História The New Era - Interativa - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Palavras 1.128
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


ENTÃO!

-Esse é mais um cap pra instigar vocês...

-No próximo, eu trarei pelo menos mais dois personagens

-Estou tentando postar mais de um cap. por semana, mas está dificil, espero que entendam e vou aumentá-los e PROMETO melhorar a qualidade

~Boa Leitura, amores

Capítulo 4 - A Volta de Fênix?


Era a hora do jantar, mesmo que muitos não fizessem muita questão de participar.

     Mesmo com a comida escassa, sempre havia para todos.

     Mas naquela noite, os ânimos estavam a flor da pele. Todos ansiosos e eufóricos, mal sentiam a fome.

     Contraria a toda aquela euforia, somente Helena. Aproveitou que todos estavam no refeitório e tentou respirar um pouco na área de treinamento.

     A antiga construção eram no passado duas. Duas igrejas, uma para padres, outra para freiras e no meio, um grande espaço aberto como uma pequena praça. Sem teto, deixava o céu estrelado a mostra e o ara ali era mais fresco.

     Aliviava o cheiro de mofo e o ar abafado.

     No centro, havia uma fonte. Desativada e já gasta, cheia de rachaduras e diversas partes quebradas onde há muito tempo já não se sabia onde estavam aqueles pedaços.

     Helena demorou a perceber, em um canto afastado, sentado no chão, Adrian.

     Sua cabeça estava baixa, fazendo que os cabelos castanhos caíssem sobre a testa, enquanto seus olhos cinzas estavam fixos na lamina de uma adaga que tinha em mãos.

     A pergunta foi inevitável.

     -Está tudo bem, Michell?

     Sem erguer o olhar ele respondeu:

     -Sim, Helena. Tudo bem. – ele fez uma pausa e levantou a cabeça jogando o cabelo para o lado. – Para com essa mania de chamar os outros pelo sobrenome, é ridículo.

     A garota mordeu o lábio inferior e forçou um sorriso.

     -Okay. Como preferir...Adrian. – ela caminhou até ele e se ajoelhou a sua frente apoiando as mãos em seus joelhos. – Mas...Não minta para mim, te conheço desde que chegou aqui...

     O moreno afastou as mãos de Helena e virou o rosto.

     -Você também tem que parar de achar que sabe de tudo sobre todos. Você não mãe de ninguém aqui; muito menos minha. – ela não precisava saber que pensava quanto tempo mais levaria para retomar sua vida antiga.

     Era inevitável.

 Ela, desde sempre, se sentia responsável por todos que estavam ali. Ela e o irmão disseminavam sua ideologia, queria que todos abrissem seus olhos, mas sabia o quanto podia ser difícil e doloroso.

As palavras de Adrian eram frias e ela pôde sentir aquela frieza percorrer toda sua espinha.

Baixou o olhar e quando ia se levantar, sentiu as mãos de Adrian segurarem sua mão direita a obrigando a permanecer onde estava.

-Decidiu conversar, Adrian?

-Na verdade, não. Mas, você parece preocupada com alguma coisa. E por mais que eu não tenha paciência... É o mínimo que eu posso fazer por você.

Seus olhos estavam fixos nas nuvens acinzentadas e profundas que eram os olhos do garoto. Pareciam um poço sem fundo que a levariam sabe-se lá para onde; eram tentadores, ao mesmo tempo que amedrontadores.

Ela hesitou.

Adrian era ridiculamente bom em investigações e desde que chegara, foi difícil esconder a verdade que escondia junto a Aiden. Contudo, por mais que ele tivesse suspeitas, não comprovara nada.

Mas não achava certo confiar nele. Desabafar toda sua preocupação. O jeito frio e o rosto regularmente livre de expressões incomodavam Helena.

Era difícil decifrá-lo, ainda mais, entendê-lo.

-Eu estou bem. – mentiu puxando seu braço com força antes de se levantar. – Vá ao refeitório! Fênix quer que todos estejam lá.

Adrian se levantou num pulo, com um sorriso sádico estampado no rosto antes de puxá-la e fazer com que as costas dela batessem em seu peito. Helena corou antes de sentir o corpo se arrepiar imaginando as palavras que viriam a seguir pausadamente ao pé de seu ouvido.

-Você-não-manda-em-mim!

Ela tentou desferir uma cotovelada em seu estomago, mas falhou quando ele se afastou mais rápido indo até sua frente e exibindo um sádico sorriso.

-Não, senhorita. Você não pode me ferir... – e em seus pensamentos completava Ninguém mais pode.

 

 

Loren estava com um turbilhão de emoções dentro de si. Uma mistura louca de entusiasmo com medo. Fênix podia ter mudado...E pra pior.

Mal havia tocado na comida presente em seu prato quando Roza sentou-se ao seu lado. Alongou as costas antes de olhar para ela e sorrir.

-Te machuquei? – questionou Loren vendo a ação da garota dona dos cabelos em tons grisalhos que ao tênue da luz se assemelhavam a um tom claro de lilás.

Ela forçou um sorriso e fez que não com a cabeça.

Mesmo que tivesse se ferido, não falaria e Loren sabia bem disso.

Tentaria falar algo, se não tivesse sido interrompida pelo batuque nas mesas que vinham da entrada do refeitório.

Ergueu o olhar na direção em que vinha o barulho e notou uma silhueta surgir no meio de uma estranha fumaça.

Assemelhava-se a um homem que ergueu os braços e foi a voz que a fez reconhecer quem era: Fênix.

Como sempre, excêntrico.

-Quanto tempo! – sua voz era alegre com um tom pesado e apesar de mais grave ainda era doce ao ouvido. Ele andava em passos lentos em direção às mesas se afastando da fumaça e revelando o rosto coberto pela habitual mascara branca de “V for Vendetta” e o quepe surrado de capitão da marinha. –Sinto ter ficado longe tanto tempo, mas sei que Aiden e Helena cuidaram muito bem de nossa querida Alcateia.

Seu olhar cruzou o dele através da máscara de plástico e pôde sentir um sorriso.

Aquilo fez seu coração disparar. Queria correr e abraça-lo mais forte do que nunca, dizer o quanto havia feito falta, mas se conteve.

Não foi difícil perceber que seu físico e sua altura estavam menores.

Loren acreditava que um ano, era o tempo suficiente para que um ferimento se curasse e a pessoa se reestabelecesse; e talvez fosse. Mas não ali. Não naquelas condições.

Ouviu atrás dela, a voz de Lucas comentar:

-Minha irmã está péssima sendo cuidada em um hospital de verdade...Me surpreende Fênix conseguir estar vivo. – havia um tom sádico e maldoso em sua voz como se aquela aparição fosse praticamente um milagre. Lucas sabia algo que Loren não sabia... E aquilo a intrigava.

Mas não houve tempo para questionar enquanto Fênix voltava a dizer:

-Senti a falta de vocês e espero que estejam bem. Essa noite, espero que vão falar comigo na minha sala sobre...qualquer coisa! Estarei mais que disponível a vocês, minha família. – e ao erguer os braços, Akemi foi a primeira a pular em cima dele e o abraçar com força o fazendo recuar levemente.

O abraço foi retribuído com força e a garota estranhou. O abraço era familiar, mas podia sentir uma diferença.

Era complicado explicar aquilo.

Ele a afastou e olhou o fundo de seus olhos. Aquela sensação sim era familiar e agradável.

Akemi pôde se sentir acolhida como na primeira vez em que esteve ali. Afundou novamente no abraço dele antes que dezenas de outras pessoas viessem formando um enorme abraço coletivo em volta do seu, a tanto tempo, sumido líder.

 

 

 

 

 

 

      

    

 

 


Notas Finais


Gostaram?? De verdade, no próximo começa a loucura.

Estão achando muito corrida a história???

Tem alguma teoria?? Alguma Ideia? Critica? Sugestão??

Espero que estejam gostando


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