História The Nightmare Game - Capítulo 9


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Categorias Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 9 - A semifinal


    Kauã, instintivamente, corre em direção ao portão, põe-se a sacudi-lo em prol de derruba-lo e sair dali, imaginava que os três iriam jogar todos contra ele, de repente, um carrinho de um determimado brinquedo atingiu o portão, assustando o garoto. 

 - Kauã, quero que preste atenção agora em nós! - Matheus fala. 

 - Antes de mais nada, iremos lhe dar alguns esclarecimentos! - Catarina avisa. 

 - Em sua segunda batalha, você perdeu para mim - Amanda relembra a derrota do garoto - Todavia, de todos os que perderam na segunda rodada, você foi o último a morrer, por esta razão, foi você quem continuou no jogo!       - Lucas tentou lhe ajudar na segunda batalha, foi ele quem provocou aquela ventania e abriu a janela da sala para você atravessar, ligou os refletores da quadra e ficou mexendo o portão para chamar sua atenção até lá! - Matheus explicou. 

 - Acontece que também chamou a minha atenção, quando cheguei no corredor, ele apagou os refletores rapidamente para que eu não visse você, minha solução foi dar vários tiros, ao menos um deveria lhe acertar. Foi a decisão certa - Amanda comenta. 

 - E agora, é chegado a hora da penúltima batalha! Novamente, meus parabéns por ter chegado a um passo da final! - Catarina parabeniza Kauã novamente. 

 - Nos surpreendeu, eu admito! Mas já lhe adianto de que não passará daqui! Porque a única pessoa que conseguiu chegar a final desse jogo na primeira vez que jogou e venceu fui eu! E como eu ja havia dito... Você nunca terá a capacidade do meu dedo, porque você é inferior, e nós somos superiores!            - Racista psicopata! - Kauã grita de raiva. 

 - Homofóbico incompetente! - Matheus devolve com mais raiva ainda.          De repente, todos os brinquedos do parque põem-se a funcionar. 

 - Como pretende ir para a final sem arma nenhuma? - Kauã indaga, achando ter colocado Matheus contra a parede. 

 Matheus, por sua vez, sorri, leva sua mão direita aberta ao ar, ao fechá-la, todos os brinquedos param, deixando Kauã boquiaberto. 

 - Eu lhe faço a mesma pergunta! Como pretende ir para a final sem arma nenhuma? - Matheus sente prazer em ver o rosto assustado e boquiaberto do moreno - Isto é o jogo do pesadelo! Um jogo onde a essência é o subconsciente! De modo que aqui tudo do cenário pode ser usado a seu favor, a partir da capacidade do seu cérebro! - Matheus levanta uma das sobrancelhas, olhando com deboche para Kauã - E que a semifinal do jogo do pesadelo se inicie! 

 Ao falar isso, Matheus põe-se a correr para o lado direito do parque, indo em direção ao trem fantasma, Amanda faz o mesmo. Catarina, por sua vez, corre para os brinquedos do lado esquerdo do parque, Kauã opta pela mesma opção da garota que lhe beijou.           Kauã sente seu coração acelerado com a adrenalina da situação, olha para todos os lados ao mesmo tempo, procurando por Catarina, em prol de proteger-se de um possível ataque. Logo ela aparece chamando-o para perto do Kamikaze. 

 - O que é? Acha que sou idiota? - Kauã pergunta, tendo cautela, pois Catarina já havia lhe enganado uma vez. 

 - Por acaso eu lhe disse que gosto desse jogo alguma vez? 

 - E por que você me beijou e logo depois me bateu e me trouxe para esta armadilha? 

 - Matheus é o chefão desse jogo! Quem ele diz para ir buscar o novato para jogar, a pessoa tem que ir, mas ele não precisa saber que não quero jogar!       Kauã ainda hesita em atender o chamado da garota. 

 - Desculpa por ter feito aquilo, mas não foi porque eu quis! 

 Kauã finda por crer na inocência de Catarina e põe-se a caminhar em direção ao Kamikaze. Ao chegar em frente ao brinquedo, Kauã estranha não encontrar a garota, começa a sentir uma sensação ruim de medo, de nervosismo, de repente, Kauã sente alguém proferir-lhe um soco no rosto, a intensidade do impacto o faz cair, ao levantar a cabeça, percebe Catarina subir a rampa do Kamikaze. 

 Logo levanta-se e pôe-se a correr em direção a rampa, ao subi-la, percebe Catarina tentando esconder-se de sua vista em cima de uma das cabines do brinquedo, Kauã, por sua vez, temendo que aquilo fosse ela planejando um outro ataque, corre em direção ao painel de controle e aperta em um botão qualquer, torcendo para que o Kamikaze começasse a girar, por sorte, havia acionado o botão certo. 

 Catarina assusta-se com o movimento do brinquedo e segura-se com todas as forças nas grades da cabine, foi então que Kauã descobriu que ela possuia medo de altura. Catarina começa a xingar Kauã, pedindo a ele que parasse a máquina, todavia, Kauã ignorava todos os palavrões que a garota proferia, estava concentrado no movimento do Kamikaze, estava tentando controlar seu subconsciente, de repente, o Kamikaze para de súbito com as cabines no alto, arremeçando Catarina ao ar. A garota grita até ir parar no exterior do parque, onde acontece o impacto do seu corpo com o solo. 

 Tal acontecimento deixa Kauã estupefato. Parar o Kamikaze de vez era o que ele estava tentando fazer. De repente ouve-se um barulho de tiro, seguido de um grito feminino, vindos do interior do trem fantasma. 

 Kauã pensou que Amanda havia matado Matheus, pois era ela que possuia a arma, ele então põe-se a caminhar em direção ao trem fantasma, para ver se realmente o seu oponente na final iria ser a garota. Kauã chega em frente ao brinquedo, sobe na rampa, ao se encontrar em frente da porta de entrada, Kauã a abre, ao travessa-la, o garoto se vê em seu quarto, de repente a porta se fecha, espantando-o, ao abri-la novamente, Kauã vê o corredor de sua casa, então corre para a janela e espia a casa da frente, na janela do quarto de Matheus havia um cartaz escrito: "O que lhe faltou na competencia, sobrou na sorte, mas não é só de sorte que me vencem na final! Garoto estúpido!"

 Foi então que Kauã soube quem lhe esperava na última batalha.

 



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