História The need - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Monjin, Namjin, Vhope
Exibições 114
Palavras 3.023
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Aeeee genteee! Então, sim, eu tinha postado uma segunda e nova versão dessa fic e sim, eu apaguei ela ;-; psé, gente, é que assim, eu sou extremamente indecisa, e hoje à tarde, quando o Spirit apagou a minha fic texting, eu meio que pensei melhor e decidi que vou insistir NESSA, mesmo que eu não tenha tantos favoritos, quero reconquistar tudo o que tinha e vou começar aos pouquinhos, sem pressa ;-)
Boa leitura e perdão!

Capítulo 7 - Cio, foco e um Kim Namjoon suado - parte 1


Espreguicei-me pela terceira ou quarta vez em menos de cinco minutos; meus olhos seguiam o reflexo de um Seokjin bem vestido no espelho, trajando um terno bonito e elegante, os cabelos castanhos perfeitamente arrumados, revelando uma imagem minha arrumada demais pro meu gosto. Meu semblante era de tédio total, eu só queria estar em qualquer lugar que não fosse em casa me preparando para a festa que vai ocorrer daqui à uma hora. 

- Hora de te maquiar, hyung! - Tae chegou perto de mim com seu super quite de maquiagem nas mãos - literalmente super né, tinha até batom ali dentro -, acompanhado do típico sorriso quadrado; ele estava bonito também, na verdade, como sempre. Seus cabelos estavam bem arrumados, de um jeito mais despojado que caia muito bem em sí, sua roupa era um pouco mais casual que a minha, mas não deixava de ser elegante, a maquiagem já havia sido passada, leve, apenas um fino delineado e a base. 

- Nossa, 'tá todo bonito, isso é porque não queria vir... - comentei risonho levando um tapa de leve dele; Digamos que meu pai não gosta muito do Tae e o próprio Taehyung não queria vir - depois do dia em que ele e Hoseok finalmente conversaram, Hobi acabou descobrindo que seu namorado estava de fato grávido, resultado: cavalo gritando "eu vou ser pai" pro universo escutar. Pois é cavalo, seje menos.

Tive que pedir com jeitinho para que ambos os lados aceitassem e esse garoto pudesse vir também, porque esse traíra do alien queria ficar com o, agora, pai do filho dele e me deixar sozinho, ainda mais sabendo que estou sendo estritamente obrigado à servir de acompanhante pra girafa. 

- Fica quieto, hyung, senão borro sua maquiagem de propósito. - reclamou com um biquinho fofo nos lábios; apertei suas bochechas entre minhas mãos e ele fez uma careta monstruosa antes de se soltar, me mandando sentar na cama. Eu o fiz. 

Olha, eu queria muito, tipo, muito mesmo rir da cara de concentrado que o menor fazia ao me maquiar, se ele já tinha cara de lesado normalmente daquele jeito então só deus na causa. 

- Não precisa de muito, Tae. - reclamei apertando um dos olhos. O garoto simplesmente me ignorou e continuou seu serviço na mesma concentração, parecia que nem havia me escutado de fato. Aish! Pirralho abusado. Se passou algum tempo, cerca de dez minutos até que enfim, eu me visse livre daquela tortura; entendam, eu não costumo usar maquiagem com frequência, não preciso disso, sou lindo naturalmente, por isso pareço mais impaciente que o normal quando esse muleque dava pra ter esses ataques de "deixa eu te maquiar, hyung". 

Suspirei e levantei-me, indo até o espelho à fim de ver o resultado daquilo tudo. 

- Aposto que nem fez tanta diferença ass... - minha fala mal saiu no momento seguinte, vulgo quando meus olhos encontraram a face maquiada e incrivelmente mais bonita no reflexo; não era nada de muito grande, mas eu podia ver que haviam truques dos mais simples aos mais complexos ali. É, parece que Taehyung tem melhorado bastante nos paranuê das maquiagem. 

- O que você ia dizer, hyung? - um sorrisinho convencido brotou em seus lábios. Revirei os olhos e me permiti soltar um pequeno riso, bagunçando um pouco meus cabelos e os deixando com um ar menos arrumado e mais charmoso. 

- Perfeito. - balbuciei; ah, qual é, mesmo que eu não estivesse nem um pouco à fim de descer pra aquela merda de festa, era mais do que óbvio que tinha que prezar por minha beleza destruidora de corações. - Já está na hora? - perguntei. 

- Ainda não, hyung. Faltam vinte minutos. - respondeu olhando em seu celular. Bufei baixinho, eu não queria realmente descer, mas se era para faze-lo, é melhor ser logo, não? Sim. 

Suspirei, para só então, acenar com a cabeça para que Tae seguisse à minha frente; óbvio que o lezado demorou uns bons trinta segundos - sim, é muito tempo pra minha pessoa -, para enfim entender o que eu quis dizer. 

O garoto assentiu apressado quando captou a mensagem, e então, seguiu o em direção às escadas, descendo lentamente - lê-se rebolando da forma mais gay possível -, os degraus. 

Eu fui descendo também atrás dele, sendo obrigado à ver aquela bunda seca se mexendo pra lá e pra cá, como se fosse uma visão muito bonita de se admirar, o que só piorou ainda mais quando ele chegou lá embaixo, mandando um beijo no ar como se de fato estivesse desfilando. Eu hein, só Hoseok pra aguentar uma bicha dessas mesmo.

Balancei a cabeça de um lado para o outro, prosseguindo com meus passos até estar lado a lado com o mais novo; olha, devo dizer, o estrupicio girafa Kim, vulgo Namjoon, tem um ótimo gosto para esse tipo de coisa. Sim, foi ele quem decorou toda a festa, e inclusive, escolheu os comes e bebes sozinho; se é uma pessoa em quem eu descobri que meu pai confia cem por cento, é em Namjoon, tanto que como pode-se perceber, ele nem ao menos se deu ao trabalho de contratar alguém especialista nesse tipo de serviço, simplesmente colocou o meu... "noivo" pra coordenar cada detalhe da festa. 

Dei de ombros tentando ignorar ons tons de cores intensas e quentes as quais faziam parte da decoração, realmente, estava tudo bonito, mas eu não iria admitir isso nem fodendo - por mais que seja difícil ignorar aquilo tudo. Haviam poucas pessoas ainda, afinal, todos os convidados - ou quase todos -, costumavam chegar depois do horário, era algo meio estranho vindo de executivos tão importantes, porém isso pouco me importa. 

Fui andando até a cozinha com Tae ainda me acompanhando; como esperado, o local estava lotado de garçons e cozinheiros contratados, quase não se tinha espaço para "transitar" por ali. 

Segurei o alien pela mão por puro instinto quando nos infiltramos no meio daquela bagunça toda - não, eu não sou retardado, apenas estou procurando uma coisa. 

- Hyung! Por que estamos aqui? - Taehyung reclamou desviando de uma provável cotovelada de um dos caras que cozinhavam - vale lembrar que eles faziam isso no fogão da minha mãe, o santo e sagrado fogão da minha mãe. 

- Eu quero checar uma coisa. - balbuciei. Quando enfim cheguei onde queria, avistei minhas tão queridas bebidas ali, em cima do balcão chamando por mim; olha só, não estou exagerando, sendo filho do Sr. Bon Hwa, eu só podia beber em algumas festas e olhe lá, e cá entre nós, às vezes a gente só quer encher a cara até cair. 

- Ahh, não, hyung. - o dongsaeng puxou meu braço com um biquinho nos lábios. - Você não vai começar à beber agora, nem sequer começou a festa ainda, quer ficar bêbado agora? - suspirei olhando-o pelo canto do olho. Ok, beber agora não seria mesmo uma boa opção, afinal, além de haver muitas "testemunhas" do que eu poderia fazer quando estou bêbado presentes na festa, ainda tinha o meu pai que parecia ter olhos até nas costas, e eu com certeza não iria querer receber uma bronca dele novamente. 

- Aish... - reclamei, puxando Tae de volta para a sala; sinceramente, essa porra já começou ruim, não quero nem ver quando os amigos do meu pai chegarem, porque cerca de oitenta por cento deles são velhos chatos que não sabem falar de nenhum outro assunto à não ser trabalho. 

O movimento já estava maior quando voltamos ao cômodo, algumas pessoas estavam sentadas no sofá e outras de pé mesmo conversando com funcionários da empresa, o Sr. Kim provavelmente não havia chegado ainda e a minha mãe deveria estar lá cima arrumando o Jungkook, então não tinha muito o que se fazer. Sentei-me no sofá - lê-se quase deitando -, e puxei o mais novo para meu colo calmamente; sim, pode soar estranho deixar Taehyung sentar no meu colo e dependendo do ponto vista, acaba tenho um ar malicioso também, porém, pra nós é normal, inevitavelmente eu desenvolvi durante os anos em que a gente se conhece, a mania de trata-lo como um irmão mais novo, ou seja, certas coisas simplesmente viraram rotina tanto para mim quanto para ele. 

Taehyung se aconchegou melhor e enrroscou um dos braços em meu pescoço, jogando suas pernas em cima das minhas; fiz um biquinho fingindo estar irritado por sua folga e ele apenas riu, empurrando levemente meu ombro. 

- Hyung... - ouvi sua voz baixa dizer quase num murmúrio enquanto olhava em volta, o que acabou por atrair minha atenção também. Algumas pessoas que passavam pra lá e pra cá olhavam para nós com estranheza, principalmente os velhotes que muito provavelmente sabiam do meu noivado - meu pai é um fofoqueiro -, algumas, vulgo as recepcionistas com carinha de bolacha, tinham os olhos brilhantes e um sorriso digno de uma fujoshi no rosto, pra mim não era nada demais, porém, o mais novo ainda se sentia um tanto constrangido com os olhares voltados à sí, mesmo não sendo nenhum pouco tímido. 

- Não se preocupe, Tae, não estamos fazendo nada de errado. - o garoto me olhou por alguns segundos, mas depois somente assentiu e esboçou um leve sorriso antes de apoiar sua cabeça em meu ombro.  

Posso dizer que ficamos um bom tempo na mesma posição conversando sobre besteiras do dia a dia, a festa já havia começado à alguns minutos e o anfitrião dela ainda não estava presente, o que não impediu os garçons de começarem à servir os aperitivos iniciais, já que o número de gente havia duplicado. 

- Hyung, as pessoas estão olhando mais agora... - o menino disse encolhendo-se instantaneamente. Realmente, mesmo que eu não dê a mínima pro que essas pessoas pensam, sentia um olhar me queimando, não sabia de quem era, mas parecia intenso, na verdade, parecia ser de um alfa, já que meus sentidos são bem aguçados pra esse tipo de coisa; engoli à seco, apertando Taehyung entre meus braços, merda, eu estava me sentindo intimidado, é isso mesmo? 

Rapidamente, olhei em volta à fim de encontrar quem era o ser que estava exercendo tamanho desconforto sobre mim somente com o olhar. Minhas orbes se arregalaram de imediato assim que fixaram-se na figura alta e séria próximo ao outro sofá do outro lado da sala; seus olhos escuros agora tomavam uma chama intensa, dourada, um amarelado vivo, os cabelos louros estavam penteados em um topete elegante que lhe dava um ar másculo, os lábios se encontravam entreabertos, seu terno era mais despojado, ele não usava gravata, além do que sua camisa social estava com aproximadamente três botões abertos, dando uma visão não muito ampla, porém, o suficiente de sua pele amorenada.

Eu juro que não quis reparar em cada centímetro de seu corpo, juro de dedinho, mas acontece que tinha algo diferente ali, eu não só estava vidrado em seu olhar ameaçador e perigosamente quente, como também no cheiro extremamente delicioso que emanava de sí; por mais que eu odiasse admitir, Kim Namjoon sempre teve um cheiro gostoso e agradável, no entanto, agora o aroma forte e altamente atrativo estava muito mais intenso e evidente do que o normal, era como se com uma só piscada ele conseguísse me fazer ficar totalmente submisso à sí. 

Balancei a cabeça de um lado para o outro na tentativa de expulsar esses pensamentos idiotas, desviei meu olhar para qualquer canto dali, só não podia continuar olhando pra ele daquele modo

- Jin hyung, tudo bem? - Tae questionou com um semblante confuso; assenti automaticamente, não conseguia dizer nada coerente, de repente, foi como se aquele odor estivesse mexido com minha mente e com o meu corpo, sentia um calor estranho subir por meu estômago, queimando por minha pele de maneira à me deixar suando, nervoso. 'Mas que porra é essa?' pensei, dando dois tapinhas na coxa da criança em meu colo para que ele saísse, este que simplesmente rolou para o lado até estar sentado. Sério, eu não estava entendendo nada, mina mente se encontrava um verdadeiro caos. Agora minha casa já estava lotada de gente, haviam desde funcionárias putianes até os mais legaiszinhos e gente boa;

Ah, cara, como eu queria não estar quase fritando dentro dessa roupa. 

As coisas começaram à ficar mais e mais complicadas, nem precisava mais olhar para a girafa, só a sua temperatura já podia ser sentida por mim daqui, mesmo que estivéssemos "longe" pra esse tipo de sensação. Apertei meus olhos fortemente e num impulso, levantei-me rapidamente dali, precisava urgentemente de um banheiro, melhor, precisava de qualquer coisa parecida com água que pudesse me refrescar naquela fervura toda. 

- Tae, eu vou... Vou no banheiro, me espere aqui, sim? - o mais baixo concordou com a cabeça e então saí sali à passos apressadissimos, suspirando pesadamente conforme ia afastando os convidados para abrir caminho; por que essa porra de cheiro parece não se afastar? merda!

Me senti um homem abençoado e aliviado quando avistei a porta cor de creme do banheiro; segui como um flash pra lá, toquei a maçaneta levemente, pronto à abrir a porta, no entanto, meus músculos congelaram no momento em que senti uma respiração calma contra minha nuca; posso garantir que tive de prender minha respiração para não desabar ali mesmo diante daquele aroma inebriante, era tão forte que eu chegava à ficar zonzo, incapaz de distinguir as coisas. 

O corpo mais alto que o meu colou-se por completo em mim, transferindo um calor ainda mais sufocante de seu peitoral suficientemente definido; puta que o pariu... Não pode ser isso... Não pode... O Kim está... no cio? 

Tremi diante dessa hipótese, ao contrário do que muitas pessoas pensam, não são somente os ômegas à ficarem no cio e sofrerem todas aquelas dores e sensações incômodas, os alfas também tem seu período de "quero sexo", claro, isso acontece com menos frequência com eles, fora que podem ter um controle quase que absoluto em relação à excitação e à atração que outros ômegas tendem à ter por sí; basicamente, eles podem apenas focar em um ômega no cio, digo, escolher um para que esse um exclusivamente tenha sobre sí o peso de satisfaze-lo; injusto? Óbvio! Mas não podemos fazer absolutamente nada, na verdade, se eles não focarem em um só ômega, são bem capazes de passarem o cio só, sendo que a temperatura de seus corpos esquenta cinco vezes mais que o dos ômegas, conclusão: se eles não focarem, uma febre extremamente alta lhes atinge e acabam por ficarem quase à beira da morte. 

- Por... Por que está fugindo de mim, Seokjin? - perguntou, a voz rouca soando de maneira sussurrada muito próximo ao meu ouvido. Eu quis gemer quando sua mão quente tocou minha cintura, meu corpo parecia estar literalmente pegando fogo. 

- Você... V-você focou... n-não é? - engoli a saliva respirando fundo para não mover minha mão até sua nuca, ou até qualquer parte de seu corpo. - V-você focou... Em mim... - pois é; estava meio na cara o que ele havia feito.

- Sim... - sussurrou de volta. Meu deus, cara... Ele não pode ter feito isso. 

Minhas mãos se fecharam em punhos e eu quis socar a cara desse imbecil. Tá, ok, ele é o meu noivo mas porra, isso não passa de um casamento arranjado, não temos qualquer relação afetiva. 

- Seu Idiota... - xinguei meio mole, pois agora suas duas mãos apertavam minha cintura com força, transmitindo toda a sua energia da forma mais lasciva possível. Eu não estava nervoso porque ia ter que transar com ele - só porque ele focou em mim não quer dizer que eu sou obrigado propriamente à fazer sexo consigo -, o fato é que agora, tudo o que esse indivíduo sentir relacionado ao cio, eu vou sentir também, o calor, o suor, a excitação... Tudo. 

- Eu não podia fazer isso com outra pessoa... Seu pai mataria se descobrisse... - senti seu nariz enterrar-se em meus cabelos cheirando-os com vontade, suas mãos apertaram ainda mais minha pele, deixando-a com prováveis marcas de seus dedos longos. Meu corpo sequer me obedecia mais, porque em minha mente, numa pequena parte aonde eu ainda conseguia raciocinar, aonde o cheiro filho da puta ainda não havia chegado, eu desejava afasta-lo, sair dali de uma vez, mas... O que o desgraçado fez no momento seguinte não ajudou muito. 

Uma de suas mãos soltou-se de minha cintura e dirigiu-se até meu abdômen, apertando-o e consequentemente me trazendo para trás; senti algo duro cutucando entre minhas nádegas, sabia bem o que era mas não queria pensar nisso... Eu não podia, não...

- N-não para... E-eu não quero... - tentei tirar suas mãos mas fora inútil, ele apenas pressionou mais forte, me fazendo sentir com mais afinco sua ereção. 

- Você quer sim... Está ficando tão quente aqui atrás... - corei igual à um pimentão; eu sabia que aquela área estava esquentando, e sabia o que significava também. 

Apertei minhas mãos contra a parede crespa, sentindo-o começar à mexer seu quadril contra o meu; merda, aquilo era malditamente excitante, a cada movimento que ele realizava, eu me sentia ainda mais quente, sufocante. 

Raspei minhas palmas contra a parede sofregamente, ele pressionava mais duro agora, me obrigando à rebolar junto à sí. 

Porra, caralho, merda, está quase saindo. 

- A-ah... Jin... - encostei minha testa à parede, eu... Não podia, não queria ser um escravo sexual para Namjoon, as coisas já estavam passando dos limites, não ia me submeter aos seus desejos, seria uma ferida muito grande para o meu orgulho, por mais que aquilo fosse bom não podia e não iria me permitir desfruta-lo... Ah, nem fodendo. 

Grunhi bruscamente e num único golpe corajoso, empurrei-o para longe; minha respiração estava falha, ofegante, ainda sentia meu sangue ferver intensamente, correndo por minhas veias numa velocidade absurda; maldito Kim! 

- Você não vai me usar, Namjoon. - brandei nervosamente. - Nunca, ouviu bem? Nunca mais encoste em mim! - empurrei-o propositalmente com um dos ombros quando estava saindo. Não podia deixa-lo fazer esse tipo de coisa, Kim Namjoon não vai encostar no meu corpo!


Continua... 



Notas Finais


Então... Gostaram, seus lindos? Se sim, comentem! Beijinhos da tia sweet, amores!
PS: tenho uma surpresinha pra vocês, aguardem! 💕😘😘😘💕


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