História The Pirate - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7
Personagens Jungkook, V
Tags Pirata&príncipe, Taekook, Top!taehyung, Vkook
Visualizações 266
Palavras 3.088
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Fluffy, Lemon, Luta, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Achei que não iria conseguir postar, mas acabei conseguindo.
Logo ficarei sem internet e terei mais coisas para fazer, então vou postar esse capítulo rapidinho.
Boa leitura!

Capítulo 5 - Carta


Acordei bem disposto, por incrível que pareça. Retirei minha roupa do corpo, trocando-a por outras menos quentes. De todos os últimos dias, esse vem sido o mais quente. Posso sentir as gotas de suor escorrendo por minhas têmporas e passeando até chegarem ao meu pescoço e logo depois molharem um pouco a gola da minha camisa preta e o meu colete de couro por cima.

Ao sair de meu quarto, vou para a sala de jantar e vejo que todos estão ali, menos o príncipe.

- Onde ele está? Vamos consertar este navio daqui a pouco. – Questiono cruzando meus braços que venho malhado.

- Em seu quarto dormindo. Jackson tentou acordá-lo, mas o garoto nem sequer se mexeu. Até fiquei com medo dele ter morrido. – Jimin fala enquanto come um pedaço de sua banana. Acho que acharam alguma bananeira aqui perto. O que é bom, pois tenho certeza de que temos mais comida.

- Se ele não morreu, eu faço o serviço. – Saiu resmungando até chegar a seu quarto improvisado. O local é pequeno, com um armário pequeno com apenas duas prateleiras e uma gaveta. E para dormir, tem uma rede a qual até é confortável. Peguei-a de um idiota que não me pagou o que devia.

Observo o príncipe de cabelos escuros deitado na rede. Por um momento me encanto pela beleza angelical dele que é capaz de hipnotizar qualquer um. Seus olhos fechadinhos em uma forma de risco, o nariz perfeitinho e a boca entreaberta dão uma imagem extremamente fofa para ele. Balanço a cabeça para tentar afastar esses pensamentos ridículos e me aproximo de sua rede temporária.

- Acorda! – Quase grito e empurro o pano para lá e para cá, fazendo a rede balançar bastante e ele acordar assustado. Não me agüento e começo a rir de sua cara de desespero. Sem dúvidas, sua expressão foi hilária.

- Para de rir, idiota! – Cruza os braços e faz seu famoso biquinho que só o torna mais fofo. Reviro os olhos ao ser chamado de idiota e vou ao seu armário pequeno para pegar sua roupa extra.

- Levanta desta cama agora. Vá comer ou fica horas e horas com fome. Não sei por quanto tempo iremos ficar sem comer. Se arrume rápido! – Abro a porta de seu quarto e antes de sair do cômodo, olho uma última vez para o mimado que ainda me encara irritado. – Você tem cinco minutos para aparecer na mesa. Senão vai ficar sem comida. – Encaro-o bem sério e ando pelo corredor estreito e vou comer finalmente.

Sento-me em meu lugar de sempre e pego as três melhores bananas do cacho deixando outras três para Jeongguk, as que estão mais maduras e quase apodrecendo. Não curto banana muito madura. Dá-me um pouco de nojo, não sei por quê.

Jeongguk chegou um pouco depois ainda com a cara irritada. Viu que havia ficado com as piores frutas e fez uma careta. Ignorei e continuei a comer minha última banana. Jaebum saiu da mesa deixando-me sozinho com o moreno.

- Por que fiquei com frutas tão podres? É nojento! – Descascou a banana com bastantes partes em marrom e continuou a fazer caretas de nojo evidente.

- Não perguntei o que você acha ou não das frutas, Jeongguk. Apenas coma! Temos pouco tempo. Quero ficar livre desta maldita ilha o mais rápido possível. – Levantei-me de minha cadeira. Quando fui passar por ele, tive a impressão de que ele colocou o pé na frente de minhas pernas, fazendo-me quase tropeçar em seu pé e me espatifar no chão duro e sujo. Espero que tenha sido apenas impressão minha, se não for... Acho melhor ele tentar fugir daqui, porque podem ocorrer cabeças rolando.

Fui para a parte externa de meu navio e observei meus homens recolhendo a madeira que obtinham e um martelo que não faço ideia de onde veio. Acho que o machado é de Yoongi, já ele adora colecionar armas, principalmente espadas bem grandes e afiadas.

- Isso foi tudo que conseguimos capitão. – Jackson aparece ao meu lado e aponta para a quantidade de madeira que temos. – Não é tanto assim, mas acredito que seja o suficiente para o buraco em nosso barco.

- Fala navio, Jackson. Barco parece ser uma palavra tão sem graça para essa belezinha aqui. – Comecei a acariciar meu próprio navio. Ignorei os olhares estranhos do Wang para minha pessoa e observei o príncipe aparecer no minuto seguinte com os braços cruzados, um bico em seus lábios, cara emburrada e ficava bufando a cada segundo. Está realmente irritado. Acredito que seja eu a causa de sua indignação. Dei de ombros com sua irritação fora de hora e fui até ele.

- O que foi agora? – Revirou seu par de escuridões e bufou mais uma vez.

- Para de bufar, criatura de Deus! Daqui a pouco vou te levar para um torneio idiota com toros. Acho que devem ter te deixado fugir sem querer! – Indiretamente chamei-o de touro.

- Haha. Que engraçado! – Foi irônico e revirou seus olhinhos brilhantes pela milésima vez só naquela manhã ainda bem entediante.

- Anda! Vai ir ajudar meus tripulantes a cortarem a madeira necessária! – O empurro de leve. Vejo-o fazer uma careta e a ignoro.

- E o que você vai fazer? – Arqueou uma de suas sobrancelhas. Dou de ombros e continuo o empurrando, chegando cada vez mais perto dos outros.

- Vou arrumar meu escritório. Ele está uma bagunça. – Sabia que eu não deveria dar satisfações para o mimadinho, mas não me importei de falar.

- É injusto eu cortar a madeira, acabar me machucando com farpas ou lâminas, enquanto você está seguro arrumando seu escritório que nem está tão bagunçado. – Fechou a cara mais ainda. Olhei seriamente para o Jeon e passei a língua pelo lado interno da bochecha. Acabei tendo uma ótima ideia.

- Já que você não quer tocar nas madeiras, que tal arrumar meu escritório por mim, Jeongguk? Meus homens dão conta do serviço de arrumar o navio e já que você diz que arrumar minha oficina de trabalho é uma tarefa tão fácil, faça-a por mim. – O moreno me encarou incrédulo. Foi reclamar de seu trabalho e ficou com uma parte pior ainda. Possuo conhecimento de sua renite. Ele vai ficar espirrando enquanto limpa meu escritório, sei disso. E essa vai ser a minha pequenina vingança.

- Por que eu?

- Porque é o único que está reclamando há meia hora. E você tem que fazer alguma droga nessa embarcação se quiser sobreviver. E eu mando aqui! Sendo assim, você vai fazer o trabalho por mim enquanto resolvo algumas outras coisas e descanso um pouco. – Ouvi-o bufar e caminhar apressadamente com passos largos e fortes pelo piso de madeira fazendo-o ranger muito. Dou um sorriso vitorioso de canto e o sigo até meu escritório.

Entro no local juntamente com Jeongguk, que senta em uma cadeira vazia. Cruzou seus braços fortes e musculosos encarando o chão que naquele momento parecia a coisa mais interessante do mundo. Sentei-me em minha cadeira e comecei a organizar as pilhas enormes de papeis desorganizados na mesa.

- Com qual tarefa que eu vou começar? – Olhei para o moreno e o vi me encarar com tédio. Ignorei sua manha e olhei ao redor.

- Para começar, tire o pó das coisas, depois organize aquela estante pequena de livros e por fim varra o chão com a vassoura que está no depósito ao lado de seu quarto.

- Tudo isso?

- Como assim “tudo isso?”? É muita pouca coisa, isso sim. Você acaba em uma hora. Agora, anda! Levanta essa bunda da cadeira e vá começar a limpar. – Levantou-se da cadeira bufando. – E para de bufar, você não é touro para isso. Limpe tudo sem reclamar ou falo para você limpar meu quarto também.

- Você é tão chato! – Sussurrou.

- Irei fingir que não te ouvi para seu próprio bem.

Fiquei um bom tempo arrumando meus papeis, até que quando olho, Jeongguk está inclinado, tentando recolocar os livros na parte mais alta da estante. O rapaz não estava conseguindo porque não era tão alto assim.

Aproximei-me dele e o segurei com firmeza pela cintura com uma mão, enquanto que a outra eu tirava o livro de suas mãos e colocava na prateleira mais alta. Senti que o príncipe ficou um pouco tenso e desconfortável com minha atitude. Só o ajudei, o que isso tem de demais?

- Não vai ser educado e falar obrigado? – Debochei enquanto voltava a me sentar na cadeira.

- Hã... Muito obrigado. – Sorriu meio desconcertado. – Admito que não esperava essa sua atitude, mas fico feliz que tenha me ajudado. – Suas bochechas estavam meio avermelhadas, revelando que ele estava ainda constrangido com a situação.

- Só fiz isso porque você iria acabar derrubando a estante. Além de ter risco de morrer, você poderia estragar todos os meus livros e a estante que tive que pagar com o meu próprio dinheiro. Isso não seria nada legal, sabe. Gastar dinheiro para um mimado vir e estragar.

Jeongguk revirou os olhos e voltou a arrumar o local.

Enquanto organizava os papéis, senti um incômodo em uma parte de meu corpo. Sabia que era porque estava apurado e fui ao banheiro fazer minhas necessidades. Quando voltei, sentei-me pela milésima vez na cadeira e olhei para Jeongguk observando-o varrer o chão do escritório.

O garoto estava de costas para mim e com sua posição, consegui ter uma visão privilegiada dele arqueado, com a bunda empinada. Seus glúteos não são tão grandes como os de Jimin, mas sua bunda até que é muito bonita e gostosa. Porém o que mais me atrai nele são suas coxas. Aqueles malditos músculos são gostosos para caralho. Fico pensando em como que o moreno conseguiu deixar suas coxas assim. Será que foi dança? Esgrima? Corrida?

Acho que fiquei tempo demais o observando, porque quando notei o garoto havia terminado de varrer e estava guardando a vassoura. Jogou seu corpo sem delicadeza nenhuma na cadeira reserva e ficou respirando ofegante. Imagino que ele nunca havia limpado alguma coisa já que sempre teve empregados para fazer isso por ele.

- Cansou, foi? – Debochei. Jeongguk me mostrou o dedo do meio. – Quem diria... O mimadinho mostrando o dedo do meio. Que feio, Jeon! – Ri soprado e ouvi-o me contar baixinho.

- Deixa-me em paz, Taehyung! – Reclamou. Parecia realmente cansado.

- Antes de você poder ir descansar, mimadinho, quero que vá até meu quarto e em cima de uma prateleira pegue a planta do navio.

- Planta do navio?

- Sim. O desenho que mostra cada parte de minha embarcação. Pensei que saberia o que é isso. – Arqueei uma sobrancelha. O garoto levantou-se a contragosto da cadeira.

- Eu sei o que é isso, só fiquei um pouco confuso. Não sabia que seu navio tinha um desenho. Sempre achei que não era necessário.

- É sim necessário, mas não vou tentar te explicar porque você não vai entender praticamente nada. – Antes de ele sair da sala olhou-me uma última vez e disse:

- Não sou burro e retardado como você pensa. Se você me explicasse sobre navios piratas, eu entenderia.

- Acho que não, Jeongguk. Entretanto, fico feliz de saber que você se interessa por esse tipo de coisa. – Sorrio.

- Pode até não parecer, mas eu sempre tive interesse em navios piratas. Sempre quis saber o porquê de vocês serem assim... E um dia eu vou descobrir o seu motivo.

- Você nunca vai descobrir o meu real motivo para ser assim, Jeon! – Desafiei-o com o olhar. Vi-o olhar para mim da mesma forma.

- Isso é o que vamos descobrir. – Saiu rapidamente do cômodo. Nem notei quando havia começado a sorrir. Amaldiçoei-me em dez línguas diferentes por ficar mais legal com ele, afinal o de cabelo escuro é insuportável e ninguém me faz sorrir tão facilmente.

Alguns minutos depois ouvi um barulho de vidro se quebrando. Dei um pulo ao me assustar com o estrondo e fui quase correndo para meu quarto, local da onde veio o som inconveniente.

Ao entrar no lugar a primeira coisa que notei foi o pote de geléia quebrado no chão. Depois notei Jeongguk com uma carta em mãos. Porém aquela não é uma carta qualquer, é uma carta que ninguém jamais deveria ler! Eu a guardei no fundo falso de uma gaveta justamente para não ninguém achar, mas o mais novo achou e leu.

Não consegui evitar sentir meu sangue começar a esquentar. Quando dei por mim, havia o prensado na parede. Meu ato fez com que ele deixasse cair no chão de madeira aquele maldito papel.

Não era para ninguém ler!

- Como você se acha no direito de mexer em minhas coisas?! – Quase gritei olhando em seus olhos com raiva. A raiva me corroia inteiro.

- Eu estava procurando pela planta do navio, como você me pediu! Eu sem querer achei essa carta e a li por curiosidade. – Deu de ombros como se fosse uma coisa normal.

- Acontece, meu bem, que eu não te dei permissão para mexer em minhas coisas. – Falei calmamente tentando juntar toda a minha calma para não socar aquele rostinho bonito. – Você não é nada meu para eu te deixar mexer em minhas coisas. Era tão difícil pegar aquele maldito desenho da embarcação e não mexer em mais nada?

- Peço perdão, então. Mas por favor, me solte. – Suas bochechas estavam coradas e Jeongguk não conseguia me olhar nos olhos. Por quê? – Eu nunca mais mexo em suas coisas!

Senti uma coisa dura encostar. Olhei para baixo para saber o que estava encostando em mim. Fiquei surpreso quando descobri que o pênis de Jeongguk estava duro. O garoto estava assim por minha causa? Por que eu sem querer encostei meu membro nele?

- Me solta. – Pediu com os olhos fechados. Dei um sorriso malicioso. Talvez seja minha chance de brincar com o príncipe.

Coloquei minhas mãos em sua cintura e apoiei-as ali com mais firmeza. Aproximei mais meu rosto do dele deixando nossos lábios a centímetros de distância. Notei-o segurar sua respiração e seus olhos se abriram e arregalaram. Afastei minimamente nossos quadris e de repente joguei o meu para frente, simulando uma estocada com força. Notei ele abrir a boca em formato de ‘O’. Parecia bem surpreso e assustado com minhas ações. Senti-o ficar excitado mais ainda e eu aproximei mais nossos lábios até que estivesse a poucos milímetros de distância enquanto passava rapidamente minha língua pelos seus lábios.

Afastei-me dele com um sorriso malicioso, afinal consegui lhe deixar ainda mais excitado do que já estava. Nem acredito que o mimadinho me acha atraente. Mas quem não acharia, não é mesmo?

Fui andando de costas enquanto observava-o olhar para mim incrédulo. Acho que ficou pensando que eu realmente o beijaria. Jeongguk é muito atraente, mas ainda não gosto dele o suficiente para isso.

- Você vai me deixar desse jeito? – Apontou para a própria ereção e o tom de sua voz aumentou um pouco. Parecia um pouco desesperado por atenção.

- Claro que vou. Pensou o que? Que eu transaria contigo? – Debochei e o vi fechar a cara completamente. Ri soprado e saí de meu quarto. Espero que o pivete não mexa em nada de novo, senão vai se arrepender amargamente.

Mal passei pela porta e notei Namjoon escorado na parede, de braços cruzados e com um sorriso malicioso em sua face.

- Você ouviu tudo né? - Fiz uma expressão de tédio. O Kim riu soprado e concordou com a cabeça.

- Sim, eu ouvi. E vi tudo também. – Desencostou da parede. – Quem diria hein? Você provocando o Jeongguk. Pensei que nunca aconteceria isso.

- Nem eu. Quis apenas provocar o garoto. Que mal tem isso?

- Nenhum. Isso é ótimo! Quem sabe você deixa de ter esse coração congelado.

- Se eu tivesse o coração congelado, não estaria vivo.

- Na verdade, você poderia estar vivo sim. Só estaria congelado. É o que eu acho.

- Foda-se! – Dei de ombros. Sempre odiei quando Namjoon começava a tentar bancar o mais inteligente. Ele pode até ser, mas sou o mais esperto. Tem uma grande diferença.

- Só quis dizer. – Sorriu e eu revirei os olhos. O cara sempre acha que está certo, isso irrita e muito.

- Vai lá acabar de exercer suas atividades! Ou já acabou?

- Estamos quase acabando. Só falta Jaebum e Jackson terminarem de pregar as madeiras. Eu, Jiminie e Yoongi já as cortamos de acordo com o tamanho certo. – Acompanhou-me até meu escritório, onde me sentei na cadeira e enfim pude descansar novamente.

- A comida é suficiente para sobrevivermos por pelo menos uma semana? – Questionei enquanto pegava alguns mapas por diversas ilhas diferentes e comecei a riscar pontos onde podemos procurar por tesouros depois que sairmos daqui.

- Obviamente que não. Todo o alimento que possuímos deve durar por no máximo três dias.

- Sendo assim, eu e Jeongguk vamos ir buscar mais comida. Jimin disse que encontrou algumas frutas próximas a uma cachoeira. Ainda não escureceu, dá tempo de ir lá e resolver tudo.

- Por que você escolheu Jeongguk? Poderia ter me escolhido, ou Yoongi ou até Jackson. – Seu sorriso ladino me deu uma doida vontade de socar sua cara.

- Não preciso lhe dar satisfações. Se eu escolhi o Jeon ou não é problema meu. – Apontei para a porta sinalizando que o Kim mais velho deveria sair o mais rápido possível de meu local de trabalho.

- Tomara que o amor te deixe menos idiota e grosseiro. – Murmurou mais para si mesmo do que para mim. Fingi que não ouvi a besteira que o cara disse e apontei mais uma vez, sinalizando-o para ir ainda mais rápido. Quero ficar sozinho! – Já estou indo, Taehyung. Se acalme!

- Não preciso que você me diga o que fazer. – Fico irritado com sua audácia. Ultimamente o de cabelos loiros vêm sido muito abusado. Acho que o Kim precisa de uma punição por dizer coisas que não deve. Não comer por um dia e limpar todo o convés é uma boa opção de punição.

- Mais um conselho: vá apenas amanhã buscar comida. Se escurecer mais rapidamente e vocês demorarem, pode ser bastante perigoso. – Devo admitir que ele desta vez tem razão. Pensei por mais uns segundos e assenti, concordando com o mais velho.

Assim que Namjoon saiu de meu escritório, aconcheguei-me melhor na cadeira e coloquei meus pés e pernas em cima da mesa. Meus braços começaram a apoiar minha cabeça e eu fechei meus olhos. Vou descansar um pouco pois estou muito cansado. 


Notas Finais




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