História The Most - Capítulo 33


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais
Tags Chaz Somers, Chris Beadles, Criminal, Justin Bieber, Romance, Ryan Butler
Exibições 776
Palavras 3.370
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Só digo uma coisa, se preparem emocionalmente antes de ler esse capitulo.
Boa leitura.

Capítulo 33 - It's over


Meu coração estava a mil e minha respiração ofegante. Eu não conseguia controlar as lágrimas que desciam por meu rosto.

Eu não sabia o que estava maior: o ódio de mim mesma ou o medo que eu estava sentindo dele.

— Não vai me responder princesa? — ele começou a dar passos próximos a mim — se divertiu essa noite? Me diz quem fode melhor, eu ou ele? 

— Jus..

— CALA A BOCA QUE AGORA VOCÊ VAI ME OUVIR SUA VAGABUNDA — ele gritou me empurrando com tudo no chão.

Soltei um grito agudo sentindo a dor das minhas costas quando eu bati com o chão. Eu estava com muito medo dele, eu sabia do que ele era capaz, e não quero ver isso em pratica.

Justin ainda se mantinha na minha frente andando de um lado pro outro, enquanto segurava o cinto em sua mão. Ele estava furioso.

— Depois de tudo Skyler? Depois de tudo que eu desisti pra ficar com você, você já abre as pernas para outro? JUSTO PRO DYLAN? — ver ele daquele jeito estava quebrando meu coração aos poucos — Depois que eu te chamo de vadia você não gosta, mas é o que você realmente é, uma vadia!

— Por...

— CALA A PORRA DA SUA BOCA — levei um susto com o seu grito. Justin parou de andar e veio em minha direção, ele se sentou ao meu lado segurando meu cabelo com força. Soltei um grito de dor mas isso não o fez parar — sabe o que eu deveria ter feito? Eu deveria ter fodido a Alanna na  tua frente, deveria ter gritado o nome dela na tua frente e deveria ter dito o como ela é melhor na sua frente — eu não conseguia mais segurar as lágrimas que desciam. Cada palavra que ele dizia era como uma facada. — você pensa que eu vou te bater não é? — ele soltou uma risada passando o feche do cinto em meu rosto — não vou, porque não é assim que se adestra uma cachorra. Você vai provar do próprio veneno — ele soltou meu cabelo com tudo me fazendo bater a cabeça no chão.

Eu não sabia o que estava maior, a dor que eu estava sentindo ou o como ele me machucou ao digerir cada palavra.

Então era isso. Alanna é melhor que eu. 

Eu não conseguia me levantar, minha cabeça estava rodando e por um momento eu senti uma tontura horrível, um enjôo inexplicável. Eu sentia como se minha cabeça fosse explodir.

Eu queria correr atrás dele, eu queria me explicar com ele. Mas eu simplesmente não conseguia se quer me levantar.

— DANIELA? — Justin gritou e eu já sabia o que se referia.

Não, ele não podia fazer isso!

— Jus.. — tentei falar mas não consegui.

Daniela apareceu na sala confusa, ela me olhou de um jeito assustada e logo lançou seu olhar pro Justin que estava parado na ponta da escada me encarando.

Com desprezo.


— Sim? Me chamou?

— Virou surda agora? — Justin desviou o olhar de mim para ela, começando a subir as escadas — meu quarto, agora.

Não.

Não.

Não.

Ele não poderia fazer isso!


— Como quiser patrão — ela disse com um sorriso malicioso subindo as escadas logo atras dele.

 

...


POV's Justin


Meu cabelo estava todo desgrenhado e o suor já estava escorrendo pela minha testa. A cada estocada que meu pau dava dentro dela, eu chegava mais perto ainda de jogar toda a minha porra.

Skyler cravou os dedos nas minhas costas arranhando tudo, ela estava gritando a loucura. Porra, ou eu tinha chapado muito ou ela estava uma vagabunda na cama.

— Awnnn... — ela gritou começando a rebolar o quadril contra o meu, fazendo meu pau entrar e sair mais facilmente dela.

Agarrando seus seios, os apertei em meu dedo, apertando com certo cuidado, eu não queria machucar ela. Só queria dar prazer. Enterrando meu rosto na lateral de seu pescoço, respirei fundo esperando sentir o mesmo cheiro do seu perfume, mas não senti.

— Awnn... isso Justin mais forte, vai.. — ela gemia loucamente.

— Oohh Skyler... — revirei os olhos com o prazer que ela tava me proporcionando.

Rapidamente ela parou de mover o quadril me empurrando com brutalidade pro lado.

Mas que porra é essa?

— Skyler, Bieber? Sério? 

Virando meu rosto, arregalei os meus olhos ao perceber que não era a Skyler. Era a Daniela.

Ela levantou da cama, começando a pegar as peças de roupa dela pelo quarto, espalhadas junto com as garrafas de vodka.

— Aonde pensa que vai? 

— Eu vou pro meu quarto! 

— Ah mais não vai mesmo — me levantei, segurando no braço dela e a jogando com tudo na cama — você vai terminar o que começou.

— Ah claro, e vai gemer loucamente pela Skyler?

— Quem sabe, eu adoraria ter a boca dela no meu pau agora. Mas o que tá sobrando é você.

Me joguei na cama do lado dela, e a puxei pelo cabelo fazendo a mesma cair de boca no meu pau. Eu não iria dormir sem me satisfazer.


POV's Skyler

Estava frio, eu podia observar a neve cair e risadas de crianças circularem. Eu estava em um parque de diversões.

Uma menina brincava em minha frente e ela corria de um menino, mas esse menino não parecia normal. Ele estava de preto e a garota começou a gritar desesperada.

A neve começou a pegar uma coloração vermelha e eu logo pude perceber que era... sangue.

A garotinha caiu no chão repleta de sangue enquanto o garoto olhava para mim, ele segurava uma faca em sua mão e a única coisa que ele disse foi:

— Não deixe isso acontecer. 

 

Sentei na cama imediatamente abrindo os meus olhos. Minha respiração estava ofegante e meu cabelo todo bagunçado.

Eu podia ouvir as palpitadas fortes e rápidas que o meu coração dava. Parecendo aumentar cada vez mais.

— Senhorita Skyler? — uma voz chamou a minha atenção no canto do quarto e só então eu pude perceber que era a Rosa.

— Como eu fui parar aqui? — perguntei reconhecendo o meu quarto.

Rosa soltou um ar triste apontando para uma bandeja de café ao lado da minha cama — eu encontrei a senhorita apagada na sala e pedi ajuda para alguns seguranças te levarem para cá. Está tudo bem menina?

Rosa e suas preocupações como mãe.

— Está sim Rosa — e na verdade, não estava nada bem.

 

Depois de Rosa ter praticamente me obrigado a comer toda aquela comida na bandeja, não adiantou nada, assim que coloquei tudo pra fora na privada antes de tomar um banho e me jogar na cama.

Eu estava péssima.

Eu não queria sair nunca mais do quarto, não quero nunca mais ter contato com alguém. A consciência de culpa estava me dominando e eu sabia que 80% de culpa nessa história eu tinha.

— SEU FILHO DA PUTA!

Me assustei assim que ouvi gritos no andar de baixo e logo barulhos estrondosos.

— JUSTIN PARA COM ISSO CARA! PARA!

O que estava acontecendo?

Calçando rapidamente minhas sandálias, saí do quarto com todo o cuidado possível, tentando não fazer nenhum barulho.

A cada passo que eu me aproximava, os barulhos só aumentavam e só então eu pude reconhecer a voz dos meninos. Sentando no primeiro degrau da escada, conseguia ver uma pequena frecha do que estava acontecendo.

Dylan estava jogado no chão com o olho roxo enquanto Justin estava por cima dele. Chaz, Chris e Ryan estavam a toda força tentando tirar Justin de cima dele. 

— DREW CHEGA COM ISSO! — Ryan gritou tentando tirar Justin de cima do Dylan, mas tudo o que ele falou foi ignorado por Justin.

— ISSO É POR VOCÊ TER SE METIDO MAIS UMA VEZ NA MINHA VIDA — Justin deu um soco certeiro no olho esquerdo dele — ISSO É POR VOCÊ TER TRAÍDO A MINHA CONFIANÇA MAIS UMA VEZ — mais um soco — E ISSO É POR TER BEIJADO A MINHA MULHER! — e mais um soco que com certeza foi mais forte assim que começou a sair sangue do nariz do Dylan. Ele gritava se debatendo debaixo do Justin.

Ver aquela cena, só me dava mais repulsa de mim. Eu fui a culpada disso tudo! Eu fiz eles brigarem!

Foi minha culpa!

— JUSTIN! — gritei descendo as escadas — JUSTIN POR FAVOR PARA! 

Chaz tentou me impedir, provavelmente prevendo que iria dar merda. 

Correndo até o Justin, segurei no braço dele tentando arrancar ele do Dylan, e deu certo, assim que ele saiu de cima dele agora vindo pra cima de mim.

— Que foi ein? Vai defender seu namoradinho de merda? Vai sua vadia? — ele já ia me empurrar assim que Ryan parou em minha frente o empurrando pra longe.

— CHEGA JUSTIN PORRA! — todo mundo ficou em silêncio. Nunca tinha visto Ryan daquele jeito — PARA DE MANCAR ESSE TEU JEITO DE FODÃO E SEJA O FODÃO. O QUE VAI ADIANTAR VOCÊ METER SOCO NO DYLAN? O QUE VAI ADIANTAR VOCÊ BATER NA TUA NAMORADA? NÃO VAI ADIANTAR CARALHO ALGUM — os meninos e principalmente Justin o olhavam surpresos. Pois é, acho que não é só eu que nunca viu o Ryan desse jeito — foca no que importa irmão, o nosso assalto é daqui algumas horas. As garotas já estão no carro, a Alanna já está no banco e os teus homens só tão aguardando sinal. Chaz já tá com tudo pronto na van porra, é só vocês dois pararem com essa briga do caralho. Já basta quando quase moiaram a gangue por conta da Alanna — o que? Alanna? O que ela tem a ver com isso? — agora se concentram, quero todos vocês nos teus carros. E não pensem na porra do emocional, se concentrem nos milhões que vamos arrecadar.

Sem mais sinal algum, os garotos começaram a fazer o que ele disse, pegando algumas bolsas que estavam em cima do sofá e só então eu percebi que todos vestiam roupas pretas, botas pretas, e tinham toucas na mão.

Justin me olhou uma última vez antes de sair por aquela porta e Dylan também.

Eu não sei por que.

Mas eu estou com um pressentimento muito ruim.

— Sky — Ryan parou em minha frente — a Samantha vai vir pra cá pra te fazer companhia porque eu não sei que horas vamos voltar, tem alguns seguranças aqui na casa pra fazer a segurança de vocês — ele tirou um celular do bolso da calça dele — eu comprei isso pra você. Tô ligado que o Drew tirou de você desde aquele dia no assalto, e caso precise de ajuda tem todos os contatos já salvos aí.

Sem pensar duas vezes, o abracei com força.

— Obrigada por tudo Ryan, boa sorte pra vocês e por favor toma conta do Justin.

Ele soltou uma risada fraca se afastando e deixando um beijo na minha testa — agradecer não conta não, vai ter que me ajudar a conquistar a Samantha.

— Oi! — Sam entrou na sala cheia de bolsas.

— Falando no diabo... — Ryan resmungou com um sorriso.

Estava estampado na cara dele que ele estava maluquinho por ela.

— Diabo, Butler? — ela semicerrou os olhos.

Ryan soltou uma risada se aproximando dela e deixando um selinho em seus lábios. Mas já estava assim?

— É brincadeira!

— Você toma cuidado ouviu? — Sam suspirou preocupada.

Eu nunca tinha visto ela assim por conta de nenhum garoto.

— Vou tomar. — foi tudo o que ele disse antes de sair pela porta.


Espero que dê tudo certo.


POV's Justin


Eu estava nervoso, nervoso até demais. Meus dedos já estavam branco de tanto que eu apertava naquele volante.

Eu não sabia se estava nervoso por assaltar o banco central ou se estava nervoso por causa da Skyler.

Meu carro estava estacionado no fim de uma rua deserta, em um beco atrás do banco. O carro dos moleques estavam logo atras do meu, apenas esperando o sinal da Alanna.

O plano é simples: Alanna estará disfarçada como uma simples vítima que estaria fazendo seu saque de dinheiro no banco. Chaz estava na van a alguns quarteirões do banco, ele estava vendo todo o movimento, e tinha controle do sinal de alarme, e quando os tiras chegassem ele iria alertar. Tinha duas vadias com a gente, elas iriam entrar primeiro e distrair os seguranças, enquanto eu, Ryan, Chris e Dylan entraríamos no banco. Christian ficaria responsável por tomar conta das vítimas, Ryan, Dylan e eu entraríamos no cofre mais valioso e roubaríamos o que conseguirmos até a polícia chegar.

Tão aí? — o r7 transmitiu a voz da Alanna.

Cliquei no botão pra mandar a resposta — não, estamos em Marte.

— Tá liberado? — Christian perguntou através do r7

Sim, podem vir.

Deixei o r7 ligado ao meu ouvido caso o Chaz precisasse informar algo. Eu estava com duas calibres em suspensórios em minha roupa. Uma 38 estava na canela, e a outra na cintura. A metralhadora estava dentro da bolsa que eu segurava pra levar o dinheiro. 

Saindo do carro, os moleques andavam ao meu lado. A rua que andávamos não tinha tanto movimento, o beco era em frente ao banco e conseguíamos ter a visão das vadias dando em cima dos seguranças. Elas usavam vestidos tão curtos quanto o pinto do Chaz. Dava pra ver direito a bunda delas, e bom, eu selecionei elas porque os moleques tem um puta mal gosto.

Os dois seguranças olharam para o lado se certificando se tinha alguém e logo as vadias conseguiram arrastar os dois para uma rua que tinha do lado.


— Tá liberado — eu disse colocando a touca que deixava a vista apenas meus olhos e minha boca, e os moleques fizeram iguais, colocando também — vamos.

A cada passo que eu dava, minha ansiedade só aumentava. O que eu queria fazer mesmo agora não era assaltar, e sim sacar minha arma e furar a cabeça do Dylan até ver o corpo morto dele cair no chão.

Talarica do caralho.

— Mas o que é isso? — uma velha disse em um canto do banco atraindo a atenção de todos para nós.


— ISSO É UM ASSALTO. TODOS PRA BAIXO, MÃOS ACIMA DA CABEÇA. SE ALGUÉM GRITAR A GENTE METE O TIRO — Christian gritou apontando a arma para as pessoas.

E como sempre. Os gritos começaram, e digamos que eu não esteja com paciência.

— ELE DISSE PRA NÃO GRITAR PORRA — dei tiros no chão — QUEM ABRIR A BOCA VAI CONHECER O CAPETA MAIS CEDO.

E pronto, todos ficaram quietos.

— Drew esse não era o combinado, não chame atenção. — Ryan sussurrou ao meu lado.

— Meu pau.

A gerente está deitada perto do balcão, peguem o cartão dela e a façam colocar a digital no cofre. — Chaz disse pelo r7.


Vendo todas as pessoas que estavam agachadas, eu conseguia ver Alanna no chão fingindo estar preocupada e com medo. Até que ela era uma ótima atriz.

O porquê ela está fingindo ser uma vítima? Caso algo desse errado, usaríamos ela como refém. Já que eu e os moleques temos um acordo de não matar nenhum inocente.

— Aê loirinha você vem comigo — disse segurando no braço da gerente a fazendo se levantar rapidamente.

Ela chorava que nem uma criança. Deveria ter uns 18 anos e seria até que engraçado zoar com ela, a garota era até que gostosinha.

— Não faça nada comigo por favor. — ela disse entre os soluços de choro que saíam por sua boca.

— A única coisa que vamos fazer com você se não ficar quieta é te jogar numa cama — Ryan disse arrancando risada de todos nós.

— Muito pelo o contrário. Se não fizer o que mandarmos, vai ser uma pena estragar um rosto tão bonito como o seu — passei o meu polegar no rosto dela e logo a empurrei com força pelo corredor do cofre — se dá uma de espertinha, já sabe. — disse colocando o cano da minha metralhadora nas costas dela que só aumentou o choro.


A garota andava toda desgovernada, e a saia preta justa que ela usava só realçava mais sua bunda. Realmente seria uma pena se ela morresse. 

— Me dá o cartão — Ryan esticou a mão e logo a garota entregou o cartão vermelho a ele. A mão dela tremia.

O cofre era uma enorme porta de metal, com um código na frente. Provavelmente só a gerente e os donos teriam a digital ali. 

Aquela garota era ouro, sem ela não daria pra fazer nada.

Ryan passou o cartão e logo liberou um botão verde, provavelmente para colocar a digital. 

— Anda logo porra! — disse impaciente.

— C-como assim? — ela se fingiu de confusa — é-é só isso.

Respirando fundo, levei minhas mão livre até seu cabelo o puxando com força para trás, a garota gritou encostando obrigatoriamente a nuca no meu ombro, deixando consequentemente nossos rostos perto. 

— Qual parte do " não de uma de espertinha " você não entendeu? — perguntei com minha boca bem próxima a dela.

A garota ficou encarando minha boca mas antes que ela respondesse, eu prensei com força seu corpo na porta do cofre a fazendo gritar de dor. Já tava irritado de ouvir o choro dela. Segurando sua mão a força, segurei em seu polegar colocando o mesmo sobre o botão verde e liberando a entrada. Puxando novamente a garota pelo cabelo, a joguei com brutalidade no chão. Levando meu olhar ao Christian agora.

— Toma conta dela e dos outros no salão, temos que ser rápidos agora.

Christian concordou com a cabeça, segurando no braço da garota e a arrastando pelo corredor.

Desativei o alarme, vocês têm exatamente 6 minutos.

6 minutos? Puta que pariu.

— Você pega na direita — apontei pro Ryan — e você na esquerda, eu pego no meio — disse ao Dylan.

Logo eles começaram a correr nas direções em que eu disse, abrindo os malotes e colocando os vários bolos de dólares que podiam. Carregando a minha, abri o zíper rapidamente, pegando objetos mais valiosos como alguns quadros valiosos que estavam ali com certificados.

5 minutos — Chaz alertou.

A mala não estava nem pela metade, a agilidade de minhas mãos em pegar os quadros era máxima. Eu estava tentando ser o mais rápido possível.

4 minutos.

— Justin vamos, já deu! — Ryan disse seguindo até a porta com o Dylan.

Ignorei eles. Desistindo de pegar todos os quadros, espalmei minhas mãos nas notas verdes que estavam espalhadas pelo chão, colocando no malote. Já estava pesado aquela porra. Era muito dinheiro. Deveria ter milhões e milhões nesse cofre.

3 minutos.

— VAMOS VAZAR DAQUI DREW! — Ryan AGORA gritou.

— EU CONSIGO PEGAR MAIS! — gritei de volta sem parar.

Justin não vai dar tempo os tirar já estão chegando, vocês precisam sair daí!

— Eu consigo Chaz! — colocava mais e mais bolos de dinheiro no malote.

Ryan segurou no meu ombro, praticamente me puxando — QUER FODER COM A GENTE DUDE? VAMOS VAZAR DAQUI, JÁ DEU!

2 MINUTOS! 

Porra, não daria. Fechando o meu malote, saí correndo com os moleques pelo corredor, a bolsa tava pesada pra caralho. 

VÃO PRA SAÍDA DO FUNDO, VOCÊS VÃO PRECISAR DO CARTÃO DELA PRA SAÍREM. EU TO NA RUA A FRENTE, ALANNA E CHRISTIAN JÁ TÃO COMIGO! 1 MINUTO.

Os gritos do Charles só me davam mais stress ainda, aquela porra de mala tava pesada pra caralho. Entrando no salão, todos estavam abaixados ainda, provavelmente estavam traumatizados depois dos meus tiros.

Dylan estava como o primeiro a correr então ele foi o primeiro a abrir a porta.

40 segundos.

Já conseguia ouvir as sirenes dos tiras e o barulho do helicóptero. Porra agora sim eu estava desesperado.

— VENHAM LOGO! — Dylan gritou segurando a porta.

Eu estava longe, consegui ver claramente Ryan passar pela porta. A porra da daquela mala estava pesada pra caralho, me dificultando ainda mais.

— VEM LOGO BIEBER — Dylan gritou.

26 segundos.

Dylan olhou para trás e olhou para mim, e então, ele fechou a porta.

— não, não, não — larguei a mala correndo até a porta. Ele tinha levado o cartão — FILHO DA PUTA, ABRE AQUI BECKER, ABRE AQUI AGORA! — gritei chutando aquela porra — NÃO ME DEIXA AQUI, ABRE ESSA PORRA! — minha garganta estava ardendo de tanto que eu gritava.

Me afastando da porta, corri em direção a mesma, dando um chute. Fiz uma sequência de diversas vezes e aquela porra não abria. 

Não dá pra arrombar a porta.

Ouvindo os barulhos de vidro quebrando, logo vários caras todos armados entraram apontando todas as armas para mim. Havia muito tira lá dentro, se eu desse um passo levaria um tiro.

— Mãos na cabeça e sem algum passo. Você está oficialmente preso ao assalto do banco central de Atlanta.


Notas Finais


Sim, eu não tenho palavras pra descrever o que senti quando escrevi esse capitulo. Com certeza foi o que eu mais chorei escrevendo.
Estamos na reta final pessoal, aguentem firme o coração.


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