História The opposite love - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Tags Amor Doce, Colegial, Docete, Garçonete, Lysandre, Nerd, Popular, Sweet Amoris
Visualizações 20
Palavras 979
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor



Capítulo 4 - Demons


eu me sentia bem.
 O caminho para casa depois de sair do Lysandre,era como andar nas nuvens.
   Seu cheiro estava em mim, eu estava me sentindo no céu.
        isso estava sendo estranho.

Meu coração estava acelerado.

Peguei um ônibus no ponto próximo a casa dele.
   O caminho foi um pouco mais longo do que estou acostumada.
       Quando cheguei em casa abri a porta com cautela, não queria que meu pai estivesse aqui.
    Olhei por tudo, ótimo ele não estava.
Já era 18:00 horas, ele ia chegar logo.
  Subi para o quarto, coloquei uma saia e camiseta minha. Guardei a do Lysandre com todo cuidado em meu armário.
   Desci fazer macarrão com queijo para meu pai comer . O macarrão não me trouxe boas lembranças.
         Coloquei as roupas da escola com molho para lavar.
    Não tenho muitas para usar lá.
Escutei meu pai passar pela porta.
  Pai:  já chegou?
Eu: sim, dispensados mais cedo .
Meu pai apenas assentiu. Ainda era dia 4 faltava um tempo razoável ate o dias dias pais.
  Comi umas garfadas com ele.
Pai: coma Docete.
Eu: Estou satisfeita.
Meu pai deu ombros e continuou comer.
Eu: depois lavo a louça vou subir para o quarto estou cansada.
Pai: tudo bem.
Subi me jogando na cama, eu estava sim cansada, mas estava feliz, uma explosão de sentimentos estava em mim.
Talvez isso seja carência, ando tão sozinha que um sinal de carinho está me fazendo ficar assim.
  Suspirei com esse pensamento. Lysandre tinha tudo, eu não tinha nada.
   E se eu começasse a gostar dele ?
Docete vocês nem amigos são.
Depois do trabalho ele vai fingir que não te conhece.
      

Eu estava deitada em minha cama  , já era 6 :45 , eu não dormi.

Alguns raios de sol entravam através da cortina, minha cabeça doi, a dor parece cortar.

Preciso trabalhar mas não acho forças para levantar.

Pelo menos eu não tive pesadelos.

Aos poucos criei coragem de levantar me arrastando até o banheiro.

O que eu via no espelho me assustava, eu estou realmente com uma aparência de zumbi.

Eu quero ser uma adolescente desocupada, estar montada de bijuterias baratas e salto alto, ser a rainha do baile.

Mas não, juventude toda desperdiçada limpando chão e servindo café.

Eu queria comentar um grande erro ou tomar um porre de vodka em algumas festas.

Tomei um banho gelado para afastar pensamentos e acordar, água fria parecia queimar mais que fogo contra minha pele, mas parecia lavar mais que meu corpo, parecia que o esgotamento  seguia junto pelo ralo.

Coloquei uma saia e um moletom e meus velhos tênis.

7:14 droga.

Eu: atrasada, fuiiiii.

Eu gritava enquanto saia de casa e passava por meu pai tomando café na mesa velha da cozinha.

Eu estava muito atrasada, tudo isso por idiotice minha, por que eu não levantei antes.

Droga droga DROGAAAA!!!!

Quando cheguei na lanchonete ja passava das 8:10.

Iris me olhava como se falasse que eu estava ferrada.

Chef: isso são horas!!??

Eu: me desculpe, eu me atrasei eu...

Chef: limpe o chão! Agora.

Ele apenas jogou os panos sobre mim e a vassoura.

Segui meu caminho ao inferno que estou condenada depois de por meu avental.

Iris veio em minha direção. Seu olho estava bem melhor.

Iris: muita bronca ?

Eu: limpe o chão! .

Tentei imitar a voz do querido chefinho.

Iris apenas soltou uma risadinha.

Iris: vamos lá.

Apenas dei ombros e segui meu caminho limpando o chão, aquilo estava imundo.

Eu via as pessoas entrando, passando como vultos por mim.

O relógio parecia andar para trás as horas não passavam.

Olhei para frente e Iris me chamava com a mão.

Eu: o que houve?

Iris: ele quer  com você. 

Olhei para ela sem entender.

Eu: quem ?

Iris: Lysandre.

Eu: comigo? O que ele quer ?

Iris: se você não for não vai saber.

Revirei os olhos.

Iris: mesa 9, te dou cobertura.

Entrei a vassoura a Iris e segui nervosa até a mesa nove.

O que ele quer conversa comigo ?

Lysandre estava sentando com um copo de cappuccino em suas mãos, seus olhos seguiam meus passos até sua mesa.

Parecia que eu havia esquecido como anda. Quando me aproximei apenas sentei na cadeira da frente e o encarei.

Ele não falava nada, o silêncio estava me cortando em pedaços.

Eu: V-você quer falar comigo? O que quer?

Não sei como conseguir palavras

Lysandre:nada,não podemos conversar?

Eu: Não acho que temos algo a conversar.

Lysandre deu ombros.

Lysandre: verdade, não temos, mas estou curioso.

Olhei sem entender.

Eu: com o que ?

Lysandre: por que você se acha tão o oposto de mim.

Ri sem emoção. 

Eu: você não vê?  Ou você se faz de cego?

Lysandre me olhou serio,minha resposta não o agradou.

Ele se aproximou se inclinando na mesa.

Seu cheiro estava me anestesiando.

Lysandre: responda Docete.

Engoli seco antes de responder.

Eu: as pessoas dizem que você é o que você faz, e eu sou garçonete, eu limpo chão. Eu sou seu oposto.

Repeti a frase que disse no dia do trabalho.

Lysandre me olhava como se estivesse tentando entender o que eu falei.

Lysandre: você acha que penso assim ?

Eu: Estou errada por acaso ?

Desafiei  ele me inclinando também na mesa. 

Nossos rostos estavam a centímetros de distância seu hálito batia contra meu rosto.

Lysandre deu um meio sorriso.

Lysandre: Não. Você sabe qual o próximo passo dessa história.

Eu: o próximo passo é se afastar de mim.

Lysandre:eu quero.

Isso doeu, isso me acertou em cheio, parecia que eu havia sido golpeada por vários lutadores.

Mas me manti forte.

Eu: então se afasta, não estou impedindo, muito menos pedi que se aproximasse, toda a aproximação que estamos tendo é obra sua e do professor.

Lysandre estava sem expressão, se aproximou mais de mim, ate onde conseguia falar em meu ouvido.

Lysandre: eu quero sair da sua vida, mas eu não consigo mais, a menos que você me mostre como.

Lysandre se afastou bruscamente levantando e saindo pela porta me deixando para trás sem entender o que aconteceu.

Por que ele não consegue se afastar de mim?

Eu não posso deixar ele se aproximar, mas ele na casa dele parecia outro, eu estou confusa

Mas quando ele está perto meu mundo parece parar e so ele existir.

Droga o que ele está fazendo comigo?

       Continua....




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