História The Phoenix - Capítulo 8


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Categorias Agents of S.H.I.E.L.D., Capitão América, Holland Roden, Os Vingadores (The Avengers), Sebastian Stan
Personagens Anthony "Tony" Stark, Bobbi Morse, Clint Barton, Dr. Bruce Banner (Hulk), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), James Buchanan "Bucky" Barnes, James Rupert "Rhodey" Rhodes, Melinda May, Natasha Romanoff, Nick Fury, Pantera Negra (T'Challa), Personagens Originais, Phillip Coulson, Sam Wilson (Falcão), Scott Lang, Sharon Carter (Agente 13), Skye, Steve Rogers, Visão
Tags Aos, Avengers, Holland Roden, Sebastian Stan
Exibições 51
Palavras 1.809
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Aproveitem o capítulo...

Capítulo 8 - Projeto P-67


Fanfic / Fanfiction The Phoenix - Capítulo 8 - Projeto P-67

"Projeto P-67" 

Os olhos curiosos e ansiosos observavam os gritos de dor saindo de dentro do cilindro, mas continuavam estáticos olhando para a cena. Segundo General Elliot, aquilo mudaria o mundo, superaria qualquer tecnologia biológica, qualquer herói,  Homem de Ferro, Hulk, Capitão América,  S.H.I.E.L.D, deixariam de existir e a segurança do mundo estaria apenas nas mãos de Elliot. Seria algo grande. E todos sempre ficavam impressionados e extasiados quando descobriam que algo podia superar outro que já era grandioso. Homens e sua terrível mania de se preocupar com o tamanho das coisas. E então os gritos foram ficando mais intensos e ardidos, dolorosos, pavorosos, e cada vez mais estridentes,  mas no segundo seguinte ficaram mais pesados, cansativo e logo ficando mais fracos,  e pouco a pouco foram sumindo, de um jeito lento e doloroso. 

" Experimento número 67, apresentou falhas irreversíveis. "  

A lufada de ar frustrada de Elliot e de todos os outros na sala, mostravam o quanto eram pessoas insensíveis, não se preocupando por mais uma vida perdida, mas sim pelo projeto ter falhado mais uma vez. 

" Preparar experimento 68" Anúncia Elliot.

 

 Hoje
 

Enquanto Steve, Lang, Sam, Wanda, Dave e Kurt seguiam para a casa do comprador, Luis, Bucky e Eu estavamos sentados em um café que possuía wifi, Bucky senta ao meu lado enquanto Luis senta a minha frente. 

- Hey moça. - Luis chama a garçonete com seu sotaque mexicano, Bucky vira rapidamente para a rua, tentando evitar contato. - Vou querer um frapuccino com bastantes Marshmallows, uma porção de panquecas, com bastante calda de chocolate, e ovos com Bacon. 

- Mais alguma coisa? - Pergunta a atendente. 

- Vou querer um suco de laranja. - Respondo. 

- E o senhor? - Ela de refere para Bucky, mas o mesmo continua virado para a rua. 

- Trás um suco também. - Respondo para ela. 

A atendente que irritávelmente mascava um chiclete, se retira em direção ao balcão. Retiro da minha bolsa o computador, coloco-o sobre a mesa e digito minha senha. Acesso as câmeras do endereço que tinha rastreado, uma rua tranquila, que não passavam muitos carros. Coloco o ponto dentro da minha orelha, faço um teste e vejo que estava funcionando, logo após escutar a voz de Sam. - Aonde vocês estão? - Pergunto. 

"Quase chegando, três quadras de distância" Responde Dave. 

- Ótimo, a rua não é muito movimentada, então cuidado ao chamar a atenção. 

A garçonete volta alguns minutos depois, trazendo os pedidos. Olho com nojo, pela mistura que Luis fazia. 

- Sabe como é, tem que está preparado para missão. - Ele me olha, volto a atenção para a tela do computador. 

- Como vai sua esposa? Ela era um doce.- Pergunto para Luis. 

- Ela me deixou. - responde ele. 

- Uhh... sinto muito. - digo um pouco sem graça. - E a sua mãe? 

- Faleceu. - Passo as mãos pelo cabelos ficando extremamente desconfortável. 

- Bom, pelo menos você ainda tem seu pai. - Digo tentando mudar a situação. 

- Ele foi deportado. - Luis me olha sério. "Mais que merda" resmungo apertando os lábios, olho para Bucky que encarava Luis com a Testa franzida, e depois ele olha para mim, balançando levemente a cabeça confuso. - Mas eu ainda tenho a Van. - Ele diz animado. 

- É... - Volto minha atenção para a tela do computador, preferindo deixar de lado a vida de Luis. A van chega ao local, parando à alguns metros de distância da casa. 

" É hora do Show pessoal"  A voz de Lang volta a surgir no ponto. Luis dá a volta na mesa se sentado ao meu lado, fico espremida entre os dois. 
Kurt e Dave saem da Van, carregando uma escada, os dois estavam com uniformes parecidos com os de companhia telefônicas. 

" Algum movimento na casa?"  Pergunta Dave. Observo as imagens das câmeras que tínhamos invadido, a casa continuava sem nenhuma movimentação. 

- Negativo. - Respondo. 

- Isso é tão intenso. - Luis comenta animado ao meu lado. 

" Alison"  Kurt me chama. 

- Alion. - o corrijo. 

" Temos coisas mais difíceis para se preocupar.  Quer estragar a missão? " Dave me repreende. 

- O quê? Mas..mas - Digo perplexa. 

" Foco Alison, foco. "  Bufo com raiva "Vamos lá, já estou no conversor de voltagem, que controla a energia da casa. Você vai bloquear os fusíveis o que que vai causar um curto, mas antes  você precisa desligar o alarme da casa, assim que você desligar você avisa, eu mudo a chave e você bloqueia os fusíveis. 

 - Okay.- Respondo já imediatamente fazendo o que Kurt estava pedindo. -Alarme desligado. - Digo. 

"Conversor no máximo" 

- Fusíveis bloqueados. É com vocês Steve. - Digo, já vendo Steve e os outros saírem da Van, indo em direção a casa. - 90 segundos. 

Eles abrem a porta entrando dentro da casa, Wanda estava na frente, fazendo uma espécie de escudo com os seu poderes. Eles se separam procurando em diversos pontos da casa. 

" Ahã pessoal temos um problema, as caixas estão vazias"  Scott fala. 

- O quê? Como assim? 

" Estão vazias, não tem nada nem ninguém"  

- Scott você precisa achar o computador dele, é onde está o aplicativo, deve estar em algum lugar por aí. - Digo nervosa. 

" 60 segundos"  avisa Dave. 

- Parece que tem gente em casa. - Luis fala apontando na tela do computador. 

-Steve atrás de você. - Bucky e o alerta sobre o homem que vinha com uma metralhadora em mãos. Steve consegue se livrar facilmente do mesmo, ele segue pelo caminho de onde o homem tinha vindo.  - Cadê, eles? 

- Não sei, não tenho imagens. - Eu estava entrando em desespero. 

"Ali consegue rastrear os mísseis? "  Pergunta Scott 

- Com um número de série talvez. - Respondo nervosa. 

" Não temos tempo para talvez garota"  Scott dizia enquanto passava o número de série. 

" 50 segundos antes de tudo começar a pegar fogo"  Kurt fala mais uma vez. 

Início uma busca frenética na tentativa de localizar os mísseis, digitava o mais rápido que podia. 

" 40 segundos" 

-Kurt você não está ajudando.- o repreendo. 

-Steve? Está tudo bem? - Pergunta Bucky, começando a ficar impaciente. 

" Estamos em um porão"  Steve responde. 

" Pra trás"  Lang grita, e uma onda incessante de tiros começam. 

"Wanda" escuto Steve gritar. 

" 30 segundos"

- Droga.- Resmungo tirando o ponto e jogando longe. 

- Cessaram os tiros. - Diz Bucky, mas mesmo assim não me deixava nenhum pouco calma, pois seria necessário mais do que apenas 30 segundos antes do aplicativo ser jogado em código aberto. 

- Localizei um dos mísseis, está ao norte. - Falo e  Bucky repassa a informação. 

- Wanda e Scott vão até lá. 

- O outro está em Hunter's Point, Brooklyn - digo. 

- Nós estamos mais próximos. - Luis diz saindo correndo de dentro da lanchonete. 

- O que ele vai fazer? - Pergunta Bucky, em seguida retira o ponto do ouvido. - Acho que entrou em curto. - Ele me olha apreensivo. Desvio o olhar quando meu celular vibra, decido ignorar. 

- Consegui o terceiro. - Digo, enquanto o celular vibrava frenéticamente, retiro-o de meu bolso abrindo as mensagens. 

" Eu disse para não me procurar Dear" franzo a testa confusa com a mensagem. 

- O que foi? Aonde está? - Pergunta Bucky. Olho para a mensagem e de volta para o computador. 

- A dois kilometros daqui. - Bucky se vira olhando para a fora. 

- Droga. - Ele diz, me empurrando para o chão, puxo o computador em um reflexo, Bucky se joga por cima de mim, segurando minha cabeça antes que fosse bruscamente ao chão, com o braço de metal, ele puxa a mesa da frente colocando-a sobre nós, nos segundos seguintes as janelas de vidro da lanchonete se estilhaçam, fecho os olhos quando um zunido atingem meus ouvidos, bem ao fundo podia escutar gritos desesperados. Tudo tinha acontecido em segundos, mas eu os presenciei em câmera lenta podendo ver com clareza cada detalhe. Abro os olhos, tendo os olhos azuis de Bucky me fitando. - Você está bem? - Balanço a cabeça frenéticamente em confirmação. Ele retira a mesa de cima de nós e se levanta de vagar olhando em volta, continuo deitada no chão olhando o pó do cimento destruído flutuando pelo local. Bucky me puxa pelos braços, colocando-me em pé, olho para o local destruído, vejo meu computador ao lado todo sujo de pó, e sua tela trincada, mas ainda dava de usar, mesmo que apenas por algumas horas. - Temos que ir. - Bucky me puxa me lavando para fora, e não pude deixar de notar os corpos cobertos por escombros. Do lado de fora, algumas pessoas corriam, enquanto outras observavam de longe.  

- Jesus Cristo, eles estão vivos, eles estão vivos. - Luis aparece ofegante em nossa frente, ele falava no celular. 

- Pra onde você foi? - Pergunta Bucky. 

- Pegar o nosso carro. - Ele aponta para o carro vermelho do outro lado da rua. Caminhamos até o carro, me sento no banco da frente, e Bucky no de trás. 

- Wanda e Scotty conseguiram pegar o primeiro míssil. - Avisa Luis. 

- O segundo ainda não foi lançado e está no mesmo local. - Aviso vendo a localização no computador. - O terceiro acabou de ser usado. 

- Consegue rastrear o quarto? - pergunta Steve, e só agora vejo que Luis tinha colocado no viva voz. - Ainda não foi lançado, e e está no mesmo local que o segundo. 

- O que tem em Hunter's Point? - Escuto a voz de Wanda. 

- Onu, Consulado mexicano. - Responde Steve. 

- Toda a parte leste de Manhattan. - Completo. 

- Consegue hackear os mísseis? -pergunta Scotty. 

- Não. Eles soa controlados manualmente, por um controle enorme. - Respondo. 

- Nós estamos mais perto, iremos até lá. - Avisa Bucky. 

- Não, é perigoso de mais, esperem por nós. - Repreende Steve. 

- Não, vocês estão longe de mais. Não temos tempo para esperar. - Respondo Grossa. 

- É perigoso. - Steve diz novamente. 

- Mais perigoso ainda se esperamos e os mísseis forem lançados. Quem chegar primeiro impede um outro ataque. - Respondo por fim e desligo o celular de Luis, ele em encara mas não diz nada, apenas liga o carro, antes que ele arrancasse dou uma última olhada para a lanchonete destruída. - Nós não chegamos aqui com um carro, aonde foi que arrumou esse? - pergunto curiosa para Luis. 

- Peguei emprestado. - Ele sorri convencido. 

- Quem diria, foi uma bela evolução, dá máquina de sorvete para um carro. - Me refiro ao fato de ele ter sido preso por roubar uma máquina de sorvete. 

- ahh, você sabe como é, eu sou do ramo. -Ele sorri.  


Notas Finais


Espero que tenham gostado, mais tarde tem mais... beijinhos


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