História The Monster - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias VIXX
Personagens Hongbin, Hyuk, Ken, Leo, N, Ravi
Tags Daddykink, Leo, Neo, Vixx
Exibições 165
Palavras 2.239
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Científica, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Cross-dresser, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, gente bonita!
Bom, essa não é minha primeira fic, mas não sou profissional/experiente.
Por isso, qualquer erro, perdoem-me.

Acho que é isso. Boa leitura!! <3

Capítulo 1 - Chapter One - The Challenge


Fanfic / Fanfiction The Monster - Capítulo 1 - Chapter One - The Challenge

                Já era noite, o clima chuvoso dominava Seul já havia alguns dias. Durante o dia está cidade é uma das mais movimentadas, sempre havia multidões, mas já tinha alguns anos que ao anoitecer ninguém sequer pensava em sair, mas sempre havia os jovens e adultos que frequentavam boates e iam a festas, estes estavam seguros, mas apenas dentro destes locais. Os que andavam pelas ruas eram dominados pelo medo, temiam o mais terrível monstro de Seul, que já havia encontrado sua vitima naquela noite. O monstro começou a seguir a mulher de cabelos longos, ele não se importava em gravar detalhes, apenas a expressão de medo e desespero e os gritos de dor, um monstro sádico que tratava de devorar suas vitimas da forma mais lenta e mais dolorosa possível.

O monstro encurralou a mulher em um beco escuro, ela virou-se e fitou os círculos vermelhos que flutuavam na escuridão, os olhos dele, a única coisa possível de se ver ali. O monstro caminhou até sua vitima, aproximando-se cada vez mais e fazendo-a recuar alguns passos até suas costas chocarem contra a parede de concreto. A única coisa que se pôde ouvir naquele beco foi o urro de dor no momento em que os dentes do monstro rasgaram a pele e em seguida a carne do pescoço de sua vitima. Era uma dor insuportável e piorou quando sua carne fora arrancada, mas para a tristeza do monstro aquela mulher não resistiu, morreu logo após aquela mordida. O monstro terminou de mastigar a carne e logo a engoliu, não era das melhores, o sangue era amargo, provavelmente aquela mulher havia ingerido álcool e usado drogas, não havia duvidas. Lambeu os lábios ao ver sua vitima ensanguentada caída no chão, podia não ser das melhores que já havia devorado, mas ainda assim era uma humana, era essa a refeição do monstro.

 

 

                — Acorde logo, desgraçado! Vá trabalhar! — Cha Hakyeon fora acordado aos berros de seu pai, se é que este homem podia ser chamado de pai. O rapaz de cabelos castanhos levantou-se ainda sonolento, pegou suas roupas e sua toalha, saiu de seu quarto comemorando silenciosamente por não ter encontrado seu pai ali e foi até o banheiro.

A água quente caía sobre a pele morena do rapaz que naquele momento, como qualquer outra pessoa comum, filosofava sobre vida, afinal o banho era seu único momento de paz, quando saía sua vida voltava ao inferno que sempre foi desde que nasceu, Hakyeon já havia se acostumado a apanhar do pai, então para ele era normal sua vida ser deste jeito.

Após terminar o banho o moreno vestiu-se, pegou sua bolsa, seu celular, chaves e carteira e logo se dirigiu para fora daquela pequena casa, mas antes parou na sala ouvindo os noticiários, outro assassinato, havia um canibal a solta, pelo menos, era isso o que rapaz pensava. Na cabeça de Hakyeon, quando fosse pego pelo canibal, “quando” porque o mesmo tinha um segundo emprego e este era na madrugada, durante a noite ele poderia ser pego a qualquer momento por aquele ser e tinha que aceitar isso, mas em sua mente quando isso acontecesse, iria agradecê-lo por tirar sua vida, mas não é bem assim.

Ao sair de sua casa Hakyeon pegou sua bicicleta e foi para o trabalho, uma escola, o rapaz era professor no primário já fazia alguns meses, ele se dava bem com as crianças e também ganhava um bom salário, fora difícil conseguir este emprego, pode ter 21 anos, mas sua altura e aparência o faziam parecer mais novo do que realmente é.

 

 

Jung Taekwoon acordou com o barulho irritante de seu despertador, abriu os olhos lentamente sentindo um incomodo devido à luz do Sol que invadia seu quarto pelas grandes janelas, desligou o despertador e levantou-se, caminhou até o banheiro, fez sua higiene pessoal e após terminar seu banho, com a toalha enrolada em sua cintura foi até seu closet, olhou para o canto onde estavam todos os seus ternos, de preto, todos os tons de cinza existentes, ao branco, vestiu um de seus ternos pretos, uma gravata vermelha, colocou seus sapatos e foi ao espelho, arrumou seus cabelos escuros e ficou ali encarando seu reflexo por alguns longos segundos, seus olhos não eram como o dos outros, para sua sorte achavam que usava lente, a pupila era preta, como a de qualquer um, a íris vermelha, tal cor era rara, mas possível, já a esclerótica não era branca e sim preta, isso não era nada normal, mas ninguém se importava, pois seus olhos eram sua marca.

Nascido em berço de ouro, Jung Taekwoon sempre teve tudo do bom e do melhor e atualmente, com seus 27 anos, é dono de uma das empresas mais famosas de Seul, todos o conhecem, por isso sua vida sempre fora agitada e nem sempre tinha tempo para si, tanto pelo trabalho, que não ocupava tanto tempo assim, mas não deixava de ser cansativo, quanto por ser pai solteiro, pai de uma criança de 4 anos, que ocupava maior parte do tempo do rapaz.

Após terminar de arrumar-se o rapaz saiu de seu quarto e foi para a cozinha, fez algumas torradas com manteiga de amendoim e geleia, a comida favorita de seu pequeno filho, que logo apareceu na entrada do local coçando os olhos. Han SangHyuk, uma pequenina criança incrivelmente fofa, e apesar de Jung Taekwoon nunca sorrir, SangHyuk conseguia sempre arrancar uns sorrisos e até mesmo risadas de seu pai.

— Olá pequeno, venha, tome seu café da manhã e se arrume, sua tia vai chegar daqui a pouco. — Taekwoon disse sorrindo, sua voz era baixa, quase um sussurro.

— Tá bom, appa. — disse o pequenino sorrindo de volta, sentou-se em uma das cadeiras da mesa de vidro e começou a comer saboreando casa pedaço, seu pai era um magnífico cozinheiro, sua comida sempre era a melhor.

O tempo passou rápido, logo o garotinho já estava pronto, vestia seu uniforme e olhava para seu pai enquanto o mesmo checava sua mochila, após terminar o homem colocou a mesma cuidadosamente nas costas de seu filho e abaixou-se beijando sua testa, segurou em uma das pequeninas mãos do outro, pegou sua pasta, chaves e tudo o que precisava e saiu de seu apartamento, trancou a porta e logo seguiu para o elevador, ao chegar ao térreo viu sua irmã que sorrio ao vê-los. Taekwoon despediu-se de seu filho, pegou seu carro no estacionamento do prédio e seguiu para sua empresa.

 

 

                O sinal tocou todas as crianças já estavam em suas salas e em seus devidos lugares, Hakyeon seguiu para sua sala, cumprimentou os alunos, passou algumas atividades, explicou e sentou-se em sua mesa, sempre que algum aluno pedia sua ajuda ia até lá e ajudava-o. O dia sempre passava rapidamente. Primeira aula. Segunda. Terceira. Quarta. E assim ia.

                — Tio! — um garotinho havia chamado Cha Hakyeon, era assim que o chamava, “tio”. O pequeno fora correndo até a mesa do rapaz.

                — Sim, SangHyuk? — disse ele dando um sorriso.

                — Tá bonito, tio? — perguntou mostrando um desenho, no desenho havia um homem e uma criança de mãos dadas, eram incríveis as combinações perfeitas de cores, aquele desenho estava perfeito, fez os olhos do moreno, que estava boquiaberto, brilharem.

                — Está incrível, Hyuk, vai dar para alguém? — perguntou voltando a sorrir e logo acariciou o cabelo do garotinho.

                — Sim, vou dar pro appa!

                — Ele vai amar, pode ter certeza.

                — Obrigado, tio! — disse ele dando um grande sorriso. O sinal da saída tocou, o pequenino correu para guardar seus lápis de cor — Tchau, tio! — exclamou ele um tanto animado, acenou e saiu correndo da sala.

                Hakyeon riu baixo vendo o garotinho sair e logo se levantou pegando suas coisas e então saiu em seguida, ainda teria uma longa noite pela frente.

 

 

                Jung Taekwoon estava sentado em sua cadeira, cotovelos apoiados sobre a mesa e dedos entrelaçados olhando fixamente para o nada quando ouviu as vozes altas de seus amigos, que logo entraram na sala dando risadas, Taekwoon suspirou encarando-os, logo se calaram, sabiam o quanto Taekwoon odiava barulho, pessoas falando alto, rindo alto, era irritante.

                — Olá, chefinho! — exclamou Lee HongBin dando um sorriso para o outro. O rapaz olhava Taekwoon, que respondeu o cumprimento com a cabeça.

                — Assim que acabar o trabalho se arrume Leo, hoje nós vamos à boate! — disse Jaehwan, o homem que estava ao lado de HongBin, um médico excelente e muito famoso em Seul, também muito amigo de Taekwoon, ou Leo, era assim que muitos o chamavam.

                —Boate? Eu não concordei com nada disso... — disse Taekwoon em tom ríspido.

                — Não interessa. Você vai. Você precisa se divertir, vamos você mal sai de casa e quando faz é para vir ao trabalho. Pelo amor! Você sempre cuida do pequeno SangHyuk, até mais do que devia, você precisa se divertir. Quem sabe você não acha uma mãe para ele. — Jaehwan ergueu as sobrancelhas dando um sorriso malicioso para Taekwoon. — E tenho certeza que seu filho adoraria dormir na casa dos avós.

                — Vou pensar. — disse o mais velho querendo que os dois rapazes se retirassem logo, ambos entenderam e o fizeram acenando para Taekwoon, que agora havia voltado a olhar para o nada, respirou fundo fechando os olhos, tinha de admitir, já fazia tempo que não ia para nenhuma boate ou a qualquer outro lugar e SangHyuk gostava bastante de dormir na casa dos avós. Com isso se decidiu, iria com eles, nem que fosse para ficar olhando as pessoas dançarem e depois levar os amigos bêbados embora.

 

 

                Já era noite e, por um milagre, não estava chovendo, o que significava mais clientes para Kim Wonshik, um rapaz de 23 anos, dono de uma grande boate, chefe e melhor amigo de Cha Hakyeon, que agora se encontrava no vestiário. Após alguns longos minutos Wonshik já havia terminado de organizar todo o estabelecimento, analisava o local para ver se faltava algo quando sentiu alguém cutucar suas costas, era Hakyeon, usava uma peruca feminina, maquiagem, uma saia um tanto curta e preta e uma camisa de mangas compridas branca, o maior sorriu ao vê-lo daquele jeito, quem não o conhecia jamais imaginaria que fosse um garoto, aquele rapaz de pele morena quando usava roupas femininas dava uma linda mulher. Hakyeon sorriu de volta e foi para trás do balcão.

                — Vamos abrir em um minuto, Hakyeon. — disse Wonshik, que em seguida se juntou ao moreno atrás do balcão, que apenas assentiu, para ajuda-lo.

                Após algum tempo a boate já estava cheia, Hakyeon servia as bebidas, Wonshik o ajudava e as pessoas se divertiam, algumas já estavam até se agarrando, a musica estava alta e todos dançavam.

                — Hey, N! — uma garota chamou Cha Hakyeon, seu nome, Hwa Young, e esse era o apelido do rapaz, N, esta garota era uma das amigas do mesmo, já se conheciam há muito tempo, a garota aproximou-se do balcão para falar com Hakyeon. — Vamos brincar um pouco?

                — Eu não posso Hwa, Ravi vai ficar bravo... — disse Hakyeon formando um bico nos lábios do mesmo.

                — Ah! O Ravi que se foda! — exclamou a garota e o dito cujo apareceu atrás de Hakyeon que deu um grito ao percebê-lo, Hwa Young riu alto. — Ravi, dê uma folga a N, queremos brincar... Woah! Já sei, vamos nós três!

                — Okay, mas... Que brincadeira? — perguntou Ravi, Hwa e N comemoraram como crianças.

                — Verdade ou Desafio — Hwa Young disse dando um sorriso malicioso, Ravi deu de ombros aceitando, já o moreno assentiu com certo receio. A garota foi para trás do balcão e pegou uma garrafa entregando-a para N — Beba metade, vire tudo. — disse e o rapaz logo o fez, a garota levou o indicador à garrafa inclinando-a para o mesmo, que fechou os olhos com força, beber mais rápido, após beber o máximo que conseguia fez uma careta e passou a garrafa para o outro ao seu lado, Ravi, que bebeu a outra metade. Com a garrafa vazia deitada sobre o balcão e os três sentados em volta dali, Hwa girou a garrafa que apontou para a mesma e para Hakyeon — Então, linda, verdade ou desafio?

                Hakyeon engoliu em seco.

                — Desafio... — disse o rapaz, hesitante, mas sem pensar duas vezes, a bebida já estava fazendo efeito.

                — Perfeito! — exclamou a garota dando um sorriso malicioso. — Olha, cá entre nós, já passou do tempo, né? Assim, tu tens 21 fucking anos e nunca sequer beijou alguém! Pelo jeito você tá esperando alguém especial, mas pelo amor né, N. Desafio você beijar o primeiro cara que passar por aqui!

                O moreno arregalou os olhos um tanto assustado com aquele desafio e olhou para Ravi que bufou e agora estava fuzilando Hwa Young com os olhos, o mesmo estava com ciúmes, tinha uma queda pelo mais novo.

                — O que?! Não vou fazer isso!

                — Ah, vai sim, anda logo, viado, eu vou te bater!

                Com medo de levar um tapa de Hwa Young, Hakyeon levantou-se e virou-se para a multidão de pessoas que dançavam de acordo com o ritmo da música alta. Deparou-se com um homem muito alto, seus olhos eram estranhos, anormais, porém N ignorou isso, o homem estava sério, seus cabelos pretos levemente bagunçados, ele tinha uma aparência ameaçadora, Hakyeon sentia medo.

                “Vamos, Yeon, é só um beijo, ponha em pratica tudo o que aprendeu com os filmes de comédia romântica!”, pensou ele. Respirou fundo, levou uma das mãos à nuca do homem o puxando para baixo e ficou na ponta dos pés selando seus lábios ao do desconhecido.


Notas Finais


Olá de novo!
Bom, esse é só o inicio, por isso está um pouco parado e não tem lemon.
Entrando no assunto lemon, vai demorar um pouquinho, até porque tá bem no começo. MAS NÃO ME ODEIEM, PLS!
Comentem o que acharam ou se há algo que eu possa melhorar -tipo tudo, sei lá-
Espero que tenham gostado. Obrigado e até loguinho! <3


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