História The new Robin Hood - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Tags Arqueiro, Justiceiro, Justin Bieber, Robin Hood
Exibições 252
Palavras 624
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Luta, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi pessoal, eu decidi que irei reescrever TNRH.
Neste capítulo inclui um dos personagens da segunda temporada, ele será um dos amigos do Robin. Mudei bastante coisa no capítulo e na fanfic em geral. Inclusive, o nome do Christopher agora é Brooklyn. <3 Agradeço aos que continuaram acompanhando a fanfic e espero que gostem das mudanças. Boa leitura.

Capítulo 1 - Prólogo


Posso ver a casa do alto da colina. É um forte, com seguranças em cada canto. As luzes da mansão estão apagadas. Sam a observou por semanas, para saber quando o dono estará fora e de volta ao lar.

– Eu já enviei a planta. – Sam repete as instruções, talvez pela milésima vez, ele está mais nervoso que o normal. A tela brilha ao receber os movimentos do meu pulso, o aparelho está preso ao dock e a planta está exatamente como no meu cérebro. Eu virei a noite estudando para não ter erro.

– Eu fiz meu dever de casa.

– Esse namoro todo está atrapalhando o meu jogo de xadrez. Vocês sabem o que ele me custa. – Formiga reclama. Ele está jogando online com uma das amigas de Sam. Assim como meu amigo, ela é um prodígio e ganhou diversos campeonatos de xadrez. Formiga tem um coração mole, a cada semana ele está apaixonado por uma nova garota e essa semana a coitada é o alvo. Eles negociaram durante toda noite, ao final decidiram que quem perdesse iria mandar uma foto nu. Triste, ele não vai ganhar.

Me agacho, observando a movimentação. Em cinco minutos a segurança vai mudar e eu tenho dois soldadinhos ao meu lado. Não é o suficiente para tantos seguranças, mas eles estão nesse emprego a meses, sabem sobre a segurança do local, uma ajuda dessas é sempre bem-vinda.

Removo a balaclava para coçar o rosto, ela pega do meu nariz ao pescoço, manter minha identidade a salvo é essencial. O chakram está preso em meu cinto e uma pequena faca pesa em minha bota militar suja. A aljava está cheia de flechas e uma delas está na ponta da corda em meu arco. Empurro a capa sobre meu rosto e solto uma respiração calma, me concentrando no alvo. A flecha se movimenta um pouco, se desviando da vítima, até que eu me acostumo com a pressão da corda e o alvo está na minha mira novamente.

É difícil não pensar que eu posso estar machucando alguém inocente para completar minha missão. Eu tento afastar esses pensamentos, mas é quase impossível.

Eu sou o herói de uns e o vilão de outros. O que é certo para mim, está longe de ser o certo para todos, eu respeito a opinião deles. Não é todo dia que vemos um maluco fantasiado bancando o justiceiro pela cidade e deixando magnatas sem entender como seu dinheiro desapareceu tão rápido.

Como pode ser justo? Pessoas grandes roubarem e saírem impunes pelo simples fato de terem seu nome na mídia e poderem pagar por sua liberdade? Para eles, nunca é o suficiente. Roube mais, enriqueça mais ainda.

Ninguém disse que o Robin Hood não poderia dar o troco neles.

Tão suava quanto um inspirar e expirar, as flechas cortam o céu e encontram suas vítimas.

– Eu seria um ótimo cupido. – Puxo a próxima flecha da aljava e corro, pulando algumas pedras e buracos.

– Com essa mira de merda, eu duvido. – Zomba Formiga em meu ponto eletrônico

Em poucos segundos já estou de frente para os seguranças, arrancando o comunicador de um deles que tentar contatar alguém. Piso no dispositivo até despedaçar e tomo um folego, após correr tanto.

Os olhos de todos estão arregalados. Ouço gemidos e tentativas falhas de arrancar as flechas da carne. Suas armas estão com os meus garotos, não é uma alternativa me atacar.

Soldadinhos, soldadinhos, como a festa poderia começar sem mim? – Uma risada grotesca arranha a minha garganta, enquanto eu arranco a flecha da costela de um dos segurança. O sangue mancha seu terno preto e seu grito de dor se espalha pela noite silenciosa. Ele está olhando me olhando como se eu fosse seu pior pesadelo se tornando realidade.


Notas Finais


Muito obrigada chubstinsizzler, burgerking, BizzleKidrahul, encaracoladag, caahnny e Oo_oO pelos comentários maravilhosos. Sério, vocês me ajudaram muito com a minha decisão. Sinto muito por não ter respondido vocês, a idiota aqui apagou o capítulo antes de responder </3.
Vejo vocês em breve :)


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