História The Mistress - Capítulo 39


Escrita por: ~ e ~Lily_R

Postado
Categorias 50 Tons de Cinza
Personagens Anastasia Steele, Christian Grey
Tags 50 Tons De Cinza, Anastasia Grey, Ava Grey, Christian Grey, Família, Grey, Humor, Phoebe Grey, Sr Grey, Theodore Grey
Exibições 338
Palavras 1.330
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá meus amores, estamos de volta o/
Eu ia postar esse capítulo sexta, mas aconteceu uns rolos muito loucos por aqui e o final de semana virou apenas um borrão kkk

Capítulo 39 - Capítulo 39


Fanfic / Fanfiction The Mistress - Capítulo 39 - Capítulo 39

Ava POV

“Boa noite.” Digo entrando no quarto 235 onde esta o meu ultimo paciente da ronda, ele sofreu um acidente de moto e precisou passar por uma cirurgia de alto risco, mas correu tudo bem e agora estamos esperando ele acordar.

“Dra. Grey, alguma novidade sobre o caso dele?” a mulher que esta o acompanhando pergunta .

“Sinto muito, mas ainda estamos esperando ele acordar, é questão de tempo agora.” Digo analisando os sinais vitais no monitor do aparelho dele. Nada diferente, o que é uma penas já que ele parece ser uma boa pessoa que só estava no lugar errado e na hora errada.

“Deveria ir para casa descansar.” Digo a mulher, ela parece que não dorme há dias “Mandarei avisar se tivermos alguma mudando no estado dele.”

“Acho que realmente preciso dormir um pouco.” Ela diz com um pequeno sorriso

Saio do quarto e sigo para a recepção para deixar minhas anotações e ver se está tudo bem.

“Boa noite Dra. Grey.” Kristen diz assim que chego ao balcão.

“Boa noite!” digo entregando a ela minha prancheta “como estão às coisas por aqui hoje?”

“Parecem tranquilas. Dr. Turner até já foi pra sala dele ‘assistir a partida de futebol’ como se tivesse alguma passando.” Ela diz rindo.

“Oh ele já deve estar sonhando a essa hora.” Concordo com ela. Dr. Turner é um dos melhores médicos que conheço, mas não aguentou ficar acordado nem um plantão até agora. “Eu tenho um relatório para terminar, então vou para minha sala, qualquer coisa é só chamar.” Digo.

“Pode deixar que só chamarei se for urgente.” Ela diz me dando um sorriso divertido muito suspeito, mas deixo de lado e sigo para minha sala.

Assim que entro, acendo a luz e fecho a porta atrás de mim, mas antes de eu chegar a minha mesa, a luz apaga e ouço a porta ser trancada, de primeira isso me assusta, mas então entendo o sorriso de Kristen ao mesmo tempo em que sinto seus braços circularem minha cintura.

“Odeio quando você fica de plantão.” Ele sussurra no meu ouvido e logo sinto seus lábios correndo por meu pescoço.

“O que faz aqui?” pergunto entrecortado porque, meu Deus, esse homem me tira o fôlego sem precisar de muito esforço.

“Senti falta da minha esposa.” Ele diz mordiscando minha orelha “e nunca transei em um consultório médico.” Com isso ele me vira em seus braços.

“Eu não posso dizer o mesmo, mas...” digo e mesmo com o pouco de claridade posso ver seus olhos vacilarem.

“O que?” ele pergunta surpreso.

“Foi uma brincadeira e não devia se preocupar com isso.” Digo o puxando para mim e o beijando. Charles tem essa obsessividade estranha de não transar em lugares onde já estive com alguém, eu não entendo e Phoebe disse que ele nunca pareceu ter problema com isso antes.

“Não posso fazer nada quando a isso.” Ele murmura.

“Você pensa demais sobre coisas desnecessárias.” Digo olhando direto em seus olhos e então para seus lábios extremamente convidativos.    

“Bom, você colocou isso na minha cabeça, agora me ajude a esquecer.” Ele diz com um sorriso torto.

“Com prazer. Só precisamos ser silenciosos.” Digo o puxando de volta e desabotoando lentamente sua camisa, o contrario dele, que quase faz voar todos os botões da minha, se livrando rapidamente de toda a minha roupa.

Seus olhos correm por meu corpo e sua boca busca a minha, me beijando longamente, mas logo deixo seus lábios e desço beijando seu peitoral e abdômen enquanto desfaço o botão de sua calça e o libero já completamente ereto. Passo a língua por meus lábios e não êxito em tomá-lo em minha boca, o sugando com força.

“Poha!” ele geme se segurando e antes de gozar, me coloca de pé, me beijando vorazmente, logo seus lábios descem, acordando cada célula do meu corpo, até que tudo sejam apenas uma mistura de sensações. Ele me da um sorriso travesso e cai de joelhos na minha frente, beijando meu estomago e descendo. Seus dedos deslizam para dentro de mim e sua língua faz sua mágica.

Infelizmente, não existe um botão de desligar quando se trata desse homem e logo sinto meu interior explodir em milhares de pedaços.

“Eu adoro ver você gozar.” Ele murmura se levantando e me beijando, ainda posso sentir o gosto salgado em sua língua, mas com ele eu não ligo para isso.

“Não parecer ser difícil pra você.” Sussurro puxando seu lábio com os dentes.

Ele me levanta na mesa e se coloca entre minhas pernas, posso sentir sua ereção pressionada em mim e minhas mãos descem por seu corpo para masturbá-lo.

“Deus, Ava!” ele murmura me deitando na mesa.

Empurro algumas coisas para o lado abrindo espaço e logo ele esta dentro de mim. Começa com movimentos leves e vai aumentando, então ele levanta uma de minhas pernas em seu ombro o que o da melhor acesso e o faz ir mais fundo. Posso senti-lo completamente dentro de mim.

“Ah Charles!” gemo com a forte investida.

“Te machuquei?” ele pergunta.

“Não, isso é incrível.” Digo investindo ao seu encontro e ele volta a se mover, logo gozo de novo, o puxando comigo.

“Poha Ava!” ele geme caindo sobre mim. Quando recupera o fôlego me puxa pra ele e nos leva até o sofá no canto e me sentando sobre ele.

“Tenho quase certeza que isso é ilegal.” Ele resmunga quando começo a me mover lentamente.

“Provavelmente.” Digo correndo minha mão por seu peitoral e o beijando.

“Deus, mulher! O que você faz comigo?” Ele pergunta e já posso o sentir crescer novamente embaixo de mim, então, sem perder tempo, o guio para dentro de mim.

“Poha Ava!” ele geme subindo a mão até meu quadril e tentando coordenar meus movimentos.

“Não!” digo o parando.

“Sim senhora!” ele diz beijando meus lábios, mandíbula, pescoço, clavícula e então cravando os dentes em meu ombro, o que faz uma onda de prazer percorrer todo meu corpo. Passo as unhas por seu peito, deixando marcas visivelmente vermelhas então o beijo e ele suga meu lábio com força, me distraindo enquanto inverte as posições, me deitando no sofá e ficando sobre mim.

“Controlador.” Acuso.

“Seu.” Ele responde no mesmo instante.

“Ótima resposta, mas agora eu quero mais forte.” Digo correndo minhas unhas por sua costa e puxando seu lábio inferior com os dentes.

Não é necessário pedir duas vezes e logo nós dois nos liberamos em um orgasmo pulsante, que nos deixa sem fôlego.

Seus olhos encontram os meus e ele me beija calma e demoradamente, enquanto nossa respiração se estabiliza.

“Dra. Grey, favor comparecer a Emergência.” Ouço ser chamada quando estou saindo do meu banheiro abotoando minha camisa.

“Isso que eu chamo de timing perfeito!” digo pegando meu jaleco e Charles sai do banheiro passando as mãos pelo cabelo para ajeitá-lo “Vejo você mais tarde.” Deixo um beijo em seus lábios e saio.

Encontro Julian no caminho, é o enfermeiro inglês que está sendo minha sombra por aqui, é seu ultimo ano de medicina e ele quer seguir em neurologia por isso me acompanha em todas as cirurgias.

“Julian, já sabe o que é?” Pergunto enquanto caminhamos pelo corredor.

“Kristen disse que é uma garota de 17 anos, pelo que eu entendi foi acidente de carro, bateu a cabeça, quebrou a perna e talvez costelas fraturadas.” Ele diz.

“Certo, precisamos de uma tomografia cerebral e ressonância pra ver as fraturas. 17 anos? O que uma garota de 17 anos estava fazendo na rua às... 3 horas da madrugada?” pergunto checando meu relógio, mas ele apenas levanta os ombros sem saber.

Quando chegamos à emergência, dois paramédicos estão descendo a maca da ambulância.

“Vamos levá-la primeiro para a tomografia.” Digo e quando eles passam por mim vejo quem é “Oh meu Deus! Chamem Dr. Turner e peçam para ele me acompanhar na ressonância.” Digo já prevendo que em alguns minutos meu tio vai entrar por aquela porta como um furacão querendo respostas “E rápido!”


Notas Finais


Sim vocês vão querer nos matar, mas nós tivemos que fazer isso

Deixem comentários e até o próximo

XoXo


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