História The Network of Murders - Camren - Capítulo 4


Escrita por: ~ e ~Blueynha

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camila Cabello, Camren, Lauren Jauregui
Exibições 127
Palavras 1.010
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, FemmeSlash, Orange, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oii ^-^ Boa Leitura.

Capítulo 4 - -The beginning of the end


Lauren POV

 

-Está pronta menina? Seus pais estão á sua espera. –Rosy lembrou. Estava no nosso lugar favorito na casa, porque ninguém nos encontrava, com exceção de Rosy, que nos levava comida.

Ela falava que nesse lugar tudo poderia acontecer. O céu poderia encostar na terra, a lua viraria queijo, e todo os nossos sonhos se tornariam realidade. Em cima desse telhado velho e acabado, vivemos experiências maravilhosas, contamos coisas uma para a outra.

-Obrigado Rosy, pode ir eu já te encontro. –agradeci sem olhar nos seus olhos. Ouvi a portinha do telhado fechar. –Tay, minha pandinha, eu sei que você não se matou. Era tão animada, a mais espontânea da família. Poxa, um dia antes você estava tão feliz por conseguir o papel desejado na aula de literatura, dançou, brincou... Como pode ter se matado pequena? Você levou tudo que essa família tinha de bom, a serenidade, a felicidade, o companheirismo. Nada será a mesma coisa. Eu sei que você não seria capaz, eu tenho fé. Vou descobrir que fez isso com você, quem fez todos acreditarem que você tinha problemas, não vai ficar assim viu? Te amo panda.

Desci as escadas do telhado e refiz todo o caminho para a sala de estar. Todos me aguardavam.

-Que bom, achei que tinha morrido no quarto. –minha mãe falou, pegando sua bolsa no sofá. –Vamos rápido.

Assenti. Coloquei meus óculos de sol, e meus fones. Tudo o que eu menos queria era ouvir a voz de qualquer um dentro daquele carro. O local estava cheio, ela tinha muitas amizades. Fomos para perto do caixão, onde já havia pessoas se despedindo. O caixão se manteve fechado todo o tempo, disseram que seu corpo estava deformado, devido aos meses que demoraram a achar o corpo, e ao enforcamento. Ninguém pode ver seu rosto pela última vez. O padre, o mesmo que a batizou, começou a cerimônia.

 

 Olhei ao redor, muitos rostos desconhecidos por mim. Retirei os óculos, e olhei para o lado, uma mulher me encarava. Certo, estranha. Voltei a prestar atenção. A cerimonia acabou rápido, fui a última a me despedir. Aproximei-me do caixão fechado, e deixei seu colar de estrela. Eu tinha igual, era a metade do qual ela usava.

-Brilhe no céu por todos nós. –coloquei o colar no caixão, e os homens abaixaram.Se foi.

Ia para perto do carro, quando a mesma menina que me encarava segurou minha mãos.

-Meus pêsames pela sua irmã.. –falou baixo, como lamento. –Eu a conheci, ela era uma boa garota. –não me lembro dessa menina lá em casa.

-Você a conheceu? –passei a mão no rosto limpando a lágrima que eu nem sabia que caiu. –De onde? –continuei após me recompor.

-Do clube de literatura que ela participava. –falou. O mesmo que ela havia ganhado o papel.

-Oh, sim.. –assenti. –Vocês eram amigas? –tentei ser educada e forte para não desabar.

-Éramos muito amigas. –deu para ver um pingo de mentira no seu olhar, por isso adoro conversar olhando nos olhos das pessoas. Não iria me importa se ela falasse que eram colegas.

-Lauren, vamos para casa. –meu pai mandou. Senti um calafrio quando ele depositou suas mãos em meus ombros.

-Eu não quero ir para casa agora. –não com você.. completei mentalmente. Recebi um olhar sério em resposta. Ele estava pronto para retrucar quando ela o interrompeu.

-Ela e eu tínhamos combinado de sair pra tomar café. –agradeci-a com o olhar, mesmo odiando gente intrometida, dessa vez valeu a pena. A acompanhei e deixei meu pai lá.

-Nem sei como te agradecer por isso, ficar naquela casa não me faz bem –admiti sem querer, e ela sorriu.

-Eu sei como você pode me agradecer. –alisou os cabelos. –Tomando café comigo.

A encarei. A guria acabou de me conhecer, e já me convida pra um café. Parece que não ler jornal sobre “a garota problema.” Dos Jauregui’s. Não evitei arqueei as sobrancelhas.

-Quer mesmo? –perguntei por garantia. –Dizem que eu não sou uma companhia muito agradável. –ela riu, como se tivesse alguma graça.

-Claro que quero, por que não? –estendeu o abraço, e eu encaixei no dela. –A propósito, meu nome é Camila.

-Muito bem Camila. –sorri, belo nome. –Você sempre convida estranhos pra tomar café com você? –tentei ser gentil, e quebrar o clima de enterro, literalmente. –negou com a cabeça.

-Só as tão bonitas. –mudou a voz para uma mulher sensual. Ri e neguei, queria gargalhar mas deixei quieto. Sorriu de volta e fomos até a sorveteria, conversando e rindo. Uma pessoa que me fez esquecer do lugar que acabei de voltar.

Nos sentamos dentro da cafeteria mesmo. Estava calor, e lá dentro tinha ar-condicionado. Pedi um frappé e ela me acompanhou.

-Então, você não me falou quantos anos tem. –perguntei como quem não quer nada, realmente não querendo.

-Tenho idade para ser uma professora sua. –ri. -22 aninhos. –arqueei as sobrancelhas. –Que foi? Tô’ velha? –me acompanhou na risada.

-Na verdade, achei que fosse mais nova que eu. Não tem aparecia de 22. –tomei um pouco do frappé.

-As aparências enganam não é mesmo? –riu sarcástica.

-Saiba que é mais fácil eu assustar você, do que ao contrario. Dizem que não sou uma boa companhia, muito menos, boa pessoa. –a imitei rindo sarcasticamente. Não vi pânico no seu olhar, isso me impressionou porque a maioria já inventaria desculpas para se afastar.

-Então somos perfeitas uma para a outra. –se debruçou na mesa, mostrando seu decote.

-Belos seios. –me afastei.

-Obrigada. Eu tento. –rimos. –Você tem um papo bacana, mas preciso ir, até agora não almocei.

-Posso te acompanhar? Não estou preparada para ir pra casa. –torci mentalmente para ela deixar. –Não vou incomodar. Prometo.

-Levanta. –riu. –Ia te chamar para almoçar comigo, estava criando coragem. –admitiu. –Vamos?

Fomos andando e conversando assuntos aleatórios. Decorei o caminho para poder voltar, afinal uma hora ou outra eu teria de ir para casa. Paramos em uma casinha simples, dois andares e um jardim bem cuidado.

-É uma bela casa. –elogiei. –Esta de parabéns.

-Sinta-se a vontade, vou preparar o almoço. –saiu. Me sentei no sofá, olhando os inúmeros quadros. Por alguns instantes, talvez horas, Camila me fez esquecer o dia de hoje, o motivo para usar preto.. ela se foi.

-Voltei, tudo bem ai? –perguntou. –Lauren? O que aconteceu?


Notas Finais


Até ^-^


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