História The Night Circus - Capítulo 18


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Categorias Magcon
Personagens Cameron Dallas, Jack and Jack, Matthew Espinosa, Nash Grier, Nate Maloley
Exibições 37
Palavras 1.296
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oioioi, sei que eu demorei mas eu estou aqui aaaa
Só tô postando hoje pq eu desisti de uma prova de concurso que eu ia fazer amanhã, sabem né como é uma pessoa insegura...
Enfim, fiquem com esse cap com um mini tiro no começo e no final.

Capítulo 18 - O choque e o medo.


Vitória Lancaster


  O sol havia acabado de raiar e eu era a única acordada ali, havia perdido o sono cedo, ou melhor, nem tinha dormido. Eram tantos motivos que não me deixavam pregar os olhos, podíamos citar: Nash e os pesadelos que eu vinha tendo.

  Saí do alojamento disposta a tomar um café e relaxar antes de sair. Antes de partir para o aeroporto, o tal “Chefe” havia deixado a gente dar uma volta no shopping ou fazer uma ligação aos parentes e depois ir viajar no jatinho particular do circo – mas não sem antes nos ameaçar 4501 vezes que caso houvesse alguma fuga, todos iam pagar e bem, não ficaria nada bem. Eu só acho que esse cara só fala é não faz.


  – Acordou com cara de bosta ou já nasceu com ela? – a menina sentiu na cadeira à minha frente.

  – Não tô para papo, Luiza. – revirou os olhos e levou a caneca de café a boca. ─ O que foi Luiza, por que está me olhando com essa cara?

  ─ Que cara? Tu tá na minha frente, to te olhando normal. – respondeu Luiza, e soltou um riso baixo. – Desculpe-me, mas o dia hoje está maravilhoso. 

  ─ Só se for para você. – falei. – Desculpa, eu não consegui dormir direito. 

  ─ Sem problemas Tori, é mais que perceptível que você está com problemas com o sono. – Luiza disse, olhei-a curiosa. Como assim perceptível? – Você se mexe muito de madrugada e, às vezes, até fala durante o sono. E é algo bem estranho. 

  Ela falou e eu me encolhi no banco de vergonha. Por que nunca me disseram que eu falava durante o sono?

  ─ E agora, você anda falando o nome do Nash. – concluiu.

  ─ O que eu costumo falar?

  ─ É muito enrolado, então eu nunca entendo. – explicou e eu assenti. – Bem, tenho que falar com o Matt antes de sairmos. Então, até mais. Fique com ele. – apontou para a porta.

  Olhei para trás e vi Nash entrando no refeitório junto com outros meninos, assim que me viu ele sorriu e se despediu dos garotos, vindo a minha direção. Grier tinha seu topete recém-cortado desarrumado e vestido com a sua camisa do Mickey e uma calça quase toda rasgada. Ele estava lindo.

  ─ Opa, olha essa baba escorrendo aí. – falou e deixou um beijo na minha testa, antes de sentar do meu lado. – Olha, sua blusa combina com a minha...

  Olhei para minha camiseta da Miney e ri. Combinávamos até na roupa.

  ─ Animada para hoje? – perguntou, roubando uma torradinha do meu prato.

  ─ Não. O que esse cara ta é dando um pirulito a uma criança e depois tirá-lo, ele vai nos dar horas de liberdades e depois nos prender por anos. – falei. – Só vou ir porque todas as meninas vão...

  ─ Você está para baixo hoje, o que houve? – seus olhos incrivelmente azuis entraram de encontro ao meu e eu tive medo que ele pudesse ver toda a bagunça que eu era, todos meus sentimentos e todas as merdas que eu já havia feito na vida. – Dá um sorrisinho, nem que seja um pequeno… eu amo teu sorriso.

  Senti meu rosto esquentar e olhei para as minhas mãos que estavam na mesa, eu estava sorrindo.

  – Por que teu rosto tá vermelho? – perguntou Nash, com um sorriso malandro no rosto. Sabe quando dá vontade de matar alguém? Então, queria matá-lo nesse momento. – Tô querendo muito fazer uma coisa.

  – O quê? – perguntei, e ele se aproximou sorrindo.

  Meus olhos se fecharam assim que senti seus lábios encostarem no meu. Eles se encaixaram como se fossem feito sob medida para estarem juntos. Senti a língua do Nash explorando cada canto da minha boca, como se quisesse descobrir cada cantinho. Quando de que o cara que eu gostava estava me beijando a ficha realmente caiu, ao invés de borboletas eu tinha uma manada de elefante no meu estômago.

(...)


Narrador


  Já era tarde quando todos estavam acordados e pronto para o passeio antes da transferência do circo. Cada um em sua respectiva fila para entrar na van que as levariam ao shopping e depois ao lugar onde pegariam o avião para ir para Londres. Uns animados e outros apenas obrigados.

  Giovana seguia o caminho cabisbaixa com Nate com o braço por seus ombros, o menino falava o quão chateado estava pelo mal entendido do beijo com Vitória e que nenhum dos dois tinha ideia do sentimento da menina quando isso aconteceu.

  – Maloley, se for para ficar aqui e ficar falando deles, por favor, saia. – a menina virou para o amigo com os olhos marejados, e o mesmo calou-se e deu um fim no assunto.


  – Vocês se beijaram? – pergunta Claire à amiga. – Aí, que lindos! Até que fim que assumiram o sentimento um pelo outro.

  – Não foi nada demais, Claire. Foi só um beijo, ele teve até que resolver uns problemas depois disso e nem conversamos sobre. – a morena falou, tentando, ao máximo, convencer a si mesma para que não se iludisse com o amor outra vez.

  – Você tem que se permitir sentir, Vitória. Não é porque seu último relacionamento acabou de uma forma tão hm… sombria que os outros também vão. – Claire falou e sorriu para Luiza que entrava na van ao lado com Matt. – E eu acho que foi mais que um beijo para o Nash sim.

  – Você e o seu conto de fadas. – argumentou Vitória, revirando os olhos. – E você e o Cameron, ein?

  – Somos só amigos, só estamos mais próximos porque eu tô o ajudando com aquilo. – explicou. – Só amigos. – falou a última parte mais baixo, na intenção de que ninguém ouvisse, falhando, já que um moreno logo atrás ouviu.


  – Matthew, se você não me devolver esse colar eu te bato. – disse Luiza. – É a única coisa que me lembra minha família, é sério.

  – Deixa comigo, é para eu sempre me lembrar de você.

  – Para que se lembrar de mim sendo que você me tem? – a menina perguntou e o garoto sorriu com malícia.

  – Eu quero um objeto que me lembre você. – falou. – No shopping eu compro algo que faça você lembrar de mim e da sua família. Ok, amor?

  – O que você disse? – a menina perguntou sorrindo.

  – O que eu disse? – Matthew fez-se de desligado quando se deu conta do que lhe havia escapado.

  – Você disse “amor”?

  – O que, eu não… puff

(...)


  – Cuidado quando descer da van, por favor. – Claire disse à Luiza, que descia da van com rapidez.

  – O shopping é ali galera, vamos atravessar a rua com cuidado, pela amor de Deus ein! – Nate falou e riu.

  O menino tirou um cigarro do bolso e o acendeu, quem o conhecia bem sabia que o fumar era algo indispensável para o garoto. Nathan deixou um beijo no rosto de Aurora e falou algo baixo no ouvido da menina, que sorriu e escondeu o rosto da curvatura do pescoço dele.

  – Pediram para eu ir no shopping na frente para ver se está tudo certo, tô indo o ok? – avisou e a menina assentiu. – Vitória. – chamou pela menina que estava do lado. – Cuida da Aurora para mim enquanto eu vou resolver as coisas ali?

  – Claro. – assentiu e sorriu, abraçando a amiga de lado.


  Maloley mandou sua última piscada antes de atravessar a rua, ele fez tudo correto antes de ir: olhou para ver se algum automóvel vinha, e, assim que teve certeza de que tudo estava limpo, ele foi. Mas ninguém contava com um carro em alta velocidade que havia surgido do nada.

  – NATE! – Aurora gritou ao ver o corpo de menino ser arremessado com força para longe, a tentativa de correr fora falha, já que Vitória a impedia de ir.

  O choque e o medo tomou conta de todos. E Nathan continuava inerte no meio da avenida enquanto o carro do criminoso sumia

na distância.


Notas Finais


E aí galero???? favor comentem o que estão achando aaaa, se for novo deixe seu fav
Amo vcs


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