História The New Hunt (HIATUS) - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias Claire Holt, Megan Fox, Supernatural
Personagens Bobby Singer, Castiel, Dean Winchester, Personagens Originais, Sam Winchester
Tags Castiel, Dean Winchester, Sam Winchester, Spn, Supernatural
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Palavras 6.307
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente, KKKKKKKKKKKKKKKKKKSADJDAJKHSDJHFSDJKHDFJSKHJDSHFDHJHDFSKSJK tô rindo pra aliviar a raiva de vcs
Bom, eu sei que sumi por um bom tempo galera, lá nas notas finais está tudo explicadinho.
Alguns avisos:
*Sam e Madison não dormiram juntos, apenas ficaram muito amigos, e no final, teve que matá-la.

➭ Kate Walsh como Rebekah Anne Johnson;
➭ Eaddy Mays como Christina Stevens Johnson;

• Boa leitura e desculpe os erros :)

Capítulo 19 - Literally trapped in a dream.


Fanfic / Fanfiction The New Hunt (HIATUS) - Capítulo 19 - Literally trapped in a dream.


— Point Of View • Hayley Johnson
3 Meses depois...


Nos últimos meses temos caçado coisas muito estranhas até para nós. Claro, a busca por Azazel ainda continua, mas enquanto isso, demos de cara com o que chamam de "brincalhão", mas conseguimos matá-lo. Depois, encontramos com uma mulher chamada Molly, uma fantasma que não sabia que estava morta. Encontramos com uma lobisomem, Madison, que não sabia que era uma lobisomem, ela e Sam ficaram amigos, mas no final, ele teve que matá-la. Agora, na semana passada, Dean e Sam tiveram que fazer um favor para um policial (ps: ELES TERIAM QUE SE PASSAR POR PRESOS!!) eu e as meninas não queríamos nem saber, aí aproveitamos e passamos uma semana em Nova Orleans, só curtindo. Nos divertimos bastante!
Agorinha mesmo, tinham carros de polícia na frente da casa, e liguei para Dean:
-Dean: Fala, Hays.
-Hayley: Tem um carro da polícia aqui de fora do hotel.
-Dean: Estão atrás de nós?
-Hayley: Vai lá e pergunta! - Disse irônica.
-Dean: Grossa!
-Hayley: Mas.. não faz sentido! Trocamos as placas e o número dos cartões! - Falei o ignorando completamente, mas vi o carro da polícia indo embora. Ufa, alarme falso! - Foram embora, alarme falso.
-Dean: Viu?! Fica tranquila.
-Hayley: Tá pensando que ser fugitivo é fácil?! Ah, me esqueci, você é um!
-Dean: Hahaha, engraçadona! E só pra você saber, as gatinhas se amarram no perigo. - Posso senti-lo dando aquela risada marota, bufo e reviro os olhos.
-Hayley: E aí, sedutor. - Disse irônica - achou algo?
-Dean: Tá brincando? Você me fez rodar mais de 130km quadrados de propriedade! - dei de ombros.
-Hayley: Foi onde as vítimas desapareceram.
-Dean: É, até agora não tenho nada. E você?
-Hayley: Bom, já sei o que estamos caçando, um djinn.
-Dean: Fala sério! Um gênio?! Acha que eles podem conceder desejos? - Falou dando sua típica risada de: Uau, isso é hilário.
-Hayley: São bem poderosos, mas são diferentes da Barbara Eden, em Jeannie é um gênio. Djinns se alimentam de pessoas há séculos. São mencionados até no alcorão.
-Dean: Caramba. A Barbara Edean era linda, né? - Sério?! - Mais do que a triz de A Feiticeira. - Afff com três "F's"!
-Hayley: Por acaso está prestando atenção?! - Falei indignada. Qual era o problema dele?
-Dean: Estou. E aí? Onde é que esses djinns se escondem?
-Hayley: Geralmente, em ruínas, quanto maiores, melhores. Muito lugar pra se esconder.
-Dean: É, eu vi um lugar ainda a pouco. Vou dar uma olhada.
-Hayley: Não, não, não. Pera aí, vem me buscar primeiro.
-Dean: Não dá tempo, Hays. Tchau.
Desgraçado! Ainda bem que coloquei um chip no celular da criatura.
-Amber: AAAAAAA DEUS! ME LEVA! PELO AMOR QUE O SENHOR TEM PELA HUMANIDADE! - Por que ela estava assim? O mesmo motivo de sempre. O casal arco-íris.
-Hannah: Deus me livre! Isso se chama inveja! - Amber a olhou indignada.
-Amber: Ah, claro! Porque eu super teria inveja de você e seu namorado quebrarem o quarto e termos que gastar duas vezes mais!
-Sam: A gente! Já deu!
-Amber e Hannah: Não se mete, Sam! - Ele levantou as mãos em redenção. Bufo e reviro os olhos e saio a procura de Dean.


— Point Of View • Dean Winchester


Entrei no galpão. Chovia muito. Tudo estava muito escuro. Meu Deus do céu! Isso tá parecendo aqueles cenários de filmes de terror mixurucos. E a Hayley ainda queria vir. Aliás, ela é muito chata.
 E nada do tal djinn. Procurava o desgraçado por todo canto. Até que ele me encurralou e me agarrou pelo colarinho, fazendo eu soltar a faca, ele tinha tatuagens estranhas no rosto. Sua mão ficara azul por seus poderes e ele tocou minha mente. E no outro instante, eu não estava mais lá.


— Point Of View • Hayley Johnson


Entrei no galpão escuro, tentando encontrar o estrupício, mais conhecido com Dean.
Ouvi uns barulho e fui chegando mais perto, a medida que fui chegando, perdi meus sentidos.
. . .


Lawrence, Kansas, 2007


Acordo com a claridade em meu rosto, volto a dormir mas meu celular começa a tocar. Só o que me faltava, penso.
-Hayley: Que é? - Pergunto irritada.
-Amber: Bom dia, flor do dia.
-Hayley: Fala logo, Amber. - Digo irritada.
-Amber: Ui, ela tá brava ela. - Fala e ri, reviro meus olhos. - Aposto que vai perder esse mal humor todo quando eu te contar que eu consegui uma vaga de estágio para você no Peace and Light.
-Hayley: Não acredito! - Falo praticamente gritando. - Amber, eu te amo!
-Amber: Eu sei flor, mas agora vai se arrumar porque você tem só mais meia hora antes da entrevista. - Ela ri e desliga.
-Hayley: Merda! - Comecei a me arrumar, peguei minha blusa verde social e uma saia preta e joguei um blazer com sapatos pretos, fiz uma maquiagem nem tão pesada, passei um batom mais claro e desci.
Mais um dia em Lawrence. Eu e minha família nos mudamos há uma semana, pois a morte de meu pai, há seis meses, ainda tinha feridas abertas. Sofreu um acidente de carro depois de beber todas em uma festa de ano novo. Aí minha mãe decidiu que era melhor nos mudarmos, já que minha tia Chris e minha tia Amber, moram aqui também.
É, tenho 26 anos, quase 27, e ainda moro com a minha mãe. É a vida. Mas que fique claro, que eu nem de longe sou uma encostada. Me formei esse ano em enfermagem, pois medicina iria demorar muito, além de custar um órgão. E como estávamos passando por dificuldades, o curso de enfermeira era a melhor opção.
-Hannah: Bom dia, flor do dia. - Minha irmã diz com sarcásmo.
-Hayley: Oi suas lindas. - Digo com um sorriso maior que meu próprio rosto.
-Brenda: Nossa, Hay. Que que bom humor. Cê tá bem?
-Rebekah: Nossa, que bicho te mordeu, filha?
-Hayley: Um bicho chamado “Entrevista de emprego”. - Elas surtaram.
-Brenda: Ai meu Deus! Você conseguiu! - Falou me abraçando. Não sei o porque, mas com esse abraço, parecia que haviam anos que não a via. Nos soltamos e todos me abraçaram.
-Hayley: Eu amo vocês, pessoal. Me desejem sorte! - Mandei um beijo no ar para todos. Peguei um táxi e fui direto para a tal entrevista que eu hava conseguido. Tudo o que eu sabia, era que era um cargo para enfermeira, no hospital dos Campbell, com um chefe pra lá de galinha.
Cheguei ao tal hospital, e era enorme, aquilo deveria ser quase um arranha céu!
Paguei o taxista e fui em direção a entrada. Chegando na recepção, uma mulher loira de cabelos loiro-escuro e olhos castanhos me atendeu.
-Mulher: O que deseja?
-Hayley: Hayley Johnson. Vim pelo estágio.
-Mulher: Ah claro! A senhora Campbell está esperando. - Assenti e sorri para a mulher. Fui pelo elevador até o último andar. Segundo a mulher, a chefe estaria me esperando.
A secretária me guiou até a sala da mulher, que aparentava ter uns 40 e poucos anos, seu cabelo louro estava preso em um coque perfeito, seu olhos azuis profundos me encararam. Ela sorriu.
- ....: Martha, pode nos deixar à sós. - Ela pedia à Martha, ela apenas assentiu e saiu.
-Hayley: E então... senhora...
-....: Por favor, me chame de Mary. - Ela sorriu simpática.
-Hayley: Então senho.... Mary, vim para a entrevista.
-Mary: Na verdade... é com o meu filho, Dean.
-Hayley: Ah, tudo bem.
-Mary: Ah, e querida?
-Hayley: Sim, Mary?
-Mary: Qualquer coisa, me chame. - Disse com um sorriso simpático.
-Hayley: Ah... claro. - Falei sem certeza, ela havia me dito aonde a sala desse tal Dean ficava. Deve ser só mais um filhinho de mamãe encostado.
Bati na porta do ser e fiquei esperando igual uma tonta lá na porta. Até que saiu uma enfermeira toda descabelada de lá. Com um sorriso bobo nos lábios, espiei pela fresta e vi o tal Dean ajeitando o jaleco branco. Blé! Já tô com preguiça da cara dele. Pigarreei.
-Hayley: Ah.. oi, eu sou a...
-Dean: Bate na porta.
-Hayley: O quê?
-Dean: Sai e bate na porta antes de entrar! - É o quê? Esse panaca tá de brincadeira com a minha cara! Bufei e fiz.
-Hayley: Posso entrar, senhor? - falei no sarcasmo, claro.
-Dean: Claro, querida. - meu estômago chegou de revirar com tanta falsidade. - Qual é o seu nome? Completo.
-Hayley: Hayley Monroe Johnson. - Ele ficou me encarando como um completo idiota.
-Dean: Desculpa, como? - Gente, ou ele é surdo ou é burro, só pode.
-Hayley: Hayley. Monroe. Johnson. - Falei pausadamente, para ver se dessa vez ele entenderia.
-Dean: Desculpa, é que eu tenho a sensação de já ter te visto em algum lugar. - Ri alto.
-Hayley: Fala sério, essa é mais velha que a minha avó! E olha que ela até já morreu. Quer saber? Vamos fazer essa entrevista logo.
 -Dean: Não.. é sério. - Olha aqui, se esse cara acha que vai me falar umas besteiras e vai conseguir transar comigo, sinto dizer, mas ele se engana muito.
-Hayley: Por favor, senhor Campbell. A entrevista. - Ele sorriu, mas era um sorriso que chega de molhar a calcinha. Se controla, Hayley!
-Dean: Bom, vamos começar. - Ele pigarreou. - Idade?
-Hayley: Vinte e seis.
-Dean: Estado cívil?
-Hayley: Solteira.
-Dean: Okay, já acabamos, você está contratada. - Nossa, foi tão fácil.
-Hayley: Okay... quando eu começo?
-Dean: Hoje mesmo. - ele me entregou uma papelada. - Leve isso na minha casa às exatas 15:00, e não se atrase. Aqui está o endereço. - Falou me entregando um cartão. - Dispensada.
-Hayley: Obrigada. - Guardei o cartão e peguei a papelada e fui para casa.
-Rebekah: E aí, filha? Como foi? - Perguntou ansiosa. Abri um sorriso.
-Hayley: Fui contratada, mãe! - Ela deu um gritinho e me abraçou.
-Rebekah: Você passou! Estou tão orgulhosa! - Falou com emoção.
-Hannah: O quê? AAAAAAAAA PARABÉNS DRAGÃO! - Ela era louca. Eu hein. Olha, ela deu sorte que estou de bom humor.
-Brenda: Ai Hay! Parabéns! - Falou me abraçando junto à Hannah. - Mas e o chefe? É gato?
-Hayley: O se é. Mas é um galinha da desgraça.
-Brenda: Vish. Mas aproveita. - Deu uma piscadela.
-Hyaley: Meu Deus, como uma menina de 17 anos é tão “experiênte”?
-Brenda: Eu sei das coisas. - Disse convencida e eu ri. A porta se abriu.
-Amber: Oioioi, pessoas! - Falou pulando em cima de nós. Logo sua mãe, tia Christina, entrou pela porta. Os cabelos ruivos, pouco mais escuros do que os da Amber. Tinha estatura média e os olhos verdes.
-Rebekah: Chris! Que surpresa! - Falou indo em direção à tia Chris e a abraçando. Fizemos o mesmo.
-Chris: Também estou muito feliz de ver vocês!
-Amber: Hayley, vamos subir.
-Hannah: Eu também vou!
-Hayley: Pirralhas não podem escutar conversa de adultas.
-Hannah: Mãe!
-Chris: Meninas...
-Rebekah: Hannah, já chega né filha.
-Hannah: Ai que saco! Vem Brenda, vamos conversar de crushes e vamos deixar essas paçocas de fora. - Soltamos uma risada alta e fomos para meu quarto.
-Amber: E aí? Ele é não é um gato, hm?
-Hayley: Se está falando do Dean, sim. - Ela deu pulinhos. - Olha, Amber, eu sei que ele é seu melhor amigo e tals, mas o cara é um idiota.
-Amber: Ah, quando você conhecê-lo melhor muda de ideia.
-Hayley: Sei não... cê acredita que ele veio pra cima de mim com uma cantada mais velha que a minha vó? - Ela não pareceu surpresa.
-Amber: Normal. Ele sempre faz isso. - Reviro os olhos. - Mas é gente boa.
-Hayley: E galinha. - Completo. Ela ri. - Mas bom, ele pediu pra eu passar na casa dele, para entregar uns dados de paciêntes.
-Amber: Hm, sinto o cheiro de se...
-Hayley: Não, você não sente cheiro de nada. E agora dá o fora pra eu poder acabar com isso aqui.
-Amber: Está me expulsando? - Pergunta fingindo-se indignada.
-Hayley: Sim. Agora, dá o fora. - Ela riu e deixou meu quarto, revirei os olhos.
Comecei a olhar as fichas de paciêntes e dentro de três horas já tinha acabado. Já eram 14:30. Tomei um banho e vesti uma roupa mais confortável, uma calça jeans e uma camiseta azul-claro. Peguei meus tênis pretos e calcei. Acabei por passar um rímel.
Peguei os papéis, Amber ainda estava lá em baixo, Hannah tinha saído. Praticamente obriguei a Amber a me levar lá.
-Amber: Eu já disse que sinto um cheiro de sex..
-Hayley: Pelo amor de Deus, Amber! Não vai acontecer nada! - Digo já irritada.
-Amber: Sei, sei. - Diz com um sorriso sacana, bufo e reviro os olhos. Volto meu olhar para a estrada e vejo uma garota de branco no meio da rua, vejo que Amber não vai parar, então grito:
-Hayley: AMBER! CUIDADO! - Isso faz ela ter um susto enorme e parar o carro, desci para ver, mas não havia menina alguma.
-Amber: Tá louca?! Podíamos ter morrido! - Falou ofegante. Meu Deus! O que acabou de acontecer? Voltamos para o carro e o silêncio reinou todo o pequeno percurso.
Chegando lá, olhei para a casa e fiquei boquiaberta, aquilo era um palácio! Senhor! Amber já tinha dado partida e desaparecido na esquina.
A empregada mandou entrar, que atendia por Vivian, disse que ele me esperava no escritório. Fiquei admirando a casa por alguns segundos até me encontrar com olhos azuis, bem conhecidos. Ah, eu não acredito!
-Hayley: O que pensa que está fazendo aqui?
-Hannah: H- Hayley? - Ela gagueja. - E- eu... - E uau! Ela está com um cara bem gostoso do lado dela.
-Hayley: E quem é você, rapaz? - Pergunto intimidando-o.
-...: Ah, bom, err...
-Hannah: Ele é o Sam! Meu namorado! - O meço de cima a baixo, ele estava tenso. - E filho mais novo dos Campbell. - Uiii.
-Hayley: Hm, muito bem, rapazinho. Quais são as suas intenções com a minha irmã?
-Sam: Err, São as melhores... ah, quer dizer...
-Hayley: Vocês já transaram? - Eles arregalaram os olhos. Minha irmã já estava vermelha.
-Sam: Si.. quer dizer... nã...
-Hayley: Usam preservativo, né? Porque eu não quero ter sobrinhos por agora.
-Hannah: Hayley! - Gritou.
-Hayley: O que é? Só estou conversando com o... o...
-Sam: Sam.
-Hayley: Ah, isso, o Simon. - Sim, eu sei que o nome dele é Sam, mas, um pouco de diversão não mata ninguém...
-Hannah: É Sam.
-Hayley: Ah, sim. Tanto faz. - Vivian, a empregada de Mary, nos interrompeu.
-Vivian: Com licença, senhorita Johnson, o patrão já está lhe esperando.
-Hayley: Ah, sim, Vivian, já estou indo. Mas não pense que essa conversa acabou aqui, rapaz. - Eles arregalaram os olhos, me segurei mais uma vez para não rir. - Ah bom, foi bom conversar com você, apareça lá em casa qualquer hora. - Ele corou, minha irmã não sabia onde enfiava a cara. KKKKKKKKK. Adoro! - Tchauzinho, Sean.
-Sam e Hannah: É Sam! - Gritaram.
-Hayley: Tudo bem, Silas. Mas é sério, aparece lá em casa. - Escutei-os bufar, KKKKKKKKKKKKKKK. Meu Deus, não é atoa que minha mãe fala que eu sou o cão. KKKKKKKK.
Cheguei no escritório do chato, atendido também por Dean.
Assim fiz, e desta vez, bati na porta.
-Hayley: Com licença.
-Dean: Até que enfim aprendeu. - Diz com sarcasmo, dou um sorriso falso.
-Hayley: E vejo que o senhor não aprendeu a ter educação. - Digo num tom para que somente eu escutasse..
-Dean: Perdão, o quê disse?
-Hayley: Ah, nadinha de nada, senhor. - Dou-lhe outro sorriso falso, ele faz o mesmo.
-Dean: Trouxe o que eu pedi? - Pergunta com indiferença.
-Hayley: Claro. É pra isso que eu sirvo! - Digo sarcástica.
-Dean: Acho bom parar com essas suas gracinhas, senão... - Ele foi interrompido por uma batida na porta. - Pode entrar!
-Mary: Com licença. Mas, não aceitam um café?
-Dean: Não mãe, estamos bem.
-Hayley: Na verdade, vou querer sim, Mary. - Me lembrei do que ela havia dito mais cedo no escritório. Dean me olhou incrédulo. Ela já estava com a bandeja, então, seria uma falta de educação falar que não.
-Mary: Aceita biscoitos também? - Meu Deus! Ela é tão simpática! Nem parece que é mãe de um estrupício desses!
-Hayley: Claro. - Mas nem em outra vida eu recuso comida.
-Mary: Sua irmã e meu filho mais novo pareciam muito constrangidos, sabe de alguma coisa? - Tive que engolir meu café, senão o cuspiria, mas acabei engasgando, ela me deu leves batidinhas nas costas. - Está tudo bem?
-Hayley: Não senhora. Quer dizer, sim está. E não, não tô sabendo de nada. - Falei bebericando o café. 
-Mary: Ok. Querido, eu vou sair, mas qualquer coisa a Vivian. - Sorri simpática e assenti.
-Dean: Espera, a loirinha gostosa é sua irmã?! - Pergunta surpreso e lhe dou um tapa na cabeça, ele reclama e acaricia onde lhe bati. Estranho, não parecia a primeira vez que eu fazia isso.
-Hayley: Mais respeito com a minha irmã! Talarico!
-Dean: Eu ainda sou seu chefe!
-Hayley: Pode até ser, mas vou fazer parte da família Campbell daqui uns anos... - Sorrio sarcástica. Ele me olha debochado.
-Dean: Acha que vai pra frente? - Pergunta e sinto uma pontada de irônia.
-Hayley: Sim, eu acho. - Ele me olha surpreso. - E outra, seu irmão parece bem mais maduro que você. Aposto que sua mãe só não deu o cargo de vice-presidente pra ela, porque ainda é novo. - Ele me encara com fúria. Ai Deus. Que merda eu fiz?! Ai Senhor, eu preciso, urgentemente, aprender a controlar a minha boca. Seu olhar de fúria, passa para tristeza.
-Dean: Talvez tenha razão. - Oi, eu ouvi direito? - Mas, como você disse, podia, e ela não escolheu, ela escolheu à mim! - E voltamos à estaca zero!
-Hayley: Tudo bem! Desculpe!
-Dean: Tudo bem.. Ah, os papéis.
-Hayley: Ah, claro. - Disse desanimada. Tinha os organizado em uma pasta, eu sou uma pessoa bem organizada.
-Dean: Você é bem organizada. - Disse impressionado.
-Hayley: Anh... obrigada, eu acho. - Ri meio sem graça, ele pareceu por um momento, desconfortável.
-Dean: Me desculpa pelo jeito que eu falei com você. - Hein?! Será que ele tá com febre?
-Hayley: Por acaso o senhor está com f... - Parei assim que me lembrei a constante demissão de meus antigos trabalhos. Minha língua. - Ah... quer dizer, tudo bem. - Sorri sem graça.
-Dean: Então... meio que somos da mesma família, rm? - É isso mesmo? Ele está tentando puxar assunto comigo?
-Hayley: É né. - Respondo rápido. Cortando logo o assunto.
-Dean: Quantos anos você disse que tinha mesmo? - Pelo amor de Deus! Ele é sonso ou se faz?
-Hayley: 26. - Respondo seca. - Bom, e as planilhas e os documentos, tudo em ordem? - Ele assente. - Já posso ir então?
-Dean: Na verdade, não. - Ué? Mas o que que eu fiz?
Ele se levantou e veio se aproximando da minha pessoa. Quando me dei conta, senti sua respiração estava contra meu pescoço. Eu espero que Deus tenha um lugarzinho reservado só pra mim, porque olha!
-Hayley: O que pensa que está fazendo?! - Me levanto, o encarando.
 Ele desliza suas mãos para minha cintura. Deus! Por que eu estou deixando?! Quer dizer, eu não conheço esse cara, por que eu estou deixando ele me tocar assim?
-Dean: Você quer que eu pare? - Sussurrou em meu ouvido e fez com que me arrepiasse. - Sim. Ah, quem eu estou querendo enganar?!
-Hayley: Não. - Me virei e encarei seu rosto por breves segundos, antes de agarrar meu chefe. Suas mãos passeavam pela minha cintura e minhas mãos puxando seus fios loiros freneticamente.
Dean foi deslizando as mãos até meu bumbum e o apertou, me fazendo arfar.
Fomos caminhando até a mesa de seu escritório, como o flash, passou a mão pela mesa, fazendo tudo ir pro chão. Nos deitamos na mesa, ainda nos beijando loucamente. Entrelacei minhas pernas em sua cintura arranhando suas costas por cima da camisa, não perdi mais tempo, arrancando a mesma e passando minhas longas unhas por seu abdome. Dean arrancou minha blusa e minha saia, me deixando apenas com a roupa íntima preta, ele voltou a atacar meus lábios, mas os flashes começaram a passar por minha cabeça.


-Hayley: Tem um carro da polícia aqui de fora do hotel.
-Dean: Estão atrás de nós?
-Hayley: Vai lá e pergunta!
-Dean: Grossa!
-Hayley: Mas.. não faz sentido! Trocamos as placas e o número dos cartões! - Falo, mas vejo o carro da polícia indo embora. Ufa, alarme falso! - Foram embora, alarme falso.
-Dean: Viu?! Fica tranquila.
-Hayley: Tá pensando que ser fugitivo é fácil?! Ah, me esqueci, você é um!
-Dean: Hahaha, engraçadona! E só pra você saber, as gatinhas se amarram no perigo. - Posso senti-lo dando aquela risada marota, bufo e reviro os olhos.
-Hayley: E aí, sedutor. - irônizei - achou algo?
-Dean: Tá brincando? Você me fez rodar mais de 130km quadrados de propriedade! - dei de ombros.
Espera, mas o que...
-Hayley: Bom, já sei o que estamos caçando, um djinn.
-Dean: Fala sério! Um gênio?! Acha que eles podem conceder desejos? - Falou dando sua típica risada de: Uau, isso é hilário.
-Hayley: São bem poderosos, mas são diferentes da Barbara Eden, em Jeannie é um gênio. Djinns se alimentam de pessoas há séculos. São mencionados até no alcorão.


Mas é claro! Como eu não percebi antes? Djinn desgraçado!
Quando percebi que Dean e eu estávamos quase pelados, mordi em seu lábio com força.


— Point Of View • Dean Winchester


Eu e Hayley estávamos nos beijando loucamente com a enfermeira novata, e ela é muito gostosa, tipo MUITO mesmo.
Já estávamos quase lá, mas comecei a ter umas lembranças loucas.


Entrei no galpão. Chovia muito. Tudo estava muito escuro. Meu Deus do céu! Isso tá parecendo aqueles cenários de filmes de terror mixurucos. E a Hayley ainda queria vir. Aliás, ela é muito chata.
 E nada do tal djinn. Procurava o desgraçado por todo canto. Até que ele me encurralou e me agarrou pelo colarinho, fazendo eu soltar a faca, ele tinha tatuagens estranhas no rosto. Sua mão ficara azul por seus poderes e ele tocou minha mente. E no outro instante, eu não estava mais lá.


Mas é claro! Eu não sou um médico encostado. Minha mãe está morta e eu caço demônios! Eu queria parar,  (Só que não) mas sempre achei a Hayley muito gostosa, e sempre quis transar com ela, então, depois que eu transar com ela, eu conto.
Mas a desgraçada mordeu meu lábio.
-Dean: Aí! - Gritei.
-Hayley: Winchester, seu imbecil! O que pensa que você está fazendo?! - E meu plano foi por água a baixo. - Na verdade, o que eu estou fazendo?!
-Dean: É, pelo visto você também se lembrou! - Falei irritado.
-Hayley: É isso! Fomos pegos por um djinn! - Falou sem se importar comigo. - Nada disso é real!
-Dean: Jura?! - Arqueei a sobrancelha e ela revirou os olhos; depois começou a se vestir.
-Hayley: Se veste logo! Temos que sair daqui.
-Dean: Como? Se não sabemos nada dele? - Falei já vestindo a calça e em seguida a camisa.
-Hayley: Você pode não saber, mas eu sei.
-Dean: Como sabe se não deu tempo de pesquisar direito?
-Hayley: Porque já fui pega por esse mesmo djinn, seu idiota! E pra completar a desgraça, nossas mentes estão ligadas, e eu estou vendo uma garota de branco, desidratada toda hora, e...
-Dean: Você também está vendo ela? - Perguntei surpreso.
-Hayley: Sim! Ai Deus, vamos! Já ouviu falar da teoria que se você está prestes à morrer em um sonho, você acorda?
-Dean: Já.
-Hayley:  Não é só uma teoria, como também é verdade. - A essa altura, já estávamos completamente vestidos.
-Dean: E por que não matou o djinn quando teve a chance? E por que esquecemos? Ouvi falar que não esquecemos de nada, então por quê?
-Hayley: Resposta número 1: Não o matei porque não fiquei nem dez minutos no sonho, me matei assim que tive a chance, assim que acordei e consegui sair, o djinn fugiu. Resposta número 2: Porque ele sabia que se nós, eu pelo menos, lembrasse de tudo, não iria ceder.
-Dean: Mas, por que não cedeu?
-Hayley: Oras, por que isso é ficção, e das baratas. Não é porque reencontrei meus parentes mortos e tenho uma vida pacata e normal que vou ceder. - Me calei, talvez, eu estivesse cogitando a ideia. Ora, por que não?
-Dean: Err... - Me olhou incrédula.
-Hayley: Você não está pensando em... - A encarei. - Ah meu Deus. Você está. Dean, isso não é real, precisamos...
-Dean: Não! Não precisamos! - Gritei e ela ficou em choque - Nós temos a chance de recomeçar, com uma vida normal!
-Hayley: E quanto ao Sam, Hannah e Amber? - Gritou de volta - E quanto à eles? Sabia que isso é apenas ficção? Na verdade, eles vão sofrer, por que se ficarmos, vamos morrer, seu grande idiota! - Acho que do jeito que ela gritou, toda a casa ouviu. - Se você quer ficar aqui e morrer, ótimo! Só que quando eu for, o que acha que eu vou dizer à eles? “É o seguinte pessoal, o Dean morreu, porque não conseguiu resistir à tentação de uma vida normal e pacata!” É isso que você quer que eu diga à eles?
-Dean: Olha, parece que ganhamos uma segunda chance, e eu vou aproveitar, também deveria fazer isso.  - Ela me olhou raivosa.
-Hayley: E a propósito, chefe - Disse com todo sarcasmo possível - estou me demitindo! - Ela pegou sua bolsa e passou pela porta como um flash, e não se esqueceu de bater a porta com toda sua força.
Respirei fundo, poderia assistir um pouco de tv.
Fui para a sala e liguei a tv. Estava passando um programa de receitas, depois passei por mais três, até chegar um em que me chamou muita atenção.
- “E, hoje, marca o aniversário da queda do voo 424 da United Britannia... - Esse era o voo em que eu e Sam tínhamos evitado um terrível acidente! Ainda nem conhecíamos as Johnson. - Habitantes de Indianápolis fizeram vigília com velas em memória dos 108 passageiros.”
-Dean: Não pode ser! Eu impedi a queda. - Murmurei para mim mesmo. Desliguei a TV e fui até o laptop e pesquisei sobre os outros casos. E estavam todos mortos. Hayley tinha razão, não podíamos ficar, era tudo uma ilusão!
Vi um vulto passar pelo corredor, o segui até o andar em que ficava meu quarto. Chegando lá, não encontrei nada. O armário me atraia, tinha que abri-lo, assim o fiz. Acabei encontrando corpos totalmente dessecados. Olhei para trás, e dei de cara com a mesma garota, que logo, desapareceu.


— Point Of View • Hayley Johnson


Dean é um idiota! Como ele não percebe que isso não passa de uma ilusão!
Já tive essa experiência antes. E dessa vez o djinn desgraçado ainda me fez esquecer de tudo, mas por algum motivo, consegui me lembrar, antes que fizesse a maior besteira da minha vida. Dormir com Dean Winchester. De novo.
Fui para casa, muito cansada, não quis comer, aí que eu tive a brilhante ideia. Visitar o túmulo do meu pai.
. . .
Depois de alguns minutos caminhando finalmente cheguei lá. Me sentei de frente para o túmulo.
-Hayley: Parece que foi mesmo há seis meses que te vi pela última vez. Eu nem cheguei realmente a te conhecer. Agora, eu tô tentando me livrar de um problema, o pior, é que eu sei que estão vindo coisas maiores por aí, não sei como, talvez seja meu “sexto sentido”. E ainda tem um cara que tá bagunçando meus sentimentos, eu não sei. - Minhas lágrimas já se formavam em meu rosto. - E o pior é que você nunca sabe o que esperar dele. Hora gentil, hora filho da puta. Mas, por que temos que sacrificar tudo? Poderia seguir uma vida normal, morrer em dias, que parecerão anos. Ou, posso sair daqui, que é o que eu realmente vou fazer. Porque nessa vida, eu não posso me por à cima de tudo. Essa é a triste verdade. Obrigada pai, por... qualquer coisa que você tenha feito. - Me levantei e segui meu caminho, quando avistei um loiro familiar ali perto. Fui me aproximando. - Dean?
-Dean: Hãn? - Se virou para mim, ele tinha chorado.
-Hayley: Você tava chorando?
-Dean: Você tava? - Argh! Insuportável! - Sabia que as pessoas que salvamos estão mortas?
-Hayley: Sim, eu sabia. - Dean ficou parado me olhando. - E o que vai fazer a respeito?
-Dean: Nós vamos matá-lo. - Ri pelo nariz.
-Hayley: Nós? - O encarei com um sorriso cínico.
-Dean: É Hayley. Nós. - O encarei mais uma vez. - Tá, me desculpa.
-Hayley: Como? - Falei cínica, fingindo que não havia entendido. Ele bufou.
-Dean: Me desculpa. Não deveria ter gritado com você. - Havia arrependimento em sua voz.
-Hayley: Tudo bem, me convenceu.
. . .
Dean e eu estávamos na mansão da mãe dele. Fazendo o quê? Roubando a prataria dela pra matarmos o djinn. Dean foi para a puta que pariu conseguir aquele sangue de carneiro, pois ele não me falou como conseguiu.
-Hayley: Dean, anda logo! Você é mais lento que uma tartaruga! - Repreendi baixinho.
-Dean: Dá um tempo, Hayley! Tá achando que é fácil roubar prataria? - Disse no mesmo tom.
-Hayley: Acho! - Estávamos prestes a sair dali, quando alguém nos surpreende. Era Sam.
-Sam: O que estão fazendo aqui?
-Hayley: Aqui é a casa dele oras!
-Sam: Disso eu sei. Mas o que você tá fazendo aqui?
-Hayley: Ué, não é só você e a minha irmã que tem vida sexual não sabia? - Falei a primeira coisa que me veio na cabeça.
-Sam: Contem outra. - Como assim ele não acreditou? - Hannah me falou que você não é desse jeito. - Quem diria, a pirralha fala bem de mim.
-Hayley: Err.. hm... roubando a.. prataria?
-Sam: O quê? Roubando a prataria da mamãe?
-Dean: Olha, eu sei o que parece...
-Hayley: Não tivemos escolha. - O interrompi.
-Sam: Ah, é? Por quê?
-Dean: Tô devendo uma grana. Pra um agiota. E se eu não pagar hoje, o bicho pega.
-Sam: Não acredito que você é meu irmão. - Sam revira os olhos, incrédulo.
-Dean: Sammy, eu lamento. Lamento que a gente não se entenda. Queria ficar aqui e me redimir, mas não posso. Preciso fazer isso. Pessoas dependem disso. - Dean finalmente pegou uma faca de prata.
-Sam: Que história é essa, pessoal?
-Dean: Nada, esquece. Diz pra mamãe que eu a amo. - Dean e eu fomos sair, mas Sam nos impediu.
-Sam: Dean... - Sam se virou e nos olhou.
-Dean: A gente se vê, Sammy. Vamos embora, Hayley. - Saímos e fomos em direção ao carro, quando Dean iria dar a partida, Sam entrou no carro.
-Hayley: Sam, o que você está fazendo? Sai do carro.
-Sam: Vou com vocês.
-Dean: Só vai nos atrasar.
-Sam: Azar.
-Hayley: É perigoso! Pode se machucar.
-Sam: Vocês também. - Falou calmo.
-Dean: Sam...
-Sam: Olha, seja lá a estúpidez que vocês vão fazer, não vão fazer sozinhos, e ponto final.
-Hayley: É, ele não vai desistir. Vamos logo.
. . .
Estávamos chegando em Ilinois em um silêncio constrangedor, queria muito que o silêncio fosse quebrado, isso até o Sam ficar fazendo perguntas.
-Sam: O que tem nesse saco? - Apontou para o saco com o pote de sangue de carneiro.
-Hayley/Dean: Nada. - Respondemos em uníssono.
-Sam: Nada? - Perguntou com a sobrancelha arqueada.
-Hayley: Nadinha. - Respondi balançando a cabeça.
-Sam: Falou. - Disse dando de ombros, quando percebi, ele já havia aberto o saco. - Mas o que quê é isso? - falou assustado.
-Dean: Sangue. - Respondeu com naturalidade.
-Sam: É, eu sei que é sangue! Mas o que estão fazendo com isso? - Perguntou como se isso fosse o fim do mundo.
-Hayley: Ok. Estamos caçando um djinn, uma criatura sobrenatural, e precisamos da prataria pra matá-lo. Com o sangue de carneiro.
-Sam: Falou. Para o carro.
-Dean: Sei que parece loucura.
-Sam: Legal, só para o carro.
-Hayley: Mas é a verdade, Sam.
-Dean: Há criaturas na escuridão. Seres maus. Eles são um pesadelo. Muita gente precisa ser salva, e se não salvarmos, ninguém salva.
-Sam: Quero ajudar vocês, mas, estão tendo algum tipo de surto psicótico. Então eu vou...
-Dean: Quem dera. - Dean resmunga. Sam pegou o celular, discando algum número, fui mais rápida, peguei o celular de sua mão, abri a janela e joguei seu celular.
-Sam: O que você está fazendo? Era o meu celular.
-Hayley: Sam, nós não vamos pra um sanatório. Temos um trabalho.
-Sam: Só estou tentando ajudar vocês!
-Hayley: Hm, que hilário. Agora fica quietinho aí e tenta não causar a nossa morte. - Falei ligando o rádio, fazendo Sam finalmente calar a boca.
. . .
Sam tinha dormido, Dean o acordou “sutilmente”.
-Sam: Onde estamos? - Sam perguntou confuso.
-Dean: Não estamos mais no Kansas. Ilinois.
-Sam: Acha tem alguma coisa lá dentro?
-Hayley: Temos certeza.
. . .
Já estávamos no galpão, só que, Dean e Sam foram pra um lado e eu para outro.
Estava tudo escuro, a não ser pela lanterna que eu levava comigo.
Ouvi um gemido estranho, segui o barulho. Acabei dando de cara com Sam e Dean. E também, com corpos dessecados e... espera aí. Essa é a menina que eu vi diversas vezes hoje!
-Sam: Mas o que é isso?
-Hayley/Dean: É ela. - Nos entreolhamos. A garota estava acordando.
-Sam: Pessoal, o que está acontecendo? - Sam sussurrou, mas antes que pudéssemos responder, Dean o repreendeu, pois o djinn estava vindo.
-Dean: Shhh! - Dean alertou. Nos escondemos o mais rápido possível. Eles correram para um lado e fui para outro. Vi a criatura apagar a garota novamente, depois, beber seu sangue, que estava coletado em uma bolsa.

Até o idiota do Sam dar quase um grito, atraindo a atenção do djinn para eles, eu estava prestes a fazer algo para chamar a atenção do djinn, mas não foi preciso, pois eles conseguiram despistá-lo, fiquei escondida, até perceber que os meninos discutiam sobre algo, me aproximei.
-Hayley: Ei. - Chamei sua atenção. - O que está acontecendo?
-Sam: O Dean está louco. - Sam reclamou.
-Dean: Me diz se eu tô louco, eu acho que nós dois estamos presos aqui e em algum lugar.
-Sam: E eu disse que isso não faz o menor sentido!
-Hayley: Dean, se estudasse mais, teria certeza, e sim, você está certo.
-Dean: Obrigado, CDF. - O encarei indignada, só porque eu sou inteligente e estudo, não quer dizer que sou uma CDF maluca!
Tá, as vezes.
-Hayley: Mas... só tem um jeito de descobrir. Lembra da teoria que te falei mais cedo? - Ele assentiu. - Então, essa é a hora. - Peguei uma faca que havia em minha bota esquerda. Dean fez o mesmo com uma que estava na jaqueta.
-Sam: Isso é loucura! Vocês vão se matar!
-Dean: Ou acordar. Vai ser um dos dois. - Dean falou convicto, apontando a faca para si.
-Sam: Olha, isso é real, não estão sonhando... - Já chega! Perdi a paciência!
-Hayley: Corta esse papo! Dean, ele tá querendo te manipular!
-Sam: Esperem! - Sam gritou, e tudo a nossa volta, foram cercados por nossos parentes. - Por que continuam insistindo? Por que não aceitaram as coisas como estavam antes? Estavam felizes. - Aonde? Cadê a felicidade? Se achar me conta, porque eu não tô vendo.
Quando menos esperei, minha mãe estava na minha frente.
-Rebekah: Largue a faca, querida. - Minha mãe disse calma.
-Hayley: Desculpa, eu não posso. - Olhei para todos, sorri para Brenda, que sorriu de volta. Antes que eu fizesse, ela veio até mim e me abraçou forte, fiz o mesmo, mesmo sabendo que era o djinn me manipulando.
-Brenda: Sim, você pode. - Me incentivou. Lágrimas já estavam rolando por meu rosto.
-Hayley: Me desculpe. - Disse com a voz embargada por conta do choro. Em seguida, enfiei depressa a faca em meu abdome, fazendo-me arfar pela dor. Caí no chão, semi-morta, até que, não estava mais lá, e sim no galpão.


— Point Of View • Hannah Johnson


-Hannah: Tô dizendo! Eles sumiram! Tipo, puf, sumiu! Já liguei e ninguém atende...
-Amber: Rastreia o celular.
. . .
Agora estamos em Ilinois tentando acordar Dean e Hayley, que estão bem desacordados. Estava distraída, tanto que nem notei quando eles voltaram, Sam já os desamarrava, ambos sem cor, por causa da perda de sangue. Algo golpeou minha cabeça, não forte o suficiente para me fazer desmaiar, mas bem forte para ficar tonta.
A última coisa que me lembro, é do Dean matando o djinn.
. . .
Finalmente estávamos no hotel, a dor de cabeça tinha ido embora e Hayley estava nos contando como foi enquanto esteve lá.
-Hayley: Foi a coisa mais louca do mundo! Estavam todos, bem, quase, porque o papai tinha morrido em um acidente de carro. Eu não sei como, mas a minha mente e a do Dean estavam ligadas, os desejos dele foram misturados com os meus e puf! Virou uma completa bagunça!
-Amber: Cara, que louco! As pessoas tem que no mínimo ter uma atração pra isso acontecer, então... - Ela a encarou. - Hayley, você está gostando do Dean?
 


Notas Finais


Bom gente, queria começar me desculpando por sumir, mas é que tive alguns problemas em relação à postagem;
Mas nunca pensei em desistir da fic ou algo assim, estava apenas fazendo modificações nela, no tanto que pedi um sinopse nova e uma capa. Então é isso, não pensem de forma alguma que desistirei dessa fic, pois amo essa fic e amo escrever. E tmb amo vcs ♥♥

Vou deixar o link do trailer, pq teve pessoas q não conseguiram ver:
►Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=vh8KEoSSG4c
Olha, eu não sei quando vou postar o próximo, mas vou tentar o mais rápido possível ♥


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