História The Only Exception - Capítulo 12


Escrita por: ~

Exibições 202
Palavras 6.008
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fluffy, Lemon, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Slash, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


MEUS BEBEEES, EU NÃO ESQUECI VOCÊS NÃO <3
Me perdoem de verdade, sei que demorei.

Fiz esse cap com muito amor, ele é totalmente fluffy e... Hmm *moon face

Vai ter uma parte no capítulo que espero que escutem a música Tee Shirt - Birdy
Vocês vão saber qual a parte.

Boa leitura, enjoy it ~

Capítulo 12 - Love Me Like You Know


Fanfic / Fanfiction The Only Exception - Capítulo 12 - Love Me Like You Know





Acordei sentindo as luzes da manhã baterem em meu rosto, me trazendo um arrependimento instantâneo por não ter fechado as cortinas na noite anterior.


Esfreguei um dos olhos com a mão esquerda, até sentir uma leve dormência em meu braço direito, percebendo então um peso sobre ele. Obviamente, olhei para o lado tentando entender o que estava acontecendo – porque eu sou bem lerdo pela manhã.


Uma palavra resume: cabelo.


Espera, o quê?


Abri mais os olhos, para apenas confirmar minhas suspeitas. Cabelos lisos e ruivos, os meus favoritos. Juntamente a eles, uma bela face adormecida, repousada confortavelmente em meu braço, enquanto seu corpo permanecia aconchegado ao meu.


Acho que essa foi a visão mais linda que já tive ao acordar em toda a minha vida.


Nem posso acreditar que Park Jimin, o meu amor – antes platônico –, dormiu ao meu lado e continua aqui, comigo.


Seria um sonho? Provavelmente.


Sorri com meus pensamentos, eu sou tão bobo. Esse garoto me torna bobo.


Enlacei meu braço esquerdo em sua cintura, puxando o menor para mais perto de mim. Meu nariz foi de encontro aos seus fios alaranjados, permitindo-me sentir o doce aroma que exalava daquele ser tão belo.


Eu estou realmente apaixonado.


Lembrei-me do dia anterior e de tudo o que acontecera, todas as revelações, todos os sentimentos, todas as confissões e todo o amor que foi dado e retribuído entre eu e o Park. Isso fez meu corpo esquentar, parte de mim ainda doía em pensar no quanto Jimin sofreu e ainda sofre por tudo o que passou.


Mas agora eu estou aqui para fazê-lo feliz e curar todos os machucados que estiveram nele todos esses anos.


"Hyung...?" Jimin chamou manhoso, com a voz rouca e tomada pelo sono. Se a visão dele dormindo nos meus braços era linda, ouvir sua voz carregada era algo indescritível.


"Oi, bom dia meu amor." Respondi, selando sua testa, selando atrás de sua orelha. "Como você está?"


"Bem melhor agora com você aqui..." Murmurou, agarrando meu braço que repousava sobre si, de forma que praticamente abraçava o mesmo. Obviamente, sorri com isso.


"Eu sempre estarei. Está tudo bem agora." Sussurrei em seu ouvido, dando mais um selar carinhoso, agora em seus cabelos. Esfreguei meu rosto contra eles, em uma brincadeira, arrancando uma risada gostosa do ruivo. Era tão bom vê-lo daquele jeito, seu sorriso agora era essencial para mim.


"Já vai levantar? Fica mais um pouquinho comigo, Hyung." Pediu, agora se virando para fitar meus olhos.


Seria exagero dizer que por alguns segundos até prendi minha respiração?


Ele é muito lindo.


"Vou ficar o tempo que você quiser, meu pequeno." Acariciei suas bochechas coradas naturalmente, para logo tirar uma mecha de cabelo que insistia em cair em seus olhos.


"Eu nem sou pequeno." Retrucou manhoso, fazendo um biquinho logo depois. Será se é hoje a minha morte?


"É sim. É pequenininho, mas também é meu. Olha esses dedinhos?” Comentei com uma voz doce e brincalhona, segurando sua mão e olhando cada detalhe da mesma. “Tão fofo. Você é o meu pequeno, meu baixinho e meu amor. Vai dizer que não é, hm?" Sorri, começando a fazer cócegas de leve na barriga do mais novo, que começou a se debater e me pedir para parar.


"Tá, eu sou, eu sou sim, admito!" Praticamente gritou, enquanto limpava suas pálpebras inferiores, estas que encheram-se de lágrimas ligeiramente pelo riso. "Eu gosto quando você me chama assim. Amo tudo em você." Confessou. Achei que meu coração fosse sair pela garganta de tão forte que batia.


"Park Jimin..." Comecei. "Eu..." Selei sua bochecha esquerda. "Amo..." Beijinho no nariz. "Muito..." Beijei sua testa. "Você." Completei, agora beijando-lhe os lábios, o pegando de surpresa.


Fora apenas um beijo singelo, mas que significava muito. Observei o rosto do ruivo, tão sereno, tão perfeitamente delicado. Aquela troca de olhares profundos dizia tudo o que não podia ser descrito com meras palavras.


“Você está tão fofo ultimamente.” Riu, colocando a mão na lateral do meu rosto, fazendo um carinho de leve em minha bochecha com seu polegar.


“Só estou deixando de ser idiota e aproveitando o tempo que perdi.” Respondi. Era óbvio. Fora muito tempo perdido, agora preciso compensar. “Por que está rindo? É tão difícil assim acreditar que posso ser romântico?” Perguntei olhando o menor com a mão na boca enquanto ria, logo fiz o mesmo.


“Um pouco… Eu não imaginei, pelo menos não pelo que o Tae já me contou.” Fez cara de inocente, pra logo sorrir ladino, como se pensasse que era a pessoa mais incrível de todas por ter feito eu me apaixonar.


O que não era uma mentira.


“Aquela anta traíra.” Brinquei. “Mas se você está se achando bom demais a ponto de ter me feito ficar louco por você...” Aproximei minha boca de seu ouvido. “Está completamente certo.”


Vermelho.


Era a coloração que suas bochechas carregavam no momento, ao mesmo tempo que uma expressão convencida estampava seu rosto.


Era incrível ver Jimin daquela forma, totalmente diferente da noite anterior. Ele estava mais vivo.


“Vem, vamos tomar café.” Levantei-me da cama, puxando o corpo pequeno agarrado ao meu. Era extremamente fofo quando Jimin estava abraçado a mim, devido ao fato de eu ser uns 7 cm mais alto que ele. Segurei-o no colo de forma que ele parecia um coala, porém de frente para mim. Era maravilhosa a sensação de suas pernas ao redor de minha cintura e seus braços no meu pescoço, isso me permitia sentir totalmente seu cheiro e calor.


Jimin era como uma criatura doce e frágil na qual era o meu dever cuidar. Em cada abraço trocado com o mesmo, sentia como se estivesse agarrado ao meu mundo, e estando ali, nada o afetaria. Eu iria protegê-lo com todas as forças e ate a própria vida se precisasse.


Ele era minha maior preciosidade agora.


Desci as escadas com um pouco de dificuldade para enxergar os degraus, mas não largaria Jimin por nada. Senti um aroma inebriante de café fresco, este que fez meu estômago se contorcer.


“Finalmente os pombinhos resolveram acordar.” Jin comentou, com um sorriso no rosto. Era evidente sua felicidade por nós dois, afinal, agora finalmente seu irmão tinha uma chance de fazer tudo diferente e esquecer aquele passado traumático.



“Estávamos com muito sono.” Proferi, deixando o ruivo em uma das cadeiras da mesa e me sentado ao seu lado. “Cadê os outros?” Perguntei, ao olhar apenas Namjoon deitado no sofá, podendo jurar que ele estava desmaiado.


“Tae e Jungkook foram no supermercado e Hobi está no banheiro, provavelmente morreu lá.” Disse, logo gritando o nome do garoto para certificar-se de que estava tudo bem. Logo pôde se ver a figura de um Hoseok cambaleante andando pelo corredor, com o cabelo desgrenhado e uma toalha nos ombros.


“Pelo visto tomar banho não ajudou em nada.” Retruquei, recebendo uma cara feia do moreno mais novo em resposta. Ele apenas se sentou conosco na mesa e começou a comer silenciosamente, nem parecia o garoto animado de sempre, mas era tudo efeito do sono.


Arrumamos a mesa após tomar nosso café da manhã. Já era tarde, pouco depois de almoçarmos, quando o casal mais novo chegou do supermercado com sacolas cheias de besteiras para comer. Iríamos aproveitar aquela tarde para fazer uma espécie de festinha particular, apenas entre amigos. Havia algumas bebidas no freezer, copos arrumados na mesa e pratos para as sobremesas que Jin havia feito. Também já havia filmes selecionados por Hobi e uma playlist musical criada por Namjoon.


Pela primeira vez, eu me sentia completo. Estava com Jimin ao meu lado e meus melhores amigos, todos reunidos em minha casa. Éramos uma família, não tinha como negar. Em poucos meses nos tornamos tão próximos uns dos outros que no fundo, era como se nos conhecêssemos há muitos anos.


Sentei-me no sofá principal da sala, puxando Jimin para sentar ao meu lado. Admito que eu pensei em puxá-lo para o meu colo, mas quero ir com calma, ele poderia se assustar com isso da mesma forma que ontem e eu realmente não quero presenciar aquilo de novo, então apenas me contive. O Park jogava algo em seu celular, de forma que toda a sua atenção era voltada a ele. Ele se tornava ainda mais bonito com aquela expressão concentrada, então não pude deixar de passar a mão em seus cabelos.


Taehyung e Jungkook estavam em outra poltrona, espremidos, mas não é como se eles ligassem. Afinal, aqueles dois vivam se comendo, para eles sequer fazia diferença o local em que estavam.


E nesse exato momento, eles estavam sim quase se engolindo.


“Vocês não cansam, não? É muito fogo no rabo, vão pro quarto.” Jin proferiu, trazendo uma cestinha cheia de pipocas e colocando-a sobre a mesinha de centro.


“Querido, estamos em fase de crescimento, precisamos nos aliviar. Brigue com nossos hormônios.” Tae respondeu, voltando a beijar o pescoço de Jungkook, este que se encontrava deitado sobre o outro, com suas pernas entrelaçadas às dele.


“Que seja. Amor, coloca uma música aí pra animar.” Pediu, referindo-se a Namjoon, enquanto sentava-se no chão da sala. O platinado apenas assentiu.


“Vou pegar umas bebidas.” Avisou Taehyung, já rumando em direção a cozinha. O clima estava agradável, a música era boa e todos ali estavam acompanhados – exceto Hoseok, que reclamava por ser a vela do grupo. As bebidas foram postas sobre a mesinha, enquanto cada um pegava uma garrafa.


“Vai querer, meu amor?” Perguntei a Jimin.


“Não, eu não gosto muito. E mesmo assim eu não posso beber Yoonie Hyung, por causa dos remédios...” Sussurrou um pouco apreensivo, mas entendi perfeitamente. Decidi que não beberia também, apenas para acompanhar o meu pequeno, afinal, eu também não era tão fã de bebidas.


Exceto vinhos.


Se colocar um vinho com queijo perto de mim, até enlouqueço.


A propósito, tenho uma coleção de vinhos. Sério.


A tarde se passou lenta e animadamente, a maioria dos garotos estavam ligeiramente fora de si devido aos efeitos do álcool. Seokjin tentava inutilmente controlá-los, mas por fim permitiu que fossem um pouco além da conta, já que os mesmos alegavam não beber frequentemente.


“EU SOU UM GATINHO E ESTOU A PROCURA DE UM DONO, SABIAM? POR ISSO NÃO NAMORO AINDA.” Hoseok berrou, arrancando risos de todos ali. Era deveras constrangedor todas as falas que saiam da boca do garoto, tanto que eu mesmo, que sou Min Yoongi, fiquei envergonhado algumas vezes.


“É SÉRIO? EU ME SINTO UM ÀS VEZES PORQUE GOSTO DE LEITE, PRINCIPALMENTE VINDO DO JUNGKOOK, AMO.” Taehyung gritou em resposta, claramente bêbado e com a fala enrolada, fazendo todos rirem novamente e seu namorado ficar vermelho, dando um tapa no rosado. Eu já estava com falta de ar de tanto rir, eles morreriam se estivessem em sã consciência. Mas como todos ali não estavam eu seu melhor estado – com exceção de Jimin e eu –, nada fazia realmente sentido. Mas para nós dois fazia, e muito.


“Eles vão querer se enterrar vivos quando assistirem isso.” Jimin falou baixo apenas para que eu ouvisse, enquanto balançava seu celular nas mãos, mostrando que havia filmado aquele momento.
 


“Seu danado! Você filmou, eu não acredito, eles vão te matar.” Ri surpreso, já até imaginava o barraco que aquilo daria.


“É obvio, tenho que registrar tudo. Você mesmo me ensinou isso.” Continuou a filmar quando os garotos começaram um debate sem nexo e sentido no local.


 

[+]
 



Já era noite quando todos encontravam-se praticamente desmaiados na sala. Jin e Namjoon já haviam ido para casa, com o mais velho arrastando o namorado. Hobi babava em uma das poltronas e Taehyung dormia profundamente no sofá maior, com Jungkook em seu peito.


Era algo até fofo de se ver, pelo menos dormindo eles pareciam um casal normal. Acordados eram demônios em pessoa, sem falar da testosterona altíssima que os faziam querer transar 24h por dia.


É, complicado.


Mas também não posso falar nada.


Jimin dormia no meu ombro, então assim como de manhã, o peguei no colo e o levei até meu quarto. Na subida as escadas, senti o ruivo soltar um suspiro em meu pescoço, fazendo-me ficar arrepiado e quente.


Meu autocontrole é algo realmente impressionante.


O coloquei sobre minha cama, em uma posição confortável. Enrolei-o em um cobertor quentinho, parando para observá-lo logo depois. Dei um beijo casto em sua testa, deslizando o polegar no local em seguida, soltando um suspiro.


“Durma bem, Jiminnie.” Sussurrei, afastando-me do mesmo.


Peguei uma toalha, a fim de tomar um banho para relaxar. Já estava escuro porém não era tarde, ainda era umas oito horas da noite. Senti meu celular vibrar em meu bolso, e ao pegá-lo, vi que era uma mensagem de Taehyung.


Chat On


Tae [20:07]: Ei mozão, to indo embora com o Jungkook. Hobi também já foi pra casa. Só pra avisar mesmo. Aproveita ai com o Chim *moon face*

Min Yoongi [20:08]: Idiota. Vc sabe que eu não vou fazer isso agora, ele precisa de tempo.

Tae [20:08]: Você que pensa, nunca se sabe. Aposto meu cu q com você vai dar tudo certo, mais rápido q você imagina ahsuhua. Agora tenho que ir, uma foda me chama.

Min Yoongi [20:08]: Eu te odeio. E você aposta o cu pra qualquer coisa, querido, não é como se fosse algo ruim.

Tae [20:09]: <3 TE AMO BJOS


Chat Off




Como aturo esse estrume humano? Não sei.


Entrei no banheiro, despindo-me vagarosamente, não tinha motivos para pressa. Olhei o local que antes havia um espelho, me doendo o coração em lembrar do que aconteceu.


Mas algo me dizia que tudo estava mudando, para melhor.


Até mesmo Jimin acordou melhor, ele está ótimo, pra falar a verdade, isso me alivia.


Entrei no box, ligando o chuveiro e sentindo a água morna cair sobre meu corpo, trazendo-me um relaxamento quase que instantâneo. Comecei a ponderar sobre tudo o que estava acontecendo em minha vida naquele momento e tudo o que já havia acontecido desde a época em que conheci Park Jimin. Por mais que muitos momentos de aflição houvessem ocorrido, nada me trazia arrependimento, eu amo aquele garoto e se for preciso ir no inferno para segurar sua mão, eu irei.


Saí do banho e de meus devaneios, secando-me ligeiramente e me enrolando no roupão branco que estava em uma gaveta debaixo da pia. Balancei meus cabelos a fim de remover o excesso de água e rumei ao quarto.


O meu ruivinho ainda dormia tranquilamente, era algo lindo de se ver. Fui até o closet que havia em meu quarto para pegar algumas peças e roupa, então encontrando algo que há muito estava ali.


O golfinho azul que eu havia comprado para Jimin.


Segurei a pelúcia, soltando um sorrisinho meio triste, pois queria ter evitado tudo aquilo. Saí do closet com o objeto em mãos, sentando na poltrona que havia perto da cama, permitindo uma lágrima fina escorrer em minha face. Não iria me deixar abater novamente, não posso me dar o luxo de ficar mal quando meu pequeno mais precisa de mim.


Mas também era uma droga conviver com toda aquela culpa.


“O que é isso?” Ouvi a voz sonolenta de Jimin ecoando em meus ouvidos, na qual me fez tomar um leve susto.


“Ah, isso… Era algo que eu havia comprado para você antes do seu acidente.” Respondi, mostrando o golfinho para que o ruivo olhasse melhor. “Ainda é para você.” Estendi em sua direção, e quando ele identificou o que era, um sorriso tão grande se formou em seus lábios que até esqueci a lembrança ruim que aquele objeto me trazia.


“UM GOLFINHO AZUL! EU NÃO ACREDITO, HYUNG! OBRIGADO, OBRIGADO MESMO!” Gritou feito uma criança, pulando em cima de mim, quase me sufocando pelo abraço apertado. Todo sentimento doloroso que havia em meu coração se esvaiu naquele momento, meu foco era apenas a felicidade que Jimin exalava pelo presente.


“De nada, pequeno. Eu comprei para você naquele tempo como um pedido de desculpas por tudo, e também para lhe agradar, sabia que você ia gostar. Mas vale pra agora também, ainda bem que gostou. Amo te ver assim.” Pronunciei, envolvendo o pequeno corpo com meus braço, dando um selinho na ponta de seu nariz.


“Eu amei. Você é perfeito, Yoongi Hyung.” Falou com a voz abafada, com o rosto em meu pescoço.


Peguei meu celular, colocando uma música para tocar. Não sabia o motivo, só queria escutá-la naquele momento, junto a Jimin. Selecionei a música Tee Shirt, da Birdy. Aquela música me lembrava ele.



 

·           De manhã, quando você acorda

            Eu gosto de acreditar que você está pensando em mim

            E quando o sol entra no quarto pela janela

            Eu gosto de acreditar que você estava sonhando comigo          ·

 


“Eu sempre me pergunto se você pensa em mim ao acordar...” Sussurrei, me guiando pela música. Beijei seus lábios calmamente enquanto o ajeitava em meu colo. “Porque eu sempre penso em você.” Completei, após nos separarmos.



 

·           Eu sei pois passei

            Metade desta manhã

            Pensando na camiseta com que você dorme           ·

 


Toquei o tecido de sua camisa de mangas compridas. Cheirei o seu pescoço e seu ombro coberto pela camiseta, o local estava impregnado com o cheiro de Jimin. Eu amava aquilo.



 

·           Eu deveria saber, pois eu passaria

            O dia inteirinho

            Ouvindo a mensagem que eu vou guardar

            E nunca vou apagar           ·

 


“Sabia que uma vez eu surtei apenas porque você me mandou um emoji de coração nas mensagens?” Murmurei, rindo ao me lembrar do acontecimento. Passeei com ambas as mãos nas costas do menor, beijando seu pescoço e mandíbula.


“Sério? Nunca imaginar- ah...” Arfou no meio de sua frase ao sentir um aperto em sua cintura enquanto eu o abraçava e mordia o lóbulo de sua orelha. “Eu também fiquei louco… Somos tão bobos.” Finalizou com dificuldade, suspirando alto. A pelúcia agora já se encontrava no tapete do quarto, Jimin havia a amado, mas pelo visto estava amando ainda mais o momento que compartilhávamos.



 

·           Quando eu te vi, todo mundo soube

            Que eu gostei do efeito que você teve em meus olhos

            Mas ninguém mais ouviu o peso de suas palavras

            Ou sentiu o efeito que elas têm em minha mente

            Estou me apaixonando           ·


 


“Eu estou apaixonado. Estou totalmente apaixonado por você. E sim, também sou um bobo por isso.” Falei baixo, com os lábios próximos aos seus, tão próximos que foi preciso apenas um movimento leve para ambos se tocarem.


Beijar Park Jimin nunca deixaria de ser algo mágico. Todos os nossos momentos eram maravilhosos, assim como todos os nossos abraços, olhares, sussurros… E beijos.


Estou viciado em beijá-lo.



 

·           De manhã, quando você acorda

            Eu gosto de acreditar que você está pensando em mim         ·

 


“Eu amo você.” Respondeu ao separar os lábios dos meus, apenas para voltar a tomá-los para si novamente dois segundos depois.


“Eu sempre amarei você, pequeno.” Ofeguei ao senti-lo se mexer sobre meu colo e arranhar minha nuca. Eu estava enlouquecendo.


“Então me ame agora, Hyung.” Esfregou os lábios em minha clavícula quase exposta e se remexendo ainda mais sobre mim. “Me ame como você sabe.” Sussurrou. Céus, eu estava a ponto de surtar, meus sentimentos estavam aflorados e misturados dentro de mim, prestes a perder o controle.


“V-Você… Tem certeza?” Perguntei com receio, não queria que ele se sentisse pressionado, eu queria apenas que ele se sentisse bem. Se eu estivesse com minha mente de merda de antes, estaria me perguntando como eu gaguejei, afinal, eu nunca gaguejo.


Mas voltando ao assunto, eu estava realmente receoso.


Jimin pediu para eu amá-lo.


E eu sabia o que aquela frase queria dizer.


“Sim… Eu confio em você. E por incrível que pareça, me sinto confortável ao tocar em você. E hyung...” Pausou, segurando meu rosto com as duas mãos e encostando nossas testas, enquanto eu abraçava sua cintura. “Eu quero te amar e ser amado por você. Você aceita?” Sussurrou.


Se antes eu estava com receio, agora eu estava totalmente seguro. Aquilo me enlouqueceu, como um sonho sendo realizado – e de fato era.


Eu seria muito idiota se recusasse, então minha resposta era mais que óbvia.


“Se você se sente bem para isso, sem dúvida alguma eu aceito. Eu amo e amarei ainda mais você.” Uni meus lábios aos seus novamente, dessa vez o envolvendo em um beijo apaixonado, todas as emoções e todos os sentimentos podiam ser sentidos naquele ato.


Ficar com meu ruivo era totalmente diferente de qualquer outra pessoa.


Apesar de que eu sequer lembrava de outras pessoas naquele momento.


Levantei da poltrona, com Jimin agarrado a mim, então o deitei delicadamente em minha cama, logo fazendo o mesmo. Ergui-me sobre seu corpo, apoiando-me em meus cotovelos, selando seus lábios novamente.


Ele estava tão entregue, tão calmo. Totalmente diferente do dia anterior.


Beijei toda a extensão de seu pescoço, do seu maxilar até sua clavícula, mais uma vez me perdendo naquele aroma inebriante do pequeno. Minha destra acariciava seu rosto, enquanto sentia meus cabelos serem puxados.


Agarrei sua cintura com ambas as mãos, apertando-a de forma possessiva. Arranhei sua nuca e beijei o canto de sua boca, recebendo um pequeno grunhido em resposta.


Ele é realmente sensível.


Acariciei seus cabelos de forma casta, enquanto beijava sua bochecha e minha destra adentrava sua camisa. Queria deixá-lo o mais calmo e seguro possível, tudo o que eu queria era que ele se sentisse bem. Jimin levantou os braços, permitindo que eu tirasse a larga camisa de si, revelando seu peitoral levemente definido e chamativo.


Park Jimin, de fato, é muito gostoso, como sempre previ.


Tudo bem que estamos fazendo amor, mas isso não significa que não vou amá-lo do meu jeito – e o meu jeito é achá-lo um puta gostoso.


Meus lábios percorreram de seu pescoço até seu abdômen, roçando-os em sua pele alva e deixando um leve rastro de saliva. Depositei alguns beijos molhados seguidos de chupões no local, fazendo o mesmo em seu mamilo esquerdo, tendo como resultado um ruivo lindo arfando de prazer. E eu ainda não havia feito nada.


“Você é tão lindo...” Sussurrei, enquanto continuava brincando com seu mamilo e beliscava o outro com a esquerda.


“Yoongi Hyung…” Murmurou rouco, ligeiramente atordoado. Eu estava amando ver todas as suas reações, decorando cada detalhe de seu rosto em suas expressões prazerosas.


Mas eu queria mais, queria vê-lo entrando em êxtase, delirando por mim.


Eu iria amar Park Jimin e amar o seu corpo, como nunca havia feito antes com alguém.



Lambi seu torso até chegar na barra de seu short, sinônimo de uma tremenda tentação para mim. Passeei com minhas mãos pelas suas fartas coxas, estas que sempre tive um apreço especial.


E nossa, a sensação de finalmente poder apertá-las era indescritível.


Arranhei com a destra sua coxa esquerda, ouvindo um gemido baixo e seu membro já marcava suas roupas baixas. Minhas mãos foram até sua bunda, apertando-a com vontade, e apenas por poder fazer o ato sem nenhuma reação negativa do menor, já me enlouquecia de tesão.


“Você é muito gostoso, meu amor. Você é incrível.” Comentei enquanto chupava e lambia a região interna de suas coxas, recebendo um suspiro como resposta. Eu sabia que ele ainda estava envergonhado, principalmente por ser inseguro com seu corpo. Sem falar do fato que, aquilo era uma conquista, Jimin estava passando por cima de seus traumas e ultrapassando seus limites apenas para provar o quanto me amava.


“Sua boca é maravilhosa.” Soltou, em um fio de voz, provavelmente segundos antes estava criando coragem para dizer tal frase. E eu de fato, amei isso.


“E ainda nem chegou na melhor parte.” Respondi malicioso, enquanto segurava a barra de seu short fino e a abaixava vagarosamente.


Ao retirar parte do tecido que cobria sua intimidade, encarei o pequeno, buscando uma confirmação de que eu poderia prosseguir, na qual me foi dada quase de imediato. Massageei seu membro por cima de sua cueca, com certo receio em meus atos, mas relaxei ao perceber o quanto o ruivo estava confortável com aquilo.


Provavelmente ele só precisava externar tudo aquilo que estava dentro de si para se permitir uma segunda chance.


“Não me torture assim, Hyung...” Pronunciou melancolicamente, me atiçando ainda mais, se possível. A voz do Park era como um calmante, ao mesmo tempo que um estimulante sexual poderoso. Poderia dizer que chegava a ser afrodisíaca, que extasiava-me apenas com algumas doses sonoras da mesma.


“Você me pediu para te amar como eu sei.” Murmurei, depositando beijos molhados ao redor de sua ereção coberta. “Agora arque com as consequências, meu garoto.”


· Author point of view ·


O Min estava mais que necessitado. Não era pra menos, afinal, fazia quase um ano que ele desejava ter o Park para si – e somente para si. Aquele dia estava perfeito para ambos, e nada como fechar com chave de ouro demonstrando todo o amor que sentiam.


Por algum milagre ou agrado do destino, Jimin se sentia bem. Não era como na noite passada, tampouco como fora com seu ex namorado. Os beijos e carícias de Yoongi era diferente de tudo o que ele conhecia, chegava a sentir como se seu corpo flutuasse ao receber todo aquele cuidado.


O esverdeado lambeu a glande do menor, ainda sobre o tecido, apenas o provocando ainda mais. Era de fato torturante todos aqueles toques nada castos, estes que aumentavam a tensão sexual que rodeava ambos os corpos. O mais velho puxou delicadamente a peça íntima do outro, revelando seu pênis ereto e molhado, devido ao pré-gozo. Ele sorriu com a visão, admirando o quanto o menor era lindo em cada centímetro de seu corpo.


E é mais lindo ainda quando está excitado.


Porém o de cabelos verdes não se contenta com isso, ele queria mais, queria o garoto abaixo de si ainda mais lubrificado, mais necessitado, como nunca ficara na vida.


Rodeou sua glande com o indicador e polegar, sentindo aquele líquido viscoso sair ainda mais, deixando o maior ainda mais sedento pelo membro de Jimin.


Era de fato, muito gostoso.


Roçou seu lábios no pau do ruivo,  fazendo menção de que iria chupá-lo. Mas quebrando todas as expectativas e frustrando ainda mais o Park, lambeu sua glande de forma lenta, observando seu membro pulsar e lubrificar-se ainda mais.


“Yoon Hyung… Eu não aguento mais.” O garoto implorou, mas Min Yoongi, sendo do jeito que ele é, apenas o ignorou, iria fazer à sua maneira, daria a Park Jimin a melhor noite de sua vida.


Mas nem mesmo o mais velho aguentava mais. Precisava prová-lo, necessitava sentir seu amado por completo, fazê-lo seu.


Ao fim desses pensamentos, separou os lábios e acomodou o membro do outro em sua boca úmida e quente, recebendo reações imediatas do mais novo, que gemia de forma entrecortada e estremecia abaixo de si.


Os dois estavam quentes. O Park era o que mais sentia calor interno ao ter tanto estímulo em si. Mas Yoongi não estava muito atrás, pois a mistura de tesão, desejo, necessidade e amor que sentia era o suficiente para deixar seu corpo deveras febril.

O maior chupava o pau de Jimin com destreza e volúpia, alternando os movimentos, ora simulando uma rebolada, ora uma estocada. Descia até a base, engolindo gulosamente o membro do ruivo, para logo retroceder e lamber com vontade a glande, enquanto o masturbava com a destra. Levou sua esquerda até um dos mamilos eriçados do pequeno, esfregando o polegar de forma rápida.


Alguns minutos se passaram, enquanto Yoongi chupava, masturbava e provocava o mais novo. Este estava enlouquecido, sua sanidade já havia abandonado seu corpo há tempos, sendo levado pelas carícias do Min.


“Eu amo você...” Balbuciou o mais velho enquanto beijava o abdômen de Jimin, ainda masturbando seu falo ereto, chegando no pescoço, onde ele sabia que era uma zona muito sensível do ruivo. “E também amo o seu corpo.” Finalizou, beijando os lábios do menor, ambos sorrindo em seguida.


O esverdeado desceu novamente pelo corpo alvo e escultural de Jimin, mais uma vez lambendo toda a extensão do mesmo, mas agora descendo um pouco mais, até estar a centímetros de sua entrada rosada que contraia-se a cada movimento em seu pênis. 


“Você me permite lhe fazer meu por completo?” A voz rouca e quase inaudível, os cabelos desgrenhados e os olhos entreabertos revelavam a luxúria que havia em Yoongi.


Jimin também o achava completamente lindo, sua face que mais parecia porcelana, sua pele branca, seu rosto e corpo bem desenhado era o fim para o garoto mais novo.


“É o que eu mais quero.” Respondeu em um só sopro. Seu corpo tremia de tamanha excitação, achava que não suportaria sem desmaiar. “Mas primeiro, espera.” Concluiu, sentando-se na cama, retirando o roupão branco que o maior vestia. “Pronto, assim está melhor.” Sorriu, apreciando cada pedacinho do corpo do Min.


Yoongi apenas pediu para que o menor relaxasse, quando desceu sua língua, passando pelo períneo, até o orifício do mesmo. Jimin contraiu-se de imediato, gemendo roucamente, empurrando o corpo contra o rosto do Min enquanto este chupava sua entrada com maestria.


Empurrou o músculo para dentro da cavidade do ruivo, que gemia ainda mais, suas pernas tremiam e sua cabeça pendia em êxtase, mesmo que deitado. Yoongi estocava a entrada rósea e apertada com a língua, adentrando ao máximo que lhe era permitido. Retirou-se de dentro do garoto, rodeando o buraquinho e beijando – chupando – novamente a região.


Hyung… E-Eu vou… Eu não to aguentando, eu vou gozar assim.” Seu tom era baixo e suplicante, mas o esverdeado pôde ouvir. Resolveu que já estava bom e a entradinha apertada do menor já estava lubrificada com sua saliva.


Fez menção de enfiar um de seus dedos, fazendo Jimin ter um espasmo, ficando ligeiramente desconfortável e preocupado.


“Calma meu pequeno… Eu não vou machucar você, confie em mim.” Sua voz era doce e suave, na qual Jimin assentiu e tranquilizou-se.


Yoongi pegou um tubo de lubrificante que havia na gaveta ao lado da cama, para proporcionar uma experiência ainda melhor ao seu garoto. Sabia, que agora estava tratando de algo um tanto delicado, então faria de tudo para que Jimin sentisse o quanto ele queria apenas fazê-lo se sentir bem.


Espalhou o líquido em seus dedos, os direcionando à entrada do menor. Pediu para que Jimin relaxasse as pernas, e então, beijando seu rosto e acariciando seus cabelos com uma mão, penetrou vagarosamente um de seus dígitos. Acalmou quaisquer reações negativas vindas do mais jovem e o fez sentir-se confortável depois de alguns segundos.


O processo fora o mesmo com o segundo, terceiro, quarto dedo. Estes agora tocavam a próstata de Jimin, que se encontrava no começo da cavidade, e o garoto estava prestes a desmaiar de prazer e tesão.


Amor… Meu Deus, ah, aí mesmo. Toca de novo.” Grunhiu afobado, rebolando nos dedos do hyung, precisava do mesmo dentro de si.


“Jimin-ah, agora você é meu. Só meu.” Pronunciou, roçando a glande de seu próprio pau na entrada do pequeno.


Adentrou lenta e cuidadosamente no garoto. Sentiu seu membro ser engolido pelas paredes internas do orifício quente, e podia dizer, era uma das melhores sensações que já havia prestigiado na vida.


Porra, era tão gostoso.


Era melhor do que almejara ou imaginara, tanto para o Park quanto para o Min.


Para Jimin, sentir seu Hyung penetrando em si, preenchendo-lhe, era algo inenarrável, não havia palavras que pudesse definir ou descrever aquelas sensações. Talvez pelo ato em si, ou talvez por também sentir-se amado pela primeira vez daquela forma, ele se sentia completo.


Ele realmente sentia o amor que Yoongi tanto queria demonstrar.


“Você me enlouquece, agora mais ainda. Você é tão… ah.” Murmurou o maior, começando a se mover, estocando lentamente o Park. Colocou rapidamente um travesseiro embaixo do seu quadril, de forma que pudesse penetrar de baixo para cima, acertando aquele pontinho especial com mais facilidade.


“Yoongi Hyung, você-” Interrompeu-se com um gemido forte que teimou sair de sua garganta ao sentir sua próstata sendo esmagada. “É o melhor.” Terminou com dificuldade, para grunhir novamente.


O quarto estava um clima delicado e quente, os sussurros e gemidos de ambos eram as únicas coisas ouvidas ali. O ritmo era lento, afinal, não se tratava apenas de sexo.


Não havia necessidade de selvageria alguma, por ora.


Porque diferente do que Yoongi pensara há tempos, aquilo não era uma foda.


Era amor em sua forma mais nítida e pura.


“Eu amo você.” O mais velho disse pela quarta vez aquela noite. Para outros, isso seria algo que cortaria o tesão, ou se tornaria clichê, mas aquilo era tão significativo para os dois que jamais se cansariam de falar e ouvir tais palavras.


Continuou estocando o garoto e acertando em seu ponto, sentindo as contrações, ao mesmo tempo que chupava seu pescoço e gemia em seu ouvido. Jimin estava aos delírios, sua mente já estava fora de órbita e seu corpo apenas reagia às sensações.


“Ah, eu...” Tentou proferir, mas nada saía. Tremia por inteiro, estava próximo ao orgasmo, já havia se segurando por tempo além do normal. Ainda mais com Min Yoongi afundando-se dentro de si e movendo-se eroticamente sobre seu corpo.


Rapidamente, os corpos mudaram de posição, onde Jimin ficou sentado no colo do mais velho. Começou a rebolar sobre o membro ereto do Min, enquanto este apertava sua bunda com gosto. Não demorou para Jimin vir a gozar, logo se derramou no corpo do maior e no seu próprio, enquanto masturbava-se para intensificar o orgasmo.


Já o Min continuara estocando o menor, agora o deitando novamente, mas indo se acomodando atrás de si, o penetrando por trás enquanto os dois ficavam de lado no colchão.


Yoongi sorriu ladino ao perceber que Jimin continuava duro mesmo após gozar, e este se surpreendia em continuar com tesão, sem querer o descanso de sempre. Continuou se masturbando enquanto recebia seu Hyung surrando sua entrada, mas logo sua mão fora substituída pela do Min, que o tocava no mesmo ritmo das estocadas.


"Meu Deus, Jiminnie... Você é tão perfeito." Yoongi ofegou, beijando as costas do garoto.


Jimin estendeu os braços para trás, apertando os cabelos de Yoongi e os puxando. Esfregou os dedos por sua nuca, trazendo arrepios ao maior, que aumentou o ritmo, chegando, enfim, ao seu ápice.


"Jimin... Ah, gostoso." Fora as ultimas palavras de Yoongi antes de atingir seu orgasmo.


Eles não haviam usado preservativo algum, então o líquido do maior explorou todo o interior do Park. Gemeu mais alto que o normal e sentiu-se satisfeito e maravilhado. Alguns segundos depois, o garoto ejaculou pela segunda vez naquela noite, mais uma vez sentindo-se febril e em estado de êxtase.


Os dois, agora ofegantes, descansaram os corpos na cama, sem se mexer por longo segundos.


“Nem queria ter que sair de dentro de você.” Pronunciou ao ouvido do pequeno, recebendo uma risadinha em troca. Nem ele mesmo queria. Porém mais alguns segundos, e o Min retirou seu pau do interior do mesmo.


“Me senti incompleto agora.” Jimin respondeu rindo, com as mãos sobre os olhos, em um ato como se não acreditasse que tudo aquilo havia acontecido.


“Você se sentiu bem meu amor?” Com o tom calmo, perguntou, abraçando o pequeno corpo por trás, enquanto cheirava seu pescoço.


“Eu amei. Acho que foi a melhor coisa que já fiz na vida. Eu te amo muito.” Disse, aninhando-se ao corpo atrás de si, puxando ainda mais seu braço para se sentir mais seguro.


“Eu também. Você é tudo pra mim agora, me mudou de uma forma que nem eu mesmo sei explicar. Eu fico totalmente diferente com você, como se uma parte em mim só pudesse ser ativada com sua presença. E eu me sinto muito bem com isso.” Confessou, afundando o rosto na nuca do mais novo.


O ruivo sorriu, bocejando em seguida, indicando seu cansaço. Yoongi puxou um cobertor para cobri-los, descansando também perto do corpo quente do seu amado.


“Agora é definitivo. Durma bem, Jiminnie.” Murmurou, pegando no sono quase ao mesmo tempo.


Min Yoongi tinha sua forma única de amar o Park e ser amado pelo mesmo.


Finalmente, os dois garotos descobriram isso.


Pela primeira vez em suas vidas, eles sentiram o amor real, em suas almas e seus corpos.

 


Notas Finais


LEIAM ISSO AQUI ALO ALO

AAAAAAAAAAAAAH FINALMENTE O LEMON DESSES LINDOS <3
VAMOS GLORIFICAR DE PÉ, ALELUIA, AMEM IRMÃOS
DEUS É TOP (eu nao uso essa palavra na realidade ok? ok)

Foi bem amorzinho, o lemon vkook foi porra louca, mas a situação deles pediu um lemon fofo mesmo.

Fiz como eu pude, espero que tenham gostado.

Admito que não revisei o cap e nem mudei nada como de costume, pq fiz meio na pressa, por mais que demorei muito, mas a parte do lemon realmente fui só escrevendo o que vinha na cabeça.

E sim, sobre isso, eu demorei pq é final do ano, to louca estudando e fazendo provas, uma merda doida, sem contar um certo desanimo que me impedia de escrever o resto do cap, mas cá estou.

AMO MUITO VOCES E YOONMIN É LINDO


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...