História The Past Is Back - Capítulo 16


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Postado
Categorias Scream (Série)
Personagens Audrey Jensen, Brooke Maddox, Eli Hudson, Emma Duval, Gustavo "Stavo" Acosta, Haley Meyers, Jake Fitzgerald, Kieran Wilcox, Margaret "Maggie" Duval, Noah Foster, Xerife Michael Acosta, Zoe Vaughn
Tags Amadeus Serafini, Bex Taylor Klaus, Carlson Young, John Karna, Scream, Tom Maden, Willa Fitzgerald
Exibições 19
Palavras 1.324
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Festa, Ficção, Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Me desculpem a demora!

Capítulo 16 - Capítulo 16: Esperança


Fanfic / Fanfiction The Past Is Back - Capítulo 16 - Capítulo 16: Esperança

Pensei em insistir para ela ficar mas ela parecia bem decidida. Fiquei observando encostada na prateleira. 

- Aí, Stavo, o que está desenhando?

- Não se preocupe com isso. 

- Está sempre olhando para nós. Quero saber como te inspiramos. 

Audrey se aproximou mais para poder ver bem a tela e então pegou o iPad do colo de Stavo. Ele se levantou rapidamente.

- Devolve isso!

- Qual é o seu problema? - eles andavam pela sala. 

- Devolve isso! Não é... Não é... - ele tentava avançar, mas algumas pessoas se interfiriram e não deixavam. 

- Não é o quê? Quer que eu mostre a todos o que não é? - ela esticou o braço para todos verem. - É isso que ele desenha! 

Havia um desenho apenas da cabeça de Zoe, sangrando muito. O desenho era todo em preto e branco, exceto o sangue que era vermelho mesmo. 

- Meu Deus! Você é doente! - é lógico que Hayley não iria ficar de fora. 

- São só desenhos. Devolve...

- E tem muitos outros! 

- Não é o que estão pensando. - me aproximei. 

- Sabem quem faz isso? Assassinos em série! - cala a boca, Hayley! 

- Isso é bizarro, cara! - uma voz do fundo veio à tona junto de uma lata de refrigerante, que jogaram para acertar Stavo que, por sorte, desviou. 

- É só uma história em quadrinhos. É fantasia. Não é real. 

- Mentiroso! - a voz de novo. 

- Não, não, não. Cuidado! - um dos jogadores da escola pegou o iPad da mão de Audrey e o arremessou longe. 

Começaram a bater, socar e chutar Stavo repetitivamente. Merda Audrey! Ela me olhava de longe sem saber o que fazer, eu idem. Por sorte, o xerife chegou rápido. Junto a mais um guarda e a professora. O que ela ainda está fazendo aqui? Só chega em hora de briga. Desnecessária. 

- Parem com isso! Parem com isso! Afastem-se! - ele olhou para Stavo com uma cara de decepcionado. 

- Emma? - Noah falou e logo todos olharam. 

Emma observava tudo e todos. Sua mão estava cheia de sangue e seu braço com um corte não muito grande. Ela parecia assustada e decepcionada. Depois de minutos de espera, Stavo e Emma saíram dali e correu o boato de que já poderíamos ir para casa. Alguns foram correndo e outros ficaram. 

Audrey me encarava, enquanto eu a olhava de volta. Optei por ficar quieta mesmo para não ter que brigar com ela. Já não basta a Brooke. Me assustei quando senti meu celular vibrar em minhas mãos. Atendi sem ao menos olhar quem era.

"Oi?"

"Pai quer que você venha pra casa logo."

"Mike?"

"Não, não, sua mãe." - isso despedaçou meu coração.

"Desnecessário."

"Tanto faz, vem logo!"

"Por que?"

"Porque o pai mandou."

"Já vou." - falei revirando os olhos e desliguei.

Fui até a mesa e peguei minha bolsa que estava do lado da Audrey, mas não falei com ela. Já estava quase saíndo da sala até que aquele policial loirinho, de mais cedo, me parou. Cruzei os braços e expirirando forte, olhei para ele.

- O que foi agora?

- Precisa vir comigo. O xerife quer falar com você. 

- Tinha me esquecido que as mãos não mentem. - balancei as mãos.
~ AUDREY ON ~

Minha vontade de socar aquele policial só aumentava. Ele reparava em cada parte do corpo da Beatricce, enquanto ela andava na frente dele. Minha cabeça já estava prestes a explodir, até que Stavo entrou na sala segurando um saco de ervilhas congelados perto da boca. Aquilo me deixou muito mal. Ele jogou aquele saco na mesa, quando percebeu que estava o encarando. Ele já tinha pego suas coisas, até que tomei coragem.

- Vou dizer uma coisa. - joguei meu celular em cima da bolsa e me levantei. 

Fui olhando para o chão e com as mãos no bolso. Até que cheguei perto e olhei para ele de novo. Droga. Ele estava todo machucado. 

- Eu pago o conserto ou compro um novo.

- Fique bem longe de mim ou eu vou quebrar algo que você ame. - engoli seco.

Me virei e Noah já estava vindo com as minhas coisas em mãos.

- Foi mais O Senhor das Moscas do que eu esperava. 

- O dia todo foi. - revirei os olhos.

- O que foi? Estou brincando.

Fui andando o mais rápido que podia, até Noah sair do meu pé. Chegando no meu armário, só tirei alguns cadernos da bolsa pelo peso. E assim que terminei, avistei Beatricce saíndo de uma sala. Apertei o passo até chegar nela. Coloquei minha mão sobre seu ombro, e quando olhei para ela, percebi uma revirada de olhos.

- Me desculpe, B.

- Não é pra mim que você tem que se desculpar, Audrey! - eu a parei.

- Eu agi por impulso, ok? Mas foi só porque eu estou muito preocupada. Olha o que ele fez com você! - apontei pra sua perna. 

- Você tem que parar de ser assim! - eu abaixei a cabeça e ela me abraçou. - Obrigada.

- E a Brooke? - ela me soltou na hora. Eita, não?

- Não quero falar sobre isso agora. 

- Você sabe que ela só está preocupada, assustada. 

- Deve estar desesperada pra me acusar.

- No estado que ela está, ela pode ter mil motivos pra te acusar. 

- Sério?! - voltamos a andar.

- Não nesse sentido. Ela não sabe sua história toda. Pra ela, tudo que sabe é que eu te conheci com uma faca na mão cheia de sangue e um corpo. 

- É... não sei...

- Quer carona? - quando fui me dar conta já estávamos no estacionamento.

- Ah, eu quero sim. 
~ BEATRICCE ON ~

Assim que Audrey virou na minha quadra, avistamos algumas viaturas de polícia em frente a minha casa. Jesus, o que está acontecendo? Percebi que Audrey sentiu meu pequeno desespero, e acelerou. Ela parou o carro atrás de uma viatura e saímos do carro. Fui em direção ao meu pai, que estava no meio de tudo. 

- Pai?

- Beatricce! - ele se virou e me deu um abraço. - O que houve com a sua perna?!

- Longa história! Por que tem tanta viatura aqui?

- O que aconteceu? - prendi a respiração nos poucos segundos que demorou para formular a resposta.

- Eu te disse que rastrearam sua mãe. Vamos atrás dela. 

- Agora?! - não percebi o momento em que o sorriso brotou em meu rosto.

- Sim.

- B, isso é incrível! - senti a mão de Audrey em meu ombro e me virei para abraçá-la.

- Nós temos que ir na viatura. - ele deu uma leve tossida. - Audrey, você pode nos acompanhar, se quiser. 

- Eu não sei... Eu...

- Por favor! - a interrompi, olhando em seus olhos.

- Claro. Eu vou sim. - me perdi no meio daqueles olhos azuis esverdeados, por um momento. 

- Bom, então vamos.

- Eu só vou pegar minha bolsa no carro. - Audrey fez gestos. Assenti.

- Cadê o Mike?

- Provavelmente lá dentro. - ele apontou para casa. - Eu acho... Não sei.

- Ele não se importa muito. - revirei os olhos. - Achei incrível o fato dele ter me ligado. 

- Ele te ligou?

- Sim pai, você pediu. - soltei um riso.

- Eu quase nem falei com seu irmão hoje.

- Como não?

Senti meu coração começar a disparar mas parou quando percebi que Audrey estava chegando perto. Entramos na viatura. Meu pai foi na frente junto ao policial, e eu e Audrey ficamos no banco de trás. Me apoiei no ombro de Audrey, enquanto ela fazia cafuné em mim. O cafuné não estava ajudando muito, estava aflita! Mil coisas se passavam pela minha cabeça. Minha mãe está viva ou é só mais um jogo do assassino?



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