História The Obsession - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Selena Gomez
Personagens Ariana Grande, Justin Bieber, Selena Gomez
Tags Jelena, Justin Bieber, Selena Gomez
Exibições 115
Palavras 3.236
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Suspense
Avisos: Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá! Gente, agradeço de coração aos comentários e favoritos, sério. Vocês não sabem o quão me deixaram feliz por ter me dado uma chance de compartilhar a minha ideia com vocês. Eternamente grata! Como prometido, capítulo postado. :)

Capítulo 2 - Selena Gomez!


Fanfic / Fanfiction The Obsession - Capítulo 2 - Selena Gomez!

Selena Gomez POV - Cativeiro, 22:35pm.

Admito, não sei por quantas horas permaneci desacordada. A pior reação de todas, foi ver que não estou na minha casa, e sim, numa casa completamente desconhecida, num quarto estranho, que abrange uma cama de casal e uma penteadeira apenas. Um quarto baldio. Com pintura antiga, um verde sem vida. Isso é totalmente o aposto do meu quarto, por um segundo, eu achei que estivesse sonhando, mas fui chacoalhada feito uma boneca velha por alguém, que só consegui identificar quando minhas visões foram clareando aos poucos, sendo assim, tomando a visão de um rosto masculino, me encarando. 

Dei um solavanco da cama, tomando um susto, batendo minha cabeça na cabeceira desta. O garoto riu, maldoso talvez, mostrando os seus dentes alinhados e seus lábios incrivelmente rosados. Fui reconhecendo seu rosto, e era aquele garoto que sempre me seca na escola. Era ele, a minha perseguição.

Meu peito subia e descia. Minha respiração acelerada mostrava o tamanho do meu desespero. Tentei por impulso, me levantar da cama na intenção de sair correndo pela porta e fugir, mas, que tola eu fui de pensar assim, meus pulsos estavam doloridos e presos numa algema gélida, estas que estavam presas na cabeceira da cama. Ergui meus dois braços para frente, tentando me soltar, mas eu sentia apenas dor nos pulsos e o barulho das correntes rangirem na cama. O garoto, louro, ri, parecendo se divertir com a situação. Eu ainda não conseguia dizer uma palavra se quer, até percorrer meu olhar pelo meu corpo, ele agora estava desnudo, coberto apenas por minha calcinha e meu sutiã, este que agora, estava com as alças caídas.

Apenas apertei os olhos e, senti eles inundar de lágrimas e um tremor tomar conta do meu corpo todo. Minhas pernas ficaram bambas, quando imaginei o pior. O louro, muito satisfeito com a minha reação, puxou uma cadeira de madeira e a colocou ao lado do pé da cama, sentou-se nela e observando muito atentamente quando eu soltei o ar com calma. Sendo assim, abri meus olho, este que andava pelo quarto baldio, notando numa das paredes ao meu lado, vários objetos sexuais. Eu não tinha estrutura pra olhar para a cara desse psicopata agora, eu queria gritar! Gritar por te sido tão burra. Ele era um masoquista e não quero imaginar o que ele tem feito comigo enquanto estive desacordada. 

Me lembrei do bilhete e de quando ele saiu do corredor da escola, com um sorriso maldoso. Também lembrei da risada, quando adormeci. E foi ele. Ele me queria esse tempo todo. 

— Você...— rosnei, trincando os dentes, com tamanha raiva. — O que está fazendo comigo? Responda! — esbravejei, esperando alguma reação do louro. 

Ele apenas riu, muito tranquilo, como se aquilo fosse algo normal. 

O louro apoiou seus cotovelos sobre suas coxas, e, ainda me analisando com um olhar frio mas com um sorriso sacana, molhou seus lábios passando sua língua levemente por eles e, coçou a pontinha do seu nariz, desviando o seu olhar misterioso de mim, e, ergueu seu corpo para o lado, retirando algo do seu bolso, era uma celular. O jeito que ele me ignorava estava me irritando! Quem ele pensa que é? Reconheci de longe que era o meu celular, e trinquei com mais raiva os dentes, até ouvir os barulhinhos da tecla dele sendo desbloqueada, entreabri a boca, me perguntando de como ele sabia a minha senha. O louro, colocou na caixa postal, onde tinha um recado da minha mãe:

"Selena? Por onde anda, filha? Já são tarde, você nunca demorou chegar em casa! Estou te ligando e você não retorna. Está tudo bem? Estou preocupada e se você não aparecer chamarei a polícia."

"Oi aqui é a Ariana. Fiquei preocupada por você ter saído mais cedo da escola hoje! Te mandei várias mensagens e você não respondeu a minha pergunta sobre o trabalho de amanhã de Biologia. Apareça amanhã na escola para conversarmos melhor sobre. O trabalho é muio importante...e, ah, meu Deus! Acredita que quase cai agora? Como sou desastrada. Um beijo, Selenita!"

— Socorro!!!  — gritar: isso foi a única coisa que consegui fazer depois de ter escutado a voz da minha mãe completamente preocupada do outro lado da linha! Eu preciso ir embora, de alguma forma. Eu não posso ficar aqui. Eu não vou. 

Meu grito fino, incomodou o louro, que agora, se levantou da cadeira e se dirigiu até a mim. Segurou meu maxilar entre seus dedos, erguendo ao máximo, meu olhar no seu, fazendo com que, eu engolisse cada grito apenas com o olhar frio e amedrontador que ele mantinha. Preferi me calar, quando notei pelo seu olhar, o que ele estava tentando dizer. Me fez uma ameaça. Muito rapidamente, ele mexia em algo no meu celular, e as lágrimas escorriam pelo meu rosto e salgava meus lábios ressecados. Eu preciso de água. 

— É só dizer que está tudo bem. 

Ah, ele fala! 

O louro, encostou o celular no meu ouvido, a ligação ainda chamava. Não demorou muito para que, eu escutasse o voz da minha mãe do outro lado da linha, ela estava mesmo preocupada e se eu não a conheço bem, ela estaria preparando o exercito pra vir atrás de mim agora.

— SELENA, filha! Por onde anda? Aonde você está, Selena! 

Deitei meus olhos, pensando nas palavras certas. Eu estava com vontade de gritar, pedir por socorro. O choro estava preso na minha garganta. 

— Mãe...eu...

O louro, me lançou um olhar de ameaça, assim que abri os olhos e encarei a sua órbita caramelada vibrando para cima de mim. 

— Selena?!

— Mãe, está tudo bem. 

A ligação foi finalizada. O louro não esperou que eu dissesse mais nada, e, desligou o celular, guardando ele no bolso de calça depois. 

— Eu quero ir embora! Você não pode fazer isso comigo.

— Posso. Já estou fazendo. — seu polegar, deslizava pelos meus lábios carnudos. — Eu sabia que um dia você seria minha. Se você vacilar, sua mãe vai pagar por isso, por tanto, preciso que você colabore, Selena. Logo logo você vai se acostumar e vai quer que estará apaixonada por mim. 

— Você é um louco! Eu nunca vou me apaixonar por você. Nunca. — esbravejei, girando o rosto no seu lado oposto, evitando seu toque atrevido. 

— É só fazer tudo do meu jeito. Não tem mistérios! 

— Você não me tocou, não é mesmo? — por força do hábito, o louro nota o meu olhar piedoso e solta sequencias de risadas, me deixando confusa. 

— Amanhã você vai voltar pra casa pela manhã, e vai se explicar pra sua mãe. — ele cessa o riso. — Mas claro, você vai mentir. — novamente, ele esboçou um sorriso maldoso. — Vai inventar uma história qualquer, que teve que dormir na casa de alguma amiga. Que precisou fazer um trabalho, e voltou cedo porque passou no calçadão pra dá uma corrida como você sempre faz. 

Me espantei, como ele sabia essas coisas sobre mim? Ele é um inútil.

— Eu não acredito nisso! Eu não posso acreditar que você esteve me vigiando à cada momento! Quem você pensa que é? Você não passa de um doente, e se eu não estivesse presa aqui, você estaria sendo estapeado nesse exato momento. — esbravejei, vendo sua reação de total tranquilidade.

Selena Gomez! A sua braveza me espanta. — soltei um gemido, quando senti sua mão grande dá um tapa forte na minha coxa, deixando ela ardendo. 

Seu corpo deslocou-se até a outra parede, está que contém objetos eróticos que eu não faço ideia de como usar aquilo. Arregalei meus olhos, quando o vi cruzar seus braço e muito pensativo, escolher o objeto o qual vai pegar. Já comecei a ficar inquieta, quando o louro, voltava com uma espécie de chicote que na ponta, havia uma bolinha média. Ele voltava sorridente. Mordeu seu lábio, e novamente, seu corpo sentou-se ao meu lado. Uma de suas mãos foram deslizando pela minha coxa, enquanto seus olhos frios, me fitava de uma forma amarga e cheia de desejos, entreabri a boca, deixando um ar escapar.

— Shiu...não grita. Pensa na sua mãe. — assenti, e deitei meus olhos, os fechando, não querendo ver a cena patética. Meu coração estava em pedaços. Eu estava me sentindo suja. Tocada por um qualquer, que eu nem ao menos, sei o nome. 

Senti a ponta arredonda do chicote se deslizar pela minha coxa. Eu estava imóvel, e o louro, parecia se divertir com aquilo. Ele prosseguiu, até que, senti a parte aredondada invadir a minha virilha exposta, fazendo-me arrancar um arfado de agonia dos meus lábios, quando ele contornava parte desta. Meu coração estava por horas, eu podia sentir o mesmo vindo, até minha garganta, querendo soltar de boca a fora. O louro, não perdeu tempo e, quando dei por mim, ele já havia abaixado a minha calcinha e agora, minhas pernas foram afastada uma pra cada lado de forma bruta. Meus olhos ainda fechados, recebia minhas lágrimas gélidas. De frieza. A ponta arredondada do objeto, agora passeava pela a minha intimidade, tão seca quanto a minha garganta querendo um copo de água. 

— Quero ver você molhadinha pra mim, querida. — sua voz suou rouca, com desejos. Travei o maxilar, com total desdém da sua voz. 

Aquilo fazia movimentos circulares na minha intimidade. O louro, com maldade, forçou a parte arredondada do chicote na minha entrada, mas não adentrou, porque se ele sabe tanto sobre mim, deveria saber que sou virgem. Ele arrancou um gemido ardiloso das minhas cordas vocais de dor, e não de desejo, mas ele, ele parecia ter se excitado com aquilo. Arriei minhas costas, sentindo uma ardência na minha intimidade sem passagem para penetração. Havia machucado. De repente, senti uma onda de vibração invadir a minha intimidade, o louro, ligou a parte vibradora do objeto e brincava com ele na minha intimidade, em forma de círculos. Mordi meu lábio, me segurando ao máximo qualquer tipo de barulho vindo da minha boca. 

— Oh, querida, você é tão gostosa! Você não sabe o quanto esperei para ter seu corpo. Está gostando disso? Olhe pra mim, Selena! — falou autoritário. Obedeci, olhando o quão ele se divertia. — Quero ouvir o seu gemido. Geme. — balancei a cabeça negativamente, respirando muito acelerado. — Geme! 

O louro, forçou novamente a minha entrada, arrancando um gemido forçado das minhas cordas vocais. Eu reprimi de dor. 

— Isso...geme meu nome, vai! 

— Ee..e..eu não sei seu nome! — gaguejei, sentindo a onda vibrante deixar a minha intimidade úmida. Completamente molhada, assim como ele queria.

— Justin. Vai, Selena! Não temos todo o tempo do mundo.

— Own, Justin! 

Forcei um gemido, e Justin, sorriu com satisfação. 

— Já está molhadinha pra mim, que maravilha. Agora rebola sobre o objeto, anda! E não tire os olhos de mim. 

Obedeci, já que, querendo ou não, ele estava no comando, e se eu não cumprisse, algo de ruim poderia acontecer comigo, e até mesmo com a minha mãe, que deve está querendo entender o porquê do meu sumiço repentino e da minha ligada sem mais nem mesmo. 

Movimentei a minha cintura, roçando a minha intimidade que encaixava direitinho no objeto arrendondado e vibrante, sem tirar os olhos do louro, cujo Justin, que estava com a ereção fora do comum na sua calça jeans escura. Apertei ambas as correntes, sentindo já, gotículas de suor descer pelo meu rosto, querendo ou não, eu estava sentindo prazer, só não quero demonstrar isso pra ele, ele não vai me ter, não vou permitir que me toque assim, como se eu fosse um trapo velho ou algo de tipo. À mim não!  Minhas pernas estavam tremulas, e essa sensação era boa, eu nunca havia sentido antes, mas ao mesmo tempo ruim, eu estou sendo abusada, por um estranho psicótico. 

Justin, não se dando por satisfeito, permaneceu com o objeto parado no meu clitóris, na parte mais sensível, e agora sim, eu pude soltar um gemido prazeroso e ardente, já sentindo minhas pernas bambas ao notar uma onda de prazeres inexplicável tomar conta de mim. Arriei minhas costas, e mordi meu lábio, já não aguentando mais as suas torturas.

— Afaste, por favor! — falei, com a voz cansada, sem condições de mais provocações.

O louro sorriu com malícia, vendo meu corpo se mover inquieto sem condições alguma de sentir aquela vibração tomar conta de mim novamente. Ele sabia que eu já tinha chegado ao orgasmos e que meu corpo precisava relaxar. Mas depois de alguns minutos passados, ele resolveu desligar o vibrador me dando um alívio na minha intimidade depois de ter me retorcido muito pela cama. Suspirei fundo, sentindo meu corpo mole e anormal. Meu corpo estava suado, e não demorou muito para que, de uma forma agressiva, o louro tomasse conta dos meus lábios iniciando um beijo inesperado. Eu movia a cabeça de um lado para o outro, tentando recuar, mas ele é mais forte e me forçou a beija-lo. Sua mão, agora, acariciava a minha intimidade que pedia por descanso.

Eu estava me sentindo imunda agora. 

 

Manhã seguinte - 8:50am.

Adentrei em casa, já deparando com mamãe sentada no sofá apenas de camisola. Era de seda. Ela segurava o telefone fixo nas mãos, e muito nervosa, balançava suas pernas de uma maneira inquieta. Suspirei fundo, ao lembrar da noite de ontem com o tal Justin, esse que me deixou suja e com nojo de mim mesma, minha vontade agora era de contar para mamãe que eu estou sendo abusada, mas isso causaria problemas, não quero que, por minha causa, mamãe morra! Eu só tenho ela, e não me imagino sem ela ao meu lado. Mamãe é tudo pra mim, e se for preciso, passo por essa barra sozinha, mas nunca vou envolve-lá. 

Senti uma lágrima escorrer pelo canto do meu olho e, muito rapidamente a limpei, girando meu corpo para fechar a porta. Mamãe se assustou, notando a minha presença.

— Selena! — esbravejou. Tomei ar e coragem pra aparecer bem natural na sua frente, e quando Justin me trazia, já preparava a desculpa. — Por onde esteve?! — girei meu corpo, para olha-lá.

— Oi mãe, me desculpe. Eu...dormi na casa de uma amiga porque precisamos fazer um trabalho de Biologia, aí acabei esquecendo da hora, ela pediu que eu dormisse com ela e, o sinal do celular não pega muito bem por lá.

Mamãe ficou me encarando por alguns segundos, com o olhar estreito, quando reconhece que alguém está contando mentiras.

— Aí depois passei pra caminhar. 

— Assim, com essa roupa? — sua voz era de desconfiança.

— Uhum. — forcei um sorriso. — Sabe como eu gosto de caminhar, não queria ter que vir aqui, trocar de roupa e depois voltar novamente. 

— Certo, Selena. Não faça isso novamente, você não sabe como fiquei preocupada!

Senhora Mandy desmanchou toda a desconfiança e veio até a mim, prestes a me dar um abraço, mas eu recuei para o lado, evitando que, ela me abrace. Ela ficou confusa, já que não costumo recusar seus abraços, além do mais, amo os seus mimos. Eles são os melhores! Mas eu estive em contato com o Justin, e estou me sentindo imunda por isso. 

— Mãe, eu preciso tomar um banho, estou suja! Depois desço para conversamos. Beijos.

 

Muito apressada, me retire do local, deixando mamãe se entender nada. 

Perdi a noção da hora no banho. A água gelada caia por todo o meu corpo, este sem ardência alguma. Eu perdi as contas de quantas vezes eu passei a esponja pelo meu corpo, ele já estava todo vermelho. Eu queria me livrar de cada toque daquele psicopata. As cenas rondava pela minha cabeça, fazendo eu ter mais nojo ainda, e esfregar cada vez mais a esponja no meu corpo, como se isso fosse apagar o que eu vivi ontem. A água que descia pelo meu rosto, era misturada com minhas lágrimas. Lágrimas de dor. Raiva. Nojo. Eu não entendo porquê as pessoas são tão cruéis umas com as outras! Não entendo porquê fazer isso, com pessoas inocentes, e que querem viver sem nenhum passado que a tormentam. 

 

Ariana me contava empolgada sobre o trabalho, este que eu não sentia vontade alguma de prestar atenção. Eu estava presa em outros pensamentos, e, amedrontada de continuar vindo para a escola sem saber se, voltaria pra casa depois, como eu fazia antes. A morena, estalou seus dedos sobre os meus olhos me acordando do transe. Chacolhei a cabeça afastando-me de tais pensamentos e sorri, de forma amarela para ela, que mantinha suas mãos sobre a cintura e me encarava, com cara de quem quer saber o que se passa na sua vida. 

— Você entendeu alguma coisa? — assenti com a cabeça, mas no fundo, eu não entendi nada. — Então do que estávamos falando? 

— Sobre ver bactérias no microscópio? 

— Não! Tá vendo? Você não estava prestando atenção. Eu disse que precisamos fazer uma maquete sobre o eco-sistema. Não vai dá tempo de fazer aqui, eu posso ir na sua casa? — arregalei meus olhos, quando escutei Ariana perguntando se podia ir na minha casa. Esbarrei no microscópio, que quase foi parar ao chão, mas o segurei muito depressa e respirei aliviada com a mão sobre o peito.

— Selena! O que eu disse de errado? Você está estranha.  

— Não foi nada. — o sinal bateu, avisando que era a hora do intervalo. Agradeci mentalmente. 

— Todos tirem o jaleco e os pendurem antes de sair!

O professor nos avisa, e todos assentem.

— Preciso ir! Meu namorado está a minha espera. — a morena pendura seu jaleco muito sorridente e ajeita seu uniforme, passando por mim apressada. E como de costume, eu sempre ficava por último. 

Retirei meu jaleco muito pensativa e pendure-o juntos com os outros. Mas algo me chamou atenção, antes mesmo que eu deixasse a sala. Um vulto, passou muito rápido ao lado de fora. A parede da sala é transparente, deixando visível o corredor e todos que passam por ele nos nota na sala. Já senti uma sensação ruim, de desespero, de medo. Girei meus calcanhares até a saída e parei na porta da sala. Percorri meu olhar pelos locais e não vi a presença de ninguém, mas confesso que o medo que eu tô agora, não é comparado à nada, e o medo que vem me perseguindo agora é Justin. Tenho medo, de ser pega novamente por ele. 

Vendo que, o corredor estava livre, tomei coragem e sai da sala, andando em passos apressados e firmes, sem olhar para os lados ou para qualquer lugar. Eu só estava andando, evitando que Justin me visse, já que hoje não o vi por aqui, e isso é um milagre. Espero que alguém o matou depois de ter descoberto que esteve me mantendo em cativeiro. Eu ganharia o dia com essa notícia, só assim ele me deixaria em paz. 

Senti meu braço ser agarrado de forma bruta. O susto que eu tomei, me fez dá quase que um miado, porque eu não estava esperando por aquilo. E novamente eu estava ali, me vendo encarando os seus olhos cor de mel. Frio. Sem brilho algum. E seu sorriso, se abre automático quando me via. 

— Você não deixou que ela fosse na sua casa hoje a tarde, deixou?

Fiquei encarando Justin, sem resposta alguma para dá. Eu não sabia o que responder, e mesmo se eu quisesse, as palavras não saia, e se ele está me perguntando isso, é porque ele vai me sequestrar novamente. Meu peito subia e descia, com tamanho nervosismo. Eu sei que ele vai me observar á todo momento, eu nunca estarei livre, e isso é o que mais me destrói e só me faz ter mais raiva. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


EU QUASE TIVE UM I-N-F-A-R-T-O.
Eu estava escrevendo o capítulo e o PC reinicia do nada! Caramba, vocês não viram o me desespero. Orei para que tivesse ficado salvo!!! E ficou, graças a Deus, senão vocês iam ficar sem atualização. :( E iam me matar também. Masss tá aí, uma ótima leitura, amorzinhos.


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