História The Network of Murders - Camren - Capítulo 6


Escrita por: ~ e ~Blueynha

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camila Cabello, Camren, Lauren Jauregui
Exibições 72
Palavras 840
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, FemmeSlash, Orange, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Heeeey voltamos!!! Obrigado gente pelos 30 favs tão rapidinho <3

Quem aí está animado pro clipe de Bad Things amanhã? *-*
Boa Leitura :D

Capítulo 6 - - Sea of tears


Lauren POV

Inacreditável. Não falo da minha vida com ninguém, pois realmente acho que ninguém tem nada com isso, mas algo nela me mostrava apoio. Não um apoio materno, ou um apoio de irmã, mas aquele apoio de amiga maloqueira, que te mete na merda, e estende a mão depois de rir muito.

-Café demorado esse seu. –falou meu pai assim que pisei dentro de casa. –Precisamos conversa Lauren.

-Vai conversar, ou me enforcar a cada coisa que eu falar e você não concordar? –me ajeitei em sua frente, respirando tentando não lembrar do episodio de ontem a noite.

-Não, eu prometo. Só... precisamos conversar. O que aconteceu. –suspirou. –Foi minha cabeça quase explodindo, ouvi você dizer que eu não me importava com alguma de vocês duas, é o mesmo do que dizer que fiz péssimo trabalho como seu pai pra você pensar isso. –se aproximou de mim, tocando meus braços. –Não deve esta sendo fácil pra você, vocês eram unha e carne, mas eu estou aqui, e me importo muito com você Lauren.

-Não pareceu se importar quando tentou me matar. –soltei seus braços do meu. –Desculpas não são o bastante.

-Eu sei, o que eu fiz é e foi um crime, não justifica nada, o nervosismo. Mas você é minha filha, é parte de mim, e eu te amo. Não peço que me desculpe agora, só me deixa consertar! Tenha um bom dia. –beijou minha bochecha e saiu.

Subi para o meu quarto, completamente morta. Olhei minhas redes sociais, péssima escolha.

#feelingsJauregui’s” em primeiro nos trending topics.

Vários textos no Insta, nem me arrisquei a entrar no Facebook. Larguei o celular, me controlando para não joga-lo longe. Dormi o resto da tarde.

Acordei com a cabeça doendo e a barriga roncando, procurei o celular 8:40pm. Desci e não tinha ninguém na mesa de jantar. Preparei um sanduiche, copo de suco e voltei para o meu quarto. Não vou ficar nessa casa, sozinha, sem ninguém . Disquei os números, que há muito tempo não discava e esperei.

-Alô? Lauren? –sua voz adocicada, invadiu meus ouvidos no terceiro toque. –Tudo bem?

-Sim, tudo ótimo. Preciso de um apoio hoje, você está livre? –perguntei a Kendall. Costumávamos ficar, já até tentamos um namoro, mas não deu certo.

-Estava, mas para Jauregui sempre temos tempo. –rimos. –Onde e que horas?

-Blue Mercy, as dez. –bebi o resto do meu suco, esperando uma resposta.

-Estarei lá. Que bom que me ligou Lauren, estava preocupada. –desligou. Por isso gosto de Kend, ela sabe dos meus problemas, mas não me lembra a todo momento.

Tomei um banho, vesti uma calça preta rasgada no joelho, um cropped branco de manga, e coturnos pretos. Fiz só um delineado, e passei um batom para não ficar muito básico. Peguei dinheiro, coloquei na capinha do celular, e o mesmo no bolso. Borrifei perfume e desci.

-Está bonita menina, volta tarde? –Rosy apareceu da cozinha.

-Sim, pode dormir quando quiser, não precisa me esperar! –beijei sua testa. –Tchau Ro.

Esperei um táxi passar, não iria dirigir hoje a noite. A música alta perturbava meus ouvidos, mas ainda sim entrei. Enfrentei fila para dar tempo de Kendall chegar, estava uns minutos adiantada. Mandei mensagem avisando que estava no bar.

-Um Blue House por favor. –pedi ao barman, que não demorou a trazer meu pedido. Terminei um e pedi outro, vou ficar bêbada e a Kend não vai chegar.

-Começou sem mim? –gritou no meu ouvido. –Me vê um por favor? –pediu ao mesmo barman. –Saudades de tu baby. –Nos abraçamos.

-Você me abandonou. –ri. –Mas estou com saudades de você também. Hoje eu preciso me divertir. Então, por onde começamos?

-Começar você já começou né, agora o que temos pra fazer é isso, encher a cara, e dançar. –puxei sua mão, derramando um pouco da minha bebida e começamos a dançar. Tocava Sexy Bitch, melhor musica. Rebolei o máximo que consegui, mexia o quadril e hora ou outra Kendall praticamente rebolava em mim.

-Brincadeira perigosa Kend. –falei no seu ouvido.

-Nunca disse que não curtia o perigo. –ri, e continuamos dançando até trocarem de musica. Ain't My Fault, não era tão dançante assim, mas não deixei de pular. Senti as mãos de Kendall na minha nuca, praticamente me puxando para um beijo, que fiz questão de ceder.

-Saudades desse beijo. –disse a beijando novamente. –Preciso de mais um copo. –me afastei até o bar. Pedi mais um copo, dessa vez maior, da mesma bebida e me sentei esperando. Olhei as oras no celular, se passavam das onze.

-Você dança bem.

-Obrigada. –me virei para encarar a pessoa que me elogiou.

-Sabe Laur, certas coisas que aprendi na vida, e acho que você não pegou essa lição ainda. –ainda não acreditando que Camila estava na minha frente, segurando uma garrafa de água. Só posso ter bebido de mais.

-Qual seria essa lição? –peguei o copo, já pronto e bebi.

-Não se pode afogar suas magoas na bebida, pois quando sóbria elas voltaram com dupla força. Foi bom te reencontrar.

Puta que pariu.



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