História The Most - Capítulo 25


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais
Tags Chaz Somers, Chris Beadles, Criminal, Justin Bieber, Romance, Ryan Butler
Exibições 1.631
Palavras 2.006
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Leiam as notas finais <3

Capítulo 25 - Dopada


Skyler estava parada em meus braços e eu não conseguia olhar para outra coisa que não fosse o seu braço todo ensanguentado.

Eu já odiava aquela porra de Rainha Vermelha, mas depois dessa, eu vou caçar a vadia até o inferno. Ela pagaria caro pelo o que me causou e pelo o que causou na Skyler.

— Drew — Ryan chamou minha atenção parando o carro com tudo — chegamos.

Não me dei trabalho de responder ele, saindo com a Skyler em meus braços do carro.

— ALGUÉM AJUDA! — gritei entrando correndo no hospital. Todos me olharam estranho — EU QUERO AJUDA PORRA, OU EU VOU METER BALA EM TODO MUNDO!

Dois caras de branco vieram em minha direção com uma maca. 

— o que aconteceu com ela? — um deles perguntou colocando a Skyler na maca.

— Não interessa, agora eu acho melhor você salvar a vida dela porque se isso não acontecer. Você vai perder a sua junto.

O cara arregalou os olhos e não hesitou em sair correndo com o outro passando por uma porta, na qual resolvi entrar também.

— Ei rapaz — um segurança me impediu de entrar segurando em meus ombros — você não pode entrar aqui!

— Me solta caralho, eu não me importo se não posso entrar porque eu vou — empurrei ele. O cara me olhou feio — vaza.

— Já disse que a entrada é proibida!

— Sabe isso aqui?! — subi minha camisa deixando à vista o cano da minha arma, mas antes que o cara visse Ryan abaixou minha camiseta.

— Drew irmão, relaxa! — ele me afastou daquele armário filho da puta — eles vão resolver o problema dela, agora fica calmo irmão.

Calmo?

Ele me pedia calmo sendo que ela podia morrer lá dentro? Vai a merda.

— Eu não vou ficar aqui esperando que esses nóia salvem ela.

— Justin para mano — Ryan colocou as mãos dele em meu ombro — o que vai adiantar você entrar e arrumar confusão? Esses seguranças vão chamar os tiras e aí sim vai piorar.

Bufei passando minhas mãos em meu rosto até meu cabelo, desgrenhando o mesmo.

Ele tinha razão por um lado. O que me resta é esperar.


POV's Thomas

— O QUE VOCÊ DISSE? 

— Isso mesmo que você ouviu senhor Davenport — Josh abaixou a cabeça com medo de me encarar — a Skyler levou um tiro.

Me levantei com tudo da cadeira de couro empurrando a minha mesa no chão, quebrando tudo que tinha em cima, inclusive o computador.

Josh me olhou assustado. Me aproximei dele jogando o mesmo na parede.

— Quem atirou?

— E-eu..

— Não vou perguntar novamente — disse entre dentes — quem atirou?

— Rainha Vermelha — ele fechou os olhos com minha reação.

Filha da puta. Traíra do caralho.

Qual parte ela não entendia que a garota não podia morrer? Mas que porra!

Soltei o Josh me afastando e dando um soco na parede, ouvindo o estralo dos meus dedos — saia daqui.

Ele não hesitou saindo do escritório rapidamente. Pegando o meu celular disquei o número da vadia, que demorou pra atender.

Oi Thomasinho — cínica — o que houve?

— Eu que pergunto — soltei o ar pesadamente. Eu estava fervendo em raiva — você é surda ou algo do tipo? 

Do que está falando?

— Por que atirou na Skyler?

Ela ficou em silêncio.

— Me responda!

Porque eu não aguento mais — ela começou o teatro — eu já fiz muitos favores para você não acha, Davenport? Eu te ajudo há anos, e eu não aguento mais essa garota.

— Você não tem que aguentar nada sua vagabunda — rosnei — ou você faz seu trabalho direito ou vai sofrer as consequências — desliguei a ligação.

Eu precisava de notícias. Se a garota morresse, eu não responderia pelos meus atos.


POV's Justin

— Justin — ouvi uma voz de longe me chamar — Justin, acorda! 

Abrindo meus olhos lentamente, observei o Christian na minha frente. Me ajeitando na cadeira, pude observar o Chaz, Dylan e Ryan sentados nas cadeiras da frente encarando o nada.

— O que foi? — passei minhas mãos em meu rosto.

— Não quer ir pra tua casa? — ele sentou ao meu lado — você já tá a 5 horas aqui, dude. 

5 horas? Porra, já estava todo esse tempo nesse hospital imundo?

— Eu não vou ir embora daqui enquanto esses viados não derem notícia — Christian suspirou — vocês entregaram os documentos?

Christian assentiu com a cabeça — Mia Payne, 18 anos. Reagiu a um assalto.

— Ótimo.

— O que ela está fazendo aqui? — ouvi a voz do Dylan, e rapidamente olhei na direção que ele estava olhando.

Alanna passou a porta do hospital olhando com nojo as pessoas e logo veio em nossa direção, mais precisamente na minha.

Mas que porra ela tá fazendo aqui?

— Oi bebê — ela sorriu me olhando. Christian revirou os olhos.

— O que você está fazendo aqui, Alanna?

Ela deu de ombros se sentando na cadeira do meu lado, oposta ao do Chris.

— Fiquei sabendo da Sky e resolvi vir — ela abaixou a cabeça — estou preocupada com ela, Justin.

Revirei meus olhos.

— Então guarde sua preocupação na tua casa, vaza daqui Alanna — ela me olhou — você nem gosta de hospital.

— Não mesmo, só tem gente nojenta e morrendo — ela fez uma careta — mas eu quero saber da Sky.

Desde quando ela virou tão amiga da Skyler? Pelo o que eu me lembre a Skyler só reclamava da Alanna.

— Quando eu chegar em casa eu te aviso, agora vaza daqui.

— Mas bebê... — ela se aproximou de mim beijando meu pescoço — eu quero te fazer companhia.

A empurrei pra longe de mim.

— Não quero tua companhia agora Richey. Manca daqui — disse entre dentes. Christian soltou uma risada fraca ao meu lado.

Alanna me fuzilou com os olhos antes de se levantar e ajeitar seu cabelo para trás.

— Espero que você mofa aí de tanto esperar — ela revirou os olhos e saiu da sala de espera.

— Essa mina te daria o cu — Christian disse rindo ao meu lado. Soltei uma risada fraca negando com a cabeça.

— E quem disse que ela já não deu? — ele arregalou os olhos.

— Parentes da senhorita Mia Payne — um velho de branco e de óculos resmungou lendo um papel. Levantei na hora caminhando até ele com Dylan ao meu lado.

— E aí? — o velho me olhou e voltou a ler a prancheta que segurava.

— A senhorita Mia sofreu um assalto certo? — resmunguei um "sim" — então esse foi claramente o motivo dela ter sofrido o estado de pânico.

— O o quê? — Dylan perguntou ao meu lado.

— É uma reação que o nosso corpo tem em sofrer algo que nos deixe em choque. A senhorita Mia entrou em estado de choque e percebemos isso pela rigidez e palidez de seu corpo. A garota estava em choque.

Minha raiva por essa porra de Rainha Vermelha só aumentava. Ela tinha traumatizado a garota.

— Tá continua, como ela ta? — perguntei sem paciência pra aquele tiozinho.

— Senhorita Mia teve uma bala em seu braço esquerdo, e tivemos que fazer uma cirurgia para retirar os resquícios da bala. Por sorte não pegou no tendão dela, o que automaticamente a faria perder os movimentos. Ela está dopada por conta da anestesia, e está nesse momento no quarto.

Soltei o ar aliviado. Pelo menos ela não morreu.

— Apenas um de vocês poderá entrar — ele nos olhou com tédio.

— Vai você Justin — Dylan disse ao meu lado.

— É óbvio que eu vou — revirei os olhos. Até parece que ele entraria ao invés de mim — onde que é o quarto dela?

— Me siga — o tiozinho entrou por um corredor e não hesitei em seguir ele. Vendo uma enfermeira gostosa andar no corredor, lancei uma piscadela pra ela que sorriu maliciosa em resposta.

Era raro achar umas enfermeiras peitudas e gostosas em hospitais. A maioria é tudo corôa e sem sal.

— É este quarto aqui — ele parou em frente a uma porta das inúmeras que tinham no corredor — você tem 6 minutos, não a influencia a fazer força ou passar nervoso. 

Eu queria era mandar ele ir pra puta que pariu. Odiava receber ordens, ainda mais de tiozinhos inferiores. Mas apenas concordei com a cabeça, entrando no quarto e fechando a porta atrás de mim.

O quarto estava escuro, apenas um abajur ao lado da cama iluminava. Skyler estava deitada na enorme cama, com os olhos fechados. Me aproximei lentamente.

— Skyler? — ela abriu seus olhos, e por alguns momentos eu vi algo que nunca tinha visto antes nela.

Um vazio.


POV's Skyler

Minha cabeça parecia uma bomba que iria explodir a qualquer momento de tanto que estava doendo. Meus olhos estavam pesados e mal os conseguia abrir direito.

— Skyler? 

Ouvindo a famosa voz rouca atrás ao meu lado, fiz todo o esforço que podia para abrir meus olhos. Notando a silhueta do Justin embaçada.

— Jus...

— Não fala, fica quieta que o velho do teu médico disse que você não pode fazer esforço — ele se sentou ao meu lado. Senti a mão do Justin em meu rosto e por instinto fechei meus olhos, aproveitando a sensação de seus dedos acariciando minha bochecha. Era ele mesmo? — não se preocupe, eu vou matar aquela vadia. Viva ela não fica, vai pagar por tudo.

Não disse nada e nem conseguia. Mas eu podia sentir uma lágrima quente descer por minha bochecha, que rapidamente foi limpa pelo dedo do Justin.

Ele não disse mais nada, mas eu sentia que ele estava me encarando. Eu queria falar com ele, queria abraçar ele, o beijar. Mas eu simplesmente não conseguia.

Ouvi a porta se abrir.

— Senhor? — ouvi a voz do médico chamar o Justin — já deu o tempo.

— Deu o caralho, não fiquei nem 3 minutos aqui — Justin se afastou de mim.

— Por favor senhor se retire.

— Vai tomar no cu — Justin resmungou e logo pude ouvir seus passos saindo do quarto junto com o médico.

Me deixando sozinha.

Por um momento eu realmente pensei que iria morrer, e talvez, fosse a melhor opção. Minha vida é um inferno e a Rainha Vermelha não estaria fazendo mais do que um favor em me matar, assim como ela disse.

Mas e se eu realmente tivesse morrido? Será que o Justin se culparia ou pelo menos ligaria? 

Eu não tenho tanta certeza. Ouvi a porta se abrir novamente me fazendo abrir os olhos.

Será que o Justin tinha esquecido algo? É um saco não poder enxergar nada.

— Oh meu deus, pobre Sky — ouvi a voz da Alanna ao meu lado. Meu coração acelerou — é uma pena mesmo o que aconteceu, não? Mais sabe o que é uma pena maior ainda? — ela fez uma pausa — você não ter morrido — ela riu.

Meu coração estava pulando tanto que parecia que ia sair pela minha boca, minha respiração estava começando a ficar ofegante. 

Alanna passou suas mãos por meus braços até meu cabelo, começando a enrolar algumas mechas em seus dedos.

— Ah Sky... eu falei pra você se afastar não falei? — ela riu mais uma vez — é uma pena que você seja uma pirralha estúpida e não tenha me ouvido. E agora eu vou te dar uma lição, talvez a sua última querida — ela levou suas mãos até atrás de minha cabeça arrancando um dos travesseiros que estavam encostados.

Eu queria gritar e pedir ajuda pra alguém, mas eu não conseguia se quer me mexer, como que eu iria gritar?

— Alanna, me deixe por favor — forcei o que eu podia pra minha voz sair. Alanna me olhou surpresa.

— Então quer dizer que você ta conseguindo falar?

— Por favor, me deixe! — minha voz saiu tão baixa como um sussurro. As lagrimas ja rolavam por meu rosto.

Eu conseguia enxergar um pouco melhor e percebi que ela tinha um sorriso enorme em seus lábios.

— Me desculpa Sky, mas sabe como é, não consigo te ouvir.

Antes que eu dissesse mais uma coisa, Alanna colocou com força o travesseiro em meu rosto o apertando contra mim. Eu não conseguia respirar.

Me debatendo na cama o máximo que podia, meus " gritos " saíam abafados no travesseiro, enquanto eu tentava de qualquer maneira respirar.

Meus pulmões estavam implorando por ar, e uma sensação horrível começou a tomar conta do meu peito. Meu coração estava tão acelerado que presentia que eu teria um infarto ali mesmo. 


 

 

 


Notas Finais


Bom, primeiramente antes de tudo eu quero agradever vocês pelos 1.000 favoritos. Sério, eu estou sem palavras para descrever o que estou sentindo, parece um sonho, sabe? Eu comecei a postar The Most pensando que chegaria no máximo em 100 favoritos mas vocês conseguiram colocar nossa história em 1.000 favoritos em menos de 4 meses. Eu não consigo me expressar bem nessas horas, mas obrigada por tudo, eu amo vocês!❤️

Está vindo novas novidades por aí ein, o que será que vai acontecer?


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