História The Obligation to Kill - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Hailey Baldwin, Justin Bieber, Personagens Originais, Selena Gomez
Tags The Obligation To Kill, Totk
Exibições 24
Palavras 1.769
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Dafiny


Fanfic / Fanfiction The Obligation to Kill - Capítulo 6 - Dafiny

Segui para o meu quarto sem olhar para trás. Deitei na minha cama, se é que posso chamar de minha, e nem o barulho da festa interrompeu meu sono.

_ Segunda de manhã_

Acordei com o barulho do despertador me alertando que era meu primeiro dia na faculdade. Me olhei no espelho do banheiro, e ainda apresentava marcas de olheiras pela festa de sábado.

Entrei em baixo do chuveiro e deixei que todo o cansaço fosse embora, deixando meu corpo ser tomado pela ansiedade de conhecer meus novos “colegas” de faculdade. Seria totalmente diferente, eu sabia disso, mas teria que me acostumar cedo ou tarde.

Eu não via o Justin desde sábado à noite, e não o vê-lo em casa essa manhã, me deixava preocupada. O porquê da preocupação eu não sei, só sei que meu coração se espremia ao pensar que podia ter ocorrido algo de errado.

-Bom dia.- Disse á uma garota loira, sentada na bancada do café.  Ela se virou para mim, e deu um sorriso de canto, sem dizer nada, e voltou ao que estava fazendo.

Achei melhor não a importuna-la, então apenas peguei uma maçã, e voltei ao meu quarto, para que pudesse me trocar.

Minha roupa era simples, perto das que andei usando ultimamente. Eu iria para a faculdade, teria que demonstrar um ar mais sério, ou pelo menos tentar. Coloquei um vestido cinza, de comprimento até o joelho, e um tênis branco, com algumas listras pretas. O cabelo seria igual o de sempre, liso com as pontas onduladas. E a maquiagem era pouca, apenas gloss nos lábios e um pouco de rímel.

Desci as escadas com a mochila nas costas, e sai pela porta da frente, que era na direção da faculdade.

Olhei minha planilha antes mesmo de adentra-la, e conferi se a primeira aula era de filosofia. Pensei por algum tempo se alguém que quer cursar exatas, precisa de estudar filosofia, porém se apresenta nas minhas planilhas, não irem contradizer.

Notei um certo tumulto, já na sala de aula, nas cadeiras inferiores. Começaram a passar um pedaço de papel, até que chegou na minha carteira. O papel dizia “oi gatinha”, sem nome algum. Olhei par ao rumo do tumulto e pude identificar o autor, já que ele ria com os colegas ao seu lado. Amassei o papel e taquei-o dentro da bolsa, para jogar no lixo depois.

As ultimas 5 aulas foram tranquilas, tirando que a última era de história, e eu realmente não estava interessada em estudar o passado hoje.

Descia as escadas da entrada, mas antes de chegar ao final, senti uma mão em meu ombro, e em seguida um a voz se direcionando a mim.

-Ei, me desculpa, era só brincadeira.- disse o garoto do bilhete, se é que posso chama-lo assim.

- Tudo bem.- Respondi e voltei a me virar. Ele me pareceu completamente insistente e se posicionou a minha frente.

- Meu nome é John.- estendeu o braço e eu o cumprimentei.- posso me sentar com você amanhã? - Perguntou mais do que animado.

- Como quiser.- sorri para que não parecesse grossa.

Olhei para a casa do Justin, esperando que conseguisse ver além das paredes, e ver que ele já havia chego em casa. Tentativa falha, mas não demorou muito para que seu carro estacionasse na calçada. Voltei a olhar para John e ele falava comigo, de algum assunto que eu não havia prestado atenção, já que me interessava apenas ver se era o Justin dentro do carro.

- E parece que era sempre assim, e a gente nunca percebeu.- parecia terminar o raciocínio.

-Sim, somos completamente ignorantes se formos pensar por esse lado.- tentei mostrar que havia prestado atenção. Voltei a olhar para os carros do outro lado da rua, e vi que o Justin descia da parte de trás do carro, com um dos braços em uma tala. Eu queria correr até lá e fazer inúmeras perguntas sobre o que havia acontecido, mas John estava conversando comigo ainda, e seria falta de respeito sair assim.

- O que acha? - John perguntou.

- Sobre o que? - Ele pareceu não entender.

- No que está prestando atenção? - Se posicionou ao meu lado, e começou a olhar para a casa do Justin junto a mim.- oh, esse cara? Serio? Por que todas vocês são apaixonadas por ele? - Voltou a se dirigir a mim.

- Não sou apaixonada por ele.- tentei dizer, mas ele não acreditaria.- é complicado. Amanhã a gente senta junto? - Joguei no ar já caminhando em direção a casa.- até.- respondi como se ele tivesse dito algo.

Entrei pela porta da frente, e cheguei a tempo de ver o Justin subindo as escadas. Deixei a mochila na poltrona e o segui, até o seu quarto, onde o encheria de perguntas.

- Onde passou a noite? - Foi a primeira delas.

Ele me olhou assustado, como se não soubesse que me encontraria ali.

- Resolvendo alguns problemas.- respondeu entrando no banheiro.

- E por que está com o braço quebrado? - Perguntei o seguindo.

- Posso tomar um banho em paz? - Perguntou civilizadamente, mesmo eu tendo a sensação que ele estava incomodado comigo ali.

- Se me responder primeiro.- impus.- onde quebrou o braço? - Voltei a perguntar.

- Uma briga de rua.- notei que estava mentindo.

- Certo.- dei uma pausa enquanto o encarava.- aprendeu a mentir em uma briga de rua? Por que você é péssimo nisso.- ele apenas girou os olhos e começou a tirar a camiseta, com apenas um dos braços.

Me guiei até ele e o ajudei a tirar a camiseta e depois as calças, tentando não reparar no corpo totalmente definido.

- Vai me dar banho? - Perguntou com seu famoso sorriso sapeca.

- Não chegamos a esse ponto.- agora eu girava os olhos.

Sai do banheiro e fechei a porta. Me sentei na sua cama e assim que ele abriu o chuveiro, seu celular apitou, provavelmente informando de alguma mensagem.

Tentei me segurar para não me meter ainda mais em sua vida, mas foi inevitável. Peguei o seu celular de cima da cama e li a mensagem que dizia apenas “bom trabalho”, de um número desconhecido. Eu sabia que aquilo ficaria na minha cabeça até ele me dizer o porquê do elogio, mas não poderia perguntar a ele sobre isso, pois aí ele saberia que eu andei me intrometendo na sua vida novamente.

- Oh, ainda está aqui.- Disse Justin assim que saiu do banheiro, com uma toalha em volta da cintura, e segurando outra enquanto secava o cabelo. – Eu nunca conheci uma garota tão intrometida como você.- disse rindo.

- Me desculpe se me preocupo.- saiu de minha garganta antes mesmo de eu peneirar as palavras. Ele me olhou serrando os olhos e depois voltou a ficar de costas para mim.

- Se preocupa? - Perguntou ainda com tom irônico na voz.

- Ah, você entendeu.- disse antes que saísse mais alguma coisa que não deveria.

- Certo. Já que se preocupa, pode sair do meu quarto e parar de me encher a paciência? - Pediu caminhando até o closet e saindo de lá já vestido.- Meu deus, ainda está aqui? - Disse em um tom mais alto.- já disse para sair, que saco.- gritou mais ainda, me fazendo dar um pulo para trás.

- Estressado- tentei não levar a sério, até mesmo por que não sairia dali sem respostas.

Deitei em sua cama, com as pernas cruzadas, e esperei que ele se incomodasse a ponto de responder o que eu queria saber.

- Eu já disse que quebrei o braço em uma briga de rua.- disse com um pouco mais de paciência.

- E essa briga durou o domingo inteiro? - Perguntei fingindo acreditar em seus argumentos.

- Eu só quero dormir.- disse antes de ir e voltar do banheiro, já sem as toalhas em suas mãos, e o cabelo seco.

Percebi que não iria conseguir nenhuma resposta, mas toda aquela insistência me fez lembrar da garota que estava na cozinha pela manhã. Ela me pareceu estranha, e eu precisava saber quem era.

-Mais uma coisa.- disse me levantando da cama. Ele me olhou como se me xingasse mentalmente, mas eu não ligaria para aquilo. – Hoje cedo tinha uma garota estranha aqui.- ele franziu as sobrancelhas.- ela era loira, bem magra, e um pouco mal-educada. Disse bom dia e ela nem respondeu.- falei me lembrando da situação.

- Espera.- veio até mim.- lábios grossos, cabelos curtos e estava comendo? - Assenti.- eu não to acreditando nisso.- praticamente gritou enquanto saia do quarto batendo os pés. – Dafiny- gritou descendo as escadas.- Dafiny- gritou mais alto ainda quando chegou ao final dela.

- Quem é Dafiny? - Perguntei a ele que não me respondeu.

- Escutei meu nome.- a voz surgiu do segundo andar. Voltei a olhar para as escadas e garota de mais cedo descia as mesmas.

Olhei para o Justin e o mesmo ficava com o rosto vermelho enquanto cerrava os punhos. Ele subiu as escadas até ela, pisando nos degraus de 2 em 2. Não conseguia escutar muito bem o que eles falavam, mas sabia que o Justin estava irritado. Ele segurava em um dos pulsos de Dafiny, como se estivesse se preparando para joga-la longe.

Dei alguns passos nos degraus da escada, e me aproximei, para poder escutar a conversa.

-Oh, então é ela? - Disse Dafiny soltando o braço do aperto e vindo em minha direção.- uma bela vadia.- Franzi a testa pelo xingamento, mas não iria revidar, eu fui muito bem-educada.

- Só vai embora.- disse Justin mais calmo.

- Cabelos compridos sempre foi um dos seus fetiches, não é? - Perguntou Dafiny, andando em minha volta enquanto mexia em meu cabelo. Subi alguns degraus e me posicionei ao lado do Justin.

- Vai embora.- Justin parecia implorar. Ela se manteve parada no mesmo lugar e ele não pareceu ter muita paciência.- o que você ganha com isso? - Voltou a se aproximar dela, dizendo entre os dentes.

- Devia me agradecer. Estou abrindo os seus olhos e mostrando que ela não tem nada demais.- deu uma pausa enquanto me olhava de cima a baixo.- ela não tem cara que te faz gemer como eu.- debochou puxando o Justin pelo queixo.

- Vai embora.- gritou a pegando pelo braço e puxando-a até a porta da frente.

Eles trocaram mais algumas falas antes dela ir embora, mas eu não consegui escutar pela distância.

-Me desculpe por isso.- Justin dizia enquanto se aproximava de mim.

- E quem é ela? - Perguntei.

- Você não vai querer saber.



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