História The other side - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Anotherside, Gay
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Palavras 1.053
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


espero que gostem... ♥

Capítulo 3 - Passo pelos dois :


Passo pelos dois, faço de tudo pra não chamar a atenção, me sentia nem um pouco afim de atrapalhar o amasso deles, encosto a porta sem bater e saio.
 - frio- imediatamente me arrependo de não ter trago meu agasalho.
 Passo pela praça como de costume, meus amigos estavam presentes . Assim que chego comprimento a todos e logo me oferecem a garrafa de vodka.

 -Ali, olha quem chegou. - comenta caio e todos começam a gritar zoando.

 -esses são os amigos do Felipe- sussurro pra mim mesmo, como se estivesse lendo meus pensamentos ele olha para trás com uma cara de irritado, apesar do frio felipe estava sem camisa e de bermuda, oque me deixou em dúvidas, seu corpo era atraente, despertou minha atenção e ao mesmo tempo , era cheio de cicatrizes, aquilo eram hematomas?(me questionava). Eu nunca havia reparado muito nele, mas era difícil não observar seu abdômen, a bermuda que ele usava acentuava sua bunda, eu me via tentado a por a mão  para constrangê-lo.
Felipe me encarava com um olhar de nojo, erra impossível controlar meus risos.
       - Hugo parece que tem alguem querendo seu corpo nu.- grita júnior percebendo o olhar de Felipe, meus colegas começam a se alternas entre gargalhadas e zoamento. 
   - da uma chance ao moleque  cara- gritam.
Não me contenho, Com a boca mando um beijo pra Felipe e com a mão aperto a bermuda mostrando o volume na minha cueca em um olhar malicioso.
 -vem cá da uma chupada, a gente sabe o que tu gosta.- diz caio.
  - so não morder guloso.- gritam entre risos.
     Felipe sorrir em seguida levanta o dedo do meio em nossa direção, o sorriso dele era muito bonito por sinal (ao menos isso ele tinha.)
   -enfia no cu viadinho. - diz Pablo em resposta.
Eu nunca havia visto Felipe brigando antes, nada nunca o irritava, até começarem a chamo lo de viado na frente de todos, um de seus amigos partiu pra cima de Caio que mais provocava, o menino estava levando uma surra, até que Felipe entrou na briga, Caio foi com tudo num soco mirando o estômago, mas antes de conseguir acerta-lo, Felipe o atingiu e a briga estava perdida, o resto do grupo foi pra cima deles, eu bem que tentei impedir mais Felipe deu conta deles sozinho, em um momento ele foi pra cima de Pablo e tive de interferir, o moleque já estava sujo de sangue e nem isso fez parar com a briga, eu o puxei tentando fazer com que saísse de cima, e sem dó levei uma cotovelada, acabando por fim com o nariz sangrando.
 -olha o tu fez cara- grito fazendo pressão com a mão sobre o nariz, A confusão se extinguiu.

 - bem feito - respondeu ele. - eu não tenho pena de você mesmo, filho da puta.

  - puta é a sua mãe que fez um filho viado.- grito
 
  - Ao menos eu sei quem é minha mãe, você nem isso sabe já que ela te abandonou pra sair dando pelo mundo.-  responde Felipe.

Ouvir isso mexeu um comigo, de certa forma me entristeceu.
 - isso mágoa sabi...- nesse momento lembrei das marcas em seu corpo e disse:
 - Minha mãe pode ser puta, mas eu recebo mais amor do meu pai que você com seus pais juntos, que por sinal só te espancam em casa, eu teria vergonha de sair sem camisa se fosse você.

Felipe sai andando aparentemente magoado, sujo de sangue e cheio de arranhões
 - Me espera, Desculpas ter dito isso?- saio correndo atrás dele, meu nariz ainda sangrava um pouco, mas sou ignorado.
Eu o sigo até sua casa, fico observando enquanto continuo em minha "perseguição" pelo caminho, de vez em quando pucho assunto tentando ser legal, mas é tudo em vão, os olhos de Felipe parecem estar preste a explodir de tanto segurar o  choro.

-psiu- digo e ele  me olha,nesse momento mando um beijo e recebo o mesmo olhar de ódio.
- me perdoa lipe.-digo e de seus olhos escore um singela lágrima.
Chegamos até sua casa, Felipe abre o portão e logo entra, quando vou entrando sou impedido pelo mesmo .
 -há qual foi por que fez isso Felipe?- pergunto.

 - não quero falar contigo, você é um idiota que só anda com gente mais excrota que você.

 -para de palhaçada.

-  Não estou de palhaçada!

 -então o nome disso tudo é ciumes?

-eu não tenho ciumes de você, se toca moleque- responde ele do outro lado do portão. - você precisa ficar me mandando Beijo e mostrando o volume do seu... ah vai tomar no cu otario.- Felipe para de segurar as lágrimas e começa a chorar.

 - tudo bem, pode não ter sido legal da minha parte ficar te provocando na praça no meio da galera, eu posso até fingir que não é verdade, que você não sente ciumes, mas, se você não me deixar entrar vou ficar tocando a campainha e te gritando, uma hora seus pais vão me deixar entrar! A escolha é toda sua.-
Felipe abre o portão de cabeça baixa, não me olha nos olhos em momento algum.
 nos entramos em sua casa, seus pais estavam na sala, eu os cumprimento enquanto Felipe sai para seu quarto sem dirigir uma palavra aos dois.

- meus deus oque foi isso no seu nariz ?- pergunta tia Regina.

- Nada demais, obrigado pelo preocupação, o Felipe disse que ia me ajudar, ele está me esperando.- respondo.

- não acha melhor ir ao médico Hugo?- pergunta ricardo.

 -não precisa está tudo bem, obrigado.- respondo deixando os dois a sós.

 Vou atrás de lipe chegando em seu quarto o encontro dessabotoando a bermuda e por sinal estava sem cueca por baixo.

 - você me atrai - digo brincado. Ele leva um susto, me olha com nojo e eu fico distante observando seu físico, até que com pouca roupa ele era bonito, continuo encarando seu corpo e ele continua de cabeça baixa, então decido me aproximar, levanto seu rosto ponho a mão em seu pescoço e aperto com força.

 -olha pra mim porra, você acha que está ignorando quem viadinho!- seus olhos enchem de lágrimas.
 - vai chorar menina? É? - as lágrimas começam a cair de seu rosto.

- Não vou fazer isso seu otario! (...)

Notas Finais


continuo? #comentem


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