História Reverse Falls - The other side - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~Katy_643

Postado
Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Candy Chiu, Dipper Pines, Gideon Gleeful, Grenda, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Personagens Originais, Soos Ramirez, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines, Wendy Corduroy
Tags Reverse Falls
Visualizações 21
Palavras 2.562
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção, Magia, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Essa é minha versão da história, galera
LEIAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAM!
boa leitura
e eu já falei leiam?
só pra garantir
LEEEEEEIIIAAAAAAM!

Capítulo 1 - 1 de Dezembro


         Parece que o destino te trouxe aqui, mas como não sei quem você é farei de tudo para te agradar...

 Me chamo Pacifica Southwest Pines tenho dezessete e recentemente me mudei para Gravity Falls para passar as férias de inverno com o meu primo Gideon Pines– um garoto albino de dezesseis anos de idade, com a cabeça de doze anos de idade e altura de catorze – ele é uma pessoa que não tem coragem de matar nem uma formiga, acho que a última coisa que o Gideon quer é poder ou influência sobre pessoas, a única coisa que parece importar para o meu primo é arranjar a sua alma gêmea. O pai dele, o tio Bud é uma pessoa meio durona mas tem bom coração. Desde a separação da Sra. Pines ele ficou assim.

Nesse exato momento acabei de passar pela placa que diz:

                     Seja bem-vindo a Gravity Falls

   Confesso que não fazia ideia que esse lugar existia. Quando o ônibus parou eu peguei minha mochila que tinha mais livros do que sei lá oque, livros saõ bem mais importantes que minhas roupas. Eu não sabia que ela ia pesar tanto. Bom eu me arrastei até a saída do ônibus com as minhas bagagens. Quando coloquei meu pé fora do ônibus a primeira coisa que vi foi o Gideon e o tio Bud no meio da neve acumulada no chão.

“Pacifica!” Gideon falou me abraçando fazendo que todas as minhas coisas caíssem no chão “faz tanto tempo”

“Preciso de ar” eu falei quase sem folego “ar Gideon”

“Oh! desculpe” ele falou me soltando

“Vamos logo crianças” tio Bud falou pegando minhas coisas. Ele não parecia ter o menor problema com aquele peso todo.

No caminho eu e Gideon fomos conversando ele me contava de todas as aventuras que viveríamos daqui pra frente entre outras coisas.

Quando chegamos na Mystery shack havia um garoto arrumando as roupas da promoção – ele usava óculos, tinha cabelos escuros e usava uma camisa xadrez verde – quando nos olhou ele deu um belo sorriso

“Sejam-bem vindos” ele disse

“Obrigada” eu falei sem jeito

“Vamos para o seu quarto novo!” – ele me puxou até o andar de cima

Quando ele abriu a porta pude ver uma cama no canto do quarto e um guarda roupa do outro lado do quarto, realmente parecia ser um lugar bem confortável. Quando o tio Bud chegou ele deixou as minhas coisas no meio do quarto e saiu, então ficamos apenas eu e o Gideon.

“Vamos para a lanchonete!” ele falou me puxando pelo braço

Eu tentei protestar mais ele não deixou. No caminho ele cumprimentou várias pessoas, na minha concepção ele conhecia metade da população dessa cidade.

Quando chegamos nós sentamos em uma mesa e pedimos rosquinhas. Enquanto esperávamos uma garota sentou na nossa mesa – ela tinha longos cabelos ruivos, e vestia roupas punks digamos assim, o batom dela era vermelho escuro e os olhos dela eram da cor da folhas das arvores na primavera – eu fiquei um pouco surpresa principalmente pelo fato de nunca a ter visto na vida

“Onde está o Robbie?” ela perguntou 

“Na mystery shack” Gindeon falou “mas se quiser eu posso dar o se recado”

“Acredito que você não possa dar meu recado, acho que isso seria um pouco estranho” ela riu, fazendo com que o Gideon ficasse com as bochechas um pouco rosadas ”mas valeu de qualquer forma”  ele ficou um pouco sem jeito

ela saiu da lanchonete mexendo no celular

“quem é ela?” eu perguntei "ela é tarada!" 

“namorada do Robbie” aquilo me entristeceu de certa forma, mas fazer o que ele já tinha namorada "eles são totalmente opostos...acho que é isso que faz deles um belo casal, um complementando o outro. Dois caminhos que simplesmente se cruzaram" ele falou tentando não parecer sentido.

"Gideon você está bem?" eu perguntei colocando a minha mão no ombro dele 

"sim" ele abriu um gigante sorriso "eu estou...bem"

“estão aqui os Donuts” ela colocou os Donuts na mesa, eles estavam dentro de uma caixinha branca “cinco dólares” ela falou

Nós pagamos e fomos até o parque. A neve estava espalhada por toda a parte, crianças faziam bolinhas e anunciavam um guerra no meio do parque e casais caminhavam abraçados. O caminho inteiro senti que tinha algo nos observando

“está tudo bem Pacifica?” ele perguntou comendo os Donuts

“sim, claro” eu menti

“temos que ir, agora é a apresentação de fantoches da Gabi” ele falou apresado

“pode ir eu vou distrair a mente um pouco”

“Mas o meu pai – “

“fica tranquilo e vai lá ver ela” eu falei pegando dois donuts “agora você está liberado jovem”

Ele saiu correndo com a caixa de donuts na mão e eu fui caminhar pela floresta. Eu estava sem absolutamente nada pra fazer, então fui um pouco mais afundo. Estava tão distraída que dei de cara com uma arvore, confesso que me senti uma tonta. Minha cabeça estava doendo que eu cheguei a achar que a arvora era de metal.

“droga!” eu chutei a arvore e escutei o que mais parecia ser barulho de ferro oco

Eu dei mais duas batidas na arvore fazendo que caísse neve na minha cabeça, eu percebi que não era apenas impressão minha, realmente tinha algo lá dentro. Eu abri algo no meio da arvore e percebi que lá tinha vários controles, eu fiquei mexendo neles para ver se algo acontecia e um buraco se abriu no chão. Eu me aproximei e notei que havia um diário empoeirado lá dentro, eu o tirei de lá sem pensar duas vezes e o abri

“pertence a – “  eu tentei ler o nome do autor mais estava totalmente apagado “dezoito de julho” eu comecei a ler “é incrível que já tenham se passado dez anos que comecei a estudar os segredos estranhos e assombrosos de Gravity Falls Oregon” eu foleei algumas paginas

Cada uma delas falava de algum tipo de ser místico e misteriosos como: Gnomos, olhos flutuantes, morcegos vampiros gigantes entre outros. Eu me perguntava o que seria tudo aquilo até chegar a uma certa pagina.

“minhas desconfianças foram confirmadas” eu continuei “estou sendo espionado. Tenho que esconder este livro antes que os espiões os encontrem e não esqueça em Gravity Falls não confie em ninguém”

“Pacifica!” o Gideon apareceu do nada “eu esqueci de te dizer que – “ele olhou o meu diário “ o que você tá fazendo?” 

“nada” eu falei “apenas besteira”

“okay então” ele falou desconfiado “hoje anoite nós iremos na barraca de telepatia” ele comemorou

“mas o tio Bud falou que – “

“ele não precisa saber”

Fui tentada a dizer não, afinal esse negócio de adivinhação é apenas superstição MAS eu preciso proteger o Gideon.

“certo” eu falei sem dar importância “mas já vou avisando que não vou te dar dinheiro para comprar coisas”

“obrigado” ele me apertou com força

“Gideon de novo não”

******

Eu e o Gideon nos sentamos nas cadeiras do meio, estávamos um tanto atrasados digamos assim. Bem no momento em que nos sentamos as luzes se apagaram, várias garotas começaram a gritar loucamente quando dois gêmeos apareceram no palco especificamente quando o garoto apareceu.

A garota usava uma blusa azul escuro, uma saia preta, um blazer azul, um salto, uma meia calça preta e uma tiara com uma pedra intensamente azul que colocava os seus cabelos castanhos para trás. O Garoto usava um colete social azul por cima da sua camisa social preta, com uma calça e sapatos pretos, em sua gravata havia uma pedra azul igual à da sua irmã.

Todos aplaudiam loucamente, mas pude ver a frieza em seus sorrisos, o olhar dos gêmeos era de um azul congelante.

“boa noite a todos” a garota falou colocando a mão na sua cintura “parece que temos novatos aqui não é mesmo” eles nos olharam discretamente “me chamo Mabel Gleeful”

“e eu me chamo Dipper Gleeful” o garoto disse examinando cada um de nós “você meu bem”

Uma garota subiu ao palco, os cabelos ruivos e encaracolados dela estavam presos em um rabo em um rabo de cavalo, ela vestia um vestido amarelo e suas bochechjas estavam um pouco rosadas. O sorriso dela ia de uma bochecha a outra. O garoto tirou cartas do bolso e pediu que ela escolhesse uma de suas cartas. A cada momento ela parecia mais vermelha e empolgada, acho que agora ela teria um boa história para contar para as amigas, sobre ‘o dia que ela conversou com o cara das cartas’.

“isso é sério?” eu sussurrei para Gideon que estava com seus olhos vidrados nas cartas “deixa pra lá” eu resmunguei

Dipper olhou em nossa direção

“diga qual é a carta garoto” Mabel falou

“sete de ouros” Gideon falou “como isso aconteceu?” ele falou colocando a mão sobre a boca

Todos aplaudiram agitados. Aquilo não me surpreendeu nem um pouco. Era fácil subornar meu primo com um pouco de doces.

“façam suas perguntas” Mabel anunciou. Todos começaram a falar “um de cada vez” ela falou sorrindo enquanto caminhava pelo palco

Eles responderam várias pessoas e eu estava entre elas.

“Qual a diferença de idade entre eu e ele?” eu perguntei com um tom totalmente desinteressado. Tanto faz aquilo não ia mudar nada mesmo. Se o Gideon não estivesse quase gritando comigo – o que é normal – eu nem iria fazer aquela pergunta

“Pacifica Southwest, a diferença entre vocês é de apenas um ano” Mabel falou olhando Gideon da cabeça aos pés “prossigamos” ela falou sorrindo com elegância, enquanto o seu irmão caminhava pelo palco  

*****

Gideon havia saído antes do show acabar ele falou que precisava olhar a promoção de objetos da lojinha de telepatia, eu não fui com ele pois sei que se fosse ele iria extorquir todo o meu dinheiro.

O show havia acabado, as luzes já estavam semiapagadas e várias pessoas se dirigiam até a saída, para pegar seus casacos

Eu estava indo pegar meu casaco quando de repente fui pisoteada por várias garotas (literalmente). Elas disputavam o lugar na fila de ingressos para uma consulta particular com os Gleeful, uma pisava minhas costas e a outra pisava o meu braço, só faltavam quebrarem a minha costela, parecia que alguém estava dançando música escocesa em cima dos meus pulmões, o que não era muito confortável.

“ajuda” eu falei tentando me levantar “droga!” eu resmunguei “saiam!” eu quase derrubei uma garota, mas não deu certo, aquilo não iria acontecer.

 A multidão saiu correndo em outra direção, quando recuperei os sentidos, me levantei. Dipper Gleeful estava no meio de uma multidão, garotas choravam e tentavam desesperadamente toca-lo enquanto caras bronzeados e carecas, que usavam óculos escuros descolados e ternos muito bem passados.

 Ele olhou-me de relance, e confesso que foi estranho. Os olhos dele eram frios e calmos. Seguranças de óculos escuros faziam uma roda a sua volta em quanto ele andava, para que nenhuma garota o tocasse. Escroto.

Eu me recompus, e fui pegar meu casaco na saída. Enquanto saia eu olhei um rapaz com cabelos azuis, ele estava falando com alguém. Ele vestia um terno azul ciano por cima de uma camisa branca, uma gravata borboleta estava em seu pescoço, calças pretas vestiam pernas longas, ele segurava uma bengala preta. As mãos dele estavam tremendo, os olhos azuis claro pediam por ajuda.

Um chapéu flutuava em sua cabeça, ele era um belo rapaz se não fosse pelo fato de estar tão triste. Quando me viu ele pareceu se assustar. Nós trocamos olhares por um longo tempo, mas logo depois ele desapareceu em um piscar de olhos. Seria fácil trocar palavras, mas difícil seria interpretar o silêncio. eu pensei em procura-lo, mas logo lembrei do que havia escrito no diário "e não se esqueça em Gravity Falls não confie em ninguém"

 “Pacifica?” eu e virei e vi que o Robbie estava me chamando “estávamos te procurando. Aconteceu alguma coisa?” ele estava com um casaco de inverno verde, uma camisa branca e uma calça preta. O nariz dele estava m pouco avermelhado por conta do frio.

“não, não aconteceu nada. Vamos?” eu falei voltando a realidade  

“espera um segundo” ele pediu “creio que você já tenha conhecido a minha namorada, a Wendy” eu concordei com a cabeça

“claro” eu falei

“se ela te falou algo ameaçador eu-“

“calma, ela não me disse nada”

“Me desculpe de qualquer forma” ele falou coçando a cabeça e dando um sorriso sem graça

Eu não sei explicar o que senti naquele momento, mas meu coração parou. Eu gostava de ver ele sorrir

“Robbie!” o Gideon falou com várias sacolas na mão “Pacifica onde estava?”   

“bom, eu estava-“

O tio Bud apareceu buzinando em seu carro.

“não quero pagar uma multa crianças” ele berrou

Todos corremos para o carro com sacolas na mão. Nós jogamos as compras desajeitadamente no banco de trás e seguimos o caminho como uma família normal. Tirando o fato de estarmos todos preparados para correr e mudar nossos nomes caso olhássemos a polícia – coisas de famílias tradicionais.

*****

Quando chegamos na cabana nos sentamos no chão e começamos a comer uma pizza que o tio Bud encontrou na geladeira e esquentou no micro-ondas.  Enquanto estávamos comendo apareceu um conjunto de pessoas espalhando “a magia do natal” algumas crianças não pareciam ter mais de treze anos de idade, todas usavam casacos de frio brancos e entregavam bilhetes espalhando o amor e paz natalina.

Pessoas normais os recebiam alegremente e se tivessem sorte até ganhariam uma canção, ou algo do tipo “a como somos felizes, olhe para nós”  

O tio Bud pegou uma vassoura e colocou todas elas pra correr, com muito amor e carinho. Ele disse que está muito cedo para comemorar o natal e ele estava certo, ainda estávamos no primeiro mês de Dezembro. Depois de serem expulsas as pessoas começaram a praguejar ao em vez de espalhar a “magia do natal” eu escutei alguma criança resmungando algo sobre Pines insolentes, mas resolvi ignorar. Eu sabia que no fundo, no fundo eles nos amam.  

O Gideon nos contou sobre como foi a apresentação da garota dos fantoches, ele disse que ela era fantástica e sabia encenar muito bem mas teve um porém, a garota preferia o fantoche do que pessoas. Algo normal nos dias de hoje.

Ele deixou bem claro que ela tinha cabelos muito sedosos e não me pergunte como ele sabia disso.

“ela começou a beijar os fantoches assim” ele começou a beijar a mão dele e todos começamos a sorrir “ não riam! Eu realmente gostava dela...até eu descobri isso” ele próprio estava tentando não rir

“minha nossa, o Gideon estava apaixonado!” eu falei rindo até cair pra trás

“seu pobre-“ o Robbie falou tentando recuperar o ar “coraçãozinho. Ai. Eu não aguento” ele falou rindo ainda mais

O tio Bud quase engasgou com o refrigerante e acabou cuspindo ele todo no Gideon o que deixou tudo mais engraçado.

“pai!” o Gideon falou cruzando os braços

“você apaixonado? De novo?” ele falou rindo. O rosto do meu tio já estava vermelho de tanto rir e eu e o Robbie não éramos diferente parecíamos tomates maduros.

“qual é gente. Todos nos apaixonamos. Não é mesmo?” o Gideon falou e nós continuamos rindo “imaturos!” ele falou bufando 

Todos nós riamos feito doentes no meio da sala. Por um momento achei que aquele verão não seria tão ruim, pelo menos não para uma garota hippies que já viajou quase toda a Califórnia com os pais. 

Continua?

 

   


Notas Finais


continuo?


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