História The Newcomers The Boarding - Capítulo 6


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Personagens Personagens Originais
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Palavras 3.195
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 6 - "Em lagoa que tem piranha, jacaré nada de costas" Parte 2


Fanfic / Fanfiction The Newcomers The Boarding - Capítulo 6 - "Em lagoa que tem piranha, jacaré nada de costas" Parte 2

Nanda

Corri pela o mais rápido que pude e já não sabia o que fazer. Meus olhos estavam vermelhos de tanto chorar e eu estava rouca de tanto gritar. Eu gritava, gritava e ninguém me ouvia. Foi um inferno. Não era pra acontecer assim.

Finalmente cheguei aos fundos do internato e agradeci por não ter encontrado mais com aquele... Monstro. Eu consegui fugir dele, mas não antes de acontecer. Não consigo pensar, não dá pra assimilar o que acabou de acontecer. Não era pra ser assim.

Fui pro primeiro lugar que me passou pela mente. Bati no quarto de David, depois de alguns segundos ele abriu, me olhou confuso:

- Você tá chorando? - me abraçou e levou pra dentro do quarto. - Nanda, você tá toda ferida, e o que são essas marcas no seu pulso?

Abracei David forte e comecei a chorar mais ainda.

- Foi horrível, David! Ele me pegou a força e... - não consegui terminar  a frase.

- Ele? Quem? O que fizeram com você?

David me colocou sentada na cama, mas continuava me abraçando e afagando meus cabelos preocupado. Eu ainda não acreditava que aquilo havia acontecido comigo, se eu ficasse quieta no meu canto...

- David, eu... Eu fui estuprada.

 

Tiel

Acordei cedo num domingo. Estranho? Sim, mas pode ser só saudade da Lis mesmo, provavelmente ela ainda está dormindo, mas pra que são feitos os Tiels? Pra acordar as pessoas cedo num domingo.

Me arrumei e andei pro quarto da Lis, mas no caminho fui parado pela pessoa que eu menos esperava, advinha quem??

- Eu sei que não nos damos muito bem, mas... A situação da Nanda e da Lis tá cada vez mais séria. Não acredito que vou falar isso, mas preciso da sua ajuda.

A amizade da Lis e da Nanda era mesmo linda, e eu não posso fazer nada pra juntá-las de novo porque a vida é delas e a Lis é muito teimosa, mas podemos pelo menos tentar.

- Tá bem, o que eu faço?

- Leva a Lis pra biblioteca. Eu e a Nanda estaremos esperando vocês.

E depois ele foi embora. Talvez o Mike não seja um garoto tão idiota como eu pensei... Talvez.

- O que faz aqui a essa hora da madrugada? - Lis perguntou ao abrir a porta.

- São dez da manhã - entrei e fechei a porta.

Ela se jogou de novo na cama, fiquei por cima dela e a beijei.

- Você tá com mau hálito. - falei.

- Você acha que eu escovo os dentes dormindo? - perguntou e virou pro lado pra dormir. - Só às vezes.

Ri. Carreguei a Lis e coloquei ela nos meus ombros. Não vou fazer a Nanda esperar tanto.

- Vamos dorminhoca, você precisa tomar banho - coloquei-a de pé no banheiro.

- Mas eu to com pregui... - dei um selinho nela.

- Cala a boca. Tenho uma surpresa, mas primeiro vai se arrumar.

Depois de quase duas horas no banheiro, 10 minutos, a Lis saiu com a roupa que dei pra ela vestir (1). Arrumou o cabelo, aproveitei pra ir na frente do espelho com ela.

- Fiquei ridícula com essa roupa.

- Você tá fofa assim.

- Eu sei - sorriu.

Peguei meu celular do bolso e tirei uma foto, esse momento tava merecendo.

- Vamos lá, meu pandinha convencido - tirei seu boné e beijei sua testa.

Saímos do quarto. Arrastei a Lis pra biblioteca. Garota mais dengosa que essa não existe. O caminho todo foi: "Já estamos chegando?" "Pra onde estamos indo?" "Posso voltar pro quarto?" "To cansada" " Me carrega?" "Se essa viagem demorar mais um minuto eu deito no chão e não levanto mais!".

Mas finalmente chegamos na biblioteca. Como dito a Nanda (1) e o Mike estavam esperando em uma das mesas. A cara da Nanda e da Lis foram as mesas de espanto, então a Nanda também não devia saber do plano. Acho que elas não se veem cara a cara desde aquele dia.

- Tiel...

- Vou encontrar os meninos, depois nos falamos - lhe dei um selinho. - Boa sorte.

Saímos deixando as duas sozinhas. Tomara que esse plano dê certo, a Lis sente falta da Nanda, eu vejo isso.

 

Lis

Cinco minutos depois estávamos eu e a Nanda na mesma pose olhando uma pra cara da outra sentadas na mesa. Como podem ver nossa conversa tá fluindo muito bem.

Mas pra mim já chega. Levantei da cadeira.

- Espera Lis - Nanda chamou. - Eu preciso falar com você.

Respirei fundo e me sentei de novo.

- Fala, mas não demora, ok?

Ela assentiu.

- Antes de tudo eu queria pedir desculpa pelo que eu te falei naquele dia e... Dizer que sinto saudades de você.

Continuei parada sem nenhuma expressão, mas eu sei que também sinto saudades dela, de nós duas e de nossa amizade. Me importo muito com essas coisas, sabe?

- Bem... Tem mais uma coisa, a nosso acordo dos 17 anos...

- Já sei, você não cumpriu, é isso?  - ri. - Já esperava isso, não se preocupe.

- Não é isso, não foi porque eu quis. Eu...

Ela contou a história toda. Disse que saiu ontem à noite pra pensar e acabou se perdendo na floresta, então avistou um filho da mãe que levou-a pra uma cabana e... Enfim, ela conseguiu escapar.

Mas... A Nanda? Estuprada? O Mike me disse que a floresta era perigosa, mas eu não achei que fosse tanto assim. Mas o que a Nanda tinha na cabeça pra passear na floresta sozinha? Em uma coisa ela tem razão: eu nunca deixaria ela ir pra floresta, pra começar eu nem ia deixar ela sozinha depois de encontrá-la ferida no quarto.

Encarei-a preocupada. Ela estava triste, quase chorando, se segurou a história toda pra não chorar. E, bem, a Nanda estava diferente. Seu rosto estava sombrio, olhava pros lados toda hora e se assustava com qualquer barulho... Ela estava com medo, mas quem não estaria depois de acontecer tudo o que ela falou?

- Você tá bem? - perguntei, mesmo sabendo a resposta.

- Fora isso - ela levantou a manga do moletom pra mostrar as marcas no pulso - to sim. Eu só queria que você me desculpasse pelo que eu falei.

- Nanda, realmente tô triste por você, o que aconteceu... Meu Deus, eu não posso nem imaginar! Tô aqui pro que você precisar, mas eu não acho que possamos voltar a ser como éramos antes. Você sabe que nunca vai ser igual.

- Eu não quero que fique com pena, eu só...

- Não estou com pena, Nanda. Não estou falando que vou voltar a ser pelo menos sua amiga por causa do que aconteceu, só estou dizendo que se você precisar de uma lugar pra ficar quando estiver sentindo medo eu vou ajudar, mas isso não muda em nada na nossa relação - respirei fundo. - Sua desculpas não vão fazer a dor daquelas palavras passarem. Me desculpa, mas não dá.

Levantei, ela também.

- Espero que fique bem, sinto muito pelo que aconteceu. Tenho certeza que tudo vai se resolver, ok?

Ela assentiu, triste. Meu coração doía, claro, mas eu... Bem, eu não queria mais a amizade dela.

- Se você quiser eu posso te acompanhar até o...

- Não precisa - ela me interrompeu, com a voz baixa. - O Mike tá me esperando.

- Ok - falei. O que veio em seguinte foi uma surpresa até pra mim. Assim que abracei-a pude sentir as lágrimas se fromando, a Nanda demorou, mas retribuiu o meu abraço.

Saí da biblioteca e voltei pro quarto. É o mínimo que posso fazer por ela. A Nanda me decepcionou da pior maneira possível, e como ela mesma disse, eu não vou voltar a ser amiga dela só por pena. Lamento o que aconteceu, mas é só isso.

Provavelmente o diretor já está resolvendo o problema, digo, tentando saber quem é o culpado e aumentando a segurança, mas mesmo assim eu vou falar com ele.

Ouvi duas batidas na minha porta:

- Oi - Joe entrou. - Como está a garota que nunca mais falou comigo?

Ele me beijou na bochecha.

- O Jojo, estou bem. E você?

- To indo. Soube da Nanda?

- Sim. Não quero falar sobre isso.

- A Nanda tá muito mal, ela sente sua falta e de ficar com você. Eu e os meninos também. A Tori é legal, se você tivesse lá seriam o trio maravilha!

Ele me ignorou completamente.

- Tem também o Mike. Desconfio que esse garoto esteja apaixonado.

- Nos conhecemos só a um mês.

- Nunca ouviu falar em amor a primeira vista?

- Não acredito nessas coisas.

- Pois deveria.

 

Pov. Nanda

Estava no quarto conversando com Theo. Ele é tão fofo, parece ter mais idade do que aparenta por causa do seu jeito protetor, mas eu gosto disso. A Bela tem sorte de ter um namorado como ele.

- Acho que já vou indo. Mas não se preocupa com a Lis, vocês ainda vão ficar juntas e ter dois filhos e um cachorro.

- Tá bem, Luan Santana. Te vejo depois.

Ele foi embora.

Não queria sair do quarto, em parte porque ainda desconfiava de todos a minha volta e a notícia havia vazado, então por todo lugar que eu passava as pessoas me olhavam, mas coloquei na minha cabeça que não podia ficar só sentada com medo. Saí do quarto, fui procurar a Tori. O diretor disse que por precaução e ordens médicas eu teria que dividir um quarto e a Tori se voluntariou.

Assim que eu cheguei no quarto do David essa madrugada e contei o que aconteceu ele vestiu uma blusa e me levou até a diretoria. Lá uma supervisora ligou pro diretor pra que ele viesse falar comigo, já que ele também é humano e dorme. Contei tudo pro diretor. Nem eu, nem ele, nem o David dormimos a madrugada toda. O diretor chamou a polícia, o médico e ligou pros meus pais.

Respondi perguntas da polícia até às sete da manhã, que foi quando meus pais chegaram e tentaram me levar pra casa. Não que eu não quisesse ir, porque eu estava claramente traumatizada com o que havia acontecido, mas eu precisava ficar pra entender o que aconteceu, saber quem fez e por que fez, eu não queria simplesmente fugir e deixar que se resolvesse, sabe? Mas, claro, não foi isso que eu disse a meus pais, falei pra eles que eu tinha amigos aqui e que com eles eu poderia esquecer mais rápido e seguir a minha vida. Eles recusaram na primeira tentativa e cederam depois de um tempo, mas acredito que estão hospedados em algum hotel aqui perto e vêm tentar me levar pra casa amanhã.

Depois de meus pais vieram os médicos fazendo todos aqueles procedimentos e fazendo as mesmas perguntas dos policiais. Às nove eu fui liberada, sempre com o David que não pregou o olho um minuto. A Tori me levou pro quarto pra que eu pudesse tomar banho e finalmente tirar aquela sujeira de mim. Tentei dormir, mas a sono tinha simplesmente ido embora. As marcas da mão daquele monstro continuam nos meus pulsos e o pior: as memórias não saem da minha cabeça.

Quando os alunos começaram a descer pro refeitório a polícia ainda estava por aqui, e acredito que vai ficar por um bom tempo, as pessoas começaram a fofocar sobre o que havia acontecido e de alguma forma descobriram a verdade. Mas, enfim, têm  seguranças por todo canto do internato e a "floresta" foi interditada pra investigação. Mais tarde provavelmente irão me chamar pra ver a cabana.

Passei pelo quarto da Lis, sua porta estava entreaberta, ela conversava algo com o Joe:

- Como tá com o Tiel? - Joe perguntou.

- Estamos bem, mas só ficando. Infelizmente - ela suspirou. - Ele me levou pra conversar com a Nanda hoje, acho que se preocupa comigo.

- E o que você falou com ela

- Coisas. Ela me pediu desculpas, mas... Eu não aceitei, quer dizer, mais ou menos.

- Ué, por que?

- Ah Joe, eu amo muito a Nanda, mas não consigo tirar aquilo da cabeça. Sinto saudades das nossas loucuras e eu realmente amo muito ela, é como se fôssemos irmãs - sorri. - Mas percebi o quão idiota ela pode ser. Não quero mais ficar com ela. Talvez seja o certo, sabe?

Ok, isso já é demais. Só de saber que ela... Não vou continuar ouvindo. Tori não estava no quarto, então fui procurá-la no andar de baixo.

- Nanda - David me chamou, me virei. - Vem comigo.

Segui ele, afinal não tem nada pra fazer a não ser procurar a Tori que deve tá se pegando com alguém por aí, e, bem, ele foi um amigo e tanto.

David entrou no armário do zelador e me puxou junto.

- Tudo bem? - perguntou.

- Sim, e obrigada por hoje de manhã. Se não fosse por você...

- Não precisa agradecer, era o certo a se fazer - ele suspirou. - Você não deveria estar andando sozinha.

Sorri:

- É dia, David, ninguém teria a cara de pau de...

- A escola está vazia, Nanda, tá todo mundo nos seus quartos com medo, alguns pais até vieram tirar os filhos do internato - ele me interrompeu.

- Você já viu o quanto de segurança que está aqui? Não vai acontecer de novo.

David acariciou minha bochecha:

- Eu só estou preocupado com você.

- Não precisa - garanti -, eu estou bem.

Sorri pra ele, ele sorriu de volta. Sei que ele está certo, mas, sei lá, eu não quero me esconder. Sei também que não deveria confiar em ninguém por agora, nem o David, mas o que ele fez por mim... E sua preocupação, o jeito que ele olha nos meus olhos quando fala comigo não engana. Ele nunca faria uma coisa daquelas comigo. Sei que temos pouco tempo de amizade pra eu afirmar isso, mas eu sei que não foi ele.

- Por que me trouxe aqui? - perguntei.

- Eu queria falar com você, mas agora tô morrendo de vontade de te beijar e...

- Não vou te beijar - interrompi ele.

- Nem como agradecimento?

Ri:

- Sabe-se lá por onde essa sua boca passou!

Ele sorriu e tirou a chave da porta.

- Então você não sai daqui hoje.

Não acredito que esse garoto fez isso comigo! Que filho uma dona mãe dele!

- Eu vou gritar.

- Pode tentar, não passa ninguém aqui a essa hora.

- Olha só garoto, você pega uma todo dia, sua boca já deve tá cheia de bactéria, então não adianta nem insistir porque eu não vou encostar a minha boca num sinônimo de privada, ok?

David ficou quieto, por um momento eu pensei que iria ser libertada e tals, mas só pensei. Porque ele me encostou na parede e me prendeu entre seus braços, sorrindo.

- Tá com ciúmes? - perguntou perto da minha orelha.

E então estávamos a milímetros de distância, praticamente nos beijando. David fitou minha boca e instantaneamente eu fitei a boca dele. Estava tão convidativa... Ele chegou mais perto de mim e eu quase me entregava, mas lembrei que era o David e passei por debaixo do seu braço.

- Poxa, Nanda! Tava rolando um clima!

Admito que quase ri, mas me reconpus.

- Eu não vou te beijar.

- Ah, para de enrolação, nós dois sabemos como isso vai terminar, você só tá enrolando pra passar mais tempo comigo!

- David...

- Vai Nanda, eu não aguento mais esperar por esse beijo. Eu sei que você também quer.

Sim, eu também quero, mas não quero. Cara, ele é tão... TÃO! Mas é o David e o David é o David! Entende? Ele sorriu pelo canto da boa e segurou meu rosto perto do dele. Estava realmente irritado e ansiando por um beijo meu.

- David, não se atreva a... - beijei ele.

Certo, não deveria acontecer isso, mas eu não aguentava mais, ele tava me deixando louca! Depois de alguns tempo empurrei o David de perto de mim.

- Satisfeito?

- Muito - sorriu. - Devíamos fazer isso mais vezes.

Revirei os olhos:

- A chave.

- A porta tá aberta.

- O que? - girei a maçaneta. - Seu idiota!

- Não negue que você gostou!

- Seu filho de uma... - ele me deu um selinho.

- Olha o palavreado! - falou, sorrindo.

 

Lis

Infelizmente a segunda chegou, e como toda segunda eu tenho que acordar cedo, passar sei lá quantas horas estudando pra voltar pro quarto só à tarde e fazer as tarefas pra só dormir duas da manhã porque o sono vai embora.

Ah, como a vida é cansativa!

Tomei banho e me arrumei (2) porque não tem outro jeito. Desci pro refeitório. Normalmente às segundas todos estão nas sua respectivas mesas comendo feito zumbis, mas parece que hoje todo mundo resolveu despertar. Havia uma multidão na frente da Parede de Avisos, será que é alguma precaução tomada devido ao que aconteceu com a Nanda?

Esperei a maioria ir sentar e fui olhar o que era. Tinha algo que parecia ser um show de talentos - o Talent Show -, quem vencer ganha um ponto em cada matéria em todas as unidades. Não entendi bem, mas deve ser algo que acontece normalmente por aqui.

- O diretor faz isso todos os anos - ouvi uma voz atrás de mim. - Nós sempre participamos. Você vai?

- Eu? - ri. - Eu cantando pareço uma foca com asma.

- Não foi isso o que a Nanda me contou.

- Pois ela te enganou.

Saí dali e fui procurar onde os garotos estavam. Tiel me abraçou por trás e me deu um selinho rápido antes que a vaca da supervisora nos visse.

- Posso saber o que a senhorita estava conversando com o Mike?

- Tá com ciúmes?

Andamos pra mesa dos meninos.

- Não, só não confio muito naquele garoto.

Ignorei ele e sentamos na mesa, não gosto de comer muito pela manhã - mentira, é preguiça de pegar a comida na cantina mesmo -, então sempre fico pegando um pouco da comida dos meninos ao invés de ir pegar a minha.

- Vão participar? - Tiel nos perguntou sobre o Talent Show.

- Sempre participamos. Somos uma das bandas do colégio e praticamente nos obrigam a participar - Jeremy explicou.

- Conte mais sobre isso... - me interessei.

- Bem, temos nós e mais quatro bandas, incluindo a dos seus amiguinhos lá. O diretor baixou uma regra de que devemos participar todo ano, porque as vezes ninguém mais participa e também pra dar mais espírito de competição.

- E vocês ganham algo por isso? - perguntei.

- Só a voz rouca mesmo - Michael disse nos fazendo rir.

Não sei... Acho que vou participar, afinal é só daqui a dois meses. Vai ter muito tempo ainda pra treinar. Além disso um ponto em cada matéria durante as três unidades é quase um futuro garantido!


Notas Finais




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