História The Most - Capítulo 26


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais
Tags Chaz Somers, Chris Beadles, Criminal, Justin Bieber, Romance, Ryan Butler
Exibições 1.590
Palavras 3.050
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 26 - Officially mine


POV's Alanna

Eu ainda venho nesse hospital de merda, para o Justin me chutar daqui? Mas que merda.

Essa pirralha realmente mudou ele, vadia do caralho. Eu estou cansada dela, eu me cansei dessa garota atrapalhando os meus planos. Estava pronta para ir embora assim que me celular começou a vibrar freneticamente no meu bolso.

— Coisa chata — resmunguei o pegando do meu bolso e vendo uma ligação do Thomas.

Atendi.

— O que é?

Tá bravinha? — ele riu me fazendo revirar os olhos — onde está?

— Aonde você acha, Davenport? Onde você me mandou ir? 

Esta mesmo no hospital?

— Não, eu gosto de mentir — disse irônica.

Thomas soltou o ar de forma pesada do outro lado da linha.

Você está muito diferente Alanna, não era assim comigo antes — ele disse tão baixo que quase não ouvi.

— Pois é, mas antes é antes. Você destruiu minha vida, quer o que? Que eu te ame? — soltei uma risada debochada — não se iluda amor. Você sabe que eu amo outro.

Bieber ou Dylan? 

Respirei fundo tentando manter a calma, por que ele tinha que me lembrar isso?

— Não venha com esse assunto.

Qual é, Richey? Nem venha dizer que você não gostou.

— Você acabou com a minha vida Thomas, desde aquele maldito dia o Justin me odeia!

Só de me lembrar daquilo, eu sentia uma dor no peito.

FlashBack on

— O-o que você disse? —perguntei sentindo o nó na minha garganta.

— Isso que você ouviu loirinha — Thomas disse me encarando com um sorriso no rosto — sua mãe está doente, não? — concordei com a cabeça — seria uma pena se um dos meus capangas estivessem no hospital agora mesmo.

As lágrimas já desciam descontroladamente por meu rosto enquanto ele tinha um sorriso enorme em seu rosto, parecendo se divertir com a minha expressão.

Eu não podia deixar que ele tocasse nela!

— O que eu tenho que fazer? — firmei minha voz limpando as malditas lágrimas que desciam — por favor, não mexa com ela!

Thomas se aproximou de mim, colocando uma de suas mãos em meu rosto e o acariciando com o polegar. Esse cara é louco!

— Se acalma loirinha, eu não vou mexer com a sua mamãezinha se você fizer o que eu mandar — ele sussurrou — eu sei que o Bieber gosta de você, tanto que te pediu em namoro não? — não disse nada — quero que você o machuque.

— O que? Não envolva o Justin nisso! — tirei a mão dele com força do meu rosto.

Thomas molhou os lábios se escorando na mesa dele.

— É sua escolha princesa. Ou sua mãe ou o teu namorado de merda.

Ele não podia fazer isso, ele não podia me pedir para escolher entre as pessoas que eu amo. 

Justo agora que Justin havia me pedido em namoro, depois de meses ao seu lado ele finalmente despertou algo por mim. Mas eu não poderia deixar ele matar minha mãe.

Me restando uma única opção: fazer o que ele mandou.

— O que eu tenho que fazer?

...

— Alanna? — Dylan entrou no quarto do Justin que também era meu — por que me chamou? — ele arregalou os olhos assim que olhou para o meu corpo — que roupa é essa?

Eu usava apenas uma calcinha e um sutiã preto, estava com um batom vermelho e meu cabelo loiro estava um pouco cacheado. O jeito que o Justin gostava.

— Vem aqui, Dylan! — sorri maliciosa o chamando o dedo.

Eu estava me sentindo uma vadia, e realmente deveria ser o que sou para fazer isso com o Justin.

Dylan franziu o cenho e caminhou até mim sem entender nada. Passei meus braços envolta do seu pescoço, colando nossos lábios. Ele relutou de primeira, me afastando de seu corpo.

— Tá louca, caralho? Você está namorando com o meu melhor amigo!

— Mas eu sempre te quis Dylan, é você que eu amo — eu vi um brilho surgir em seus olhos — por favor, não recuse isso.

Dylan ficou que nem um tampado me olhando, segurei no ombro dele o jogando na cama.

— Ele não saberá de nada — disse me sentando em seu colo. E por incrível que pareça o pênis dele já estava ereto por debaixo dos panos.

Dylan não se movia, apenas me encarava que nem um tapado. Ele não tinha culpa. Colando nossos lábios novamente, comecei a rebolar em seu colo arrancando um gemido dele. Depois de um tempo, Dylan espalmou as mãos em minha bunda me dando mais velocidade. 

— Alanna eu comprei uma coisa para vo... — a voz do Justin ecoou pelo quarto me fazendo rapidamente saltar do colo do Dylan. Meu coração estava a mil e meus olhos já estavam marejados ao ver ele parado ali com uma caixa em sua mão. Justin não tinha expressão nenhuma, ele apenas me encarava e encarava o Dylan.

Dylan rapidamente levantou da cama, levantando as mãos em rendição — Dude, se acalma nós podemos explicar.

Justin jogou a caixa com tudo no chão.

— Vaza daqui, Becker!

— Jus..— Dylan tentou falar de novo mas Justin o interrompeu.

— VAZA DAQUI AGORA PORRA!

Dei um leve pulo com seu grito.

Dylan não hesitou saindo do quarto rapidamente. Justin fechou a porta com força me encarando.

— Justin..— disse entre os soluços do choro. Me aproximei dele — Por favor me perdoa, eu te amo!

Tentei tocar em seu ombro mas Justin me empurrou com força no chão. Soltei um grunhido de dor.

— COM O MEU MELHOR AMIGO ALANNA? COMO VOCÊ PÔDE SUA VADIA? EU FIZ O POSSÍVEL E O IMPOSSÍVEL POR VOCÊ SUA VAGABUNDA — ele gritou começando a me dar vários chutes nas costas e na barriga.

Depois de vários chutes, eu me sentia toda quebrada. Meu corpo todo estava roxo. Justin parou de me chutar e começou a socar a parede.

Com dificuldade, me levantei o encarando. Meu coração estava repartido em várias partes.

— Justin... Eu... eu e o Dylan não foi na...

— CALA A BOCA PORRA, EU NÃO QUERO SABER SE VOCÊ DEU PRA ELE OU NÃO — Justin gritou se virando para mim. Os olhos dele estavam vermelhos e as veias do pescoço já estavam visíveis.

— Você não se importa? Por que não? Vo-você...— eu mal conseguia falar. A dor estava insuportável.

Justin esbotou um sorriso cínico em seus lábios.

— Você acha mesmo que eu gosto de você? — ele gargalhou — Justin Bieber não se apaixona.

Não conseguia falar, ele esmagou meu coração ao ouvir aquelas palavras.

— Agora pega suas coisas e vaza da minha casa, aqui não é puteiro pra abrigar vadia — ele saiu do quarto.

FlashBack Off

Alanna porra, tá me ouvindo? — Thomas praticamente gritou me fazendo despertar.

— O que é?

Fique nesse hospital e não saia daí firmeza?

Não respondi nada, desliguei na cara dele.

Não aguento mais essas ordens que o Thomas dá em mim, pelo simples fato dele dizer que é uma troca pelo dinheiro que depositou na cirurgia de minha mãe.

Eu vou mostrar para ele como é horrível perder alguém que você ama. Ele sentirá a mesma dor que eu, e melhor, depois que a Skyler morrer o Justin vai voltar para mim.

Entrando novamente no hospital, pude observar o Justin caminhando com médico velho no corredor. Sem hesitar os segui.

Me escondendo atrás de uma porta, esperei o Justin sair da sala. 

Depois de alguns minutos o velhote do médico entrou no quarto e em fração de segundos saiu com o Justin.

Eu teria que ser rápida.


POV's Skyler

Eu mal conseguia gritar, sentia a minha garganta fechar aos poucos e os batimentos fracos do meu coração.

Alanna apertava sem piedade alguma aquele travesseiro contra mim.

— MAS O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO, RICHEY? — ouvi o grito do Dylan distante — SOLTA ISSO!  

Alanna não hesitava e continuava a segurar o travesseiro,mas que logo foi afroxado.

— ME SOLTA! – ela esperneava — ELA PRECISA MORRER DYLAN, ME SOLTA AGORA!

— Vaza daqui agora, seus gritos foram altos! O Justin deve ter ouvido, anda vaza — Dylan dizia a ela.

O que ele estava fazendo? Ele estava ajudando ela?

— Sky, Sky por favor fala comigo — ele tirou o travesseiro do meu rosto, eu tentava de qualquer maneira puxar o ar mas as tosses me pediam — por favor princesa fala comigo, olha pra mim — ele segurou em meu rosto me fazendo encarar seus olhos azuis — não para de me olhar.

Eu o olhava mas não conseguia dizer nada, as tosses me impediam.

— Que porra tá acontecendo aqui? — Justin entrou com tudo no quarto junto com o médico e mais alguns enfermeiros.

— Ela começou a tossir do nada — Dylan se afastou de mim. Quer dizer, Justin o empurrou.

— FAÇAM ALGUMA COISA SEUS PORRA! — Justin gritou com a equipe médica que começou a colocar vários aparelhos em mim.

— Ela precisa se acalmar, vou injetar um calmante na veia.

Depois disso não ouvi e nem vi nada, meus olhos pesaram e minha visão ficou escura.

Abrindo os meus olhos lentamente sentia uma ardência horrorosa. Meu corpo todo estava mole. Olhando para os lados pude perceber algumas paredes brancas e o lugar onde estava.

Alanna.

Era a única coisa que vinha a minha cabeça. Eu ainda podia sentir um nó na minha garganta e todas as palavras ditas por ela. Mas eu não me lembrava de mais nada. Eu me lembro apenas da Alanna ter tentando me matar.

Será que eu morri?

Observando uma poltrona no canto da sala me surpreendi ao ver o Justin dormindo ali. O topete dele estava todo bagunçado, e ele usava a mesma roupa que nós havíamos ido no galpão.

Ele tinha dormido aqui a noite inteira?

Aos poucos ele foi abrindo os olhos até seu olhar parar em mim — está melhor?

Concordei com a cabeça.

— O que aconteceu? 

— Ontem você teve uma reação com a anestesia e ficou sem oxigênio, tossindo que nem uma louca. O velhote do teu médico disse que se não tivesse aplicado o calmante naquela hora, você morreria asfixiada — arregalei meus olhos.

Mas não foi isso!

Não foi efeito nenhum de anestesia, a Alanna estava aqui! Eu vi ela, ela tentou me matar!

— Justin não foi isso — neguei com a cabeça me sentando na cama.

— Como assim? — ele franziu o cenho.

— Foi a Alanna, Justin. Foi ela, ela tentou me matar! Ela entrou no quarto e disse que iria me matar porque eu não saí da sua casa! — meus olhos já estavam marejados ao me lembrar de ter visto a morte de perto — Foi ela!

Justin soltou uma gargalhada. Mas não era de humor, era de deboche.

— Você estava dopada, Skyler. Tava vendo coisa.

— EU NÃO ESTAVA VENDO NADA, FOI A ALANNA! — gritei.

Por que ele nunca acredita em mim?

Justin me fuzilou levantando rapidamente da poltrona.

— NÃO GRITA COMIGO CARALHO. Eu cansei de você tentar culpar a Alanna por tudo. Tanto que ela veio aqui para ver se você estava bem e eu a mandei ir embora — ele negou com a cabeça — pare de colocar a culpa nela!

As lágrimas já desciam por meu rosto descontroladamente. Ele não acreditava em mim!

— Justin por...

— Vamos embora — ele disse pegando as minhas roupas que estavam em cima da poltrona jogando com tudo em mim.

Me levantei com dificuldade, eu não queria mais brigar com ele. Ele não queria acreditar em mim e eu não podia fazer nada.

Colocando a minha roupa com dificuldade, sentia o meu braço arder. Minha jaqueta não estava ali, mas não questionei.

Minha blusa estava rasgada o que deixava minha barriga toda de fora. Justin percebeu isso, tirando o moletom dele e jogando em mim.

— Veste isso.

Colocando o moletom dele, saí do quarto junto com ele. 

Antes que eu começasse a andar, Justin segurou em meu pulso me jogando na parede e prensando nossos corpos. O olhei confusa.

— O que foi?

— Eu não quero brigar contigo Skyler, mas você tem que parar de culpar a Alanna por tudo — respirei fundo — eu quero te levar para um lugar hoje a noite.

Franzi o cenho.

— Que lugar?

— Você vai ver — Justin puxou meu lábio inferior, e deu um tapa na minha bunda antes de se distanciar.

Começando a andar no corredor percebi o Ryan no final do corredor, e arregalei os meus olhos ao ver quem estava com ele.

Samantha.

— SAM! — gritei correndo em sua direção, Samantha me apertou com força me fazendo soltar um grunhido.

— Me desculpe — ela soltou uma risada fraca se afastando de mim.

— Como que você sabia que eu estava aqui? — ela olhou para trás e segui seu olhar vendo o Justin nos encarar com Ryan ao seu lado.

Me virei para a Sam com o maior sorriso do mundo.

— Ele te contou? — eu mal podia acreditar.

— Sim, ele disse que você precisaria de alguém próximo então ele ligou para mim e para a Bella.

Franzi o cenho me lembrando da Bella.

— Onde ela está ?

— Ela fez uma viagem por isso não pôde vir — Sam suspirou e segurou em minha mão — vamos!

— Vamos onde?

— Quero uma foda de agradecimento depois — Justin disse passando pela minha frente colocando seu óculos escuro junto com Ryan.

Não estava entendendo nada.

— Do que estão falando?

— Justin vai na casa do teu tio — arregalei meus olhos.

Ao ouvir essas palavras eu lembrei do doloroso dia que o Justin havia me deixado na casa do meu tio e ido embora. Meu coração se apertava só de lembrar disso.

— O-oque?

— Não se preocupe — ela saiu do hospital comigo — ele quer falar com o seu tio.

Mas o que ele queria falar com o meu tio?

— Eu percebi as olhadas que o Ryan deu em você — troquei de assunto. Mas realmente era verdade, Ryan olhava uma vez ou outra as coxas da Sam.

Ela revirou os olhos.

— Ele pediu meu número.

— E você deu?

— Claro que não.

— Por que não? — ergui a sobrancelha.

— Porque ele tem mó cara de tapado, deve ser mais um galinha.

Parei de andar sentindo uma tontura, Sam me olhou preocupada.

— Tá tudo bem, Sky? 

Eu me sentia tonta, parecia que eu ia desmaiar no chão.

— Sim, ta tudo bem. Deve ser uma reação dos remédios — sorri a acalmando.

Sam e eu entramos no banco de trás do carro.

— Amiga da Sky — Ryan exclamou no banco da frente chamando a atenção da Sam — posso te perguntar uma coisa?

— Já ta perguntando.

— Mas eu posso perguntar outra?

— Não — Justin soltou uma risada fraca.

— Por que não?

— Porque não — Sam dizia fria. Tadinho do Ryan.

— Mas por que não?

— Urrgh — ela bufou — pergunta logo.

— Você nasceu em algum país de guerra? 

— Nossa cara..— Justin negou com a cabeça como soubesse o que ele iria falar.

— Não, por que?

— Porque esses teus peitos são uns canhões — Ryan sorriu convincente como se a cantada dele fosse a melhor.

Samantha o encarou com ódio.

— Gostou? — Ryan perguntou sorrindo.

— Sabe o que eu vou gostar? De dar um tapa na tua cara — Ryan desmanchou o sorriso.

— Poderia dormir sem essa — Justin riu parando o carro.

Nem tinha prestado atenção no caminho com a conversa dos dois, mas assim que vi a paisagem na janela senti meu coração acelerar.

Era a minha casa.

Todos saímos do carro. A maioria dos vizinhos que estavam na rua, nos olhavam com curiosidade. Provavelmente por causa do carro do Justin já que o bairro era de baixa classe.

— Vamos? — Justin perguntou parando ao meu lado.

Assenti com a cabeça.

— Bieber — meu tio disse aparecendo na porta — o que devo sua honra?

Ele me ignorou. Nem se importou de eu estar ali com o Justin. Eu não me surpreendia disso vindo do meu tio.

Ele nunca me tratou bem, desde que eu era uma menininha ele sempre foi estúpido comigo. 

— Você não deve nada — Justin disse seco esbarrando no ombro do meu tio e entrando na casa, junto comigo , Sam e Ryan.

Meu tio entrou, fechando a porta.

— Sky, suba e arruma suas coisas com tua amiga — Justin disse. 

Arrumar minhas coisas? Não disse nada apenas fiquei encarando ele.

— Vai logo caralho! — ele disse autoritário e não hesitei em subir com a Samantha pro meu quarto. Mesmo sem entender nada.


POV's Justin 

O velho me olhava todo confuso. Me joguei naquele sofá duro enquanto Ryan encarava a casa.

— O que veio fazer aqui? — o tio dela perguntou se sentando no sofá a minha frente.

— Eu quero a guarda da Skyler, senhor Coller — ele arregalou os olhos — eu vou ser o responsável por ela enquanto ela for menor de idade.

O velho levantou da cadeira com tudo.

— Você está pirando? Por que quer a guarda da minha sobrinha?

— Porque ela vai morar comigo — disse simples.

— Você não a vai tirar daqui!

— Não finja que se importa com ela — soltei uma risada irônica pegando minha arma da cintura e girando o gatilho da mesma nos meus dedos. Ele arregalou os olhos — ele esteve quase um ano comigo e você nem se importou com a garota. Qual diferença irá fazer na sua vida ?

Ele parecia estar procurando palavras, aliás, palavras certas. Ou era só coisa da minha cabeça.

— Eu não posso lhe entregar a guarda dela!

—. E por que não? — ergui as sobrancelhas parando de girar a arma. Ryan entendeu o recado se posicionando atrás do tiozinho.

Ryan segurou nos dois braços dele, o deixando imobilizado. Me levantando do sofá, caminhei até o velho, até que sua respiração chicoteasse em meu pescoço já que ele era baixo.

— Aprenda uma coisa senhor Coller — destravei minha arma a colocando no pescoço dele. O cara tava se cagando — em um mundo onde existe Justin Bieber, você não tem que querer nada. Você tem que obedecer. Porque nós moramos em um mundo de ambições, os mais poderosos mandam na porra toda enquanto os fracotes obedecem — desci o cano da minha arma para o pau dele, ele arregalou os olhos — eu quero a tua sobrinha, porque a partir do momento que ela pisou os pés na minha casa. Ela se tornou minha. Então faça o favor de colaborar se não quer perder teu amendoim.

Ryan ria atrás de mim.

— Os documentos dela estão na segunda gaveta da cômoda ao lado da TV — ele disse trêmulo — pode levar.

Sorri convencido fazendo um gesto com a cabeça para que Ryan soltasse ele, e assim ele fez. 

— E espero que você não coloque a polícia nisso. Estou apenas levando o que é meu.

Travando minha arma, a coloquei na cintura novamente caminhando até a cômoda e pegando os documentos da Skyler.

Agora ela é oficialmente minha.

 


Notas Finais


Altas revelações hein? É só a primeira de muitas!

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