História The Other Side - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Baekyeol, Chanbaek, Hunhan, Kaisoo, Lemon, Yaoi
Exibições 63
Palavras 2.605
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


DESCULPA DE NOVOOO. Atrasei :')

Seguinte, o meu atraso teve justificativa, mas não vou fazer vocês perderem tempo com isso, vou direto ao ponto.

Eu estou preparando uns projetos para o fim do ano, por isso a demora.

E também me desculpem a capa cagada. Não dá pra fazer uma capa de qualidade pelo celular... E sim... Meu computador deveria ter chegado, MAS CADÊ?


Enfim, desculpem os possíveis erros de digitação e boa leitura ~

Capítulo 3 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction The Other Side - Capítulo 3 - Capítulo 2

| The Other Side |


| Capítulo 2 – O retorno dos que não deveriam estar aqui |


Naquela madrugada, Baekhyun acordou com risadas. Cujo as quais não ouvia há muito tempo, oque de certo modo, o deixara feliz.

Jongin gargalhava e corria atrás do namorado pelo dormitório. Baekhyun ainda sonolento, se sentou na cama tentando entender a situação. Jongin corria gargalhando, sendo seguido por um Kyungsoo que o perseguia com uma expressão raivosa no rosto. O Kim dava voltas pelo dormitório, pulava por cima das camas sem de fato encostar nelas, com o objetivo de fugir de um Kyungsoo disposto a matar.

Após muito esforço, Do finalmente alcançou o mais novo, e não perdeu tempo em lhe dar vários socos não muito fracos no antebraço direito. Jongin então, em um movimento rápido e habilidoso conseguira se pôr atrás do menor e segurar seus ombros, mantendo os bracinhos perigosos bem distantes de seu rosto. Apesar de estarem ambos rindo, quem visse a cena de fora, pensaria que estavam realmente brigando.

— Calma Soo. Foi só uma brincadeira. — Jongin tentava se explicar, mas Kyungsoo se debatia entre os braços do moreno tentando se soltar.

Porém Kyungsoo não queria ser solto. Se realmente quisesse, poderia fazer isso sem problemas.

— Kim Jongin, aquilo não foi engraçado! Me solta!  

— Ah Kyung, você sabe que eu gosto de você do jeito que você é... Eu adoro te ver com raiva, você fica fofo, por isso eu disse aquilo. Mas mesmo assim, me desculpa. — virou o menor para si e o abraçou — Não estou mais te prendendo, se quiser sair, não vou te impedir.

Jongin sabia brincar.

— Você é um idiota. — Kyung dá um tapa nada fraco no ombro do mais novo e sela os lábios do mesmo segundos depois, como um pedido mudo de desculpas pela força exagerada exercida.

— Então... — Baekhyun pigarreia — Já pararam de se agarrar? — os dois se afastam envergonhados e encaram o Byun — Afinal, o que foi isso? Eu mereço um pouco de descanso, sabiam? Pela primeira vez eu consigo dormir mesmo que seja por alguns minutos, e sou acordado? — ele sussurrava em um tom autoritário — O Luhan não pode ver nem ouvir vocês, mas e se derrubassem algum objeto com essa correria? Como eu explicaria que foi o vento?

Eles permanecem em silêncio. Baekhyun levantou de sua cama e caminhava em direção ao banheiro.

— E Kyung... Se quiserem se comer, eu já disse para fazerem isso bem longe dos meus olhos e ouvidos. — disse sorrindo e fechou a porta do banheiro, deixando para o lado de fora um Kyungsoo envergonhado e um Jongin rindo escandalosamente da situação.


↭※↭


Quando Luhan acordou, Baekhyun estava sentado em sua cama abraçando os joelhos, já vestido com o uniforme escolar, de olhos fechados e fones no ouvido. Alheio a tudo ao seu redor.

Essa não era a primeira vez que Luhan o via dessa maneira, e sabia que não seria a última.

Também sabia que era melhor deixá-lo com os próprios pensamentos. Sempre que perguntado o “porquê” de seu comportamento, Baekhyun fugia da pergunta ou dizia qualquer coisa que achava que amenizaria a curiosidade do amigo. Oque nunca funcionou.

Luhan então apenas seguiu para o banheiro para fazer a sua higiene matinal.

Não seria equívoco e nem exagero dizer que Luhan se preocupava demais com o amigo. Apesar de todos os problemas do amigo, Luhan jamais deixaria Baekhyun. Já passaram por coisas demais juntos para simplesmente desistir agora.


↭※↭


Para Baekhyun, pior do que gritos, apenas um bando de gente suada correndo feito loucos atrás de uma bola.

E para piorar, a turma de Baekhyun era a única que ainda não fôra liberada por conta da aula de educação física. Ou seja, ele estava sendo observado por metade da escola que costumava ficar nas arquibancadas para observar esse tipo de aula, por simplesmente não ter nada melhor para fazer dentro do colégio.

E não, Baekhyun não era ruim. Apenas não gostava de ser observado.

— Seguinte, eu pensei em tentarmos vôlei ou futebol. Mas não cheguei em uma decisão, então a próxima atividade será decidida pela quantidade de votos que receber. — o Sr. Jung explicou.

E no final de tudo, futebol venceu com uma diferença de sete votos.

— Eu não achei o uniforme para diferenciar os times, então vamos aproveitar que apenas os meninos vão jogar, e dividir em dois times, óbvio. Um dos dois times vai ficar sem a camisa. — ditou e seguiu até o seu material, trazendo consigo uma bola e a lista de chamada, que usou para decidir aleatoriamente onde todos ficariam.

Óbvio que Baekhyun acabou caindo no time que deveria ficar sem camisa... O problema é apenas um: ele não podia.

Luhan que acabou ficando no time adversário, queria pegar a mão do amigo e sair correndo. Ele sabia e sentiu o desespero do Byun.

Dois minutos depois, todos estavam devidamente arrumados, exceto por um. Baekhyun não tirou a camisa e ficou paralisado em seu lugar.

— Qual é o problema Baekhyun? — o professor gritou do outro lado da quadra.

Baekhyun ficou em silêncio, não respondeu, apenas abaixou a cabeça e fitou o chão.

Ouviu-se então passos pesados em sua direção e um professor furioso vindo até o menino.

— Tira isso logo para a gente começar, Byun. — ordenou. Baekhyun negou com a cabeça, oque fez o professor achar que estava sendo desafiado.

Baekhyun queria chorar.

Baekhyun queria correr.

— Se você não tirar isso agora, vou exigir que seus pais compareçam na escola para conversarmos.

— Não vai fazer diferença. Se eu tirar, você vai fazer a mesma coisa. — não era para ter soado como uma afronta, não era essa a intenção de Baekhyun.

— Tire isso agora! Seus colegas estão esperando. — gritou bem perto do Byun, e o mesmo nunca teve tanto ódio de um único ser humano em tão pouco tempo quanto teve do Sr. Jung.

E nesse momento, Baekhyun pensou nas pessoas que estavam na quadra junto de si, o observando. Entre elas, Baekhyun detectou Suho, Minseok, Sehun e Chanyeol.

Então Baekhyun o fez. Tirou a camisa.

Luhan nunca sentiu tanta vontade de abraçar o amigo como agora.

O choque de todos foi imediato.

Baekhyun tinha marcas em todo o torso, peitoral e costas. Todas marcadas com símbolos estranhos e incomuns.

Não eram marcas de faca, eram marcas de queimadura.

E então toda a quadra ficou em silêncio. O lugar antes tomado pela fala das pessoas ficou em total silêncio. Todos observando Baekhyun.

— Está bom para você? — o Byun ergueu a cabeça e encarou o professor. — Imagino que aquela coisa de chamar os responsáveis vai ser feita agora, não é? — Baekhyun encarava o fundo dos olhos do professor. A raiva e o ódio emanavam de sua pele, mas apenas Luhan sabia oque estava por vir.

Luhan correu de onde estava e foi de encontro ao amigo.

“Aquilo vai acontecer de novo” – pensou Luhan

— Baekhyun, vista. — ordenou quando parou na frente do amigo, segurou seu rosto e o fez olhar para si. Entregou a camisa para o Byun, que assim que o viu sorriu. Mas não de um jeito maligno, sorriu docemente.

Vestiu sua camisa como fôra ordenado.

Luhan havia trazido Baekhyun de volta sem esforço algum.

Luhan segurou o pulso de Baekhyun e correu com ele para fora da quadra, direto para o dormitório que dividiam.


↭※↭


Quando entraram, Luhan finalmente encarou o amigo.

Baekhyun chorava silenciosamente desde que saíram da quadra.

— Eu deveria ter me oposto. Meu deus, por que eu fiz aquilo? — perguntava à si mesmo, completamente desnorteado. — Ele acabou com o resquício de vida que me restava!

Luhan nada disse, apenas abraçou o amigo e deixou que chorasse.

Baekhyun já havia passado por muita coisa, e só Luhan não só sabia, mas como havia presenciado a maioria delas.

Luhan levou Baekhyun para cama, e se deitou ao seu lado, como faziam antes quando algum deles dois estava mal desde que eram crianças. 

E então Baekhyun chorou deitado do peito de Luhan, até que pegou no sono.


↭※↭


Quando Baekhyun acordou, Luhan já não estava mais ali. Sua cabeça doía como o inferno, estava tremendo de frio e queimando de febre.

“Você deveria ter me deixado continuar, Baek...”

Ah, não...

“Você sabe que ele merece uma punição. Me deixe voltar e terminar com isso.”

Por favor, não...

“ELE ESTRAGOU A SUA VIDA! NADA MAIS JUSTO DO QUE TIRAR A DELE.”

— CALE A BOCA! — Baekhyun gritou tapando os ouvidos.

Ele havia voltado.

Um de seus maiores pesadelos. O real motivo para que Baekhyun odiasse barulho, gritos ou falas altas. Taehyung.

“Ah, por quê? Você já teve as suas férias meu pequeno.”

— Achei que tivesse me livrado de você. — revelou em voz baixa.

“E perder toda a diversão que o Outono trás com ele? Perder você alucinando, perdendo o controle, explodindo em fúria e destruindo tudo em seu caminho? Jamais!”

— Você deveria ter ido embora... Eu só queria uma vida normal, pelo menos por um ano.

“Ah Baek, eu nunca fui embora. Eu estou sempre aqui, na sua cabeça.” – a voz soava calma, mas provocativa.

“Quem você acha que te ajuda? Que te guia? Por mais que você me veja como um monstro, eu não sou oque você pensa e julga que eu seja...”

— Por que você me ajuda?

“Porque eu quero ele de volta, Baek... Eu quero uma segunda chance, e só você pode me dar isso, contanto que eu faça a coisa certa.”

— Ele quem? E o que seria essa coisa certa?

“Guiar, cuidar e proteger você até que esteja pronto. O nome dele você saberá futuramente, mas temos um objetivo em comum... Você o quer, e eu também.”

Baekhyun nada disse porque estava confuso. Então Taehyung continuou.

Não se faça de desentendido. Estou falando do Chanyeol.” – os olhos do Byun quase saltaram para fora.

“Não é bem o Chanyeol que eu quero, Baek. Mas eu sei, e mesmo que negue até a sua morte, você se interessa por ele. E eu não te culpo, eu sei como é. O fato é que, quem eu quero está junto do Chanyeol, como eu estou com você.”

Quando Baekhyun iria perguntar o que Taehyung quis dizer, Luhan entrou no quarto apressado, e não estava sozinho.

“Estou me retirando. Mas não se esqueça, Baek. Eu ainda estou aqui.”

“Não diga coisas imbecis à ele. Seja direto e franco, ele odeia mentiras.”

E então a mente de Baekhyun deixou de ser disputada por duas pessoas, tendo-a agora inteira para si mesmo.

— Baek, já está melhor? — Luhan se aproximou, e a porta atrás de si foi fechada por Suho.

Luhan estava com Suho e Chanyeol ali. E apenas por se lembrar que os amigos haviam visto algo que não deveriam, Baekhyun quis correr para o mais longe que conseguisse.

O Byun assentiu e fitou o chão. Seu desconforto era tão nítido que todos presentes no cômodo quiseram abraçar Baekhyun.

O Park havia pedido para falar com Baekhyun à sós, então Suho e Luhan saíram do quarto.

— Baek, não quer me contar o que é isso? Talvez eu possa ajudar... — a voz de Chanyeol soou doce e compreensiva.

Ninguém pode me ajudar. Era o que Baekhyun iria dizer.

“(...) ele odeia mentiras” – lembrou-se do que Taehyung havia dito.

— Tem certeza que quer saber? Eu não quero mais pessoas me chamando de louco.

— Acredite em mim, eu não posso de julgar. — sentou-se ao lado do Byun e o encarou com um sorriso gentil.

— Desde os meus sete anos de idade, quando eu finalmente ganhei liberdade, coisas estranhas começaram a acontecer. E quanto a essas marcas, eu já as tinha desde os cinco anos. Foram feitas por uma pessoas cruel, e depois de bastante tempo de convivência com ele, eu acabei me adaptando. Eu ainda era uma criança quando um psiquiatra me diagnosticou com depressão. Oque não deixava de ser verdade. Mas ninguém entendia como as marcar iam parar pelo meu corpo, sendo que é impossível alguém fazer algum desenho perfeito nas próprias costas, um desenho feito com ferro quente. — Chanyeol me olhava sem nenhuma expressão, parecia perdido em seu próprio mundo. — Luhan é o único que sempre acreditou em mim, a pesar de que alguns desses detalhes que eu estou te contando foram omitidos quando eu lhe contei. O fato é, quando eu ganhei oque era para ser a minha “liberdade”, as coisas continuaram aparecendo, toda a noite eu voltava pra lá, mas ela não fazia nada comigo, pelo contrário, eu mesmo fazia. Era quase como uma droga. Um vício em sentir dor. Então em todas as noites durante dois anos eu voltava para aquele porão imundo, aquecia o ferro, me sentava na cadeira, prendia o a minha perna em uma corda que ficava ali para que eu não conseguisse sair, e desenhava os mesmos símbolos que o Kris fazia em mim. Eu estava dependente... Até que acabou. Não tive mais vontade de me machucar ou nada parecido, mas também notei que algumas coisas erradas estavam acontecendo. Eu fazia tudo no automático, como se eu não estivesse ali, mas estava. Pensamentos, falas, personalidade e memórias que não me pertenciam se fizeram presentes. E então eu descobri o seu nome... Taehyung. Mas não tenho nada a dizer sobre ele, a não ser que as vezes eu sinto que não sou eu quem está no controle, ajo por impulso. E a raiva, ódio e descontrole, é ele quem me faz sentir isso. Enfim, quando eu tinha doze anos, após um acidente na escola por causa de uma briga, eu fui parar no hospital, e quando voltei, eu não estava sozinho, haviam dois meninos me seguindo. Kyungsoo e Jongin eram os nomes deles. Na verdade, não posso me referir à eles desse jeito já que eu ainda os vejo. Assim como Luhan, fizemos amizade e estão comigo até hoje. Não sei exatamente onde ficam, mas eles dois sempre que podem vêm me ver. E por último, mas o mais importante e a causa de tudo isso, os meus olhos. Eu apenas não quero ver.

E ele disse. Disse tudo o que guardou e poupou alguns detalhes, pois sabia que seria julgado, mas o que Baekhyun iria perder? Provavelmente já devem estar entrando em contato com seus pais querendo saber oque eram as marcas no Byun. Mal sabiam eles que isso ia além da compreensão e crença humana.

Chanyeol ficou em silêncio, mas não por achar Baekhyun estranho, e sim por não saber oque dizer.

De repente uma risada de escárnio foi ouvida, Chanyeol abraçava a própria barriga enquanto se contorcia pela cama.

— Eu disse que você não iria acreditar... — fitou o chão e fechou os olhos com força, esperando Chanyeol fazer alguma piada. 

— Não Baek, não... estou rindo... de você. — disse pausadamente por causa da gargalhada que não cessava. — A vida é realmente surpreendente...

— Como assim? — estava visivelmente confuso.

Chanyeol não disse nada, apenas levantou da cama, ficou de frente para Baekhyun e retirou a sua camisa.

E para a surpresa do Byun, Chanyeol possuia as mesmas marcas que ele. Não nos lugares exatos, mas ele tinha os mesmos seis tipos repetidos e espalhados pelo peito e costas.


↭※↭


 O destino adorava repetir essa história trágica durante todas as gerações, sem pausas ou interrupções. Estavam frente a frente um do outro, sem saber se falavam alguma coisa ou se o silêncio era a melhor opção. 


Continua... 




Notas Finais


Atrasei exatamente por isso. Na minha opinião, tá tudo indo rápido demais. Mas eu quero focar no couple dessa vez, e nem tanto no enredo. A primeira versão, eu foquei tanto no enredo, que no meio da fanfic eu estava relendo e fiquei tipo... “Pera, cadê o couple principal? TUDO ISSO DE CAPÍTULO E NADA ACONTECEU??”…

A minha vida é toda fodida, mas eu quero fazer uma coisa de qualidade pra vocês.

Atrasou exatamente por isso. O capítulo estava pronto desde quarta, mas eu não postei porque achei que ficou corrido e tentei reescrever. Ou seja, eu ia postar um capítulo na frente desse, por achar que a história está andando rápido demais.

E calma, nem tudo foi esclarecido, ainda tem umas coisas para mostrar, mas eu quero que tentem adivinhar o que caralhos o outono tem de tão relevante e importante na história. PODE SEEERRR??? *-*

Obrigada por lerem, e até a próxima vez <3


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