História The Other Side - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Assassina De Aluguel, Internato, Morte, Suícidio, Tortura
Visualizações 5
Palavras 3.029
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Quem resolveu postar capitulo uma e meia da manhã!? Issoo, eu mesma aqui!
Parabéns pra mim não é?
Bom... chega disso

Boa Leitura!!

Capítulo 2 - Fucking Life


"Sinto saudades do tempo em que conhecia meus sentimentos. Do tempo em que sabia o motivo pelo qual eu chorava ou sorria. Dos momentos em que eu vivia plenamente minha vida. Sinto saudades de tudo o que vi e vivi, porque sei que minha alma estava tranquila naqueles momentos."

Quando foi que tudo ficou assim? Tão perdido desse jeito? Pensou a garota ao se vestir,olhou rapidamente seu reflexo no espelho grande do quarto em que estava, parecia um fantasma, a sombra de si mesma, seus cabelos castanhos, lisos e compridos, estavam secos e sem brilho, sua pele antes macia e saudável, estava pálida e gelada, não que ela fosse uma pessoa quente, abaixo dos olhos dourados haviam bolsas escuras, desde que seus pesadelos voltaram ela não se sentia muito confortável naquela grande casa onde vivia sozinha, e muito menos para dormir, quando não eram pesadelos... era a insônia que a impedia. 

Sentia falta de quando era feliz, se é que havia sido um dia, já nem fazia mais sentido, olhou para a grande mochila camuflada que estava em cima da enorme e confortável cama e a abriu, sim... ela já havia sido feliz um dia, mas foi a muito tempo e já quase não se lembrava mais.

Ou era isso que dizia a si mesma... porque mesmo depois de todos esses anos, as memórias daquele dia nunca deixaram seus pensamentos, e ela sabia que iria sempre carregar aquela culpa, mas também era a única, ela se sentia culpada por apenas uma única das muitas coisa que fizera.

Quando era pequena e ainda morava com eles naquele inferno que chamava de casa, sempre lhes diziam para aguentar firme e ser uma pessoa boa no meio de tantas ruins, ela se perguntava porque tantas coisas como aquelas tinham que acontecer com pessoas boas, afinal, eram “boas” certo? Se eram boas por que tinham que sofrer!? 

Mas com o passar do tempo, a resposta simplesmente veio, e então ela finalmente entendeu... ser uma pessoa boa não muda o fato de que todas são iguais, todas fazem coisas ruins um dia, todas elas ferem alguém, porque a vida é assim e ela não vai mudar, todas sofrem, a diferença é que umas mais... e outras menos.

Então ela pensou... se somos todos iguais e sofremos do mesmo jeito... por que ser uma pessoa boa? O que ela ganharia com isso? E a resposta veio como um flash em sua cabeça... ela não ganharia Nada!

Saindo de seus pensamentos, procurou um casaco e o vestiu, o dia estava frio, e isso era bom, ela preferia dias frios, eles lhe davam um certo conforto e lhe lembrava que ela não era a única coisa fria em todo aquele lugar... mesmo que passassem muito rápido.

As mangas do grande e escuro casaco cobriam seus dedos, ela ficaria fora por um tempo... tinha coisas a resolver nessa manhã, o sol nem havia aparecido no horizonte, e se havia era coberto por camadas e mais camadas de nuvens e neblina, então não apareceria tão cedo.

Suspirou e pegou a mochila, estava pesada. Bom... o que poderia esperar, levando em conta o que havia dentro da mesma, pegou o celular e viu que ainda era cedo... 05:37 da manhã, isso era bom; teria um tempo para fazer o que queria antes de seu compromisso, hoje era dia 08 de fevereiro de 2019, ela não gostava desse dia, pois nesse dia tinha que rever pessoas de seu passado, mesmo que por pouco tempo, nesse dia em especifico, sua “adorada” mãe voltaria para casa, não que a casa fosse dela, longe disso, mas teria que atura-la até completar dezenove anos.

Não via problema algum em “dividir” a “sua” casa com a mãe, isso pelo simples fato de ela mais viajar do que ficar em casa, e quando ficava, era apenas tempo o suficiente para dormir um pouco e refazer as malas(com quantas roupas conseguisse por nelas)e então passar mais seis, ou com sorte, sete meses fora.

Não que visse problema nisso, na verdade, ela adorava. Poderia simplesmente fazer o que queria e quando queria sem ninguém para lhe dizer o contrario(não que sua mãe pudesse), mas isso ao todo era só uma desculpa esfarrapada que dava para as pessoas que perguntassem, já que ela mesma mal ficava na casa, tinha trabalho a fazer, alvos para eliminar, pagamentos para receber e mais e mais segredos para enterrar.

Ela olhou ao redor e saiu pela porta do grande quarto, infelizmente teve o desprazer de encontrar sua “adorada” mãe na cozinha quando terminou de de descer as escadas e foi pegar um copo de água.

A mulher de estatura alta, corpo esbelto, pele levemente morena e sem marcas, com lindos e gloriosos cabelos vermelhos como chamas e lípidos olhos verdes-claros estava cada vez mais jovem e era com desgosto que Beatriz admitia que ela não parecia, nem de longe ter seus 45 anos.

Quando a notou a mulher abriu um sorriso sarcástico em seu rosto carregado de maquiagem, os olhos claros, contornados por uma camada grossa de delineador e com os cílios longos cheios de rímel, seguiam cada um dos movimentos da jovem de 18 anos. Ela viu quando a garota abriu a grande geladeira e retirou uma garrafa d‘água, a colocou na mesa e logo depois foi ao armário e de lá retirou um copo de cristal, com movimentos rápidos, a adolescente despejou uma quantidade generosa de água no mesmo e retirou da mochila um pequeno estojo de remédios, pegou duas cápsulas diferentes e com o auxilio da água as engoliu.

Nessa hora a mulher começou a rir, ela riu como se sua vida dependesse disso, e quando finalmente conseguiu se controlar olhou debochada-mente para a garota, melhor, pensou ela, para sua “adorada” filhinha.

- Não sabia que agora você vivia a base de remédios. - A mulher disse ainda com pequenos espasmos de risadas.

A garota que até então estava a ignorando virou e lhe lançou um olhar frio, do tipo que uma pessoa normal teria ficado quieta e acanhada ou fugido, mas sua mãe não era uma pessoa normal... longe disso ela era uma lunática, e como esperado de uma pessoas mentalmente estável, ela simplesmente começou a rir de novo, mas desta vez por pouco tempo.

- Creio que como eu vivo ou deixo de viver já não seja da sua conta a muito tempo - A garota disse com um pequeno repuxar de lábios - Mamãe. - Ela acrescentou com sarcasmo, só para ter o prazer de ver aquela mulher desprezível fechar a expressão, ela simplesmente odeia quando a chama de qualquer adjetivo que tenha a ver com a palavra M, mas vale a pena só para vê-la perder totalmente a compostura.

- EU NÃO SUA MÃE. E NÃO VOLTE A REPETIR ISSO! - Ela berrou em um acesso de fúria e deu a volta na bancada ficando frente a frente com a garota, levantou a mão para dar-lhe um pesado tapa, mas a garota segurou seu pulso com força, apertando seus ossos da mão.

- Você realmente iria bater em mim!? Realmente achou que conseguiria encostar essa mão nojenta em mim? - Beatriz disse cada palavra com um ódio implacável, cada letra escorrendo puro veneno - Se achou estava enganada - Ela soltou o braço da mulher com certa força, a fazendo dar poucos passos para trás e segurar levemente o pulso machucado - Bem.. isso já não me importa mais... não tenho tempo para perder com você e sua existência miserável, tenho coisas importantes a fazer. - Ela decretou dando de ombros e saindo do cômodo, deixando para trás uma mulher nervosa, descontrolada e mentalmente estável. 

Quando passou pela grande e pesada porta da mansão, logo desceu os muitos degraus que a separavam do chão e se encaminhou pela passarela de pedras que fazia um caminho por entre a grama aparada, os arbustos de rosas brancas e vermelhas e a imaculada fonte de mármore que se erguia gloriosa perto da entrada.

Caminhou por mais algum tempo e chegou ao glorioso portão que se erguia intimidador ao redor do terreno pertencente aos Night, ou melhor... pertencente a ela.

É realmente... ela tinha uma vida de merda, mas quem não tinha!? Pensou sorrindo, não que ela não gostasse de sua vida, na verdade ela a amava, tinha um “trabalho” bom(na opinião dela, só se for), ganhava bem, faltava muito pouco tempo para voltar a estudar, não que ela gostasse, já que sabia de tudo aquilo e mais, muito mais. Ficar sozinha lhe dava muito tempo livre, que se bem aproveitado pode lhe dar muitos frutos bons, e diga-se de passagem... ela aproveita muito bem seu tempo livre e além disso gosta de se manter ocupada!

Pegou o celular novamente e viu as horas... 06:19, já não dava mais tempo de fazer o que queria.

- Tsc, além de inconveniente tinha de ser briguenta... maravilha, eu poderia estar em outro lugar bem mais importante agora.

Saindo pelo portão andou mais um pouco e encontrou um Lykan Hypersport preto estacionado a poucos metros, andou rápida e discretamente até o carro caro e importado.

Já dentro dele se permitiu relaxar e soltar um suspiro, passou o cinto e se ajeitou melhor no banco, ela se virou para o lado e pode ver o motorista. Como esperado, Erick Miller, seu “colega de trabalho” estava no volante, ele fez o balão suavemente e com isso partiu para a estrada.

Em poucos minutos estavam no prédio destinado, ele entrou pelo estacionamento subterrâneo e estacionou em sua vaga de sempre, desligou o carro, abril a porta e deu meia volta, parou ao seu lado e abriu a porta para ela.

- Como sempre, um cavalheiro não é Miller? - Ela disse e o viu fechar a cara, ele não gostava-odiava-que o chamassem pelo sobrenome.

Erick era alto, mais alto que ela, não que isso fosse um feito impressionante,tinha um porte físico de modelos da Calvin Klein, com direito a lindos e profundos olhos azuis topázio e cabelos negros como a noite. Erick diferente dela, não era menor de idade, segundo ele completara 20 anos a mais de três meses, e ela acreditava, pois, de adolescente ele não tinha nada!

- Beatriz, pode parar, você sabe que eu odeio quando me chamam assim! - Ele esbravejou, falando o que ela já sabia, e fazia o contrário só para provocar.

O ponto alto de seu dia, ou noite, dependendo do chamado, era irritar seus “colegas de trabalho”, isso era uma das únicas coisas que realmente despertava emoções verdadeira na garota.

- Sim, sim, pode deixar que eu não faço mais isso! - Debochou com um sorrisinho, ele por outro lado suspirou mas sorriu também.

- Vem, vamos logo... você sabe que Adan não gosta de esperar e ele parecia muito, muito irritado quando me mandou te buscar. - Disse ele fazendo uma breve careta.

Realmente, seu chefe não era a pessoa mais paciente do mundo, Adan Walker era seu nome, ele mandava em todos que trabalhavam na grande ”empresa” por assim dizer.

O lugar onde trabalhavam era uma empresa de tecnologia, ela era especializada em desenvolver aplicativos para computadores e celulares, e nos tempos livres, para não dizer outra coisa, vírus para usar em outras ocasiões(claro que ninguém precisava saber dos vírus e de outras coisas que faziam), mas isso não passava de um belo disfarce. 

Com apenas 19 anos Adan Walker conseguiu criar um sistema especial, por assim dizer, nos tempos livres, trabalhávamos com computadores, celulares e diversos aplicativos. Mas o verdadeiro trabalho começava com os chamados e contratos que ele conseguia.

Funcionava assim: O empregador, que no nosso caso era a pessoa que encomendava o assassinato, entrava em contato e marcava uma reunião, apresentava suas propostas, as informações do alvo(que sempre eram checadas para tirar a prova de que eram reais) e por fim o dinheiro oferecido. Se aceito o chefe classificava a missão em um dos seis níveis S, A, B, C, D e por fim E. Mas isso depende de quem é o alvo, o quão difícil seria e o nível de habilidades que exigia.

Muitos podem achar que por ele ser o chefe não fazia nada! Mas é ai que se enganam... toda, repito, toda vez que ele julgava uma missão “interessante” ele a cumpria pessoalmente, e isso acontecia muito frequentemente.

Andaram pelo estacionamento em direção a um elevador de serviço, quando entraram apertaram direto o botão do último andar, que era onde ficava a sala de seu chefe, ou o carrasco, como os mais engraçadinhos o chamavam.

Aproveitando que o elevador estava de vagar, Beatriz abriu a mochila e de lá tirou o tão conhecido coldre de couro negro, preso a ele estava uma de suas várias armas, uma Glock G25, a desprendeu e retirou-a do coldre a colocando em seu colo, mexeu mais um pouco na mochila e tirou mais uma arma, uma calibre 22, a colocou junto a outra e voltou a remexer lá dentro, encontrou alguns cartuchos completos de cinco diferentes tipos de armas e de vários calibres diferentes, mais uma arma e dessa vez era uma Colt 1911 de calibre 45, mas ainda não era aquilo que procurava, procurou um pouco mais, retirando facas, dardos, mais uma arma, acessórios para mira, silenciadores que nem sabia estar ali até em fim encontrar o fundo falso, ela o abriu e de dentro puxou um saco vermelho de tecido macio e com um peso considerável, a abriu com um cuidado que tinha apenas para coisas realmente importantes, e no momento, aquelas armas eram as únicas que chegavam a esse patamar.

Na bolsa tinham duas M1911. Ela tinha crescido com uma daquelas armas, eram relíquias. Havia ganhado a sua do pai de sua falecida amiga, ele era uma pessoa boa... muito boa, um pouco chato, mas era um cara legal, havia ensinado duas crianças de 5 anos a manejar e portar armas de fogo. E no final, o manejo de armas de fogo e brancas, estava no sangue, o maldito sangue de assassinos.

Ela pegou uma das armas, a mais velha e desgastada, e guardou a outra na sacola, recolocando o fundo falso e guardando novamente todas as tralhas mortíferas na mochila, deixando somente aquela arma. Removeu o pente carregado, alisou o cabo de aço inoxidável até ver a pequena gravura, Night B. de M.C, suspirou e recolocou o pente em seu lugar, guardando a arma no coldre e o colocando bem preso na cintura.

Erick que olhava tudo em silencio e de olhos arregalados, pareceu sair de um topor quando notou a gravura na arma.

- Quem é M.C? - O de olhos azuis perguntou fitando o semblante frio, que a garota havia assumido após a pergunta.

- Não interessa. - Foi tudo o que disse, enquanto a viu deslizar disfarçadamente a mão até a arma.

- O que tem de errado Night, não quer me dizer quem é M.C? - Falou com a voz debochada - Vai me dizer que foi algum namoradinho que partiu seu coraçãozinho de donzela? - As palavras do mais velho escorriam ironia e sarcasmo, e a mais nova ficava irritada a cada palavra.

- Cala a boca, se você não sabe de nada, tente não ficar falando merda. Não se mexe com o assunto dos mortos! - Ela explodiu com raiva, mas logo ficou tensa.

Imagens inundavam sua mente e tudo que ela via era Sangue. Muito Sangue... Os cabelos loiros e compridos estava vermelhos e ela tinha um leve sorriso nos lábios vermelhos e cheios.

Balançou a cabeça e se recompôs ao mesmo tempo em que o elevador se abria em frente ao corredor, a alguns metros de distancia a porta do escritório de seu chefe estava fechada e imponente.

Beatriz caminhou a passos duros e decididos até lá, o mais velho ficara no elevador, ainda assustado com a reação da colega, e a garota não se importou, afinal... dali para frente o assunto era com ela, e apenas com ela.

Quando chegou em frente a porta deu duas curtas batidas na madeira negra e assim obteve permissão para entrar.

Sentado atrás de uma mesa cheia de papéis, com o computador ligado e seus dedos trabalhando agilmente em suas teclas estava seu chefe.

Adan Walker não era um homem feio, com certeza não, com seus 1,89 de altura, corpo escultural, cabelos loiros areia, pele levemente bronzeada e olhos azuis acinzentados, ele era um homem muito atraente, Adan usava um terno completo, preto e com uma gravata slim azul.

Parando de esmagar as teclas do Notebook caro, ele o fechou e rapidamente o colocou de lado.

- Srt. Night, espero que sua ultima missão tenha ido bem. - Ele disse com um sorrisinho de lado que ela achava super irritante.

Como se você já não soubesse que ela foi um sucesso, idiota. Ela pensou revirando os olhos mentalmente.

- Sim senhor, estou pronta para receber a próxima. - Ele deu um sorriso mais aberto e se remexeu em sua cadeira, abriu uma gaveta e de lá retirou um envelope amarelado que estava com um volume notável. Lá dentro ela sabia estar o pagamento pelo último trabalho, ele o estendeu para para a garota que sem exitar o pegou e guardou dentro da mochila sem nem conferir o dinheiro, não era preciso, pois ela sabia que a quantia estava certa, sempre estava.

- Agora vamos falar de sua próxima missão, sente-se por favor - Ele discretamente acenou para as cadeira acolchoadas a frente de sua mesa de mogno. Assim que me sentei ele retirou outro envelope daquela mesma gaveta e o entregou em minha mão, desta vez o papel era pardo e ficava áspero em minha mão, eu o abri e li todo o conteúdo rapidamente, e tinha de admitir, não gostei nenhum pouco desta missão. Ele me explicou detalhe por detalhe enquanto eu escutava tudo atentamente, eu tinha de dar crédito a pessoa que encomendou esta morte, ele ou ela estava pagando bem... bem de mais para o meu gosto e parecia realmente odiar o alvo escolhido. Quando ele terminou de passar os detalhes, junto aos prós-e-contras me olhou seriamente - Então, você aceita?

- Aceito.


Notas Finais


Opiniões, criticas, elogios, mandem comentários!
Por uma campanha de manter essa autora feliz!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...