História The Most Beautiful Love Story - Camren - Capítulo 37


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camila Cabello, Camren, Fifth Harmony, Lauren Jauregui
Exibições 263
Palavras 1.822
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Festa, Orange, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


O QUE? DOIS DIAS SEGUIDOS DE CAPÍTULO?
ISSO MESMO!!!!
Há! é curtinho, mas happy birthday Lolo

Capítulo 37 - Melhor barra pior esposa


Fanfic / Fanfiction The Most Beautiful Love Story - Camren - Capítulo 37 - Melhor barra pior esposa

Lauren

 

Boom! Nunca pensei que isso fosse acontecer. Eu, Camila, Dinah, Ally, Normani, os pais de Camila, os meus pais, Chris com Angela, Sofia e Taylor. Uma grande família ocupando metade do restaurante de vista pro mar.

— E como vão os preparativos pro casamento? — Dinah pergunta, depois de algumas taças de vinho.

— Bom, sabemos que queremos casar no campo... algo mais fechado, só para os mais próximos mesmo. Como essa mesa linda que estamos — Camila diz, segurando minha mão por baixo da mesa.

Sofia está mexendo no celular. Está tão grande. Não parece que era aquele pequeno bolinho que assistia Frozen repetidas vezes.

— Mas vamos falar do aniversário de Lauren, que está bem perto, não é querida? — Sinu muda de assunto, ainda não totalmente confortável com a ideia. Camila me contou da história, estou bem feliz que ela tenha escolhido se tratar. — Daqui a dois dias?

— Na verdade é amanhã — digo.

— Meu Deus, eu esqueci completamente! — minha mãe diz, do outro lado da mesa. — Eu e meu marido [Gente, eu não tenho ideia de que nome eu dei pra ele, vocês lembram?] teremos que viajar a negócios, hoje mesmo.

— Ah, tudo bem, mãe — digo, mas fico magoadinha por dentro.

— Você vai ter um grande presente, relaxa — Camila diz no meu ouvido. Arrepio toda.

Continuamos conversando, atualizando nossas vidas. Funcionamos surpreendentemente bem juntos.

 

Depois disso, Camila me leva para caminhar na praia. Tiro meus sapatos, segurando-os em uma mão, e na outra entrelaço meus dedos com os de Camila. Percorremos a praia toda, até parar pra tomar uma água de coco, sentando na areia.

— Acredito no poder de criar novas lembranças sobre antigas cicatrizes — ela diz. Imagino que esteja falando da praia. Coisas boas e ruins já aconteceram aqui.

Caio emm pensamentos de quando éramos apenas adolescentes. A emoção dos beijos roubados, da bebida em nossos organismos.

— Minha moto está guardada no armazém. Eu acho que devíamos recordar os velhos tempos.

Ela me olha, batendo os cílios lentamente, com o canudo na boca.

— Também acho.

E logo chegamos lá.

A porta está tremendamente difícil de abrir, mas a ajuda de Camila logo consigo. O ar fede a lugar fechado, mas não me importo. Minhas pinturas ainda estão pelas paredes, assim como as fotos de Camila. No centro, repousa minha lendária moto, coberta por um pano preto.

— Tinha que ser preto.

Rio. Vamos até o sofá, tirando a capa, mais uma vez preta, de cima deles. Sempre prezei por deixar esse local intacto. Quando me sento, Camila deita em meu colo. Faço cafuné em sua cabeça, enquanto meus olhos percorrem o ambiente.

— Você acha que vamos envelhecer juntas? — Camila pergunta.

— Eu tenho certeza.

Ela se remexe, sem parecer realmente certa sobre minha resposta.

— Mas sempre tem algo pra separar a gente.

— Então vamos lutar contra isso, juntas. Não vou te perder de novo, Camz. Eu prometo.

Ela segura minha mão, beijando a palma e então entrelaçando os dedos nos meus. Queria poder tirar todas as coisas ruins que preenchem sua cabecinha.

— Não fica pensando no pior, amor....

— Eu sei, é que é difícil.

— Sei que sim — beijo sua testa. — Vem, vamos dar uma volta.

Ela levanta a cabeça, e estou a levantar quando ela me empurra de volta para o sofá, sentando em meu colo.

— Vamos brincar de ser adolescentes de novo. — Sua voz mudou. Modo Karla on.

Sorrio, segurando seu pescoço e puxando-a para um beijo. Minhas mãos vão para sua bunda, lembrando-me de como isso já havia sido um grande passo. Não posso evitar de sorrir enquanto nossos beijos aumentam a intensidade.

Quando sua língua invade minha boca, as memórias também vêm. É difícil saber onde eu termino e ela começa. Preciso de mais. Aperto suas coxas com mais força, ela despenteia meus cabelos, se contorcendo sobre mim. Um gemido escapa de meus lábios quando ela toca meus seios.

Levanto e a trago junto, invertendo nossas posições. Agora Camila está deitada, e eu venho sobre ela. Como Urano sobre Gaia, no início dos tempos. Hm, na verdade não. Péssima comparação. Ele a fecunda contra sua vontade, impossibilitanto ao mesmo tempo que seus filhos saiam. Tá, esquece a droga da mitologia, Lauren.

Minhas mãos estão entre suas pernas, a estimulando. Suas costas se arqueiam. Ela morde meus lábios. Me separo dela, apenas pra poder respirar. Olho para ela, seus lábios vermelhos, seus cabelos desarrumados. Seus malditos traços de latina que me deixam louca.

— O que você está pensando? — ela pergunta, voz rouca.

— Em como vamos ser velhinhas ativas, impossível não te querer pra sempre.

Ela sorri, e logo suas mãos vão para a base de minha camisa, puxando-a para cima. Levanto os braços, e logo estou apenas de sutiã.

— Eu quero seu corpo no meu.

Então tiro sua camisa também. Ela se levanta, trocando nossas posições. Agora ela está por cima, encaixando em mim.

— É uma tendência natural de minha pele de gritar pela sua.

— Somos imãs muito fortes — digo, beijando seu pescoço.

— Como conseguimos ficar tanto tempo longe? — Ela geme um pouquinho. — Meu Deus, Lauren. Não vá deixar uma marca, minha mãe não ficou liberal de uma hora pra outra.

Levanto para olhar em seus olhos, beijando levemente sua bochecha.

— Ok, vou beijar outros lugares então.

E então deço para seus seios, onde deixo marcas rochas. E em seguida sua barriga, e Camila segura minha cabeça, remexendo-se sob mim. Quando chego aos botões de seu shorts, ela me empurra pra baixo. Sei o que fazer.

Ficamos muito tempo naquele armazém, acesas de memórias juvenis e o contato de nossos corpos.

 

 

Camila

 

Acabamos dormindo. Quando acordei já eram sete da noite, meu estômago roncando. Acordei Lauren, vestimos nossas roupas, e saímos de moto pelo frescor da noite. Me agarrei a ela, como anos atrás. Eu não saberia dizer quanto tempo ficamos vagando por Miami, mas percorremos todos os cantos que eu conhecia. Por fim, Lauren tomou o caminho que eu conhecia bem.

Bom Sumiço, A CAFETERIA. Significava tanto para nós.

No entando, não havia luz acesa. Quando chegamos mais perto, nossos queixos caíram. Papelão cobria as janelas de vidro, uma placa de aluga-se.

— Eu não acredito nisso — digo. Me afetou mais do que eu podia admitir.

— Que droga — Lauren xingou, chutando o lixo. — Que droga!

— Ei amor — caminhei até ela. — Fica calma. A gente vai dar novos significados pra isso, ok?

Seus olhos estavam baixos, eu sentia sua dor. Beijei sua testa, e então seus lábios. A abracei forte, sentindo seu cheiro.

— Vamos sim.

 

Vou dormir na casa de Lauren, mas dormir é a última coisa que fazemos. Passo em casa, para pegar o resto de meus remédios. Já me acostumei a leva-los a todos os lugares.

Nós ficamos pesquisando sobre cafeterias chamadas Bom Sumiço, mas não encontramos nenhuma, então colocamos na lista “Abrir uma cafeteria”, e isso se torna nosso pequeno segredo, além de uma promessa para o futuro.

Tomamos banho juntas, o que... bom, demora. E logo caio em seus braços e em seguida caímos no sono.

Quando acordamos, tomamos café da manhã normalmente. Lauren está inquieta, posso ver. Ligamos a TV, aparecendo um jornal na tela.

— Estamos de volta, são 9:30 da manhã do dia 27 de junho, bom dia!

— PUTA QUE PARIU! — eu grito.

— FINALMENTE, SUA PIRANHA!

— MEU DEUS MEU AMOR É SEU ANIVERSÁRIO!

— SIM!!! NÃO ACREDITO QUE VOCÊ ESQUECEU!

— EU AINDA NÃO ACORDEI!! ME DESCULPAAAAAAAAAA, EU AMO VOCÊ FELIZ ANIVERSÁRIO.

Eu pulo sobre Lauren, e caímos no chão, rolando. Encho seu rosto de beijinhos, até que ela me tire de cima de si. Claro que tudo isso é um disfarce, assim como os pais de Lauren mentiram de que teriam de sair da cidade. Lauren vai receber a melhor festa surpresa de todas.

— Eu sou a pior noiva de todas — digo.

— Sim, você é — ela fica emburrada, mas logo me beija. — E eu amo você mesmo assim.

Passamos a manhã juntas, fazendo nada. Lauren fica checando o celular, com um olhar desesperado. Quero interromper a surpresa e contar pra ela de que não esquecemos de verdade, mas me seguro. Está tão calor que acabamos tirando as roupas e nadando. Com ela, não tenho muito tempo pra ficar enchendo minha cabeça de inseguranças.

Então chega a hora do almoço, e eu faço waffles congelados na torradeira.

— Olha isso,  já serve pra casar — ela me abraça por trás, beijando minha bochecha.

— Deixe a profissional trabalhar.

— Claro, claro.

Depois que comemos, tenho que fazer uma coisa complicada. Trituro um remédio meu pra dormir e coloco em seu suco. Acho que isso é crime, mas é por um bom motivo. Coloco uma música bem calminha e fico fazendo carinho em sua cabeça até que ela caia no sono. Me certifico de que ela está mesmo dormindo, e fecho a porta do quarto. Ligo para Sofia.

— O gavião pousou.

— Que diabos, Camila?

Ugh, por que ela era tão chatinha?

— A Lauren dormiu, porra.

E desligo o telefone.

Logo estão todos ali. Os pais de Lauren trazem o bolo e os salgadinhos. Estou enchendo várias bexigas enquanto Sofia as distribui pelas paredes. Meus pais penduram “Feliz Aniversário, Lauren” e as meninas colocam toalhas coloridas nas mesinhas da sala, com copos de plástico vermelhos.

Está tudo tão bonito que fico emocionada. Demoramos quase duas horas pra fazer tudo, esquentar os salgadinhos, e trazer os confetes que vamos explodir em sua cara. Sofia está com uma cara diabólica enquanto segura um daqueles gritos em spray, sei lá como chama.

— Hora de acorda-la? — pergunto, e eles respondem que sim.

Vamos lá!

 

 

Lauren

Acordo com Camila beijando meu rosto, parece um sonho. Minhas mãos mal conseguem se fechar, estou com cosquinha em partes do corpo que não posso alcançar.

— Ei, amor? Lolo.

Me sinto drogada.

— Hum? — respondo de olhos fechados.

— Eu vou ir embora, tenho coisas para fazer.

Finalmente os abro, contra a luminosidade.

— Mas é meu aniversário.

Ela dá de ombros.

— Ah, você já teve vários aniversários. Outros vinte e dois, tu supera.

— Nossa, um tiro doeria menos.

Fico realmente magoada. Quero minha noiva comigo, meus pais comigo, Taylor e papai me mandaram uma mensagem dizendo que eles tiveram que ir também.

— Supera, Lauren, beijo.

E ela sai pela porta.

Sento na cama, tirando esse fio diáfano de sono de mim. Então eu ouço um grito.

— LAUREN!

Camila está gritando meu nome. Saio correndo, abro a porta do quarto e sigo pelo corredor. E então meu coração sai do meu corpo, sai da troposfera, estratosfera, e todas as outras esferas.

— FELIZ ANIVERSÁRIO!

Confetes explodem no ar, e estou parada sem reação. Há bexigas pelas paredes, e tudo está tão bonito. Mensagem de feliz aniversário. E estão todos ali. Meus pais, Taylor, as meninas, e Camila, sorrindo como uma gênia do crime.

Abraço todo mundo bem apertado, com lágrimas nos olhos. E quando chega a vez de Camila, a levanto no ar, e nós giramos.

— Melhor barra pior esposa de todas — digo, antes de a beijar.

— Eu sei! — ela grita.

E esse é o melhor aniversário de todos.


Notas Finais


BEIJÃO!


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