História The oter side (Long Imagine - JUNGKOOK - BTS) - Capítulo 6


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7, Originais
Personagens Jin, Jungkook, Mark, Personagens Originais
Tags Bangtan Boys (bts), Bts, Drama, Jin, Jungkook, Kookie, Mark, Novela, Suspense, Você
Exibições 49
Palavras 2.193
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei com um capitulo mais longo!
Presente da tia. ATRASADO!!!!!!!!!!!!
- G

Capítulo 6 - Omma?


Capítulo VI – Omma?

“The oter side”

Jin praticamente ficou aqui a tarde toda me orientando em relação ao cuidados com a minhas costas e o que eu devia e não fazer.

Até que ficou tarde e fui tomar banho e fazer minhas higienes pessoais, seguindo todas as instruções de Jin. Acabando de fazer isso, fui fazer minha lição de casa. Pode acontecer tudo, mas minha lição de casa, eu faço, sim.

Acho que foi provavelmente a pior lição que já fiz na vida, já que minha cabeça estava pensando nas palavras de Jin

“S/N, você vai saber de tudo na hora certa. Mas não agora, é perigoso e acredite Jungkook esta muito preocupado com você e na hora certa você vai saber”

Como assim eu não posso saber? É sobre mim, eu tenho direito de saber! E por que é perigoso e por que ele esta preocupado comigo? ELE NEM ME CONHECE e eu não gosto dele! Ele simplesmente se acha.

Acabei de fazer minha lição e fui fazer alguma coisa para comer. Desci as escadas e fui para cozinha, mas fui surpreendida pela campainha.

Fui abrir e lá estava ele. Jungkook. Com o uniforme da escola ainda. Fui fechar de novo rapidamente, mas ele segurou a porta

- Nossa, ignorância S/N, não vai me convidar para entrar? – não tive tempo de responder, ele simplesmente invadiu minha casa e ainda disse – Obrigada, muito gentil – ele disse sarcástico e se sentando no sofá.

Não liguei, fechei a porta e fui para trás do balcão para fazer alguma coisa para comer, por que afinal não seria ele que iria me impedir de comer ou a sua presença. Ele estava me encarando do sofá e disse.

- Por que você não foi hoje? – ele disse autoritário

- EI! Olha esse tom – disse olhando nos olhos – Primeiro: eu não te devo satisfações; Segundo: Uau! Você notou que eu não fui?! Por que? Alguém te desafiou a jogar mais um milk-shake em mim, mas eu não fui hoje?

- Não, eu só fiquei preocupado, calma ai S/N! Você não é uma pessoa digna da minha companhia.

- Então vaza! – falei apontando para porta

-O fato de eu estar aqui te irrita?

- Sim! E MUITO!

- Então... - ele disse se levantando – EU FICO! –Ele se sentou de novo na poltrona. Revirei os olhos e vi ele rindo de mim – Mas você não vai me responder mesmo?! Que má S/N

- De novo! EU NÃO TE DEVO SATISFAÇÕES – Falei indo em direção á ele

- MÁ! – ele disse se levantando ficando praticamente colado em mim – Eu só fiquei preocupado ontem quando...

- Aquilo de ontem não aconteceu ok?! Disse o cortando

- Hum... É o que você pensa – ele disse me olhando risonho – E á propósito... Tem um corpo muito bonito S/N – ele disse me olhando intensamente e logo entendi o que ele queria dizer com aquilo

- Idiota! – disse olhando nos olhos escuros cheios de desejo dele. Quando dei de costas para ele, o mesmo agarrou meu pulso, me puxou até ficar colada dele e segurou minha cintura.

- Até parece que você não gostou senhorita – ele disse rindo e me olhando de um jeito malicioso.

- Vou gostar de dar um tapa na sua cara, se você não me soltar, senhor – disse em um tom frio e irônico, seguido de um sorriso sarcástico vindo dele.

- S/N, querida S/N, eu não tenho medo de você – ele disse me apertando mais nele, se é que aquilo era possível.

- Você não vai me soltar, mesmo? – ele negou – Então tá, você que pediu por isso – dei um chute nos países baixos com o joelho, então ele se contorceu de dor e sentou no sofá de novo e eu dei as costas e dei um sorriso vitorioso – Sou muita areia para sua caminhonete Jungkook

- Nossa S/N por que agredir desse jeito? Ai! – ele disse fazendo uma expressão de dor que eu não aguentei e acabei rindo – AH! Você acha engraçado? Vamos ver se vai continuar assim depois que eu... – ele se levantou e começou a vir em minha direção, mas foi detido pela campainha que tocou.

Fui atender a porta e era um oficial da polícia.

- Olá, boa noite, você é a senhorita S/N? – ele disse

- Sim, por que?

- Ontem fomos comunicados de barulhos e gritos nessa casa pelo horário da noite – o olhei com dúvida, depois virei o rosto para Jungkook que estava atrás do balcão me olhando com aquele sorriso que eu odeio dele.

- Ah! Sim, então querido policial é que... – fui interrompida por aquela criança que praticamente me agarrou por trás e passou o braço pelo meu pescoço

- É que eu e minha namorada – quando ele disse isso e o olhei brava com os olhos arregalados – fizemos sete meses de namoro ontem – ele olhou para mim e depois para o policial – Se é que o senhor me entende – ele olhou malicioso. Arregalei tanto os olhos nesse momento que quase saíram para fora – E desculpe, não sabíamos que tinha sido tão alto – ele colocou as mãos nos meus ouvidos para que eu não escutasse o que ele fosse dizer a seguir, mas escutei mesmo assim -  Ela é muito escandalosa sabe? – o policial deu um sorriso engraçado pelo que ouviu – Desculpe.

- Está bem – ele começou a rir de novo – essa eu passo, já que entendo e sei como é, boa sorte e parabéns para vocês – ele estendeu a mão para cumprimentar Jungkook que fez o mesmo – Aproveitem se é que me entendem – os dois caíram na gargalhada e eu quis enfiar a cabeça em um buraco – Tchau, boa noite – Jungkook fechou a porta e eu dei um risinho falso olhando para ele – Então o que você acha de subirmos e aproveitarmos como o policial disse? – ele disse me olhando malicioso e vindo em minha direção, mas desviei.

- Sabe plano dentário? Então, acho que vai ter que usar agora – ele saiu correndo e eu fui atrás dele. Ele subiu as escadas e eu fui atrás dele e no caminho passei pelo quarto da minha mãe, peguei duas almofadas e fui a procura dele. Andei pela casa toda. Não o achei. Até que entrei no meu quarto e fiquei parada no meio dele olhando tudo em volta. Estava sem as almofadas.

- Agora te peguei hein S/N?! – Olhei tudo em volta, mas não vi ninguém – Você não vai me ver tão cedo S/N – Senti um vulto atrás de mim olhei, mas não vi nada

- Por que você faz isso? – disse olhando tudo em volta de novo.

- Porque eu sempre tive que me conter perto de você, mas você anda me provocando muito esses dias S/N isso eu não aguento – Vi um vulto de novo passar perto da cortina, olhei, mas não vi nada ainda.

- Por que? Como assim se “conter”? – disse dando um passo para trás

- Porque eu não consigo resistir á você, na verdade eu nunca consegui. – senti sua voz no meu pescoço fui para o meio do quarto de novo e dessa vez correndo. Ouvi a risada dele – Você está com medo S/N?

- Eu não tenho medo de nada, idiota – disse com raiva.

- É mesmo? E se eu... – Senti algo me puxando pelo braço e me jogando na cama – Assustou hein? – me levantei, ficando sentada na cama assustada.

- Você é muito idiota Jungkook! – disse com raiva. Eu realmente estava ficando cansada desse joguinho – EU ESTOU FICANDO CHEIA DISSO! SE VOCÊ NÃO... – Fui interrompida por uma dor na cabeça e depois nas costas de novo aquela dor insuportável, só que na cabeça. Levantei da cama com as mãos na cabeça tentando amenizar a dor. Então ouvi vozes e começou á passar alguns flashbacks pela minha cabeça, da minha mãe. Ouvia vozes do tipo:

“Filha! Corre! Vai ficar tudo bem”

- O QUE? NÃO! – Eu gritava e batia na parede de dor

“Não confie em ninguém! Ele vai te ajudar”

- O QUE? QUEM? – Gritava de novo. Até que senti braços em volta de mim de novo.

“Não posso te acompanhar, você vai ter que aprender sozinha. Com a ajuda dele, você vai ficar bem.”

- MÃE NÃO! POR FAVOR NÃO! NÃO DIGA ISSO! – Eu desabei em lágrimas. Até que ouvi ela gritando, depois a vi deitada no chão e alguém na frente dela, mas de costas para mim – MÃE! MÃE! MÃE! – Quando gritei esse alguém se virou para mim, mas não vi seu rosto e depois saiu correndo. Ouvi a porta ser aberta e depois pessoas correndo até minha mãe no chão e depois tudo virou um grande clarão e eu adormeci.

~

Acordei com o sol da minha da minha janela batendo no meu rosto. Virei minha cabeça para o outro lado e ví uma criança dormindo – AH!!!!!!!!! – Gritei caindo da cama e acordando ele também que acordou assustado

- Nossa S/N! É assim que dizem bom dia de onde você vem? – ele disse se sentando na cama e esfregando os olhos

- Nããããããoooooo – comecei a andar pelo quarto em círculos e esfregando as mãos na cabeça – isso não pode estar acontecendo! Eu nem beijei alguém, e já tive relações... – disse com uma entonação de nojo – O pior disso é que eu tive com... – parei de andar em círculos e disse – com você – disse apontando para ele com uma voz de nojo ainda e voltando a andar em círculos e esfregando as mãos na cabeça – Minha mãe vai me matar. Ela não vai mais confiar em mim. Eu não tinha que ser igual á essas adolescentes que não tem controle eu...eu tinha que ser diferente, devia agir como uma adulta! – coloquei a mão na testa, preocupada. Olhei o menino em cima da minha cama – EI! Sai da minha cama Jeon! – ele se levantou e estava indo em direção a porta, mas antes parou do meu lado direito e disse:

- Se faz você se sentir melhor, nós não tivemos “relações”... – ele disse e saiu do meu quarto

- AI MEU DEUS! OBRIGADA! – Eu juntei as mãos em posição de oração e ajoelhei no chão – EU SABIA QUE NÃO FARIA ISSO! EU TENHO CONTROLE! UHUUUUUUU – Eu comecei a pular pelo meu quarto e quando finalmente cansei fui fazer minhas higienes pessoais. Desci do meu quarto e quando cheguei na sala senti um cheiro de coisa cozinhando. Parecia torrada... Segui o cheiro e vi aquele menino atrás do balcão fazendo o que parecia ser o meu café da manhã, mas como ele sabia que eu gostava de torradas com leite de mamão? Sim, eu sei que é estranho, mas minha mãe fazia para mim então eu me acostumei.

- Acabou a comemoração? Tão rápido? – ele disse ainda de costas

- Eu teria continuado, mas a fome não deixou – me sentei na cadeira do balcão – e o cansaço. Mas se fosse o seu caso você teria comemorado uma semana sem descanço. Porque você não cansa né?!

- O que te faz pensar que eu não canso? – ele disse meio aflito

- Se você cansasse, já teria cansado de me irritar ou tentar me beijar ou agarrar – disse querendo irritar ele.

- Te irritar é o ponto alto do meu dia! – ele disse se virando, se encostando no balcão e olhando fixamente para mim – E eu não tentava te beijar ou te agarrar.

- É? – me levantei da cadeira e fui em direção a ele – Vai me dizer que ontem quando você disse que meu corpo era bonito, você não queria nada certo? – ele corou, achei fofo e comecei a rir – Você quer sim. – comecei a brincar com a cara dele para irritar – Você quer me beijar, me abraçar, me agarrar e me amar – falei cantando e dançando como uma criancinha na frente dele e apontando para ele ao mesmo tempo. Ele começou a rir envergonhado. Quando fui dar um giro senti ele me pegando pela cintura e me prensando no balcão.

- É talvez eu queira – ele disse em um tom baixo e com o rosto bem próximo do meu – Ontem foi bem difícil para mim quando agente estava naquele quarto, no escuro e você estava com medo...

- Eu não estava com medo, idiota – disse séria

- Não era o que parecia quando você estava na cama – ele disse dando aquele sorriso desgraçado dele que eu odiava.

Me lembrei da noite passada e de tudo o que tinha acontecido no quarto e do que tinha passado na minha cabeça. Os flashbacks e a voz da minha mãe. Dei um empurrão no menino que me prensava no balcão e fui correndo para sala, peguei o meu telefone e disquei para minha mãe. Três vezes. E as três na caixa postal. Joguei o telefone no sofá e comecei a andar em círculos de novo e esfregando as mãos na cabeça de novo e dizendo em voz baixa:

- É o trabalho, eles devem estar ocupados. Calma S/N! – disse repetidas vezes.

- Ei! S/N calma – ele tirou minhas mãos da minha cabeça e segurou-as – Eu estou aqui – ele me abraçou. Igual ao abraço que eu dei nele quando estava na casa dele gemendo de dor – Vem comigo! 


Notas Finais


ESPERO QUE TENHAM GOSTADO. SO ESTOU TROLANDO VCS. TODA VEZ QUE A SENHORITA S/N E O JEON SE ENCONTRAM SEI QUE VCS PENSAM "OLHA A PUTARIA CHEGANDO" AI ELA DA MANCADA DE NOVO. MAIS FIQUEM TRANQUILAS. TA CHEGANDO EU ACHO EIN...
-G


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