História The Odds - Capítulo 7


Escrita por: ~

Exibições 46
Palavras 1.366
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Ficção, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Slash, Suspense, Yaoi, Yuri
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


∆ Cap novo fresquinhos :3 ∆
∆ Espero que gostem ∆

Capítulo 7 - Troublegirls Pt1


Fanfic / Fanfiction The Odds - Capítulo 7 - Troublegirls Pt1


Cellbit tanta pedalar o mais rápido que pode para alcançar Felps, que vai a alguns metros na frente. Ele consegue se aproximar, ficando numa distância onde o outro vá o ouvir.

— Hey, dá pra ir mais devagar? — Cellbit pergunta, e o outro o ignora. — Não devia estar bravo comigo, não fui eu que briguei com você.

— Não estou bravo com você, só não quero conversar. — Felps diz, eles chegam na casa do moreno, que deixa a bicicleta na grama e entra na casa.

O loiro deixa a bicicleta junto da do moreno, e o segue para dentro de casa. Ele fecha a porta e entra lentamente na casa.

— Senhora Z.? — Ele chama, esperando a mãe de Felps responder.

— Ela não está! — Felps grita do andar de cima.

— Então eu estou indo… — Cellbit grita. — Minha mãe diz para não ficar aqui quando ela não estiver…

— Sobe logo, e para de ser criancinha… — Felps grita, e Cellbit pensa um pouco antes de caminhar até a escada. Ele sobre os degraus um por um e no andar de cima entra no quarto do moreno, que está sentado sobre a cama encostado na cabeceira. — Fecha a porta.

— Não é melhor deixarmos aberta? — Cellbit pergunta, se sentindo um pouco desconfortável em estar sozinho ali com o outro. Felps o lança um olhar no qual nem precisou de resposta. — Ok, eu fecho…

— Eu não acredito que o Pac pode ser tão egoísta assim! — Felps diz, e Cellbit se senta na cama. — O Alan sumiu e ele ainda tem coragem de afirmar que não gostávamos dele.

— Você amava muito ele, não é? — Cellbit pergunta, percebendo a vontade de Felps de encontrar o outro.

— Não “amava”, ainda amo, conheço ele desde pequeno, é como um irmão para mim… — Felps diz.

— Só um irmão? — Cellbit pergunta, desviando o olhar do outro.

— Claro que sim, só irmão. — Felps responde. — O que mais seria?

— Não sei, sabe… Você não para de falar nele. — Cellbit tenta não parecer com ciúmes, mas não consegue.

— Não é nada disso, tudo bem, não precisa ficar com ciúmes! — Felps diz, puxando o outro para um abraço, Cellbit apenas descansa a cabeça no peito do outro. — Eu sou todo seu.

— Você está me deixando envergonhado. — Cellbit diz, corando.

— Ah, é? Deixa eu ver… — Felps leva um dedo ao queixo de Cellbit e o ergue, fazendo o loiro olhar diretamente para ele, e Felps admira as bochechas coradas do outro. — Você fica tão fofinho assim…

Cellbit fica imóvel, admirando os olhos do outro, que sorri de canto de boca, enquanto encurta aos poucos a distância entre seus rostos.

Uma batida na porta os assusta, Cellbit se afasta com o susto, desviando o olhar do outro.

— Minha mãe chegou… — Felps diz, também meio envergonhado.

— Ah. Melhor eu ir então… — Cellbit diz.

— Eu te acompanho até a porta. — Felps diz. — Eu vou sair também. Ainda falta uma pessoa para interrogar.

— Eu vou com você! — Cellbit diz.

— Tudo bem. — O moreno responde sorrindo.


∆∆∆


Felps bate na porta da casa, e aguarda uma resposta. Eles foram para a casa de Maethe, uma das amigas de Flávia Sayuri, outra desaparecida. Felps bate novamente na porta e ouve uma voz feminina vinda lá de dentro.

— Quem é? — A garota pergunta.

— Eu me chamo Felps, vim fazer algumas perguntas. — Ele diz.

— Você não é da polícia, é? — Ela pergunta, e os garotos se entreolham.

— Não… — Felps responde, e ouve a garota tirar as trancas da porta.

— Oi… — A garota diz, encostando-se no batente da porta.

— Oi. — Felps diz. — Nós somos amigos de Alan Ferreira, um dos desaparecidos.

— Queríamos fazer algumas perguntas sobre a Flávia. — Cellbit diz.

— Ah, sim, entrem… — Ela dá passagem para os garotos, que entram na casa.

O lugar é um pouco bagunçado, tem revistas e roupas espalhadas pelos móveis e pelo chão. Uma garota está sentada de frente para a mesinha de centro, onde está um narguilé. A garota assopra a fumaça e olha para os meninos sorrindo.

— Servidos? — A menina pergunta.

— Não… Muito obrigado. — Felps responde.

— Não seja idiota, Marina. — A garota fala com a que ofereceu o narguilé. — Eles são menores de idade, não podemos drogar eles.

— Desculpem… — Marina responde, mas ela parece estar meio fora de si, sorrindo atoa e voltando a puxar o ar que sai do narguilé.

Um cheiro forte de maconha toma conta do local, mas os garotos tentam ignorar. Maethe mostra o sofá, onde eles se sentam.

— Então, o que querem saber? — Maethe pergunta, tirando um pacotinho de seda do bolso.

— Onde a Sassa estava quando sumiu? — Felps pergunta. — Onde ela estava indo, ou onde deveria estar?

— Não faço a mínima ideia! — Maethe diz, pegando um pacotinho com folhas verdes e amassadas, ela coloca na seda e começa a bolar. — Devia estar dando por ai, a Sassa era uma vadia.

— Ela não era amiga de vocês? — Cellbit pergunta.

— Não! — Marina grita, e tosse depois. — A gente só deixava ela aqui por que pagava as contas em dia.

— Vocês nem mesmo sabiam se ela conhecia mais alguém? — Felps pergunta. — Alguém que poderíamos procurar.

— Provavelmente não, ninguém gostava dela. — Maethe diz, acendendo seu cigarro e fumando-o, Felps e Cellbit sentem o cheiro forte de maconha se alastrar ainda mais.

— Ela tinha uma amiguinha, mas ela mora afastado da cidade. — Marina diz, ainda tossindo. — Elas estavam planejando ir morar fora da cidade e ela ia quase todos os dias para a casa dessa garota.

— Você saberia nos dizer onde ela mora, exatamente? — Cellbit pergunta.

— Ela mora perto do lago, na floresta. — Marina diz. — Os pais dela bancam ela e ela tem uma casinha lá.

— Obrigado, nós vamos até ela. — Felps diz.

— De nada… E volte sempre que quiser. — Maethe diz, piscando para Felps.

— Ah… Ok… — Felps diz, e eles se despedem saindo da casa.


∆∆∆


Uma garota de cabelo castanho escuro está sentada na beira de uma piscina nos fundos de uma casa pequena de madeira, ela usa um biquíni azul claro. A piscina não é muito grande, e em volta da mesma há um chão de madeira. A garota está escutando somente o som dos pássaros, quando os zumbidos começam.

Ela têm os ouvido desde que Sassa desapareceu, ela apenas balança a cabeça e espera que o zumbido vá embora sozinho.

A campainha toca, e tira ela de seus devaneios. Ela levanta-se e vai até suas roupas que estão sobre uma cadeira. Ela veste um short curto e uma camisa masculina um pouco longa. Ela caminha para dentro da casa pela porta dos fundos e a campainha do outro lado toca novamente. Ela caminha até o meio do cômodo e afastando o tapete, ela levanta um pedaço do chão de madeira e tirando algo de lá, um revólver.

Ela o coloca na parte de trás do seu short e vai até a porta, olhando no olho mágico. Ela não reconhece os garotos, então apenas abre a porta.

— Ah, oi… — Ela diz, olhando curiosa para eles.

— Oi, nós somos Felps e Cellbit. — Felps se apresenta. — Você não deve conhecer a gente, mas somos amigos de um dos desaparecidos da última semana.

— O que querem? — Gabs pergunta, soando meio rude.

— Nós estamos indo na casa de conhecidos de alguns dos desaparecidos para fazer perguntas e saber se há alguma relação entre eles. — Cellbit diz.

— Estão brincando de detetive? — Gabs pergunta. — Ao invés de deixar com a polícia que sabe o que faz...

— Não, nós… — Felps tenta explicar, mas já está meio exausto de dizer a mesma coisa em todas as casas. — Quer saber, desculpa tá, se não quiser ajudar, tudo bem…

— Pra falar a verdade, eu confio mais em adolescentes brincando de detetive do que na polícia. — Gabs diz e abre a porta, dando passagem para ele entrar. — Entrem, vou tentar ajudar...

∆∆∆ THE ODDS ∆∆∆

∆∆∆ CAPÍTULO SEIS ∆∆∆

∆∆∆ TROUBLEGIRLS PT1 ∆∆∆


Notas Finais


∆ Eu sei que pode estar meio sem ação ainda, mas as coisas começam a acontecer em poucos episódios, vocês vão ver :3 ∆
∆ Espero que tenham gostado, e digam o que acharam e o que tem que melhorar <3 ∆


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