História The pain of a mother - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Devil May Cry
Personagens Dante, Lady, Nero, Personagens Originais, Trish, Vergil
Tags Dante, Devil May Cry, Lady, Nero, Trish, Vergil
Exibições 31
Palavras 1.609
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


E AE PESSOAL COMO VÃO VCS???? Estou de voltaaaa sqn. Vou explicar: estou enviando uma prévia do q venho escrevendo, pq pra quem ainda não sabe, estou reescrevendo esta fanfic. E vou escrever tudo, tudo MESMO antes de começar a (re)postá-la. Quero criar uma estória maravilhosa, sem furos, fechadinha, bonitinha, postá-la organizadamente, ativamente, etc., etc., tenderam? Bom, enfim, aí vai um pedaço da nova [velha] fic, depois conversamos mais nas notas finais. :)
o/

Capítulo 4 - Preview


Fanfic / Fanfiction The pain of a mother - Capítulo 4 - Preview

"(...)

Sigo pela Principal Street, uma rua basicamente comercial no centro da cidade, me esgueirando entre as sombras, à procura de mais nostalgia. Passo em frente ao Simulator Troll, um restaurante barra casa de jogos (principalmente eletrônicos), onde eu, Den, e nosso grupo de amigas da escola costumávamos frequentar quase que religiosamente. Hoje em dia, eu mais Den, Lily e algumas poucas amigas daquela época que não se afastaram (muito) – e de vez em quando, até James nos acompanha com alguns de seus amigos – ainda vamos ao local, comer panquecas e tomar sundays, e jogar um pouco, claro. Eu, como recordista da maioria dos jogos arcades dali, tenho uma reputação a zelar. Se minha irmã era boa em desenhar e Den era boa em criar e escrever histórias, eu era boa em jogar videogames. Era um dom natural. Assim como lutar.

Quero ter uma máquina de jogos arcade quando tiver minha casa própria, inclusive. Gastar meu tempo livre jogando à toa depois de salvar umas vidas derrotando alguns demônios... Ai ai, que sonho!

Continuo a descer a larga rua, passando em frente à loja onde costumo comprar roupas, a luz do luar finalmente livre, iluminando quase tudo, e sendo assim, aproveito para dar uma olhada em sua vitrine, ver se há peças novas que me atraiam.  E então, enquanto admiro um sobretudo estilizado de cor azul, avisto um vulto estranho através do reflexo da vitrine, um vulto ao longe que se aproxima, vindo da Cornel Street, rua que se cruza em horizontal com a Principal. Não tinha dúvidas. Era um demônio.

Viro-me em alerta, meu sangue esquentando em excitação devido ao confronto eminente. Observo a criatura adentrar a Principal e percebo, empolgada, que ela não está sozinha. Era um total de seis demônios perambulando por ambas as ruas. E eram todos do tipo Espantalho, os mais comuns aqui em Fortuna; foram nomeados assim por praticamente serem espantalhos demoníacos, com pele de pano e tudo, porém tinham grandes lâminas de execução nos lugares onde deveriam estar suas pernas ou braços.

Atravesso a rua em passos largos indo na direção deles, um sorriso prazeroso de canto de lábio se formando em meu rosto. Eles agora estão todos agrupados na Principal. Arranco minhas duas katanas das bainhas com um movimento rápido enquanto avanço para mais perto de meus alvos. Percebendo minha presença, as criaturas se aproximam para me atacar, mas já estou com a vantagem e começo a luta cortando um dos demônios à minha direita; o golpe não o mata de primeira, porém o fere gravemente. Outro Espantalho vindo à minha esquerda tenta uma investida, mas bloqueio seu ataque e lhe dou uma rasteira com minha espada, o cortando nas pernas. Dou-lhe o golpe final cravando uma das katanas em suas entranhas e logo me adianto atacando outra criatura com um chute aéreo, usando a espada cravada no chão como apoio, a mesma com que acabara de matar o outro Espantalho, o qual já desaparecera do mundo em fumaça cinzenta. O monstro cambaleia e aproveito sua instabilidade para cortá-lo na barriga, dando meia volta rapidamente, trabalhando com minha outra espada para acabar com sua vida ceifando-lhe a cabeça com um só golpe. Estou movendo-me em pura adrenalina, prestes a atacar mais um Espantalho, quando de repente, do nada, uma figura distinta aparece, como se houvesse caído do céu (mas estou apostando que deve ter pulado do alto do prédio ao lado, claro, pois é o raciocínio mais lógico), e começa a arruinar toda a minha diversão!

Movendo-se tão rápido quanto o vento, mal dando para acompanhar seus movimentos, a figura imponente que parecia ser de um jovem rapaz, já havia matado dois demônios em menos de sessenta segundos. Ele utilizava uma katana e parecia estar vestindo azul. Eu o observo incrédula e... Não vou negar, com um pouco de inveja. Como ele faz isso? Como ele se move assim tão rápido? Sinto o Espantalho o qual havia ferido gravemente em meu primeiro ataque se aproximando pelas minhas costas e, sem desviar o olhar do jovem de azul lutando, enfio minha espada no estômago do monstro com um forte golpe direcionado para trás. Enquanto a criatura grotesca agoniza atrás de mim, observo o rapaz atacar o último Espantalho restante com habilidades e agilidade inumana, matando-o com uma facilidade irritante. Eu não havia visto ninguém que matasse demônios com tanta facilidade assim; antes de mim. E nunca com tanto talento e agilidade... Afinal, quem é esse cara e qual é a dele?

Observo-o guardar sua katana na bainha com estilo, enquanto eu permaneço com as minhas empunhadas em mãos e, tão logo, dirijo-lhe a palavra:

— UOW! Eu teria dado conta deles sabe, mas... UOW! Como você fez todas essas... Coisas rápidas... Como você se moveu tão rápido? – soou mais como uma bronca do que como qualquer outra coisa. Bom, considerando que estou um tanto irritada e me sentindo afrontada, até que saiu melhor do que o esperado.

Desdenhando de minha pergunta, o rapaz me dá as costas, ao que parece, para ir embora. A raiva toma conta de mim e minha vontade é de socá-lo! Quem ele pensa que é?!

Contudo, chamo sua atenção apenas com palavras:

— HEY! QUEM VOCÊ PENSA QUE É?! NÃO DÊ AS COSTAS PARA MIM, SUA MÃE NÃO TE DEU EDUCAÇÃO?! RESPONDA MINHA PERGUNTA!

Consigo chamar sua atenção e ele vira primeiramente apenas a cabeça, olhando-me de esguelha, depois torna todo o corpo em minha direção. Um gesto que parece demonstrar apenas curiosidade. Ainda irritada, porém mais controlada, continuo:

— Quem é você? Ou talvez eu devesse perguntar: O QUE é você?... Você é um demônio? Porque só isso explica essa sua rapidez... Absurda... Aí... Como você fez tudo aquilo?

Ele então me encara atentamente, ainda sem dizer uma palavra, como que me analisando, ao mesmo tempo em que pensava no que ou se iria dizer algo. Tinha um olhar frio de olhos azuis penetrantes, seu cabelo, jogado para trás, era de um tom incomum de branco prateado (logo me lembrei de uma pintura que vira outra vez, em algum livro didático da Ordem, onde mostrava Sparda em sua forma humana, com cabelo branco de mesmo tom que o do dele) e seu rosto levemente angular, em conjunto com sua pele pálida, completavam a figura séria, calada e misteriosa que era a daquele jovem...

UOW!... Ele é lindo! E se ele realmente for um demônio, é o demônio mais atraente que já vi na minha vida!...

Droga! Eu estou irritada com ele, não é hora pra eu estar me sentindo atraída por ele!

Voltando então ao foco, encaro-o imponente, desafiadora, esperando uma resposta; e dessa vez, não em vão:

— Eu sou alguém que superará o Deus que vocês idolatram. Eu sou alguém que terei poder imensurável, um poder que ninguém em todo o mundo jamais teve.

'É a única coisa de que precisa saber.'

— Humilde. – respondi com sarcasmo.

E continuo com o interrogatório enquanto me aproximo do rapaz com sutileza:

— Bom, primeiro, só para esclarecer: não é todo mundo daqui que idolatra Sparda, forasteiro, e segundo, me responda: você é um demônio? – e ao chegar perto dele o suficiente, com um movimento rápido, prenso as lâminas de minhas espadas entrelaçadas como um X em seu pescoço, em sinal de ameaça – porque se for, você terá que me dar uma boa razão para não cortar sua cabeça fora agora mesmo.

Olhamos sérios um para o outro: eu, em tom de ameaça, porém decidida, e ele, com indiferença e desdém, mas... Com... Admiração?

— Para uma garota que luta com tanta destreza contra demônios e vive em uma cidade que idolatra Sparda, sua percepção não é das melhores.

Meus dentes se trincam devido à raiva, minha mandíbula se sobressai, e eu aperto as lâminas na pele de seu pescoço e dois fios de sangue escorrem, um de cada lado. Mas ele não se move. Encara-me em desafio, com o mesmo olhar gélido. Travamos uma batalha de olhares em silêncio, e eu recordo-me de quando meu pai perdeu essa mesma briga para mim, admitindo o que ambos já sabiam, todavia, sinto que dessa vez não serei eu a vencedora. E após alguns tensos minutos de enfitamento intenso, eu cedo, abaixando minhas armas. Porém meu semblante continua firme.

— Não vou cortar sua cabeça fora. Ainda. Mas me responda: você é ou não um demônio?

— Não completamente. Ainda.

E sem que eu estivesse preparada, enquanto eu processava sua resposta, o rapaz pula a alguns metros de altura do chão, parando em cima do telhado do prédio de onde ele provavelmente veio quando se intrometera em minha luta, sumindo dentre as coberturas dos sobrados afora, em meio aos meus protestos enfurecidos:

— Hey! Volte aqui! O que que isso... O que porra isso significa? HEY! AAARGH!

Meu grito de frustração ecoa pela rua vazia e eu guardo minhas katanas em suas respectivas bainhas, batendo suas bases com força dentro da proteção, a raiva ainda pulsante em meu organismo.

Aquele pulo também não fora humano. Quem era ele? Caralho, como eu sou burra, eu nem sequer perguntei o nome dele! Por que eu não perguntei o nome dele ao invés de já ir perguntando se ele era um demônio ou não? Aí eu poderia pesquisar sobre ele, ver se encontrava alguma coisa... Nossa, como eu sou burra! Burra burra burra! Agora nem sei se irei encontrá-lo de novo, algum dia, e provavelmente nunca saberei quem nem o que ele é. Ugh! Apesar de que, considerando nossa conversa, acho que seria difícil ele revelar seu nome tão facilmente...

Bom, acho que chega por hoje! Tive aventuras suficientes esta noite. Dou meia-volta e pego meu caminho de volta para casa.

(...)"


Notas Finais


E aí, gostaram? Críticas? Digam nos comentários q sou toda ouvidos :)
Empolgados? Porque eu estou, e bastante! Acho que, como puderam perceber, fiz muitas mudanças, tanto em questão de personagens, enredo, narrativa, enfim...
Lembrando que o q vcs leram agora não é um trecho "definitivo", digamos assim... Pode ser q aja pequenas mudanças na versão final, como acréscimo de algumas coisas, supressão de outras, enfim... Mas então é isso pessoal, uma pequena prévia. Qualquer dúvida, perguntem nos cometários, ok?
Bjs! E espero q vcs permaneçam cmg durante essa nova caminhada q está por vir ^^
;*

o/


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