História The Oak Valley - Capítulo 2


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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Visualizações 34
Palavras 1.178
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Violência
Avisos: Drogas, Estupro, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Gente, primeiro de tudo, desculpa a demora. Aqui no sul faz muito frio e nesse meio tempo eu peguei uma gripe fodida que quase virou uma pneumonia, andava meio grogue e medicada. Aí não produzi foi nada haha

~ Sim, eu já disse isso lá na minha outra fic. :P

VEJO VOCÊS NAS NOTAS FINAIS. <3

Capítulo 2 - Trial


Ontário, 3 de dezembro de 2016.

 

Justin estava sentado à esquerda do juiz George A. Howard. À sua frente, ambos os advogados, Edward S. Adams advogado de acusação e Lorene G. Walker, sua advogada de defesa. Quando a mesma virou-se ao júri, pode claramente ouvir suas palavras.

- Esqueçam tudo que já viram na televisão e no cinema, não vai ter nenhuma testemunha de última hora, ninguém vai emocionar vocês com uma confissão cheia de lagrimas. Vão ter apenas os fatos. Justin Bieber foi encontrado em uma cena de crime, vocês irão ouvir duas explicações de porque ele foi encontrado lá. – Ela pausou por um segundo, apontando para o outro lado da sala e logo, virando-se ao júri novamente. – A nossa e a deles. Vai caber aos senhores distinguir a verdade e determinar qual das duas versões soa mais plausível. – Ela afirmou, gesticulando com as mãos. – Há pontos que devo provar aos senhores. Ponto número um, Justin Bieber era... É um estudante brilhante. Ponto número dois, Justin Bieber fez uma escolha compreensível e individual, muito pessoal. Uma escolha pessoal, de boa fé em ajudar naquele momento. Ponto número três, Justin em momento algum negou-se a dar sua versão dos fatos. Ponto número quatro, quando omitiu algumas informações, foi porque entrou em pânico. E no seu pânico, fez o que cada um de nós gostaria de fazer... ajudar.

Todos ouviam atentamente o que a advogada de Justin tinha a dizer naquele momento. Justin estava com as mãos frias, suadas e alguns fios de cabelo já estavam umedecidos dado o seu estado de nervosismo. Nestes 30 dias desde o incidente com Rachel, Justin havia treinado várias vezes o que falar na frente do júri, mas nada se comparava ao momento que ele estava vivendo.

Sua advogada proferiu mais algumas palavras em frente ao júri e logo em seguida deu a palavra ao advogado de acusação.

- Justin Bieber foi encontrado ao lado do desfalecido corpo de Rachel. Uma jovem brilhante de apenas 22 anos de idade. Vocês realmente irão acreditar que ele apenas estava ali para salvá-la? – Edward sorriu, olhando pro júri. – Não sejam ingênuos, Justin Bieber estuprou, torturou e por fim, matou Rachel naquele beco. – Gesticulou com as mãos. – As fotos falam por si só. – Ele sorriu quando a primeira foto apareceu no telão, seguida das demais.

Era uma foto do corpo de Rachel caído no beco, vários machucados e escoriações, sangue por toda a parte e a arma do crime caída ao seu lado.

- Observem a faca. – Edward salientou. – Uma faca 8Cr18Mov Lâmina G10, dobrável. – Os olhos de Edward chegaram a brilhar quando o júri observou a faca. – Totalmente coberta com as digitais do Sr. Bieber. E lembrem sempre, Justin Bieber foi encontrado coberto em sangue de Rachel Barnett. Se isso não é o suficiente pra fazer dele o culpado... – Deixou o final da frase no ar.

Justin sentia que seu coração estava prestes a pular pra fora de seu peito. Realmente, todos os indícios diziam que o garoto era culpado pelo assassinato de Rachel.

- Isso... Isso é tudo mentira. – Sussurrou pra sua advogada.

- Eu sei Justin, mas observe os fatos.

- Fatos? – Eu acabei de dizer que sou inocente...

- Justin, eu sou paga para acreditar em você e fazer com que os outros também acreditem. Mas seja realista. – Ela o alertou.

Justin tentava, mas tudo estava muito complicado pra ele. Fechou os olhos relutante. Não queria acreditar no que estava acontecendo... Queria lutar de todas as maneiras pra que isso não se tornasse real. Ele olhava pro júri e sabia, ninguém ali estava acreditando que ele realmente fosse inocente. E ali, naquele momento, ele soube o que precisava fazer.

Afinal, era uma atitude ou o presídio de segurança máxima de Heilig-Meyers.

- Eu aceito o acordo. – Sussurrou pra sua advogada.

- Tem certeza?

- Tenho. – Disse firme.

- Sr. Juiz. – Lorene sorriu. – Se me permite... – Aguardou o juiz assentir. – Em um breve momento com meu cliente, queremos propor... – O juiz pareceu interessado e Edward também.

- Qual sua proposta, advogada?

- A confissão de Justin Bieber em troca de sua internação em Oak Valley.

- Oak Valley? – O juiz indagou, surpreso. Oak Valley era uma instituição privada e logo, muito difícil de se conseguir uma vaga lá.

- Sim Sr. – Lorene sorriu confiante para Justin. – Conseguimos remanejo de Justin Bieber para Oak Valley ainda hoje.

- Parece uma solução razoável. – Edward sussurrou à família de Rachel.

- Justin Bieber. – Juiz George virou um pouco o corpo em direção ao garoto. – No que diz respeito ao assassinato de Rachel Barnett, você se declara?

- Culpado. – Justin rebateu, com todo o peso do mundo em seus ombros naquele momento. Seus pais caíram em choro e os pais de Rachel puderam, por um segundo, sentir paz mesmo não tendo a filha presente naquele momento.

Os segundos após o acontecido foram incertos na cabeça de Justin. Soube que as pessoas aos poucos foi se retirando, junto com o júri. Dois homens fortes em jalecos brancos levaram Justin algemado até a viatura que fizera sua escolta até Oak Valley. Não pode despedir-se de seus pais e nem de seus amigos, a viagem que durou cerca de quarenta minutos foi pacifica, muito embora dentro de si ele travasse uma batalha incessante.

Oak Valley era cercado por um muro de uns seis metros de altura, com cerca elétrica e arame farpado em rolo na parte de cima do muro. Os muros tinham um tom de branco sujo e a grade provençal tinha seu metal descascando. Tao logo a viatura chegou, o portão se abriu e os policiais liberaram as algemas de Justin. Assim, os enfermeiros o levaram pra dentro. No total silencio.

- Aqui é o seu quarto. – O enfermeiro mais alto e mais velho falou. – O café da manhã é as 8h, lanche as 10h, almoço ao meio dia. – ele girou a chave na maçaneta e empurrou a porta. – Três e meia tem um lanche, jantar é servido as 19h e as 22h tem uma ceia. – Justin deu o primeiro passo pra dentro do quarto. “Melhor do que lá em casa”. Pensou, morbidamente. – Se perder uma refeição, tem de esperar a próxima. Só sai do quarto com permissão ou na hora de tomar sol. A biblioteca é no andar de baixo e o andar de cima é restrito. – O homem tinha a voz firme. – Entendido? – Justin assentiu. – Ande na linha. – O homem bateu a porta e girou a chave, deixando Justin trancado dentro do quarto.

O quarto era uma peça de aproximadamente 4x5m e paredes brancas. A porta de madeira maciça estava trancada e a janela grande permitia uma grande quantidade de claridade passar. Tinha uma cama, um pouco maior que uma cama de solteiro e um criado mudo.

O banheiro era pequeno e nele, só tinha o necessário. Papel higiênico, escova de dentes e creme dental. Shampoo e sabonete no box aberto do banheiro. Ao canto, uma toalha de banho e uma de rosto.

No canto esquerdo do quarto, uma luz vermelha piscava incessantemente.

Ele estava sendo filmado.


Notas Finais




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