História The pianist - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Katy Perry, Rihanna
Tags Katyanna, Rihkaty, Romance, Yuri
Exibições 23
Palavras 722
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fluffy, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yuri
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Beijo


O dia ontem fora maravilhoso. Eu fui a uma orquestra, e dancei com a pessoa que eu mais gostava. Um sorriso inevitável estampava meu rosto e eu cantarolava canções que eu nem conhecia. Aquela garota havia me tirado do meu mundinho.

Antes de chegar em casa da escola, fui ao Le Cafee e comprei um doce para Katy. Fiz tudo muito rápido. Almocei, limpei a cozinha, e tomei um banho mais que rápido. Eu estava louca para me encontrar com ela.

Peguei meu violino e o pacote com o doce, e fui correndo para o apartamento dela. Eu esperava não ser cedo demais. Quase tropecei na escada.

Chegando lá, toquei a campainha. Um garoto alto me atendeu.

- Oi. Posso falar com a Katy?

Ele me encarou.

- Oi, gatinha – e piscou para mim.

Eu levantei uma sobrancelha. Like “What?!”

- Sai daí, seu chato! – disse Katy empurrando o garoto – Oi, Rihanna.

- Ah, essa é a Rihanna?

- Não, minha vó!

- Desculpe.

- Não foi nada – eu ria da cena.

- Se vocês vão começar a tocar, eu já vou embora – ele disse – Tenho curso de francês agora.

- Tá, tá, tchau; já vai tarde – ela disse.

- Tchau Katy, te amo também! – ele respondeu descendo as escadas.

Eu perguntei:

- Ele é seu irmão?

- É, infelizmente... Mas, você não chegou tarde hoje!

- É, eu me esforcei...

- Só não chegue tão cedo, porque esse chato ainda vai estar aqui.

Fomos para aquela sala de novo. Quando ela acendeu a luz, eu disse:

- Trouxe pra você – e estendi o pacote.

- Ah, obrigada. Eu adoro doces.

- E então, o que vamos tocar hoje?

- Que tal dançar?

- Eu acho que não sou muito boa nisso...

Ela riu.

- É brincadeira! Mas seria engraçado...

- Ah... – eu disse sem graça.

- Olha, pensando bem, eu acho que vou tocar uma música que eu compus pra você.

Fiquei boquiaberta.

- Você... Compôs uma música... Pra mim?

- Sim. Sente-se aqui ao meu lado.

Ela me chamou e eu fui sem hesitar. Sentei-me ao seu lado no mesmo banco do piano, colocando meu violino num canto.

Ela começou a tocar uma música linda, e eu só escutava. Fechei os olhos e pude sentir o que ela realmente quis transmitir com a música. Seus dedos passeavam com delicadeza pelas teclas, e ela não tirava os olhos delas. Fazia movimentos leves com a cabeça, seus braços estavam soltos, e seus pés firmes no chão.

De repente a música acabou. Eu ainda estava de olhos fechados, em transe. Mas a linda voz de Katy me acordou. Nós estávamos muito perto.

- Ei, Rihanna.

- Hum?... – abri os olhos lentamente.

- O que achou da música? Gostou?

- Eu acho que... Eu acho que... Eu acho que... – eu parecia um disco de vinil arranhado.

Ela me calou com um beijo. Senti seus lábios tocando os meus, e essa emoção era melhor que a música. Um beijo doce e inocente. Ela segurou meu rosto com suas mãos delicadas e eu me senti quente. Quando ela se separou de mim, ela deu um sorriso. Eu fiquei paralisada.

- O que foi? Não gostou? Eu não devia ter feito isso? – ela agora estava preocupada.

- Não, eu... – foi o que eu consegui gaguejar.

Ela me fitou e disse:

- Eu espero que...

Ela parou de falar e começou a tossir de novo.

- Katy, você está bem? – foi aí que eu acordei.

- Eu... Vou... Ficar... Bem...

- Precisa de alguma coisa? Um médico? – eu estava apavorada.

- Não precisa... – ela foi parando de tossir aos poucos.

Segurou a minha mão.

- Eu só... Não estou preparada pra te contar.

- Contar o quê?! Depois disso que a gente teve, eu acho que você pode me contar tudo.

Ela hesitou.

- Não, ainda não. Talvez amanhã. Eu preciso pensar em como eu vou te dizer. Não se preocupe com isso.

- Tudo bem. Mas eu vou estar aqui se você precisar de alguma coisa.

- Eu sei, você é incrível.

Ela me deu um abraço, me senti bem.

- Vamos tocar uma juntas agora – ela sugeriu.

- Tudo bem – falei pegando meu violino.

E voltamos a tocar. Eu ainda sentia seu beijo latejando em minha boca, mas por outro lado, eu estava preocupada com ela.
 



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