História The Most Beautiful Love Story - Camren - Capítulo 34


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camila Cabello, Camren, Fifth Harmony, Lauren Jauregui
Exibições 560
Palavras 1.824
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Festa, Orange, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


desculpa desculpa desculpa
tava planejando escrever mais, mas nunca tenho tempo. vou ter que lhes fornecer isso mesmo por hoje, desculpa mesmo, ta bem bosta.
mas eu aviso: estamos chegando perto de algo GRANDE
como também estamos chegando perto do fim.... caramba, eu amo vocês, meus amores. boa leitura
ah, vou tentar começar com coisas que eu ando escrevendo, sinto falta da poesia
agora sim, boa leitura

Capítulo 34 - Almost there


Fanfic / Fanfiction The Most Beautiful Love Story - Camren - Capítulo 34 - Almost there

 

hoje eu me escrevi uma carta de amor. porque senti que eu precisava me olhar de fora, para dar conselhos com a gentileza que eu usaria com um ente querido. porque muitas vezes nossos olhos são julgativos quando se trata de nós mesmos. porque sempre nos exigimos demais, e nos machucamos demais, e nos respeitamos de menos.

hoje eu me escrevi uma carta de amor. contei sobre como eu gostava da curva de minha sobrancelha, e de minhas covinhas na bochecha, e de meus olhos brilhando no sol, assim que ele nasce. e da minha sombra distorcida no asfalto, e de meu cabelo esvoaçando no vento. até os nós e os fios confusos.

hoje eu me escrevi uma carta de amor. porque estava tendo um dia triste, e precisava de um pouco de luz. porque as paredes se fechavam contra mim e eu precisei de um pouco de ar. uma pausa para fumar um bastão de paz. e a névoa invadiu meus pulmões e me preencheu por completo.

eu me aceitei. hoje eu me escrevi uma carta de amor, porque já não penso mais em você.

Camila

Nossos corpos se chocaram no exato momento após minhas pupilas se dilatarem completamente, frente à figura de Lauren.

Foi uma confusão de cabelos e braços desesperados, pele necessitada. Mais contato. Mais contato. Quero apertá-la contra meu corpo até que nossos corpos se fundam. Quero-a dentro de mim.

Meus olhos encontraram seus olhos, em seguida desviaram para seus lábios entreabertos. Ainda não havíamos trocado uma palavra quando minha boca encontrou com a sua.

Suguei sua língua para minha boca sem rodeios, apertando a carne de sua cintura por baixo da blusa. Eu não conseguia respirar, me sentia tão fraca. Mordi seu lábio, talvez com força demais, antes de me separar dela.

— Eu amo tanto você — sua voz rouca me abraça, e seus braços me erguem do chão.

Estamos rodando, quase alcançando os céus.

— Não creio que esse tipo de animação seja benéfica para seu estado, Camila.

Eu nem ligo para quem diz isso. O enfermeiro, parado na batente da porta.

— Precisam ir para a área de visitas.

Por ansiedade, assim que o relógio marcou a hora sai correndo dos braços do enfermeiro e dei de cara com Lauren na entrada do Centro. Eu nem me preocupei se haviam pessoas a nossa volta. Não me preocupei com nada.

Só em tê-la.

— Por favor, senhoritas. Me acompanhem até a área de visitas.

Lauren me deu um selinho, tomando minha mão entre as suas, me acompanhando até a droga da área de visitas. Apertei sua bunda, lhe dando aquele sorrisinho cafajeste. Ela sorriu de forma tão bonita, que quis fotografar aquele momento em ferro quente no fundo de meus olhos.

— Eu também amo muito você — sussurrei, porque havíamos chegado.

 

Lauren

Preenchemos toda a papelada, decorei todos seus novos remédios, marquei em meu celular o encontro semanal de Camila no Centro, perguntei sobre atos sexuais, é claro. Ainda não era totalmente seguro. Tudo bem, eu tinha planos para nós.

Dei a volta no carro e abri a porta para ela, que sorriu agradecida. Meu peito se aqueceu somente por vê-la. Assim que chegamos no apartamento, um pequeno que arrumei para sair do hotel, eu a tomei em meus braços, apesar de seus gritinhos.

— Me ponha no chão agora, Lauren!

Mas eu sabia que ela estava gostando.

— Lauren!!! Agora!!!

Ela estava tão leve, tão magra. Afastei os pensamentos ruins.

Por fim, a coloquei de volta no chão.

No elevador, o clima já estava começando a esquentar. Ela via como eu a olhava, assim como eu percebi o desejo em seus olhos. A prensei contra o metal frio, segurando suas mãos acima de sua cabeça.

— Você me quer, Camila?

Ela mordeu, deliciosamente, o lábio inferior.

— Quero — sua voz saiu como um gemido.

— Então peça por mim.

Cheguei perto de sua boca, até que nossos lábios quase se tocassem. E então me afastei. Vi a frustração em seus olhos. Desci minha mão por seu pescoço, beijando depois a pele exposta.

— Implore por mim.

Continuei descendo minha mão. Apertando suas costelas, até chegar ao seu centro quente por cima da calça de moletom. Pressionei meus dedos, ainda segurando suas mãos juntas com a minha outra mão.

— Eu preciso de você — ela estava ofegante. — Por favor.

Então a porta se abriu, e tive que soltá-la rapidamente. Até mesmo eu estava ofegante. Olhei para a câmera do elevador, piscando antes de sair. Os seguranças iam ter uma pequena diversão.

Entramos no apartamento. Nossos corpos se chocam. Ela me beija apaixonadamente. A puxo pela sala e Camila me empurra no sofá.

— Aqui não — digo, entre beijos. — Quarto.

Ela entende, segurando minha mão. Corremos pelo pequeno apartamento, chegando ao quarto. Fecho as cortinas, apago a luz, acendo duas velas na escrivaninha.

— O que está fazendo? — ela pergunta, jogada na cama só de sutiã e calcinha.

Fico perdida com a sua beleza.

— Deite na cama. — não peço, ordeno. — Deite na cama agora.

Ela morde o lábio, e então me obedece. Vou até ela, pegando as algemas que comprei, guardadas no criado mudo. Quando ela vê, seu corpo todo se arrepia. Posso ver como ela me deseja.

— Diga que vai ser uma boa menina.

— Vou ser uma boa menina — ela entrou no jogo. — Sua menina.

— Minha menina.

Prendo suas mãos na cabeceiras, assim como os pés. Ela está esticada na cama, completamente exposta.

— Espere aí — digo, correndo na cozinha para pegar gelo e licor.

Quando volto para o quarto, cubro seus olhos com uma venda. Agora ela é totalmente minha.

Começo beijando seu pescoço, subindo sobre ela, arranhando sua barriga. Ela arfa embaixo de mim.

 Então eu me afasto, e vejo seu corpo entrando em contestação. Pego um cubo de gelo, deslizando por sua barriga. Suas costas se arqueiam, e um gemido escapa de seus lábios. Camila chama por meu nome.

— La-lauren

Alterno entre gelo e mordidas em seu baixo ventre. Ela está lutando contra a maré. Com seus olhos fechados, suas mãos atadas, todos os sentidos estão mais aguçados. Vulnerável.

Deixo o gelo de lado, e pego o licor. Tiro seu sutiã com uma mão, e derrubo a bebida por seu peito. Então abocanho seu seio direito, e suas costas arqueiam de novo. Ela chama pelo meu nome de novo e de novo, e eu só paro para colocar mais bebida. Fico nisso até me sentir mais leve.

— E-eu não aguento mais — ela pede, se contorcendo. — Por favor.

— Shhh, boa menina, Camila.

O sentimento de poder infla meu ego, e me faz entrar em ebulição. Chego bem perto do elástico de sua calcinha. Minha mão a descobre por cima do pano. Pressiono, solto, pressiono, solto. Ela está em desespero.

— Por fa-favor, Lauren.

Calo sua boca com um beijo apaixonado. Dessa vez, não sou delicada. Aperto todo seu corpo, mordo seu lábio com força, minha língua é desesperada contra a dela. Mal consigo respirar.

Sento sobre seu corpo, indo para frente e para trás. Então subitamente paro, saindo de cima dela. Agora Camila está irritada.

— Lauren! Não me deixe nessa situação. Droga, Lauren!

Ela não me vê, mas se pudesse, garanto que veria o desejo frustrado em seus olhos. Solto suas mãos das algemas, apenas para ordenar que ela se vire. E ela o faz.

Corro até o armário, pegando um chicote que comprei junto com as algemas. Deslizo-o por sua bunda. Dou um tapa, e ela arfa de surpresa. Depois beijo o local.

— Diga o quanto me quer.

Bato novamente. Camila arfa.

— Eu te quero. Muito. Agora.

— Não foi bom o suficiente — a acerto mais uma vez — de novo!

— Eu preciso de você. Agora. Em mim. Preencha meus espaços vazios, todos eles pertencem a você. Por favor. Agora.

Aperto sua bunda deliciosamente, dando tapas em seguida. Quando começa a ficar vermelho, distribuo beijos.

— Você tem noção de quanto eu te quero, Camila?

— Tanto quanto eu te quero.

— Me mostre o quanto você me quer — digo, e tiro as amarras. Porque agora quem vai fazer o trabalho é ela.

Camila

Os próximos dias são bem diferentes comparado ao dia que Lauren me buscou no centro. Aquilo foi paixão ardente, desejo carnal. O resto da semana escorre por meus dedos, enquanto estou em seus braços.

Lauren cuida de mim, beijando minha testa mais vezes do que posso contar. Voltar para ela era como me sentir completa de novo.

Fazemos pipoca, acabamos com todos os filmes no netflix, e dormimos juntas. Mas eu tenho as sessões no Centro, e os vômitos noturnos de náuseas que os remédios me causam. Não deixo que ela entre no banheiro, não quero que ela me veja desse jeito.

Na terça feira, ela arrumou uma chave e destrancou a porta.

— Camila, você não vai me afastar. Não agora. Eu estou aqui.

— Não quero que me veja assim — digo, mas tenho que vomitar de novo.

Sinto a queimação na garganta enquanto ela toma meus cabelos em suas mãos. Até as mechas que insistem em caírem em meus olhos. É como um relâmpago de lembrança de nossos corpos na juventude, as festas, os olhares, os beijos. Meus olhos se enchem de lágrimas, mas não mostro.

— Eu amo você.

Ela diz com tanta seriedade que fico quieta, deixando que ela me ajude enquanto coloco todo meu estômago pra fora. “Pelo menos você não está com câncer” foi o que disseram. Há há.

 

Os próximos dias correm sem nada de importante. Até que, em uma sexta à noite, Lauren anuncia que vamos para a Itália. Como estamos em Lugano, bem perto da fronteira (e já com um gostinho italiano), não me preocupo com nada mais senão passar um bom tempo com a minha...

Namorada parece um termo vazio demais, não chega perto do que realmente sinto por ela. Nossos amor nunca caberia em um nome que tantos outros banalizam.

Arrumamos nossas coisas, e vamos até a estação de trem. O clima é mais ameno aqui, e com o passar do tempo, conforme nos aproximamos de Milão, ele melhora ainda mais.

Meus olhos expulsam lágrimas, incapazes de se conter com tantas paisagens maravilhosas. Pergunto-me como Nova Iorque parecia o paraíso para mim, se o paraíso é o aqui e o agora?

Diferença entre ato e potência, se você é ligado em Aristóteles.

Cada vez mais vamos saindo do aquário onde nascemos. Primeiro para um rio, depois para o oceano. Eu já estou no espaço. E a forma como sou agora não parece ser possível existir sem ela.

Enfim, chegamos. E Lauren me surpreende com seu italiano adorável. Seguro em sua mão o tempo todo, não é momento de ligar para olhares alheios. Na verdade, nunca é.

Chegamos no hotel, e caio morta na cama.

— O que você está pensando? — Lauren diz, puxando meus pés, levando meu corpo de encontro com o dela.

— No quanto eu te amo — ela beija meu pescoço. — No quanto esse lugar é lindo... —mais um beijo — No quanto eu te quero.

E, simples assim, fazemos amor pelo resto do dia.

 


Notas Finais


teve hot não reclamem, beijao


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