História The Past - Capítulo 6


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá amores, NOTAS FINAIS!!!!

Capítulo 6 - 05. Joe Turner


Fanfic / Fanfiction The Past - Capítulo 6 - 05. Joe Turner

​POINT OF VIEW — Debbie Voltter

NY, New York:. 10:25 AM

Abri meus olhos lentamente para tentar me acostumar com a claridade do sol que adentrava pelas janelas do quarto. Olhei para os braços tatuados de Bieber que estavam envolvendo minha cintura, levantei seu braço bem devagar para que eu não pudesse acorda-lo. Me sentei na cama e olhei para o seu rosto, eu observava cada detalhe seu, ele é tão lindo, não posso negar isso. O que aconteceu ontem anda me intrigando bastante. Quem são aqueles atiradores que tentaram matar o Bieber na boate, ou será que aqueles tiros eram para mim? Eu preciso investigar isso o mais depressa possível para descobrir a verdade sobre o que aconteceu.

Me levantei e caminhei até o banheiro para lavar meu rosto, na tentativa de me manter acordada. Peguei meus sapatos, e sai do quarto dele a passos curtos para não desperta-lo. Andei em direção à saída da mansão. Com a confusão de ontem, eu acabei deixado minha bolsa e meu celular na boate, Jô deve estar muito preocupada, eu nem se quer avisei a ela onde estava. Ao sair de dentro da mansão avistei um segurança de Bieber no jardim, o tal de James que havia conhecido mais cedo. Ele falava com alguém telefone, fiquei esperando até que ele terminasse a ligação e me aproximei.

— Olá, bom dia, sem querer incomodar... mas poderia pedir um táxi para mim? Preciso ir para casa. — disse para o homem em minha frente.

— Claro que não, vou fazer melhor senhorita, vou pedir para o motorista da mansão te levar até em casa. — ele disse com um sorriso simpático em seu rosto.

— Eu agradeço muito. — ele fez um sinal para que eu o acompanhasse até a garagem e assim o fiz.

— Isaac, poderia levar essa senhorita até sua casa? — James disse ao homem de cabelos grisalhos que estava sentado em uma cadeira perto da garagem com um jornal em mãos.

— Claro, entre no carro senhorita, que vou te levar para casa. — o homem disse apontando para a Suvs preta estacionada.

— Obrigada. — entrei no carro e observei Isaac se sentando no banco do motorista.

— Qual o seu endereço, senhorita? — ele disse dando partida no carro.

— Atlantic Ave, 38, no Brooklyn, mas poderia passar na boate antes? Deixei minhas coisas lá e queria pega-las, se não for incomodo, claro. — disse ao senhor que já passava com o carro pelos portões da mansão.

— Vou passar lá e depois te deixo em casa, não é incômodo algum, você é convidada do Senhor Bieber, é meu dever levá-la aonde quiser. — assenti para ele e esbocei um sorriso como agradecimento. Não quis confronta-lo dizendo que não era nenhuma convidada de Bieber, eu apenas fui obrigada a ficar naquela casa, mas ele parecia um senhor simpático. Não preciso ser rude com todos.

Depois de seguirmos um breve caminho em silêncio, ele parou o carro no estacionamento da boate. O lugar estava bem calmo, não parecia que havia rolado um tiroteio aqui, nem a polícia estava no local investigando o que ocorreu. O que é muito estranho.

— Eu volto já, Isaac, só vou pegar minha bolsa. — ele sorriu e eu sai do carro.

Caminhei rapidamente até a porta de entrada da boate. Assim que passei pela porta da frente do local, vi a grande movimentação de pessoas, eram seguranças andando de um lado para o outro e algumas faxineiras tentando organizar a bagunça. Avistei Ryan conversando com um segurança, e ele caminhou ao meu encontro assim que me viu.

— O que faz aqui, Debbie? — ele disse surpreso.

— Com a confusão eu acabei esquecendo minha bolsa aqui, vim apenas pega-la para ir para casa. — ele sorriu e balançou a cabeça.

— Tudo bem, é que se o Justin saber que você esteve aqui, capaz de me matar. — ele começou a rir e eu não pude deixar de rir junto com ele.

— O Bieber não precisa saber disso. — pisquei para ele e fui em direção à área dos funcionários para pegar minha bolsa.

Encontrei minha bolsa no meu armário e logo sai da boate, pois não queria cruzar com Bieber, logo ele acordaria e viria para cá. Fui em direção ao carro e assim que entrei, Isaac deu partida no carro em direção a minha casa.

— Obrigada por me trazer em casa. — disse ao senhor assim que ele parou o carro de frente ao meu prédio.

— Por nada, senhorita, tenha um bom dia. — eu sorri e sai do carro.

Passei pela porta de entrada do prédio e chamei o elevador para ir ao andar do apartamento. O elevador desceu, apertei o botão do meu andar e logo ele começou a subir. Sai do elevador, levei minha mão a minha bolsa a procura das minhas chaves. Assim que abri a porta vi Jô se levantar desesperada.

— Aonde você estava? Você quer me matar do coração? Achei que tivesse acontecido alguma coisa com você, meu Deus, não faça mais isso. — ela disse vindo correndo na minha direção para me abraçar.

— Desculpe, foi uma longa noite e uma longa história, estou cansada precisando de um banho, posso te contar depois? — desfiz nosso abraço.

— Mas...

— Depois, Jô. — fui para meu quarto, e ao abri a porta me deparei com a pessoa que eu menos queria ver naquele exato momento, na verdade, eu queria nunca mais poder ver a cara desse desgraçado.

— Oi Debs. — ele disse com um sorriso largo em seu rosto.

— O que você está fazendo aqui, Joe? — gritei Jô no mesmo momento, por que ela deixou ele entrar aqui? Ela logo apareceu correndo na porta. — Por que deixou ele entrar?

— Ele disse que queria conversar com você, me desculpe. — Ela se retirou rapidamente, pois sabia que ia acabar sobrando pra ela se continuasse ali. O que ele está fazendo aqui? Não acredito que ele veio me perturbar.

— Não culpa sua amiga, ela só está tentando ajudar. — coloquei minha bolsa na cama, olhei em seus olhos e cruzei meus braços esperando suas explicações.

— Fala logo o que você quer, Joe, tive uma noite longa. — me joguei na cama e fechei meus olhos na esperança de que ele apenas sumisse da minha frente.

— Por que você foi embora sem me dizer nada? — me levantei e me sentei, soltando uma risada alta e irônica.

— Eu por um acaso te devia explicação? — era só o que me faltava.

— Claro, pela nossa história, por tudo que vivemos, acho que merecia saber que estava indo embora. — ele disse firme.

— Joe me poupe, desde quando você tem respeito pelo que tivemos? Quando você fez as coisas que fez comigo, estava pensando no que tivemos? Eu acho que não, né? Não me venha com essa agora, não me cobre coisas que nem mesmo você fez. Não temos mais nada, esqueceu? Pois eu não! Me lembro que foi você que acabou com tudo, então agora não me venha com esse papo. — disse aos berros, a raiva já consumia todo o meu corpo e eu só queria poder socar a cara dele.

— Eu já te pedi desculpas por isso, eu estava maluco de raiva, não queria ter feito o que fiz, você sabe que não sou aquele cara. — ele caminhou até a cama.

— Não se aproxime de mim. — ele tentou tocar meu rosto, mas eu me levantei da cama e sai de perto dele. — Desculpas não são suficientes para mim, já passou, e eu apenas quero esquecer, agora saia daqui. Eu não quero ter essa conversa, não agora, por favor, vá embora! — minha voz saiu embargada e eu me segurava para não chorar em sua frente.

— Debs...

— Saia daqui, Joe! — soltei um grito e ele saiu do meu quarto fechando a porta atras de si.

Soquei a parede, joguei todas as minhas roupas no chão, chutei tudo o que tinha na minha frente. Eu só queria que aquela sensação parasse, eu não ia chorar por ele mais uma vez, eu precisava que aquela dor saísse de mim. E socar, chutar e gritar, me ajudava a colocar meus sentimentos frustrado para fora.

— Eu preciso de um banho. — disse a mim mesma a caminho do banheiro.

Me despi rapidamente, entrei no box e liguei o registro. Deixei que água banhasse todo o meu corpo, eu queria que aquela água pudesse levar todo esses sentimentos pelo ralo, mas infelizmente não é assim que as coisas funcionam. Eu ainda não consigo acreditar que ele estava bem aqui, como alguém pode ser tão cara de pau a ponto de me procurar aqui, como ele sabe onde estou morando? Será que foi a Jody que passou seu endereço para ele? Eu não acredito que ela tenha feito isso, sabendo de todo mal que ele me fez. Também acho que Roxie não faria isso, ou faria? Fechei o registro, peguei uma toalha e a envolvi no meu corpo. Sai do banheiro correndo e peguei meu celular, disquei o número de Roxie, na esperança que ela atendesse.

— Até que enfim me atendeu. — disse assim que escutei o som da sua respiração pelo telefone.

Desculpe, estava ocupada. Aconteceu algo? Você está com a voz estranha.

— Você passou o endereço de onde estou para o Joe? — fui logo direto ao ponto, não sou de ficar enrolando.

Por que? — ela disse com receio.

— Não acredito que você fez isso, porra Roxie. Logo para ele, você sabe como é difícil para mim ver aquele homem em minha frente outra vez, você é realmente minha amiga? Porque não é o que parece para mim. Pois isso não me ajuda em nada. — as lágrimas já insistiam em cair, mas eu tentava não desabar.

Desculpa, Debs. Eu só acho que vocês precisam se resolver, você acha que fugindo as coisas vão se resolver sozinhas?

— Sim, isso resolve para mim. — disse segura.

Sinto muito, querida, mas não é assim que as coisas funcionam. É necessário uma conversa para que tudo seja dito, sei que guarda muita mágoa, conversar com ele é a única oportunidade que você tem para colocar todo esse sentimento para fora. Então não fique brava comigo, estou fazendo o que é melhor para você. Fale com ele tudo o que sente, bote para fora. Para que você possa viver sua nova vida em paz.

— Acho que você tem razão, me desculpe, é que eu perco a cabeça quando se trata dele. Mas preciso falar com ele, não agora, preciso de calma.

Isso, tenho que desligar agora, depois nos falamos, eu amo você!

— Também ruiva, sinto sua falta. — desligo o telefone por fim.

Ela tem razão, preciso falar tudo o que me machuca a Joe. Mas esse não é o momento, preciso colocar minha ideias em ordem e me distrair um pouco. Resolvo chamar Jody, para comprar algumas coisas para meu quarto. Visto um vestido listrado e calço um tênis branco. Saio do quarto e entro no quarto de Jody, a encontrei deitada lendo um livro.

— Preciso esfriar a cabeça, que tal ir comigo comprar algumas coisas para meu quarto? — Jody dá um pulo da cama, calçando seu par de saltos vermelhos.

— Agora, adoro fazer compras. — rimos juntas e saímos do seu quarto. Pegamos nossas bolsas e saímos do apartamento.

 

[...]
 

Jody e eu já havíamos terminados de comprar todas as coisas que eu queria para meu quarto. Decidimos ir a um restaurante para podermos jantar, já que eu não trabalharia hoje, pois a boate não ia abrir, resolvemos também alugar alguns filmes para assistir quando chegarmos em casa, teríamos à noite das garotas, uma das coisas que eu não fazia a muito tempo. Entramos no restaurante e pedimos uma mesa, e o atendente nos encaminhou até lá. Fizemos nosso pedido e eu pedi um vinho tinto para me acompanhar, Jody optou por beber apenas um suco de frutas vermelhas.

— Desculpe. — Jody disse depois de bebericar um pouco do seu suco.

— Não precisa, você e Roxie estão certas, preciso colocar para fora o que sinto, eu preciso ter uma conversa definitiva com o Joe, só assim poderei seguir em paz comigo mesma.

— Isso vai ajudar, você vai ver. — ela disse com um pequeno sorriso em seus lábios.

— Espero que sim...

— Voltter, você por aqui? — pronto, era realmente o que me faltava agora, esse cara está me seguindo? Ergo meu olhar em sua direção e o vejo de mãos dadas com uma loira.

— Acho que tenho o direito de jantar também, Bieber. — disse rude.

— Você fugiu da minha casa hoje, ficou com medo de mim? — Jody me deu um chute por debaixo da mesa, eu me queixei por causa da dor, e sussurrei para ela dizendo que depois explicava essa história, pois eu acabei me esquecendo de contar o que aconteceu.

— Medo de você? — soltei uma risada baixa. — Eu apenas não queria mais ficar perto de você, Senhor Bieber. — enfatizei o senhor.

— Como assim essa vadia estava na sua casa, Justin? — a loira desconhecida por mim abriu a boca apenas para falar merda.

— Acho que me confundiu com você, querida. — beberiquei meu vinho.

— Olha aqui... — Bieber a olhou e ela parou de falar no mesmo instante, isso é ótimo, não estou numa dia bom e também não suporto provocações. Se ela me ofendesse novamente eu esqueceria que estava num local sofisticado e acabaria com a raça dela.

— Bom, se vocês não perceberam, estamos jantando, queremos um pouco de privacidade. — disse olhando para Bieber.

— Ora Voltter, sou o seu chefe, será que não podemos nos juntar a vocês? — ele disse com um sorriso forçado nos lábios.

— É... podem se sentar. — Jody disse rapidamente. Ela me olhou com aquele olhar de cachorrinho que acaba de cair da mudança, e eu já sabia o que aquilo significava, eu teria que aguentar a presença do meu querido chefe conosco.

 


Notas Finais


Me desculpe por esse capítulo, confesso que poderia ter sido melhor, mas já fazia tanto tempo que não postava para vocês. Bom se vocês leram meu aviso, viram que agora eu estou oficialmente de férias, ou seja, mais tempo para postar, amém? KKKKKKKKKK. Vou tentar atualizar uma vez por semana para vocês, dependendo de como esteja meu humor para escrever e até se vocês pedirem muito, eu acho que consigo postar duas vezes por semana, o que acham? Me façam perguntas amores, sinto falta de interagir com vocês. Me digam o que estão achando, suas dúvidas, qualquer coisa, mas falem comigo, por favor!

Beijos e até mais <3


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