História The perfect agreement - Capítulo 8


Escrita por: ~ e ~VINAGRETE

Postado
Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Exibições 42
Palavras 2.286
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Surpresa. Não esperavam né?
Não tenho muito a dizer, apenas peço que COMENTEM pois é muito importante para nós.
Tem uma parte de uma música neste cap.

Capítulo 8 - Surprise


Justin Bieber ∆ point of view

Minha vontade era de dar uns belos tapas nela, mas aí eu lembro do passado e simplesmente não consigo.

É incrível como minha vida virou de ponta a cabeça depois da aparição de James, é obvio que eu não tenho muito do que reclamar, eu tenho a mulher que eu quiser, (não que eu fique com muitas mulheres, acho muito desnecessário), roupas de marca, dinheiro para esbanjar, mas a dor de não poder ter minha mãe por perto é o que me mata. Eu não a deixei desamparada, coloco dinheiro todo mês para ela se manter bem, e não é pouco acredito que ela vive uma vida boa.

James era o causador de muitas coisas boas na minha vida, mas também de muitas coisas ruins.

Seu plano para me trazer aqui era o transporte de pedras preciosas que não poderiam de nenhuma forma cair em mãos erradas. Ele implantaria as pedras em meu ventre e transportar para Price, com alguém me escoltando para que desse tudo certo. Porém, o Price cismou comigo e não confia em mim para transporte das pedras, então James escolheu sua filha.

Eu também me perguntei porque demoraria quatro anos, Price deu o prazo de entrega que seria no dia 29 de Janeiro de 2017, Hoje é dia 1 de dezembro de 2016. James viu que as pedras tinham um grande valor, então combinou com um amigo para falsificação das pedras e elas sairiam dia 2 de dezembro, por isso ele optou por entregar tão perto do vencimento do prazo.

O problema agora é convencer Hanna a ir comigo, porque diabos ela foi estar lá aquela hora? Quem foi o filho da puta que deixou a porta de casa aberta?

Apalpei a mesinha que tinha ao lado da minha cama, peguei o meu celular e liguei para James.

- Fala rapaz. - Sua voz rouca indica que ele não está de bom humor, então serei breve.

- Como iremos fazer ela ir para lá? Ela vai saber do plano? - Ele tossiu do outro lado da linha.

- Não, melhor não contarmos nada. Passarei informações com os dispositivos que botei no carro.

- Hã? Mas como você vai falar comigo pelo dispositivo do carro sem que ela perceba ? - Qual a coerência disso?

- Merda. - Suspirou. - Ok, conte a ela sobre o que aconteceu, que você trabalha pra um traficante, não a deixei ter contato com a polícia, apesar de que ela não denunciaria você, enfim apenas não meta meus nome é não diga que ela está transportando nada dentro de si, ela não irá perceber nada de mais pois quando implantarem as pedras iram dar uma droga para ela esquecer essa parte, será assim na hora da implantação e na hora que retirarem. - Respirou fundo. - Amanhã as pedras e as passagens estarão aqui, o carro você tem que pegar, no Brasil eu te ligo e te digo onde está.

- Ok. - Desliguei o celular e desci as escadas.

Maria já tinha preparado minha refeição bastava eu comer, e foi o que eu fiz.

(...)

Alguém apertava a campainha sem parar. Inferno não posso nem dormir.

Desci as escadas mesmo estando de cueca e fui atender a porta.

- Que inferno, não... - Olhei bem para ter certeza de que era mesmo ela. -Hanna?

- O que você tá querendo usando as coisas do passado para me convencer de algo? - Ela entrou e bateu a porta atrás de si.

- Nada. Mas eu preciso conversar com você, e espero que esteja disposta a me perdoar. - Ela assentiu como se pedisse para eu prosseguir. - Não, agora não. Vou tomar banho primeiro.

Hanna Campbell ∆ point of view

Sentei no sofá a espera de Justin terminar seu banho.

(...)

- Quer comer algo? - Perguntou.

- Não me enrola que eu não sou babaca. Fala logo. - Sentei novamente no sofá.

- Ok. - suspirou. - Eu devia para um homem o qual eu não conhecia, eu usei drogas por um pequeno período, mas mesmo assim foi o suficiente para eu dever mais do que eu podia pagar. - Deu uma pausa.

- Agora continua, ainda não entendi porque você matou aquele homem.

- Bom, um dia ele bateu em minha porta cobrando, como eu não tinha como pagar, ele me trouxe para cá para trabalhar para ele, eu estou trabalhando para ele até hoje. E àquele homem que eu matei... - Senti uma sensação estranha. - Ele já estava na lista a muito tempo.

- Que? Eu não tô entendendo, para com essa palhaçada. Cadê as câmeras? - Eu não quero acreditar, não pode ser real. - Justin Bieber, não brinca comigo! - Eu procurava de todas formas encontrar um vestígio de mentira em seu olhar, em sua voz. Eu não queria acreditar.

Meu peito estava fervilhando, uma dor insuportável me atingiu na cabeça e no peito. Minha boca ficou com um gosto amargo e minha visão foi ficando turva.

- Hanna? Você tá bem? - Ele pergunta tão baixo que eu sou quase incapaz de ouvir. - HANNA. Porra você está pálida.

Meus olhos pesaram, a dor não me deixava sequer um minuto, eu sentia que existia uma grande possibilidade de meu coração sair andando de dentro de mim. Meus olhos pesaram mais e mais até que eles se fecharam.

(...)

- Ela tem grandes possibilidades de abrir a boca. - A voz estava longe.

- VOCÊ que mandou eu contar. -Cada vez a voz ia se aproximando mais.

Meus olhos pareciam estar grudados me impedindo de abri-los. A minha força estava esgotada, mas mesmo assim não desisti de abrir os olhos.

Depois de um esforço eu finalmente consegui abrir os olhos e ver quem estava na sala, e ver também onde eu estava.

- Justin eu vou chamar o médico fica ai com ela. - Meu pai disse e saiu da sala, me deixando a sós com Justin.

- Você me assustou, olha não diga ao médico o que eu te disse, sei que ele vai perguntar, mas não diga nada sobre isso. - Assenti.

Depois de um tempo em um silêncio avassalador, o médico entra no quarto com um sorriso estampado no rosto.

- Senhorita Campbell, boa tarde. - Ele me cumprimentou e eu apenas assenti com a cabeça, então ele prosseguiu. - Não foi nada demais, mas primeiro eu quero saber o que aconteceu antes do desmaio. - Justin me olhou.

- Eu recebi uma notícia muito forte para mim. - Justin arregalou os olhos. - Eu fiquei sabendo que a minha mãe está entre a vida é a morte no hospital. - Fiz cara de triste.

- Entendo, como já disse não houve nada demais, sua pressão foi ao chão por conta do distúrbio emocional, ou estresse como preferir chamar. - Respirei fundo. - Bom você já será liberada, vou preparar sua alta.

(...)

Minha mente estava em outro lugar, Justin dirigia seu carro enquanto meu pai vinha atrás com o dele, eu estava no banco do carona, Justin tentou algumas vezes puxar assunto porém eu não estava afim de conversas. Não naquele momento, não ali, não com ele.

(...)

Justin Bieber ∆ Point of View

Meu coração quase saiu pela boca quando a Hanna mencionou "Uma notícia muito forte para mim". Eu achei que teria que matar ela e o médico naquele instante, porém a garota é esperta.

A volta para casa estava calma de mais para meu gosto.

- Hanna? - Chamei. - Oou. - Fui ignorado com sucesso.

(...)

Terminei de arrumar minhas malas e coloquei as pedras no bolso da mochila que eu iria levar comigo no "médico".

Eu estava procurando uma mentira para levar a Hanna pro Brasil mas minha mente resolveu por si só que não ia funcionar.

- Alô, James, como eu vou convencer ela a ir para o Brasil comigo?

- Nossa, nem parece que passou a vida inteira com ela. Daqui a uma semana e o aniversário de vinte anos dela. - Como eu pude ser tão idiota? Como não havia pensado nisso?

- Ótimo. - Desliguei o celular.

Voltei para meu quarto e decidi tomar um banho para desestressar. A água do chuveiro quente, para que o frio de congelar que estava fazendo lá fora não me fizesse tremer. A água caia sobre meus ombros descendo por todo meu corpo me fazendo relaxar cada vez mais.

Saí do chuveiro com a toalha amarrada na cintura.

Coloquei uma calça de moletom junto com uma regata e um moletom em cima, o frio estava de congelar mas eu ficaria "a salvo" com essas roupas.

(...)

Coloquei meu tênis e fui para a casa de Hanna convencer ela de ir comigo para o Brasil.

(...)

- Boa sorte Justin. - Disse James.

- Vou precisar. - Subi as escadas e travei no último degrau.

- Eu sei que você está aí entra logo Bieber. - Ouvi uma voz embargada, como se quem disse estivesse chorando. Entrei no quarto e ela estava deitada na cama com o rosto afundado no travesseiro. - O que você quer ? - Seu rosto estava vermelho.

- Eu queria te recompensar, tanto tempo longe de você, eu só quero te levar para uma viagem comigo. -Ela franziu o cenho

- Vai me levar pra onde não tem ninguém, e depois me matar? - A tristeza estava nítida em tua voz.

- Eu nunca te machucaria. Eu sei que eu errei mas eu nunca faria nada de mal a você. - Meu celular começou a tocar, na tela estava escrito "número restrito".

- Alô.

-Eu quero a Hanna. -Uma voz grossa falou. Eu já sabia quem estava do outro lado da linha. - E então parceiro, vai me dar ela ou não? - Eu olhava pelo quarto todo, mas a única coisa que quando eu olhava e me dava cala frios era a janela de vidro que dava direto para minha casa.

- Para que você quer ela? - Perguntei firme.

- Não é obvio otário? Eu quero te atingir.

- E se eu não achar ela? - Hanna me olhava como quem me perguntasse algo. Ouvi uma gargalhada.

- Essa é fácil, ela está do seu lado. -A chamada foi encerrada.

No momento eu travei, olhei para cima do meu telhado e eu vi alguém correndo, mas nada pude fazer além de puxar Hanna e me jogar no chão junto com ela quando os vidros se quebraram por causa dos tiros.

Os tiros eram contínuos o que significa que ele não está sozinho. Quando os tiros cessaram eu me levantei junto com Hanna que chorava muito e tentei tirar alguns cacos de vidro do cabelo dela, ela me deu um abraço, eu não esperava aquilo, não mesmo então eu apenas retribui.

(...)

- Entendeu? - Expliquei tudo pra ela com calma, sobre eu entrar nessa vida por causa da minha mãe.

~Flash-backon•~

Justin Bieber ∆ point of view

Minhas malas já estavam prontas lá no quarto, minha mãe não parava de chorar enquanto eu tentava acalmar ela.

- Fica calma, eu só vou para te manter segura mãe. - Abracei ela forte.

Um dos homens de Carter estava indo para fora levar minhas malas, e o outro me agarrou e me arrastou para longe de minha mãe.

(...)

Eu estava no mesmo carro de Carter para "resolver as coisas".

- Bom, não tente fugir, ou mandar sua mãe fugir, se você fugir sua mãe morre, se ela fugir ela é você morre. - Ele deu uma pausa. - Tem dois homens aqui que sempre estarão na cola dela disfarçados. Espero que você entenda e eu não tenha que matar ninguém.

- Qual seu verdadeiro nome? -Ele riu.

-Qual é moleque? Acha que eu vou confiar uma informação assim para um bosta como você?

- Não e um jogo de "confiança"? -Debochei. - Me diga seu nome e eu não tentarei fugir. Nunca. - Ele me olhou pensando se realmente deveria me falar.

- james, james Carter.

~ Flash-back °of° ~

- Eu só quero te levar pra longe disso. Vai comigo por favor. - Ela ainda está me olhando desconfiada.

- Você jura pela sua mãe que não vai fazer nada comigo? - Assenti com a cabeça. - Ainda não acredito em você. Só vou se Caitlin e os meninos forem também.

-Tudo bem.

Terminei de conversar com ela e percebi que ela não tem mais nem um porcento de confiança em mim, ela me olha com um olhar de desconfiança, desprezo , nojo tudo junto o que faz eu me sentir um merda, eu sei que não sou uma pessoa boa, ou um exemplo de gente boa, mas eu não sou tão ruim assim.

- Vou embora. - Me aproximei para lhe dar um beijo na testa mas ela virou para o outro lado.

Fui direto para o quarto de James, eu preciso que os garotos e Caitlin vão pois ela não quer ir comigo sozinha, ela ainda acha que vou matar ela.

- Eu preciso levar Caitlin e os garotos para o Brasil comigo pois ela não quer ir só comigo, não tenho a confiança dela mais. - Ele bateu a mão na mesa.

- Merda. Eles não sabem do plano, vamos ter que contar para eles. Amanhã quero todos eles lá no prédio. - Assenti, já sabia que ele ia contar o plano e logo depois entregar as passagens para eles.

Quando fui voltar para casa já estava escuro. Em uma viela escura, não consigo ver ninguém o clima tava tenso, eu não me senti bem. Senti um arrepio, a maldade estava do meu lado.

- Surpresa.


Notas Finais


  ATENÇÃO LEIA TUDO POR FAVOR.

Peço que comentem por favor isso nós incentiva a escrever melhor.
   POR FAVOR COMENTEM.

Recomendo essas fanfic's são maravilhosas.

Uma fic super viciante e maravilhosa recomendo mtt.

https://spiritfanfics.com/historia/runy-love-7018343

  E uma fanfic maravilhosa de colégial que e muito boa até porque a história é maravilhosa.

https://spiritfanfics.com/historia/forever-6559097

    Essa também é outra fanfic maravilhosa de colégial que a cada capítulo faz você querer outro e outro.

https://spiritfanfics.com/historia/two-faces-6876842

Essa fanfic e a primeira fanfic de zumbi que eu li de twd e é maravilhosa. (Não é do justin mais leiam sim pois é ótima)

https://spiritfanfics.com/historia/extinct-world-5369300

   DEM UMA PASSADA EM CADA UMA DESSAS FANFIC'S POR FAVOR.


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