História The motogirl - Capítulo 13


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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Ação, Aventura, Camila Cabello, Camren, Colegial, Drama, Lauren Jauregui, Romance, Sexo, Suspense
Exibições 119
Palavras 1.988
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - Lost


Fanfic / Fanfiction The motogirl - Capítulo 13 - Lost

Camila Cabello Point Of View

Lauren me ignorou na escola o dia todo, não consegui falar com ela em nenhum momento, ela pareceu fingir que eu não existo ou algo do tipo. Eu até perguntei a Dinah e a Normani se eu tinha feito algo pra que ela ficasse chateada e as meninas disseram que não sabiam. É injusto ela parar de falar comigo sem me dá explicações, eu queria saber o que eu tinha feito pelo menos para pedir desculpas, mas ela não quis falar comigo na escola.

Então assim que cheguei em casa mandei mensagem pra ela e a mesma me ignorou, então tentei ligar mas ela também não atendeu minhas ligações e isso me deixou extremamente mal. Eu fiz algo de errado, mas não sei o que e parece que nem vou descobrir se depender da Lauren. Logo agora que eu estava me tornando amiga dela eu vou e estrago tudo como sempre. No entanto, se ela quer assim então eu vou deixa-la em paz, se ela quiser falar comigo ela que me procure.

Lauren Jauregui point Of view

Depois do beijo que a Camila me deu eu me senti muito confusa e estranha, pra falar a verdade, eu nem sei o que eu senti. Quando eu voltei pra casa na quinta-feira eu decidi que iria ignora-la, pois eu queria me afastar pra não me sentir confusa de novo, já tem tanta coisa acontecendo na minha vida eu não preciso arrumar mais confusão. Eu gostei do beijo e isso foi o que mais me incomodou, pois na outra vez que eu fiquei com uma menina eu não senti nada, foi uma brincadeira boba e eu tinha 14 anos. Eu não sei se Camila me beijou porque eu disse que já tinha beijado outra menina e ela achou que poderia me beijar, eu nem faço ideia do porque ela tenha feito isso, talvez tenha sido culpa da bebida, mas se ela fez isso bêbada ela pode tentar outras vezes. Não posso nem imaginar o que acontecerá se minha mãe descobrir que eu beijei uma menina. É melhor me afastar dela assim evita esse tipo de situação.

Sexta-feira na escola eu ignorei Camila o dia inteiro, eu fiz questão de deixar claro que não queria falar com ela, porém quando eu cheguei em casa ela ainda tentou falar comigo por telefone, mas eu voltei a ignora-la. Eu não vou dar o braço a torcer. Uma hora ela vai entender que eu não quero falar com ela.

De tarde eu mandei um sms para o Harry pedindo pra que ele me ajude a entregar as pizzas já que ainda estou sem moto e não quero ajuda de camila, ele concordou e marcou de passar na minha casa pra me buscar as oitos. Ele tem carro e é bem melhor do que entregar de bicicleta.

As oito em ponto escuto a buzina do carro do lado de fora, me despeço dos meus irmãos e saio de casa. A caminhonete velha esta estacionada em frente a minha casa e eu posso ver harry bater a ponta dos dedos sobre o volante, ele sorri pra mim assim que me ver e então eu vou até a caminhonete e entro no lado do carona.

- vamos entregar pizzas – ele grita jogando a cabeça pra trás me fazendo rir

- a minha chefe não pode saber – falo espremendo meu rosto quase fechando os olhos.

- ela não vai saber – ele diz dando partida no carro – você pega as entregas e me encontra no final da rua, vou estar lá estacionado – ele fala enquanto eu olho pela janela.

Nós passamos a noite toda entregando pizzas e a minha chefe nem desconfiou de que harry estava me ajudando, eu disse que estava entregando de bicicleta e que a bicicleta estava na parte de trás da pizzaria. Talvez ela saiba que eu estou tendo ajuda de alguém, mas esta se fingindo de cega pra me ajudar, ela sabe que preciso do emprego.

A noite foi bem divertida, harry ligou o radio alguns vezes pra gente cantar algumas musicas enquanto dirigia pela cidade, ele é um cara extremamente divertido e sua alegria as vezes é contagiante. Eu decidi não contar pra ele o porque de ter parado de falar com a camila, nem contei também o que aconteceu depois da festa e ele também não se importou de saber. Ele respeitou o meu silencio e eu apreciei isso.

Já por volta das uma da manhã, harry e eu terminamos de entregar as pizzas, mas ambos queríamos continuar a noite. Ele parou numa loja de conveniência e comprou algumas garrafas de cervejas, biscoitos e um maço de cigarro.

- como conseguiu comprar isso? – pergunto ao ver o maço de cigarro dentro de uma das sacolas

- identidade falsa – ele diz dando de ombros e dando partida no carro – vou buscar o Louis, algum problema pra você?

- não – respondo colocando as sacolas no banco de trás do carro. Começa a tocar amy winehouse na rádio e Harry começa a cantarolar alto. Eu decido acompanha-lo e então nós dois parecemos malucos cantarolando dentro do carro.

Depois de alguns minutos o carro para em frente a uma casa e já na porta um menino de cabelos caídos na cara está parado em pé com as mãos dentro do bolso da calça que está vestindo, harry acena pra ele e ele entra na parte de trás do carro. É o mesmo menino que harry ficou noite passada.

- e ai? – ele diz pra mim colocando seu corpo sobre o banco da frente – o que tem na sacola? – o moreno pergunta assim que seus olhos param na sacola de plástico no meu colo

- bebidas e biscoitos – harry responde ligando o carro e pegando a estrada

- pra onde vamos? – pergunto curiosa

- pra montanha – harry diz e vira o rosto rapidamente pra me olhar

Nós levamos alguns minutos até chegar nessa tal montanha. A estrada que leva até o topo da montanha que fica na entrada da cidade é de terra e bem estreita. Harry para o carro já no topo e desce do carro acompanho do menino chamado Louis. Me sinto um pouco receosa de descer do carro e ir até os meninos. Observo eles se abraçarem perto da ponta da montanha e olharem pro horizonte, harry ver que ainda estou dentro do carro e me grita. Saio do carro carregando a sacola e sinto a brisa gelada tocar meu rosto, os faróis do carro ilumina o chão de terra misturado com capim e o resto da montanha está escuro. Me aproximo do casal abraçado e sinto um frio na barriga ao notar toda a cidade lá em baixo, como se fosse uma miniatura brilhante que eu pudesse botar nos braços.

- vou pegar um pano, esperem aqui – harry diz soltando Louis e indo até o carro pegar um pano que estava na parte de trás da caminhonete. Ele coloca o pano no chão e se senta nos convidando.

- estou de vela – debocho colocando a sacola no meio da gente

- ainda não – o menino que está com harry diz.

- ainda – harry repetiu a palavra num tom debochado.

Tiro as garrafas de dentro da sacola e entrego uma pra cada um. Harry usa um abridor que esta preso na sua chave, nós fazemos um brinde e começamos a beber. A sensação de liberdade é gritando aqui do topo da cidade, todas aquelas casinhas lá em baixo, todas aquelas luzes, tudo tão longe e ao mesmo tempo tão perto. Eu estava precisando de um momento como esse, de paz, de relaxamento, de me sentir livre e bem.

- comprei cigarros – harry diz revirando a sacola atrás do maço. Ele tira abrindo e entregando um pro louis.

- eu trouxe o isqueiro – louis diz se esforçando pra sua mão consegui alcançar o isqueiro dentro da sua calça apertada. Assisto a cena dando goles na minha bebida, harry coloca o cigarro entre os labios, acende o isqueiro aproximando do cigarro e o acendendo. 

- aceita um – harry diz após soprar a fumaça no ar e segurar o cigarro entre os dedos.

- isso faz mal – falo e vejo ele revirar os olhos olhando em seguida para Louis

- disso a gente já sabe – ele responde e me ergue o cigarro sem tirar os olhos de mim – experimenta

- não obrigado – respondo e dou um gole na minha bebida pra disfarçar minha inquietação

- ela não quer Harry, não insisti – Louis diz puxando o braço de harry. O cabeludo leva o cigarro a boca novamente e puxa o ar deixando a ponta do cigarro mais acesa. Ele tira o cigarro da boca segurando o mesmo entre os dedos indicador e do meio. Ele prende o ar e puxa o rosto de louis com a mão livre e aproxima a sua boca da dele soprando a fumaça dentro da boca do Louis. O cabeludo se afasta em seguida e o Louis faz o mesmo assoprando a fumaça no ar. Me sinto constrangida e desvio meu olhar dos dois dando um gole na bebida novamente.

Enquanto eu olho para a cidade lá em baixo sinto um frio na barriga e me lembro que senti a mesma coisa quando beijei camila. Talvez o fato de ver os dois meninos do meu lado sendo livres e felizes sem se importar que são do mesmo sexo faz eu perceber que eu também posso ser feliz e livre com uma menina, óbvio que irei sofrer preconceitos mas se for recíproco vale a pena.

Então minha mente vira uma repleta bagunça e eu bebo o resto da minha bebida e me levanto de pressa. Eu preciso ir pra casa e parar de pensar nisso, parar de pensar em camila, eu decidi que não vou mais falar com ela e isso que eu vou fazer.

- o que foi? – harry pergunta ao me ver levantar

- quero ir pra casa – respondo e jogo a garrafa no chão – podem ficar ai, eu vou a pé

- não que isso, é longe pra ir a pé eu vou com você – harry diz levantando e louis faz o mesmo pegando as coisas do chão

- eu não quero estragar o momento de vocês – respondo enfiando as mãos no bolso da calça

- a gente entendeu, você esta desconfortável por que esta de vela – harry ri e joga o cigarro no chão pisando encima – me desculpa, eu não pensei que fosse se incomodar

- não são vocês que estão me incomodando – respondo e desvio o olhar para a caminhonete velha

- é o que então? – harry pergunta e anda em direção ao carro – se você quiser contar sou todo ouvidos – ele abre a parte de trás da caminhonete e louis coloca as coisas dentro

- eu estou confusa – mordo o lábio de baixo com um pouco de receio em contar a harry – eu beijei a camila – harry e louis se encaram assustado – quer dizer – me embolo pra falar e gagueijo – ela me beijou e agora esta tudo confuso na minha cabeça

- essa "fase" é ruim – louis diz e cruza os braços a frente do peito – mas vai passar

- que fase? – pergunto confusa caminhando pra perto deles

- você está se descobrindo – harry responde franzindo a testa – a gente pode conversar com você sobre isso – ele balança a mão no ar indicando pra entrarmos na caminhonete.

Então meu telefone toca e eu tiro do bolso da calça olhando o visor que tem um numero restrito, no mesmo momento meu corpo gela e eu sinto minha respiração travar, atendo já sabendo que poderia ser ele.

- alô – falo com a voz meio falha

- achou que eu tinha me esquecido de você? – aquela voz das outras ligações falou e eu senti meu corpo travar. Era ele de novo, o mesmo cara que matou meu pai e que quer fazer da minha vida um inferno.


Notas Finais


gente desculpa a demora, eu sei que é horrivel esperar cap novo. Enfim, espero q tenham gostado do cap, comentem p saber sei lá. Eu irei viajar entao eu nao sei quando irei postar cap novo. Então voces vao ficar mais um tempinho sem cap, me desculpem e obrigado pelo quase 100 favs e quase 5 mil exibições. Amo vcs.


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