História The Moon and The Sun - Capítulo 14


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Categorias Aaron Taylor-Johnson, Chris Evans, Chris Hemsworth, Elizabeth Olsen, Gwyneth Paltrow, Jeremy Renner, Karen Gillan, Mark Ruffalo, Originais, Os Vingadores (The Avengers), Robert Downey Jr., Scarlett Johansson, Thor
Personagens Anthony "Tony" Stark, Clint Barton, Dr. Bruce Banner (Hulk), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), Karen Gillan, Maria Hill, Natasha Romanoff, Nick Fury, Pepper Potts, Personagens Originais, Pietro Maximoff (Mercúrio), Sam Wilson (Falcão), Steve Rogers, Thor, Visão
Tags Capitão América, Homem De Ferro, Hulk, Japao, Katana, Marvel, Romance, Samurai, Templo, Tokio, Viuva Negra
Exibições 28
Palavras 2.061
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Esporte, Festa, Ficção, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi oi pessoal, eu disse que não iria demorar, esto tentando postar o quanto antes, mas já estou adiantada de novo e logo postarei outro capítulo.
Foto da capa é ilustrativa do capítulo.
Espero que gostem.

Capítulo 14 - See you later


                      ∆Alexa∆

Depois de pagar o motorista eu arrume minha mala rápido, para ser exata foram duas malas, uma grande e uma média, e não esquecendo da minha mochila. Desci e prendi elas bem seguras na minha moto, fui rumo a casa de titia.

Não demorei muito e cheguei, desci da moto e olhei a hora, eram 09:58am., peguei minhas chaves e abri a porta.

— Tia?– falei alto tentando localizar onde ela estava.

— Aqui na cozinha, Alexa.– falou ela.

Fui até lá e ela estava retirando alguma coisa do forno.

— Oque é isso, tia?– perguntei curiosa.

— Aprendi uma receita nova, torta de limão e morango.– ela estava na bancada tentando desenformar ele.– Senta, vou pegar um prato pra você provar.

Acenti e me sentei, afinal, ela não me ofereceu, ela me ordenou mesmo.

— Está levando tudo oque precisa? Você precisa de alguma coisa?– ela nem respirava ou dava pausa para mim falar alguma coisa.– dinheiro, roupas, sabia que agora está frio lá? Está quase em época de neve, as vezes fica abaixo de zero a temperatura.

— Tia, calma.– falei a interrompendo e rindo, ela me entregou um pedaço da torta.– vou sentir sua falta.

— Eu também, você não precisa ir, sabe disso né?– falou ela triste.

— Por favor, não faça essa cara.– falei ficando triste também.– eu vou voltar.

— Eu espero que sim.– falou ela.– agora não enrole, coma.

— Sim, tia.– falei fingido ser obediente e sorri. Dei uma garrafa e comi.

— Como está?– ela perguntou

— Humm.– talvez um pouco mais de limão e açúcar, mas acho que estava ótimo assim.– muito bom.

— Que bom, seu tio adora sobremesas e estou em busca de novas.– falou ela.

— E cade ele?– perguntei e continuei a comer.

— Ele está no trabalho, é claro.– falou ela.– sabe que ele vive para aquela empresa.

— Vocês dois precisam de férias, isso sim.– falei.– e por falar nisso, porque a senhora está em casa esse horário?

— Eu vou depois do almoço, nada de importante agora.–falou.– e eu queria vir te dar um abraço antes de você ir.

DIING DOONG

A campainha tocou.

— Está esperando alguém?– perguntei.

— Sim, é a Cho.– falou ela.

— Como assim, "É a Cho"?– perguntei confusa.– você disse que eu vou viajar?

— Não, mas ela me ligou de manhã perguntando por você.– ela falou.– e eu tenho uma impressão que você não falou sobre a viagem para ela, então, você vai contar, não é certo deixar seus amigos preocupados, afinal são seus amigos, agora vou atender.

Ela foi pela sala até a porta da entrada e abriu a porta, deixei minha mochila na cozinha e fui até a sala.

— Eu vou fazer uma ligação la encima, já volto– disse titia e subiu.

— Lexie, oque deu em você pra sumir?– peguntou Cho.

— Como assim sumir?– a festa é claro.– Acordei em um lugar estranho e me mandei de lá, obviamente, e você me deixou ir para qualquer lugar?

— Claro que não, eu estava lá.–falou.– a gente estava na casa do Hiro, e é claro que você não reconheceu la porque nunca foi lá.

— Oi? Casa do Hiro?– puta merda.– oque eu fiz na festa? Pelo amor de Deus, eu fiz alguma besteira?

— Olha... Não.– ela falou.– só bebeu muito, eu até tentei fazer você para mais... Enfim, a gente ficou preocupado com você, deu no pé legal da casa dela, que nem um fantasma.

— Ta, isso foi um empasse...– me sentei no sofá e fiquei pensando sobre tudo que estava acontecendo.

— Oque foi?– Cho se sentou ao meu lado.– ta pensando em que?

— Nada, é...– é melhor eu falar da viagem agora.– eu vou.. dar um tempo de tudo, sabe?

— como assim "tempo"?– perguntou ela.

— Eu irei viajar e não sei quando volto, mas não é nada de mais.– falei logo.

— Ah, legal, eu vou com você.– falou ela animadinha.– quando você quer ir?

— Não, Cho...– falei a interrompendo.– eu vou hoje, só eu.

— Pra onde?– perguntou ela.

— Eu não posso dizer ainda, mas eu vou ficar uns meses lá, irei me estabelecer e ficar estável, aí eu te falo, ta bom?– espero que ela não fique magoada.– e você me faria um grande favor? Não comenta nada com ninguém ta?

— E com esse ninguém, você quer dizer o Hiro, não é?– falou ela.

— Ele não tem nada a ver com isso.– falei alterando um pouco a voz.

— Eu sei, ele é um babaca enorme.– falou.–mas ele é meu primo, e ele tem um bom coração, só não sabe disso.

Meu celular tocou, vi na chamada que era a mamãe.

— Só um segundo, Cho.– falei e atendi.

                         <>


—Alexa falando..

— Já chegamos ao aeroporto e compramos sua passagem, você ja está a caminho?

— Sim, chegarei em 20 minutos

— Tudo bem então, te encontro no portão 3C, ok?

— Tudo bem, até mais.. tchau.

— Tchau.

                           <>

Me virei e Cho meio que estava tentando pegar a conversa no ar, estava tentando saber sobre a viagem.

— Eu preciso ir.– falei.

— Tenho quase certeza que você está fugindo de alguma coisa..– falou ela, ela estava enganada, eu não fugia de ninguém.

— Isso é besteira, Titia.– chamei por ela.– chama um táxi?

—Sim, claro.– falou ela lá de cima.

— Isso é besteira, eu te levo.– nisso em não via nada de ruim.

— Tudo bem, então, vamos?– falei.– titia.

— Sim, estou indo.– ela desceu as escadas.

— Obrigada por tudo, por cuidar de mim todo esse tempo, ser minha mãe..– falei e respirei fundo para não falhar a voz.– mesmo que eu não tenha vindo da senhora, eu a considero minha verdadeira mãe.

— Não esqueca, pode vir quando quiser..– falou ela quase chorando.– você sempre será bem vinda, eu e seu tio amamos muito você.

— Eu também, de um beijo nele por mim..– abraçei ela, ficamos assim por um tempo.– eu ligo pra vocês logo, logo.

— Vamos?– falou Cho

Saímos e peguei minhas malas da moto e coloquei ela na garagem da titia, coloquei minhas malas no porta malas de Cho e entreguei a chave da moto pra titia, entrei no carro e Cho me levou ao aeroporto.

                         °

Horas depois eu e meus pais desembarcamos, a notícia boa? A viagem foi até boa, apaguei ela toda, dormi que é uma beleza, a notícia ruim? Minhas malas tomaram chá de sumiço. Que beleza, NY, frio e eu sem roupa alguma, só com a roupa do corpo.

Fomos direto para o apartamento de meus pais, lá até era bom, mas sentia falta da minha casa, não queria ficar na casa deles muito tempo, teria que arranjar um lugar para mim logo. O quarto que eu estava no momento era todo decorado em branco, a vista era boa e eu tinha um banheiro só pra mim.

TOC TOC

Alguém batia na porta do quarto.

— Pode entrar.– estava deitada na cama e me sentei.

— Alexa, acabei de falar com a companhia aérea e eles realmente não sabem onde suas malas foram parar..– mamãe falou.

— Nossa, que sorte..– resmungei.

— Posso terminar?– ela reclamou, eu acenti.– mas, eles mandaram uma quantia em dinheiro como forma de reembolso, mandei Samantha comprar algumas peças de roupas logo para você, assim poderá tomar um banho e se trocar logo.

— Quem é Samantha?– perguntei.– e como ela vai saber meu número de roupa e calçado?

— Samantha é minha assistente, e eu liguei para Lídia para saber quanto você veste.– falou ela.– tem toalhas e roupões no banheiro, de nada.

— Obrigado.– ela saiu do quarto e eu fui tomar um banho.

Depois de uma ducha quentinha e lavar meu cabelo para tirar o peso da cabeça eu deitei um pouco, acabei pegando no sono.

Acordei com várias escolas à minha volta, na certa eram as roupas.

TOC TOC

Alguém batia na porta.

— Pode... Entrar– falei desejando.

— Que bom que já acordou, está se sentindo bem?– perguntou mamãe.

— Só um pouco de dor de cabeça, nada que um analgésico não resolva.– falei esfregando os olhos.

— Vou mandar trazer pra você..– ela falou.

— Obrigada.– falei.

— Ah, e mais uma coisa, iremos jantar fora hoje, então se arrume.– ela falou e saiu.

Tudo bem, não vou me esquentar.

Procurei na inúmeras sacolas um vestido que seja para hoje. Um vestido branco até o joelho com uma venta no meio com um salto nude, e claro um casaco pois fazia frio. Cabelos soltos normalmente, rímel, batom vermelho.

Saí do quarto e fui à sala, papai bebia um drink, whisky, creio eu, ele notou minha presença.

— Está muito bonita, Alexa.– falou ele.– que um drink?

— Obrigado, e quanto ao drink vou ter que recusar hoje, é forte e tomei um analgésico, vou ficar só no vinho pro jantar mesmo.– falei.– e onde esta a mamãe?

— Eu estou aqui, vamos?– deveria está terminando de se arrumar, estava em um vestido preto até abaixo dos joelhos, sen decote e com mangas, estava com o cabelo solto e claro, um salto baixo.

Descemos o prédio e papai pegou seu carro, ele dirigiu pelas ruas ate ao restaurante, descemos e ele deu a chave ao manobrista, o restaurante deveria ser bom, estava bastante movimentado.

— Reserva para quatro, Rupert Potts.– falou ele com o atendente.

— Claro, senhor Potts, pode ele acompanhar por favor.– o tal cara nos conduziu para nossa mesa e nos sentamos.

— Mesa para quatro?– perguntei

— Sim, Virgínia deve está a caminho.– falou mamar.– ela deve está chegando.

— Boa noite senhores, meu nome é Tomas e hoje serei eu wue cuidarei da mesa de vocês, querem um drink para começar?– peguntou ele.

— Um suco de laranja, um vinho branco e um whisky, que algo Alexa?– perguntou papai.

— Um vinho tinto, obrigado.– falei. O garçom se retirou.– vou ao toalete, já volto.

Me levantei, perguntei ao garçom onde ficava, ficava perto da entrada, quando ia indo até lá uma pessoa esbarrou em mim.

— Desculpa moça, eu..– a mulher falou.

— Não me viu? Eu percebi, mas tudo bem.– uma ruiva que usava um rabo de cavalo e tinha uma franjinha e usava um vestido azul escuro.

Entrei no banheiro e vi se estava tudo bem com minha maquiagem, tudo certo, respirei fundo.

— Mas que droga eu to fazendo aqui?– resmungei comigo mesma.– droga.

Resolvi mandar uma mensagem para titia e para Cho dizendo que estava bem, aproveitei para reforçar meu pedido a Cho de não dizer para ninguém de minha viagem, dei mais uma olhada no espelho e saí banheiro.

Caminhei até a mesa de volta e me sentei. Meu sangue gelou na hora que vi Virgínia, era a mulher em que acabei de esbarrar, mas que dia fdp.

— Alexa?– ela falou surpresa.

— Eu mesma, Virgínia?– falei só ora ter certeza.

— Bom, eu mesma.– falou ela.– eu nem te reconheci.

— Desculpe por ainda à pouco.– falei morrendo de vergonha quase me enterrando.– viajem estressante.

— Tudo bem, meu dia também não foi dos bons.– ela falou.

— Bom, se vocês não se importam, vamos pedir ?– falou papai.

— Calma querido, deixe a Alexa escolher o prato dela.– falou mamãe, bebi um pouco de meu vinho.

Olhei o cardápio e não tinha muitas opções, a maioria era com carne vermelha, boi, vaca, ovelha, bezerro, credo, só de pensar ja me bateu enjou. O jeito era salada mesmo.

— Tudo bem, vamos pedir.– falei.– pode pedir salada pra mim.

— Dois pratos de carne de bezerro assado com molho, uma carne com rabanete e purê e uma salada de atum.– falou mamãe.

Bem, a maioria da conversa foi sobre a empresa que meu pai administrava, mamãe e sua amigas e eu e Virgínia quase não falamos nada, o jantar terminou e fomos para o lado de fora do restaurante.

— Alexa, eu vi que você não ficou confortável com nosso primeiro encontro, a gente podia sair só nois duas pra conversar um pouco, os e-mail não sao a mesma coisa que conversar pessoalmente, pega...– ela falava com tanta segurança, ela é segura se si.– ela me deu um cartão.– eu trabalho nesse endereço, você pode ir lá ou a gente marca de sair, você decide.

— Tudo bem, eu não estou sendo eu mesma hoje, sabe..– ela me olhava com atenção, parecia que me estudava.– eu só estou cansada da viagem, mas a gente marca sim, eu passo lá qualquer coisa.

— Bom...– ela olhou o relógio em seu pulso.– tenho que ir, tem alguém me esperando, mãe, pai, tchau.

Ela de despediu, entro no carro e se foi.

— Vamos querida? – falou papai de dentro do carro.

— Claro pai, desculpe.– entrei no carro.

Fomos para casa de meus pais, estávamos todos cansados e dormimos logo, cheguei em meu quarto e apenas tirei o salto e me joguei na cama.


Notas Finais


Geeeente, que coisa hein...
Pois bem, até a próxima gente.
Como sempre digo, comentários e favoritar me ajuda e muito a continuar minha história.


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