História The Olimpians - The Other Side Of Time - Capítulo 28


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Categorias Mitologia Grega, Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Afrodite, Annabeth Chase, Apollo, Ares, Artemis, Atena, Calipso, Chris Rodriguez, Clarisse La Rue, Connor Stoll, Cronos, Dionísio, Éolo, Eros (Cupid), Frank Zhang, Grover Underwood, Hades, Hazel Levesque, Hefesto, Hera (Juno), Hermes, Hylla Ramírez-Arellano, Íris, Jason Grace, Katie Gardner, Leo Valdez, Luke Castellan, Nico di Angelo, Paul Blofis, Percy Jackson, Perséfone, Personagens Originais, Piper McLean, Poseidon, Quíron, Rachel Elizabeth Dare, Reyna Avila Ramírez-Arellano, Sally Jackson, Thalia Grace, Travis Stoll, Will Solace, Zeus, Zoë Nightshade
Visualizações 34
Palavras 1.505
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Capítulo 28 - Teresa.


Clarisse

 

Semanas depois da Batalha Contra Cronos no Olimpo.

 

Eu odeio ficar esperando.

Em especial quando quero falar com o Quirón.

Primeiro por que não tenho o que fazer para poder conseguir falar com Quirón sozinha enquanto espero.

Segundo que a intrometida da Annabeth parece brotar do chão quando acho que vou conseguir isso.

Terceiro que aquele centauro parece evitar as minhas perguntas.

E não menos importante, mas esperar para conseguir falar com ele sozinha implica em ter a companhia do Sr. D durante a conversa.

-O que tá fazendo aqui Clarisse? –Nem me dei o trabalho de olhar para Annabeth saindo da Casa Grande, de novo.

-Não é da sua conta.

-Olha, dependendo do que for eu posso te ajudar.

-Não pode e não tem como, você não tem a informação que eu quero Annabeth. Então dá no pé.

Apesar da cara de quem não gostou do que ouviu, Annabeth desceu a colina na direção dos chalés e eu entrei na Casa Grande.

Quirón e o Sr. D estavam sentados na mesa da sala e me olhavam curiosos.

-Aconteceu algo Clarisse? –Quirón parecia realmente curioso.

-Quero que me conte sobre uma pessoa que vi na festa do Olimpo há alguns anos e depois da batalha de relance.

-Quem?

-Não sei o nome dela, mas estava com Apolo em um momento na festa. Uma mulher ruiva e alta.

Quirón trocou um olhar nervoso com o Sr. D, exatamente o mesmo de quando estava tentando a todo o custo esconder informações sobre a grande profecia.

-Eu não sei quem pode ser...

-Nem vem Quirón, posso não ser a Annabeth pra conversar com você por olhar, mas não só sei quando está mentindo como quando está com medo de responder algo. –Quirón pareceu ainda mais acuado e nervoso, assim como Dionísio. –Então, quem vai me contar?

Os dois colocaram as cartas sobre a mesa e apontaram a cadeira vaga.

Apesar de um pouco estranho sentei aonde eles indicaram.

-Achei mesmo que estava na hora de alguém ficar sabendo sobre isso. –Dionísio parecia aliviado, o que é muito esquisito.

Mas tudo que Quirón fez foi permanecer tenso como uma pedra por vários minutos antes de pronunciar a primeira frase:

-Me diga exatamente como e quando viu essa mulher.

-A primeira vez foi na festa do Solstício de Inverno. Durante um momento na festa vi Hera passar por Apolo e depois ir falar com Afrodite, mesmo que tudo tenha sido muito rápido e discreto. Só que do nada meu pai puxou o braço de Apolo e achei que eles iriam brigar, mas na verdade eles trocaram um cumprimento.

-Realmente acho que às vezes eles se distraem com isso. –O Sr. D parecia achar graça na situação.

-O que mais você viu? –E Quirón, se fosse possível, mais tenso.

-Bom, depois a mulher ruiva apareceu, por um segundo e Apolo saiu atrás dela. Como os dois passaram quase do meu lado eu consegui ver bem como ela era. Cabelo ruivo muito longo, pele morena, alta e com um corpo parecido como da Afrodite, mesmo parecendo uma guerreira.

-E no dia da batalha do Olimpo, quando foi? Por que sei que ela não deveria estar lá nesse dia. –Agora Dionísio parecia interessado.

-Foi por um segundo quando saia do Olimpo, ela e mais três homens andavam pelas ruas secundárias indo na direção da Sala dos Tronos. Como os três também eram ruivos estou supondo que sejam ou irmãos ou filhos dela.

-Andou pensando muito a respeito disso não foi? –E mesmo que eu não tenha gostado do tom que Dionísio usou ele estava certo, vinha pensando nisso desde a Batalha Final contra Cronos.

-O suficiente para me fazer vir conversar com vocês, então eu pergunto: quem é a ruiva?

Os dois trocaram um olhar tenso e depois Dionísio apenas disse:

-Realmente, está na hora de alguém ficar sabendo disso.

 

==========X==========

 

-Espera! –Tudo bem, talvez eu tivesse perguntado de algo grande demais. –Uma nova deusa de um novo tipo de deuses?

-Sim. –Quirón parecia muito desconfortável. –São muitos detalhes envolvendo ela, mas o contexto geral é que seu nome é Teresa e tem pelo menos uns duzentos e cinquenta anos, sendo a primeira do seu tipo.

-E nesse caso é primeira mesmo. –Dionísio não parecia muito para piadas ou brincadeiras agora. –Teve a infelicidade de que outro como ela só nasceu quando já era adulta e tinha um filho.

-Semideus? –Me pareceu a pergunta óbvia.

-Deus, igual a ela. Mas ele é filho de Hefésto com ela e o deus em questão é um deus menor. Só depois que o segundo nasceu nós vimos todos os erros que cometemos com a criação dela, por isso hoje em dia existem vários deuses como ela pelo mundo. Todos vivem de modo normal, executam suas funções e como uma regra deles não tem filhos com mortais. –Dionísio havia ficado falante, o que significa que algo não tá certo. –Não que isso importe, a maioria se casa entre eles e são fiéis, algo que nós não somos.

-Sinceramente, por que me contar tudo isso e não apenas que ela é uma deusa ou semideusa imortal? E se ela tem um filho com Hefésto por que estava com Apolo?

Quirón pareceu incomodado dessa vez.

-Não entenda errado, Clarisse, mas precisamos que alguém no acampamento saiba disso. Teresa é uma neta de Ares e Hades, sua parente, e ela pode usar o poder do Hades, a própria morte é parte dela. Só que ela não é a única dos doze.

-Quantos? –Eu nunca diria em voz alta, mas pensar em quantos poderiam ter iguais a ela poderia até me assustar um dia.

-Poucos iguais a ela de origem. –Quirón moveu a cadeira de rodas mais para perto, como se contasse um segredo. –Ela tem três filhos, um de Hefésto e gêmeos de Apolo. A história de como isso aconteceu é longa e horrível, mas o que precisa saber é que por muito tempo Teresa chorou por Hefésto e seu pai tentou mata-lo algumas vezes. Hoje ela está com Apolo, mas as coisas entre eles são confusas mesmo para os deuses. –Preferi não perguntar o que aquilo significava. –Os filhos dela são do mesmo tipo de deus que ela, mas representam o poder dos pais deles. Fora eles, tem um menino de Afrodite e uma menina de Hermes, uma garota de Dionísio e um menino de Deméter.

-Com essas pessoas se chamam? Por que nunca os vimos?

-Calma. –Quirón parecia estar mais calmo que no começo da conversa o contrário de como me sinto. –O garoto de Afrodite se chama Heitor e é casado com a garota e Hermes, que se chama Octavia. Eles são relativamente jovens e tem entre cem e cento e vinte anos, vivem no Olimpo como quase todos. O rapaz de Deméter se chama Peter e é casado com a garota de Dionísio, o nome dela é Sarah. Eles passam muito tempo nas fazendas do país, como no Kansas, mas moram no Olimpo. Eles tem uns duzentos anos.

-E Atena? Ou Ártemis e Hera?

-Ninguém sabe. –Olhei para Dionísio que parecia aborrecido. –Não é algo certo, exceto para Ártemis, já que um dos filhos de Apolo e Teresa deve ser o equivalente dela. Mas para Hera e Atena é algo que me pergunto como vai ser, em especial para a Rainha. Acho que ela vai ser um caso único para isso.

-Isso é bom ou ruim? –Ele me olhou. –Que foi? Vai dizer que nunca se perguntou?

Dionísio começou a rir e quando parou me encarou.

-Me pergunto isso sempre que vejo Teresa.

-Poseidon, meu pai e Zeus ainda não tem esse equivalente. –Mas os dois reagiram de uma forma estranha demais para que ignorasse. –Qual deles tem e não me contaram?

-Nenhum. –Quirón se afastou. –Para resumir a história anos atrás uma criança que seria equivalente a Poseidon morreu antes de nascer, junto com os pais e outros que ajudavam eles. Como uma força para mudar o mundo não nasceu às consequências foram horríveis.

A sala ficou em silêncio e ainda me perguntava se minha escolha foi a mais inteligente.

A resposta para a pergunta que fiz a eles veio, mas não era a melhor do mundo.

-Posso contar para os meus irmãos?

-Se for apenas para eles e fizerem um juramento desses que só vocês fazem para nunca contar um segredo eu aprovo. –Quirón parecia mais sério do que de costume.

-Mas aproveite. –Vi o Dionísio rir. –Agora sabe de algo que a tola da Anabell não sabe.

Acabei rindo.

No meio da dor de cabeça que aquela pergunta me deu aquele era o meu verdadeiro consolo.

A minha pequena vitória.

Que eu compartilhei com o chalé dentro de um juramento que todos tiveram o prazer de aceitar apenas para poder olhar para os filhos de Atena sabendo de algo que eles não sabiam.

Podemos ser colegas, mas ainda somos filhos de Ares e vencer uma disputa com os filhos de Atena qualquer que seja sempre será algo único.

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Continua...



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