinette. Eu tinha urgentemente que falar com a LadyBug sobre esse ataque. Plagg veio voando até mim, e se sentou no travesseiro que estava ao meu lado.

- Plagg?

- Quê?

- Como sabia que tinha algo errado?

- Sentidos felinos.

- Como assim?

- Vai dormir. – Plagg se deitou, ignorando a minha pergunta.

Apaguei a luz e me deitei, não convencido dos “sentidos felinos” de Plagg. Na verdade não dormi, por mais ou menos uma hora. Fiquei olhando pro teto, pensando em Marinette.

(Marinette)

Cheguei à casa do mestre desesperada, ele abriu a porta e viu pela minha expressão que o assunto era urgente. Ele me deixou entrar me entregou uma xícara de chá calmante para mim, já pronta. Mesmo tomando aquilo, eu não conseguia me acalmar.

- Me conte o que aconteceu. – Disse ele, com calma.

- Mestre, é a Tikki.

- O que tem a Tikki?

- Ela sumiu, eu fui atacada por um CatNoir falso, ele era como o CopyCat mas a voz dos dois é a mesma. Ele disse que “cuidou da minha joaninha”. Preciso encontrá-la! – Disse desesperada. Ele se levantou, foi até o armário e de lá, saiu um bichinho verde cabeçudo parecido com Tikki, mas que lembrava mais uma tartaruga do que uma joaninha.

- Olá, Marinette. Eu sou o kwami da tartaruga, o kwami do Mestre. Vamos encontrar a Tikki, eu prometo. – Disse ele.

- Mande uma mensagem a ela, e peça para que ela nos dê um sinal. – Disse o Mestre. Assim fez o pequeno kwami.

- Mestre, eu não consigo falar direito com ela. Parece ter algo atrapalhando a nossa comunicação.

- Talvez ela esteja na minha casa ou perto, porque a cópia do CatNoir desapareceu no meu quarto. – Eu disse.

- Vá com ela até a casa, e tente novamente. Se não conseguir volte aqui, estarei procurando nos livros o que fazer.

- Mestre – eu disse, com medo da resposta. Mas essa pergunta estava na minha cabeça desde que a cópia de CatNoir disse aquilo sobre Tikki. – é possível... matar um kwami?

- Sim, mas não é nada fácil. São criaturas mágicas muito resistentes.

Seguimos eu e o kwami do mestre até a minha casa, entramos de fininho pela porta dos fundos. Quando chegamos em meu quarto ele disse:

- Estou sentindo algo. – O pequeno kwami voou pelo quarto. – Ela está aqui... em algum lugar por aqui... Tikki? Tikki! Ela está aqui atrás! Me ajude! – Ele disse apontando para trás da minha cômoda. A empurrei, quando pude ver Tikki completamente parada.

- TIKKI! – peguei-a em minhas mãos, ela estava gelada.

- Ela está bem, só foi paralisada. Vamos levá-la ao mestre.

Eu e os dois kwamis voltamos à casa do Mestre, e ele conseguiu desparalisar Tikki.

- Como ele fez isso? É algum tipo de magia poderosa? – perguntei.

- Acho que agora não é o momento para você saber desse tipo de coisa. Mas acho que subestimamos o que Hawk Moth pode fazer. Só digo que não é o tipo de coisa que um portador de um Miraculous faça por si só, ele aprendeu isso de alguma forma. – respondeu ele, coçando a barba, pensativo.

- O senhor acha que ele está ficando mais forte? – disse Tikki.

- Parece que sim. A não ser que estejamos lidando com outro inimigo.

(Narradora)

Marinette voltou para casa com Tikki, e foi dormir, finalmente. No dia seguinte, era o dia em que ela daria a primeira aula de dança. Ela não se sentia pronta para o dia de amanhã, ela ainda estava traumatizada com tudo que acabou de acontecer. Enquanto isso, Charlotte estava em seu quarto conversando com Beewi.

- Beewi, quando vou mostrar para Paris que agora eles têm uma nova super-heroína?

- Logo, logo, eu posso sentir. Agora... me dá mais mel? Por favor? – Ela disse, fazendo olhinhos fofos.

- Tudo bem, vou buscar e já volto. – Charlotte saiu de seu quarto e viu uma empregada falando com alguém por trás da porta de entrada.

- Pode entrar, já vou... ah, senhorita. – Disse a empregada virando-se pra Charlotte. – Este garoto gostaria de vê-la, se chama Nathaniel, ele disse que são colegas de escola.

- Pode deixá-lo entrar. – disse Charlotte.

- É coisa rápida. – disse ele, entrando. – Eu poderia pedir seu número pra alguém e te mandar uma mensagem, mas meu celular está com problema, então resolvi vir pessoalmente. – disse ele, entrando.

- O que foi? – perguntou ela, curiosa.

- É que como você esteve fora todo o ano passado eu pensei em vir te convidar para o novo clube de break que abriu, que eu e algumas pessoas da escola vamos para dançar e relaxar. Lá é um clube bem legal, é apropriado pra menores de idade, não tem bebidas alcoólicas, então é fácil de convencer seus pais a deixar você ir.

- Ah, é bem legal de a sua parte me chamar, mas é que eu não sei dançar break.

- O que você sabe dançar? – Ele perguntou.

- Ginástica rítmica e jazz. – Respondeu Charlotte.

- A Marinette é a melhor dançarina de lá, e ela mistura ginástica rítmica, break, jazz, ballet... Ela mistura muitas coisas quando pode. Ela é chamada de rainha da pista. Fica até difícil de acompanhá-la. – disse ele, rindo um pouco na última frase.

- Acompanhá-la? – Charlotte perguntou, confusa.

- É, nós somos parceiros.

- Só parceiros de dança, nada mais?

- Melhores amigos, também.

- Namorados? – Charlotte perguntou.

- Não, quem me dera.

Os dois continuaram conversando por um tempo, depois Nathaniel foi embora, e Charlotte ficou ouvindo música por um tempo, e depois foi dormir. Já era de manhã quando Emily foi a primeira a acordar na casa dos Dupain-Cheng.

( Emily )

Acordei, como sempre toda bagunçada, minhas almofadas no chão, e eu toda espalhada na cama. Me levantei, fui até o banheiro, que ficava dentro do meu quarto, lavei meu rosto e escovei os dentes. Peguei meu celular, e vi uma mensagem que Phillip me mandou. Estava escrito: “Amor, vou passar na sua casa para te buscar pra irmos juntos pra escola. Beijos”. Saí do meu quarto, e fui acendendo as luzes da sala. Fui até a fruteira e peguei uma maçã. A campainha tocou, e eu na verdade já sabia quem era. Abri a porta e vi Phillip já arrumado para a escola.

- Acordou cedo hein? – Perguntei, dando um abraço nele.

- É que a minha gata teve filhotes pela madrugada, e eles não me deixaram dormir. – Disse ele, entrando no apartamento.

- Me mostra uma foto deles?

- Aqui – Ele me mostrou a foto, eles realmente eram lindos.

- Eu quero um! – Falei brincando. Nós nos sentamos na mesa de jantar, eu comendo a minha maçã e ele só me olhando. – Quer comer alguma coisa, você não para de olhar pra mim.

- Sabe o que estou olhando? – Ele perguntou, colocando uma mão no queixo.

- Não, por isso perguntei. – Disse, rindo.

- A sua beleza. – Disse ele, sorrindo.

- Ah, você está falando com mulher da pintura atrás de mim.

- Estou falando com você! – Ele começou a rir.

- Não mente, eu sei que estou uma bagaça. Acabei de acordar.

- Então é a bagaça mais linda que eu já vi.

- Own, seu fofo! – Nos beijamos mais uma vez, até que as luzes apagaram e logo depois reacenderam. Olhei para o interruptor e vi minha mãe, sorrindo olhando para nós.

- Nessa pegação tão cedo?

- Mãe!

- Oi, querido. – disse ela, passando a mão nos cabelos de Phillip.

- Desculpe, senhora Dupain-Cheng. – disse ele, corando de leve.

- Sem problemas. Filha, vá logo se arrumar, que já vou acordar a Marinette.

Fui para meu quarto e vesti minhas roupas. Amarrei meu cabelo alto, coloquei uma blusa azul esverdeada, um short jeans rasgadinho na frente e um tênis. Estava quase pronta, só faltava colocar os materiais na mochila. Finalmente pronta, voltei para a sala e vi Marinette comendo, Phillip sentado no sofá, e minha mãe fazendo panquecas.

- Bom dia, Emily. – disse Marinette. – seu namorado chegou cedo. Vão de carruagem?

- Muito engraçado. Phillip, vamos?

- Claro, tchau Mari, senhora Dupain-Cheng. – saímos de casa, discutindo sobre o jogo de vôlei que teríamos daqui há algumas semanas.

(Adrian)

Acordei sentindo cheiro de queijo, olhei pro lado e novamente Plagg estava comendo queijo justo do meu lado.

- Plagg, quantas vezes vou ter que dizer para você não comer queijo na minha cama?

- Quantas vezes quiser, vou continuar fazendo. – Disse Plagg, levando mais um pedaço de queijo à boca.

- Aff – Resmunguei.

- Sua namorada te mandou uma mensagem.

- Minha namorada?

- É, a azulzinha lá, não é sua namorada? Já se beijaram tantas vezes...

- A azulzinha? A Marinette ou a smurfette? – Comecei a rir.

- Você não é engraçado. – Disse Plagg – Só é quando está transformado de CatNoir, ou seja, só é engraçado comigo.

- Tá, tá, que seja. – Peguei meu celular e estava escrito: “Oi Adrian, é a Marinette, a minha irmã pediu para te avisar que teria treino hoje, mas foi cancelado. Então é só isso, tchau.” Respondi assim: “Oi Mari, tá tudo bem. Obrigado por avisar.”

Marinette – De nada.

Adrian – Mari?

Marinette – Oi?

Adrian – Quer ir no cinema hoje?

Marinette – Ah, eu sinto muito, mas eu tenho compromisso. Pode ser outro dia?

Adrian – Claro, que outro dia fica melhor pra você?

Marinette – Depois de amanhã está bom pra mim, e pra você?

Adrian – Está ótimo, nos vemos na escola?

Marinette – Eu não sei se vou hoje, mas vou tentar.

Adrian – Por quê? Está doente?

Marinette – Não, é que... Estou meio enrolada com uns problemas aqui.

Adrian – Ok, menos mal. Espero te ver na escola. Tchau.

Marinette – Tchau.

Terminei de conversar com a Mari e fui me arrumar, tomei meu café da manhã e saí para a escola. Quando a limousine chegou pude ver todos os alunos entrando na escola. Vi o pessoal do time de vôlei conversando, saí do carro e fui em direção a eles.

- Oi, gente! – Eu disse, me aproximando deles.

- Oi – Todos responderam.

- Adrian? – disse Emily.

- Oi?

- A Mari te avisou sobre o treino?

- Sim.

- Eu pedi pra ela te avisar porque não sabia se ia dar pra te ver antes da aula, geralmente eu chego atrasada por causa da Marinette, mas hoje Phillip me deu carona. – Ela disse, quando Phillip colocou seu braço sobre o ombro dela.

- Amor, vamos pra sala? – Ele disse.

- Vamo, eu preciso deixar minhas coisas lá antes de falar com a professora.

Eles saíram, e o pessoal do time também. Eu ia junto, mas escutei alguém nas minhas costas me chamando.

- Agreste? – Reconheci quem era na hora.

- Nathaniel, para de me chamar de Agreste.

- E aí, viu a Mari?

- Como você pode chamá-la de Mari, depois do que pretende fazer?

- Não sei do que está falando – Ele disse.

- Você sabe muito bem do que estou falando, e logo, logo, a Marinette vai saber!

- Mas você descobriu isso há dias e até hoje não contou. Por que será? Será que o senhor Adrian Agreste está com medo de que ela não acredite em você? – Ele disse, tentando me provocar. Olhei por cima dos ombros de Nathaniel e pude ver Alya e Marinette vindo em nossa direção, mas eu tinha mais a dizer, antes que elas chegassem.

- Você não se atreva a fazer nada com ela! Ou senão... – Nesse momento Marinette e Alya chegaram.

- Oi, meninos. – Marinette disse.

- Oi – Todos se cumprimentaram.

- Nath? – Disse Marinette. – Podemos conversar?

- Claro – disse Nathaniel. Claro que ele concordaria, mas eu precisava fazer alguma coisa. Os dois foram para um canto da portaria, e eu me escondi atrás de uns arbustos. Consegui ouvir tudo.

- Nath, olha só o que eu recebi hoje de manhã.

- Parabéns, Mari!

- Valeu, eles falaram por e-mail que eu posso levar alguém para tentar prestar a bolsa. Você poderia ir comigo, você dança muito bem e seria uma ótima chance de aprender mais.

Doí em mim ver o quanto a Marinette confia nele, ela é amiga dele e ele a usa assim... não tenho coragem de contar pra ela. Dei uma olhada por cima dos arbustos e vi os dois se abraçando.

- Muito obrigado, Mari. Essa é uma grande chance, eu adoraria ir com você. Espero que queira o mesmo.

- Claro que eu quero! Você tem muito potencial para a dança, de verdade. Agora, podemos ir? Não quero me atrasar.

- Claro, mas vamos ter quanto tempo para ensaiar a coreografia?

- Duas semanas.

Os dois saíram, e seguiram até a sala. Eu não tinha a menor ideia se a Marinette gostava do Nathaniel ou não, mas eu não iria perdê-la.

(Narradora)

No final da aula, Marinette foi para seu armário, pegou sua mochila de dança e foi para o clube. A aula só iria começar às três horas, mas ela já queria estar lá para adiantar. Ela entrou no clube e foi para o barzinho, onde um garoto chamado Marcos estava arrumando tudo.

- E aí, Marcos, beleza? – Disse Marinette, preparada para um “toca aqui”.

- Beleza, Rainha. Como você está diferente sem as roupas do clube, mas ainda a mesma, por dentro. E aí, o que você vai pedir hoje?

- Uma parmegiana de frango. – Ela disse.

- Aqui é um bar, não um restaurante. – Ele disse, a olhando.

- Eu faço, relaxa. – Disse Marinette, rindo e dando a volta no balcão. No clube havia uma cozinha dentro, para os lanches dos dançarinos. Quando ela terminou seu almoço, foi para o vestiário se arrumar. Já era 15:00, os alunos já haviam chegado. Marinette se preparou, e saiu do vestiário.

- Pessoal, todos ali por favor. – Ela disse. – Vamos começar assim, quero que sintam a música, não dancem pra ficar bonito, dancem para se sentirem bem. – Marinette foi até a mesa do DJ e colocou a música All Hands On Deck. – Depois de ver e avaliar vocês, vou dançar junto com vocês.

Eles começaram a dançar. Marinette os observava, contente pela primeira aula dela. Mesmo tendo sido atacada ontem, ela tinha que continuar com sua vida normalmente, senão alguém poderia desconfiar. Ela começou a dançar com eles. Essa música era difícil de dançar, porque ela é bem animada. Marinette dançava muito bem, os alunos ficavam chocados com o talento dela. Marinette dançou com vontade, para esquecer seus problemas. A dança era uma boa distração, e ela podia gastar sua energia em algo positivo, ao invés de passar o dia tensa, estressada ou deprimida por causa do que havia acontecido na noite anterior. Marinette estava com os pensamentos bem longe quando a porta do clube se abriu. Era Adrian, atrasado para a aula. Todos os alunos já estavam parados a essa altura, apenas vendo-a dançar, assim como Adrian. Quando Marinette terminou, se deparou com Adrian na entrada.

- Desculpe, cheguei atrasado. – Ele disse, só agora lembrando-se de colocar a mochila no chão, em um canto junto com as mochilas dos outros.

- A-Atrasado? Pra quê? – Disse Marinette.

- Hã... Pra aula. – Ele respondeu, sem entender a pergunta dela.

- Que aula? – disse Marinette, toda nervosa e confusa. Não estava preparada para vê-lo agora.

- Essa. – Ele disse.

- Ah, é! N-não tem problema! Pode se juntar aos outros! Esperem só um minuto, vão... ahn... se aquecendo. – Marinette foi até um canto do clube e ligou para Alya. – Alya, atende! – pensou ela em voz alta.

Alya – Alô?

Marinette – Alya, me ajuda!

Alya – O que foi?! O CatNoir está te atacando de novo?! Vou chamar a polícia!

Marinette – Não, não é isso!

Alya – Ah, tá. Quase me mata de susto, menina!

Marinette – Desculpe, mas é sério. O Adrian veio na minha aula de dança! Eu não vou conseguir ensinar nada! Alya, me ajuda por favor!

Alya – (Rindo)

Marinette – Para com isso! Para de rir!

Alya – É sério, Mari? Qual é! Você dança toda confiante no clube para mais de cinquenta pessoas, você aguenta dar essa aula, confia em mim.

Marinette – Alya... eu não consigo!

Alya – Aff, vai lá logo! Tchau.

Marinette – Alya, não se atreva a desligar esse telefone!

Alya – Você vai me agradecer depois, tchau!

Alya desligou, e Marinette tinha que se virar sozinha. Ela respirou fundo, tomou coragem e foi dar a aula.

Depois da aula...

Marinette saiu do clube, e foi correndo até um beco escuro.

- Tikki? Tudo bem? – Perguntou ela.

- Sim, está pronta para a noite de vigilância?

- Sim. Tikki, transformar! – Ela até que estava feliz consigo mesma, por ter conseguido dar a aula mesmo com Adrian lá. Ela se sentou no telhado de uma casa, depois de ter dado uma volta por Paris vendo se está tudo bem. A felicidade de LadyBug logo acabou, quando sentiu alguém colocar uma faca em seu pescoço e a segurar por trás.

- Fica quietinha, joaninha. – O Homem disse.

LadyBug segurou a mão do homem, que segurava a faca, tentando se soltar. Ela conseguiu dar uma cotovelada em sua barriga, mas por mais estranho que pareça, ele era mais forte que ela. Ele colocou sua mão sobre a boca de LadyBug, fazendo ela ficar sem poder gritar ou falar. Ela começou a se sentir estranha, tonta, sem ar, e por fim, ela desmaiou.

(Adrian)

Eu saí do clube, e entrei na limousine, onde Gorila dirigia. Eu estava tão feliz de ter participado de uma coisa que a Marinette adora fazer. Senti Plagg se mexer como um louco na minha mochila. Abri o bolso onde ele estava e disse, em voz baixa para Gorila não escutar:

- O que foi, Plagg? Acabou o queijo?

- Não! quero dizer... também, mas não é isso.

- Então o que é?

- É a LadyBug!

- O que tem ela?

- Você precisa encontrá-la, ela está em perigo!

- A LadyBug? Em perigo? Conta outra! – Eu disse.

- É sério, panaca. Se lembra da última vez que senti que algo estava errado?

- Sim, mas...

- Você precisa ajudá-la! – interrompeu Plagg.

- Tá, tá!

(Marinette/LadyBug)

Acordei me sentindo meio estranha, estava no depósito que lutei contra o CopyCat, apoiada em uma pilastra. Tentei me levantar e senti minhas mãos amarradas na pilastra. Eu estava sentada, mas consegui arrastar minhas mãos para cima, para poder levantar. Assim, fiquei em pé, sozinha naquele depósito. Tentei me soltar, mas não consegui. Até que um homem apareceu na minha frente, e ficou me encarando. Ele tinha olheiras bem marcadas e um cabelo muito mal cuidado. Tinha um olhar alucinado digno de um cientista maluco.

- Já acordou, bugaboo? – Me espantei com o que ele disse. Só eu e o CatNoir sabíamos desse meu apelido, só ele me chama assim.

- O que você quer de mim? – Perguntei, furiosa. Mal acabei de ser atacada e quase estuprada e agora fui sequestrada? Tem algo muito errado acontecendo.

- Logo você vai descobrir. – disse ele, juntando as mãos.

- Quem é você? – perguntei. – provavelmente mais um akumatizado, não é?

- O quê?! Eu, um akumatizado? Dependente daquele velho idiota? Ah, não, princesa. Eu não sou um akumatizado. – disse ele, ofendido. – Eu sou o CopyMan.

 


Notas Finais


Até a próxima! Beijos!


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