História The Other Side Of The Story - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Tags Amor Doce, Castiel
Visualizações 26
Palavras 1.378
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa Leitura! <3

Capítulo 3 - Algodão-Doce


Fanfic / Fanfiction The Other Side Of The Story - Capítulo 3 - Algodão-Doce

 

Acordei em cima da hora hoje, como fui dormir tarde ontem, quase acordei atrasado hoje, me levantei em um pulo e fui ao banheiro, tomei um banho rápido, me vesti, com o mesmo estilo de sempre, é claro. Desci para a cozinha, alimentei Dragon e fiz cafuné nele. Comi uma maçã e saí de casa, fui caminhando para a escola hoje, estava com vontade de andar, saudade de sentir o ar sujo dessa cidade, mesmo parecendo estranho, ao sentir esse ar, relembro toda a minha vida, saudade vem, saudade vai, passei muito tempo nessa cidade, nasci e cresci aqui, até os quatorze anos, quando eu, meu irmão Toby, e minha mãe, Válerie, tivemos que nos mudar, a carreira de minha mãe estava se alavancando e tivemos que nos mudar para uma cidade maior para entrar nos portões do sucesso, mas aos dezesseis anos, nós voltamos, e minha mãe criou o restaurante mais bem visto pelos críticos culinários.

Quando eu tinha treze anos, conheci uma garota, ela era linda, de cara babei por ela, mas quando nos conhecemos não foi exatamente como nos contos de fadas, no dia em que conheci aquela baixinha, eu tinha saído de casa para ir a uma ponte perto de onde eu morava, e encontrei uma garota de cabelo castanho e olhos verdes, e ela estava prestes a cometer suicídio, mas a impedi, ela disse que estava fazendo isso por não ter mais ninguém para se apoiar, e que não restava mais nada de bom para ela aqui na terra, que ela já tinha “aproveitado” o suficiente, naquela noite algo dentro de mim pareceu mudar, mesmo sem conhecê-la, eu não queria que ela morresse, não queria perde-la, como podia sentir esse sentimento, se nem ao menos sabia o nome dela?

No segundo em que a vi, ela passou a ser mais do que uma estranha, ela tinha um significado forte para mim, mesmo sem eu sabe qual, e então, fiz uma promessa para ela, se ela desistisse dessa ideia maluca de se matar, eu iria ajuda-la, ficar ao lado dela a todo custo, não que isso fosse difícil, era o que eu mais desejava, então eu fiquei ao seu lado, era eu que a escutava chorar, era eu que a abraçava em momentos difíceis, era eu que escutava atenciosamente suas lindas estórias que inventava, e sim, ela tinha dom para a coisa, resumindo, eu era seu melhor amigo, mesmo querendo ser muito mais que isso.

Mas eu tive que me mudar, como eu disse, e aí perdi o contato com ela. Quando voltei, não tinha mais contato com ela, então resolvi esquecer-me de vez da garota que me tirava o sono, claro que não a esqueci-me totalmente, mas resolvi deixar para lá, só que aí cinco anos depois, ela aparece em meu colégio, abalando todas as minhas estruturas, minha vontade era de abraça-la e protege-la de tudo, toda vez que a vejo, mas não posso, o melhor para ela é que eu fique longe, pelo menos é o que eu acho, eu não sou o mesmo garoto de quando nós éramos pequenos, eu virei um idiota, cafajeste, e não acho que Allyssa deva me conhecer assim, é o certo... Não é?

Cheguei na escola, e o portão já estava quase se fechando, corri para a sala de aula, e me sentei em minha cadeira, o professor já estava presente, mas me deixou entrar, você deve estar achando estranho, eu querer entrar na sala, tanto assim, é que eu não estou interessado na aula, e sim pelo perfume de Ally, eu me sentava atrás dela nessa aula, e ela sempre deixava seus cabelos caírem em minha carteira, me fazendo sentir o cheiro doce que eles tinham, pareciam até ser feitos de algodão-doce, ri com meus pensamentos, e fiquei lá, naquela aula chata, perdido em pensamentos, sentindo o cheiro dos cabelos de Allyssa.

 

---SZ---

O sinal já havia batido, e eu e Lys, estávamos na arquibancada, na fileira mais alta, ele estava escrevendo alguma coisa em seu bloco de notas, e eu estava, como sempre, pensando naquela baixinha de olhos verdes, mas foi só em pensar nela, que ela apareceu em minha frente, junto com Rosalya Walker e Íris Rodriguez.

- Meninos, essas são Rosalya e Íris, minhas melhores amigas. Meninas, esses são Castiel e Lysandre, acho que meus novos amigos. – Ally falou apontando respectivamente para cada um.

Olhei-a de forma estranha, o que ela quer dizer com “novos amigos”? Não somos amigos... Somos? Só porque ontem conversamos, não quer dizer que somos amigos, não é? Droga, essa merda está saindo do controle.

 - É um prazer conhecer vocês. Amigas da Ally, né? É aquele famoso ditado “Amigo do meu amigo é meu amigo”- Lys disse soltando um riso fraco.

- Também é um prazer te Lysandre, a Ally falou tão bem de vocês!- Rosalya pronunciou.

 - É mesmo, Ally? - Dei um sorriso sarcástico, me divertindo com a cena.

- Pois é né... – Ela estava vermelha como um tomate.

 

---SZ---

Quando percebi que o sinal estava prestes a tocar, saí, alegando ir ao banheiro, mas na verdade iria para outro lugar, subi para o telhado da escola, e me sentei em um dos bancos. Só eu sabia desse lugar, quer dizer, eu e Ally, ela descobriu no seu primeiro dia de aula, pois é, a baixinha também gosta de ficar sozinha às vezes.

Foi quando ouvi a porta se abrir, falando na baixinha... Ela entrou, e parecia surpresa, acho que não esperava me encontrar aqui.

- Ora, ora, ora. Parece que a nerd não é tão cerinha assim, cabulando aula, senhorita Moore? Isso não vai acabar com seu histórico perfeito?- Eu tinha um sorriso irônico estampando o rosto.

- E você Senhor Scott, não devia estar comendo uma de suas vadias?- Sorriu sarcástica, acho que ela também sabe jogar esse jogo.

- Você fala como se fosse só isso que eu fizesse.

- E não é?- Riu.

- Não, eu também passo bastante tempo ouvindo ou compondo músicas, e ainda tenho tempo para conversar com uma nerd, como estou fazendo nesse momento.

- Tão adorável. Por que você é assim, Castiel? Porque é sempre tão sarcástico, como se tudo não passasse de uma brincadeira para você?

- Porque é mais fácil levar tudo na brincadeira do que enfrentar a realidade- Confessei por fim.

Não sei por que disse isso a ela, mas de alguma forma, confiou nela, acho que ela vai guardar segredo. A mesma não conseguiu segurar a cara de surpresa, é claro, quem esperava essa confissão?

-Concordo, mas... Por que é mais fácil? Do que tanto você foge, Castiel?

-Do passado- Falei apenas.

-Ok... Sem mais perguntas...

Ficamos um tempo em silêncio por um tempo até que tive uma ideia, cansei de esconder quem eu sou, isso acaba hoje.

-Que tal, La Fronteire a noite? Hm? O que me diz, topa? – Fiz a proposta.

-Eu não sei... É muito caro, e porque você quer me levar a um restaurante chique e caro? Qual é o truque?

-Sem truques, eu prometo. Bom, porque é um lugar melhor pra gente se conhecer, tem comida boa e é de graça.

-Como assim de graça?

-O restaurante é da minha mãe, então, é de graça.

-Perai, sua mãe é Válerie Grazzitti Scott? E então além de jantarmos, eu vou conhecer sua mãe que no caso é Válerie Grazzitti Scott?! – Opa.

-Sim, ela é. Mas reze para que ela esteja ocupada, ela é muito crítica, não tenho certeza que vão se dar bem, Ally... – Ela deu de ombros.

-Aposto que ela é um anjo de pessoa, e você que está exagerando. Mas, mesmo assim, vou dar o meu melhor para que ela goste de mim.

-Não, não mude seu jeito para que ela goste de você, você é perfeita do jeito que você é. Nunca mude para agradar alguém, as pessoas tem que gostar de você do jeito que você, e se não gostaram, bom, problema o delas- Eu olhava profundamente dentro de seus olhos o que a fez corar.

-Você acha mesmo? Nem para sua mãe?- Ela parecia em duvida.

-Não, eu não acho, eu tenho certeza. – Eu sorri, e ela sorriu junto, se ela soubesse o quanto esse sorriso me enlouquece, não sorriria assim para mim.

 

 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado!
Comentem se puderem!
E até a próxima! -3-


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