História The Obsessive Killer - Capítulo 20


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Pattie Mallette, Selena Gomez, Vanessa Hudgens
Personagens Justin Bieber, Selena Gomez
Tags Família, Horror, Jelena
Exibições 71
Palavras 2.180
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


HAKUNA MATATA!
Hellou🌸
Desculpe por não ter postado um dia depois de "Mercenary" mas resolvi postar semanalmente, já que a fanfic está prestes a terminar💔
Obs: Sim, voltei com Wifi, amém readers? Amém!
Desculpem-me pelos erros e pelo capitulo super pequeno.

Boa leitura, xoxo💞

Capítulo 20 - Sorry mom, but i killed my father.


Fanfic / Fanfiction The Obsessive Killer - Capítulo 20 - Sorry mom, but i killed my father.

Point Of View - Justin Bieber, dia seguinte, 06 : 00 : 47 PM

Ouvi a porta bater e me sentei na cama, encostando minhas costas na cabeceira, observei Selena entrar no quarto e colocar uma bandeja em cima de minha perna, que estava coberta pelos lençóis.

- Bom dia. - sorriu.

- Bom dia. Você está bem? Está com dor no braço? - pergunto a ela com preocupação em meu tom, a mesma assenti em negação.

- Não, eu estou muito melhor, obrigada. - ela me deu um beijo na maça da bochecha, agradecendo-me por ter feito um curativo em seu machucado ontem a noite. - Eu vou trabalhar, mas vou tomar café com você antes de ir. - ela beijou meus lábios e sorri entre o ósculo. - Ligue pra sua mãe, ela deve estar preocupada Justin.

- Eu estou a poucos metros dela, não há com que se preocupar. - respondi, em seguida peguei minha calça que estava no chão ao lado da cama, enfiei a mão no bolso e peguei um remédio, coloquei a pílula na boca e ingeri a água que estava acima da bandeja.

- Talvez com isso não, mas com seu pai sim. - ouvi ela dizer e a encarei, colocando o copo d’água de volta na bandeja

- Você não tem que se preocupar com ele… - fui interrompido por sua vez e seu riso.

- Não é com ele que eu estou preocupada, é com você. - ela acariciou meu cabelo, descendo os dedos para minha nuca. - Com a nossa família. - me aproximei de sua face e beijei sua bochecha.

- Ele não fará nada a nós, acredite, confie em mim. - segurei sua mão. - Antes mesmo dele pensar em algum plano para nos atacar, eu já terei feito algo.

- É por isso que me preocupo, eu não quero que você faça mais nada Justin. Deixe a polícia cuidar disso agora, amor. - ela tocou minha face, mexendo seus dedos.

- Polícia, - ri alto. - A polícia não fez nada até agora sobre tudo o que aconteceu. - dou uma pausa, suspirando pesado, percebendo o que eu estava falando, sou irônico sem perceber. Iria acabar de me referir ao sumiço de Thomas. - Eu sei que a culpa daquelas mortes foi minha, mas a polícia não mexeu um dedo, e creio que não fará nada também para prenderem Jeremy. - a minha atenção e de Selena se voltou a tv ligada, que no momento passava um jornal da manhã, a qual a reportagem era sobre a fuga de Jeremy, é claro que iriam falar dele nos jornais, já que anos atrás ele foi um grande procurado.

- Não tem como não se preocupar com isso. - ouvi ela dizer, enquanto eu ainda fitava a televisão. - Eu sei que ele vai fazer algo, já que você, felizmente, não matou seu tio. - Antes que eu fosse responder, ouvimos a campainha tocar, e se a campainha tocou já suspeito quem deve ser.

- Não é o Noah, eu vou me vestir. - me levantei, pegando minhas roupas me direcionando ao banheiro no corredor.

Point Of View - Selena Gomez

Após descer para o primeiro andar de minha casa, abro a porta encontrando Pattie em minha entrada, suspiro.

- O Justin está bem, não precisa se preocupar. - ela estava vestida classicamente bem, e assentiu ao o que eu disse.

- Eu sei que esta. Vou esperar ele aqui fora. -  ela disse, e impressionada eu assenti. Poucos minutos depois, me virei para observar Justin descer as escadas, seguindo em nossa direção.

- Depois eu volto. - ele me deu um selinho nos lábios, em seguida o vi sair com a mãe.

Essa foi uma das coisas mais estranhas que já vi, dei de ombros, pegando minha bolsa e saindo correndo para o trabalho.

[...] - 13 : 00 : 00 PM

- Eu estava na delegacia com Noah, quando o vejo entrar algemado, um policial o segurava por trás, o levando em minha direção, suspiro pesado, com o olhar do mesmo jeito.

- Como foi capaz de fazer isso Selena? - perguntou Ricardo. Ali vi um dos policiais assentirem, informando aos outros que pegaram o homem certo.

- Eu apenas tive coragem, graças a Deus não foi tarde demais para isso. - eu não vi, mas sei que Noah o encarava com desprezo. Não houve mais um segundo para conversa, o tal policial o levou para um corredor.

- Você está bem? - ouvi Noah perguntar e me virei de lado, assenti com a cabeça e o abracei.

- No próximo domingo será o julgamento do Ricardo, você tem que estar aqui. - Jack me informou, após se aproximar de mim, assenti ao policial depois que me separei de Noah.

- É claro, eu ainda estou disposta a testemunhar contra ele. - respondi.

- Tudo bem, encontro vocês no domingo.

Point Of View - Justin Bieber, 19 : 20 : 00 PM

Minutos após minha mãe ter saído, fiz o mesmo, indo a casa de Jeremy no One 57, próximo ao Central Park. Quando vinte minutos depois se passam e eu finalmente chego no endereço, vou em uma casa de construção para alugar uma escada. Ao chegar em sua residência, vou para os fundos que felizmente é aberto, posiciono a escada onde acho que deve ser seu escritório, subo até o anti penúltimo degrau e Deus obrigado, sua janela estava aberta e eu havia acertado, é seu escritório, vejo alguns homens ao redor da sala e não deixo que minha cabeça fique à mostre. Jeremy entra no cômodo e me abaixo mais, tentando fazer o mínimo de silêncio, pego do meu bolso um gás lacrimogêneo, após deixá-lo ativo, o jogo no escritório, fazendo de imediato todos ficarem desacordados. Espero mais alguns segundos e coloco um pano em meu rosto, para que eu não inale o gás, entro no escritório e ainda a pouca fumaça, tento ser silencioso e cauteloso já que, obviamente, ainda há mais homens armados lá em baixo. Há no mínimo uns seis homens aqui, contando com Jeremy, me aproximo de cada um deles e com uma faca afiada corto suas gargantas, eu estava com minha arma carregada no bolso, mas é claro que eu não iria atirar neles e fazer barulho para atrair os outros aqui, tirando Jeremy da lista de “gargantas cortadas” o arrasto até a janela, e com dificuldade e pressa, o retiro dali, o levando para o meu carro, dando a partida para o Harlem, eu já sentia saudades do meu prédios de lá.

Uma hora e meia depois ele acordou, estava bem preso por algemas, sentado em uma cadeira de madeira, retirei rapidamente a fita colante de sua boca, deixando instantâneamente o contorno de sua boca avermelhado. Ele riu debochado para mim e continuei sério.

- É só isso que eu mereço? Sério? - continuou debochando. - Sabe que  meus amigos iram me achar, então se eu fosse você faria isso logo. - gargalhou.

- Irá ver que é o mais do que suficiente e doloroso a você. - respondi a ele, me virando para trás, peguei um facão e um balde, voltei a me sentar no sofá a sua frente, Jeremy franziu o cenho, tentando entender o que eu estava fazendo. - Você tem razão, irei ser rápido.

- O que pensa que irá fazer? - perguntou, aumentando o tom.

- Algo que eu nunca mais irei esquecer, e que não irá me afetar nem um pouco. - novamente o respondi, ao meu lado do assento havia uma seringa e anestesiadores.

- Justin! - gritou. - O que você esta fazendo? - ele continuou com o tom alto e dei de ombros, o ignorando e continuado com o que eu estava fazendo. Apliquei o anestesiador barato em suas duas mãos, a vendo logo amolecer.

- Não se preocupe, dará com dificuldades, para mexer a mão. - Segurei o facão com uma mão e com a outra mão segurei seu ante-braço, quando aproximei o objeto de seu corpo ele arregalou os olhos.

- Justin, espere! - ouvi Jeremy dizer e olhei para ele, dando de ombros, cortando com facilidade uma pequena parte de seu braço, jogo o resto no balde e o vejo sangrar e logo grunhir baixo de dor. - Pare com isso! - gritou tentando se soltar, se remexendo na cadeira.

- Eu irei. Quando você pegar esta arma aqui e apertar o gatilho em direção a sua cabeça! - retiro minha arma dos bolsos, deixando o objeto repousado em suas pernas.

- Justin, me solte e vamos conversar! O que eu te falei ontem? Estou tentando mudar! - exclamou desesperado.

- Vou ter que continuar, não é?  - o perguntei, sem querer uma resposta.

- Se você me matar, as pessoas que trabalham para mim iram descobrir, eles viram atrás de você e te colocaram na cadeia. Quer que Patrícia saiba dos seus crimes? - ele me questionou e bocejei.

- Não estamos aqui para falar de minha mãe. Seus capangas podem fazer o que quiser, mas antes eu irei ver você se matar na minha frente e, com a minha arma. - cerrei os dentes ainda sério, o fixando com minha ira. - Se não quiser fazer isso, eu posso continuar cortando as partes do seu corpo. Posso até vender alguns de seus órgãos para uns amigos colombianos.

- Justin, você já está passando dos limites! Me solte e eu esquecerei de tudo que eu fiz a você e a Selena. - ele me respondeu, o que me fez balançar a cabeça.

- Se não fizer logo isso, eu terei que te matar, será um prazer!

- Eu sou o seu pai Justin, não pode me matar! - ele disse me deixando incrédulo, tento não derramar uma lágrima se quer.

- Pai? - ri alto me levantando. - E eu sou o seu filho! O seu filho, o qual anos atrás você abandonou, me trocou por riqueza! - gritei, Jeremy abaixou a cabeça e tentei me recompor.

- Eu sinto muito Justin, me perdoe. - ele pediu e nos encaramos, o mesmo ainda sangrava.

- Eu não quero os seus sentimentos, muito menos o seu perdão. Quero que você aperte esse gatilho na cabeça para que eu possa dormir em paz a noite. - voltei a me sentar no sofá. Me aproximei dele e soltei sua mão direita. - Faça isso ou eu te deixo paraplégico.

- Não seria capaz! - exclamou ele e levantei uma das sobrancelhas, cortei umas duas camadas de sua pele da perna. - Espere! - gritou e parei, Jeremy engoliu em seco e percebi que estava pensando sobre as opções.

- Tudo bem, eu sei que deve ser difícil Jeremy, irei facilitar. - peguei a arma que estava em seu colo e apontei em sua direção.

- Justin, filho, por favor. - ele implorou.

- Por favor foi o que eu pedi a você quando foi embora. E ao menos fez uma cerimônia para isso, nem olhou pra trás, foi a coisa mais dolorosa que senti. - continuei frio, respondendo ele. - Eu nunca serei como você.

- Eu sinto mesmo, me desculpe Justin. - ele novamente pediu, suplicando por isso. Ouvimos meu celular tocar e era uma chamada de minha mãe, deixei que tocasse, então percebi que já estava tarde. Vou ser mais rápido antes que os “amigos/funcionários de Jeremy me encontre”. Paralisei, segurando a arma e encarando ele, o mesmo fazia isso comigo. Em um pequeno flash que se passou em minha mente, me lembro de todas as coisas causadas por Jeremy, travo o maxiliar e fico firme novamente.

- Que Deus tenha piedade e misericórdia de você, pois eu não tenho! - Puxei!

Ele caiu duro no chão, seus olhos ficaram paralisados e abertos, o sangue começou a se espalhar pelo carpete e passei minutos o observando, eu ainda segurava o revólver.

- Justin! - subo meu olhar para frente, a arma cai automaticamente de minhas mãos, observo a morena se aproximar de mim espantada.


"Eu matei ele, eu matei ele
Confesso, senti um prazer após puxar o gatilho e ver o sangue inundar meus pensamentos
Confesso, o sangue se apoderou de mim
Confesso, eu ainda me sinto um bebe chorão por ele ter me abandonado
No fim das contas eu nunca serei como ele, rezo para que eu seja diferente, rezo para que eu mude e que Deus tenha piedade de meus pecados
Mas confesso, eu não me arrependo deles, foram todos gáudios e dasfatios para mim
Me desculpe mamãe, mas eu matei meu pai para me satisfazer."
- Justin.

"Como as pessoas escrevem sobre ele e eu
Alegam que nós matamos a sangue frio.
Não é engraçado, mas às vezes somos obrigados
De fazer calar, aqueles que nos fazem gritar.

Um dia desses a gente vai morrer junto
Mas eu to pouco ligando, é por Selena que eu balanço
Qual a importancia, se eles tirarem meu couro
Eu, Selena, balanço por Justin Drew Bieber." - Jelena.


Notas Finais


MEU DEUS! CASALZINHO BONNIE AND CLYDE ESSE HEIN! Tadinho do Justin, sofrendo...
Me perdoem de novo pelo capitulo pequeno, prometo que no próximo será maior.
Obs: Textinho no final feito por mim.

Obrigada por lerem, até a próxima semana.
amo vocês, xoxo💞


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