História The Music of Love - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Eddsworld
Personagens Edd, Eduardo, Jon, Mark, Matt, Patryk, Paul ter Voorde, Personagens Originais, Tom, Tord
Visualizações 108
Palavras 1.172
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Comédia, Hentai, Lemon, Musical (Songfic), Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - 2 - Máfia Larsson


Três dias ja haviam se passado e o dia amanhecia novamente, dando a Tom o desprazer de interromper seu sono para treinar a banda The Red Soul.

- Maravilha - Ironizou ainda sonolento, coçando sua barriga nua.

Ele abriu seu guarda-roupas e viu seu baixo no fundo, por trás de suas roupas, ele manteu o foco no instrumento, com as cordas de aço ja desfiadas e meio empoeirado. Ele costumava dar Bom dia a Susan todos os dias. Como ele queria voltar a tocar, Tom deu um suspiro, pegou sua roupa, colocou as lentes nos olhos, e foi rumo ao condomínio.

Tudo estava normal quando chegou, o porteiro como sempre o saudou um bom dia, mas quando pisou no estúdio, deu meia volta ouvindo um barulho que se assemelhava a um tiro vindo do apartamento de Tord.

Tom correu para lá se encontrando Paul e Patryck ao lado de Tord - que segurava a arma apontando para um rapaz, seu aprendiz mantinha um olhar frio, e logo atrás havia um homem ele possuía um sorriso famíliar mas ao mesmo tempo aterrorizante para Tom, pronto para sair colocou um pé atrás e escorregou caindo ao chão e atraindo as atenções a ele.

- T-Tom. - Tord arregalou os olhos.

- Tord não perca tempo. - O adolescente estava estático olhando Tom, o desconhecido puxou a arma da mão de Tord que correu pegando a mão de Tom o levando para o estúdio.

- Que Merda foi aquela? - Tom perguntou cruzando os braços.

- Calma - O menor tentou acalmar o maior que parecia mais bravo do que assustado. - Eu vou te explicar.

- Que bom - Tom começou a andar de um lado para o outro - Porque eu não estou entendendo merdas.

- Dá pra você ficar quieto? - Tord estava impaciente, Tom parou olhando em seus olhos - Se acalma. - Tom bufou.

- Explica Tord.

- Bom, - Tord coça o pescoço deixando Tom mais bravo ainda. - Máfia. - O maior o olhou confuso. - Máfia é a resposta. Eu faço parte da Máfia Larsson.

- M-Máfia Larsson? - Tom arregalou os olhos - Uma das piores Máfias do País? - Deu ênfase no país. - Onde eu fui me meter? E aqueles caras?

- O atrás de mim é Steve o chefe. E o que... que eu iria matar devia dinheiro a ele.

- Meu Deus. - Tom estava incrédulo, outro tiro foi disparado de longe, o homem com certeza havia morrido. - Puta merda!

Merda! - Tord bagunçou os cabelos - Eu juro que não vou fazer nada com você, nem eles, mas não conta nada a ninguém, por favor. - Tord suplicou - Pode - Tord falou essa palavra em um suspiro, como se fosse muito difícil deixá-la escapar de sua boca. - Pode ir embora - Olhou para o chão - se quiser mas, não fale nada ou eles vão atrás de você, de sua família, seus amigos. Eu não quero isso - Olhou em seus olhos. - nem pra você e nem pra mim. Quero sair fora, sair da Máfia, não com aquele dinheiro sujo, mas com o próprio dinheiro que eu ganharia na competição. Mas, se isso significa arriscar a vida de alguém, eu desisto dessa idéia.

- Eu não vou embora. - Tom falou. -Vou te ajudar nessa. - Os olhos de Tord brilharam, sua boca se abrira - Mas, você vai sair - O maior apontou para o menor - E isso não é um pedido. - O menor afirmou com a cabeça.

Depois de ter esclarecido a história para o chefe da Máfia, Tom ensinou a banda a tocar como se nada tivesse acontecido e logo chegou a noite, Tom precisava ir para casa se despediu dos adolecentes e montou em sua moto indo direto a sua casa.

Sentado em sua cama, Tom apoiou-se em seus braços olhando ao teto, sentiu um leve incômodo na mão fraturada mas ignorou-a, pensando em tudo que aconteceu no dia, o celular ao seu lado vibrou anunciando uma mensagem.

Tord o pedia para não ir essa semana ao estúdio.

Tom se perguntava porque, mas resolveu não perguntar.

Dois dias haviam se passado e em uma volta de moto pela cidade ouviu gritos que se assemelhavam a voz de Tord no apartamento dos adolescente. Tom preocupado resolveu entrar no condomínio.

Ele entrou no apartamento, e no mesmo lugar onde ocorreu os tiros Tord era segurado por um segurança e o chefe da gangue gritava com ele.

- TODA VEZ, QUE ME CHAMAR PELO NOME NOVAMENTE EU VOU TE BATER CADA VEZ MAIS, ATÉ VOCÊ APRENDER A ME CHAMAR DE PAI. - O homem fechou o punho - E você vai chamar - Pronto para dar um soco no menor, Tom segurou seu braço. - O que pensa que está fazendo? - O desconhecido perguntou com a mesma fúria de Tom nos olhos. Ver aquilo com certeza deixou Tom possesso, ele não sabia o porque mas ele sentia uma grande raiva dentro dele.

- Não acha uma covardia, bater no garoto que é aparente que seja menor e mais fraco que você, com seguranças o segurando? - Tom perguntou segurando fortemente o pulso do homem.

- Sabe quem eu sou? - Steve perguntou entre os dentes. - E Tord não é tão fraco quanto aparenta ser. -Deu um sorriso.

- Você é um chefe de Máfia, que se acha e não faz merda nenhuma, só se esconde atrás dos seguranças. - Tom soltou o homem não tirando os olhos dele.

- Você é corajoso. - Disse Steve sério - Soltem Tord, dessa vez deixarei livre, mas caso você atrapalhe a minha educação com meu filho... - Foi interrompido por Tord.

- Eu não sou seu filho. - Tord falou pausadamente, fazendo o chefe fechar o punho e ranger os dentes.

- ... Isso não passará. - Tord foi solto e Tom o puxou pelo braço pra fora daquela sala.

- Não faça isso de novo. -  Tord o pediu - Nunca mais Tom.

- Ah, você queria o que? - O maior Perguntou  - Que eu ouvisse seus gritos e não fizesse nada?

- Na verdade sim. - Tord falou sério - Eu não preciso que você me proteja ou algo assim, eu sei me cuidar.

- Você estava sendo praticamente espancado - A paciência de Tom se esgotava - e você não precisa de proteção. - Ironizou.

- Não. Eu não preciso.

- Pois bem. - Tom cruzou os braços - Quando você estiver sendo repreendido pelo papai - Deu um sorriso irônico - Você me avisa pra mim não atrapalhar.

- Ele não é o meu pai. - Tord falou entre os dentes.

- Não foi isso que eu ouvi da boca dele.

- E o que você tem haver com isso? Cuida da sua vida Tom.

- Tô indo cuidar dela. Tchau. -Tom estava saindo. - Ah, Senhor Idependente tem sangue na sua boca. - Tom deixou Tord naquela sala sozinho, eles refletiam no que eles falavam, apesar de não parecer Tom entendia Tord mais do que ele pensava.


Notas Finais


Confira Isabella Lunnes (@IGray_Queen): https://twitter.com/IGray_Queen?s=09

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