História The Plan (Romance Gay) - Capítulo 7


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Álcool, Amigos, Amor, Briga, Dannm, Drama, Garotos, Gay, Homossexualidade, Romance, Romance Gay, Sexo, Yaoi
Visualizações 161
Palavras 1.403
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Lemon, Luta, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Mais um capítulo para vocês, amores.

Desculpem a demora.

Boa leitura.

Capítulo 7 - Capítulo VII


Ele não fez nada no meio do caminho, apenas sorria quando direcionava a visão para mim. Quando chegamos no local onde ele morava, saiu do carro e eu o segui, mas ele nem pegou na minha mão nem nada.

Deveria ter percebido que tudo isso era novo para ele e que o mesmo não queria ser visto assim comigo. Pois assim que passei pela aquela porta, ele fechou o objeto com força e trancou, logo indo na minha direção.

Caminhou até mim retirando a blusa, dando visão para seu belo corpo.

– Me mostra tudo que você sabe. – ele pediu.

Assenti, logo seguindo o exemplo do maior e retirando minha blusa, depois meus sapatos e calça, enfim, ficando somente de cueca. Não senti vergonha por está seminu na frente do loiro, pra mim era uma realização.

Ele me admirava com seus olhos, e aquele sorriso malicioso no rosto, só me trazia mais vontade de está fazendo isso.

Ele se sentou no sofá da sala, e eu sobre seu colo, com uma perna de cada lado. Sentia a ereção do loiro entre minhas pernas, o que me deixou louco para sentar logo.

Puxei o maior para um beijo, que foi retribuído com rapidez e eficácia. As mãos do garoto estavam postas na minha cintura, e isso me deixou meio desapontado. Quem em sã consciência não pegaria na minha bunda?

Pus as mãos sobre as dele, desci com um movimento até minha bunda. Ele pareceu pouco a vontade, mas logo pegou o jeito é começou a massagear a mesma com prazer.

Hum, aquela sensação de nostalgia e adrenalina corra solta nas minhas veias.

Desci os beijos para o pescoço do maior, e deixei marcas visíveis para todos verem, e quando o maior visse, se lembraria da nossa primeira transa.

Posicionei meus dedos indicadores nos mamilos do rapaz, e fiz movimentos circulares. Pelo ofegante sofrido que ele soltou pela boca, constatei que deveria estar mais do que bom.

Continuei a provocação sem parar, ainda remexendo o quadril, para sentir o volume do membro do loiro.

Will parava o beijo hora ou outra para gemer em excitação, e isso estava me deixando maluco.

Ele com muita dificuldade ainda massageava minha bunda.

– Tá gostando? – perguntei.

– C-continua. – falou gaguejando.

– Seu pedido é uma ordem. – sorri malicioso para ele.

Passamos um bom tempo nisso, até e me cansar e ir logo para a parte em que eu sentiria mais prazer.

O sexo.

Sai de cima dele, e puxei o mesmo até seu quarto, onde ele retirou o resto da roupa. Eu contemplava William pelado, e com certeza levaria para o resto da vida, nunca mais esqueceria essa visão.

Retirei minha cueca, e joguei em algum lugar do quarto, mas quando me virei para olhar Will, e ele já me pegará nos braços e me levantará até a cintura.

Senti seu pênis roçando na minha bunda, dando um arrepio engraçado, mas gostoso. Ele me deitou na cama, e sobre mim subiu beijos rápidos no peito, no pescoço, subiu até o queixo, por fim chegando na boca.

Os lábios do loiro eram tão convidativos, deliciosos, que minha vontade era de nunca mais se desgrudar. Minhas mãos passeavam pelos seus cabelos dourados, lisos, tão macios.

A falta de ar nos separou, e a boca do maior desceu para meu pescoço, junto com minhas mãos que desceram para as suas costas e automaticamente asunhei a mesma.

Ele grunhiu com o lábio entre os dentes, e sorriu logo após.

– Isso doeu. – ele riu pelo nariz.

– Não era minha intenção. – me desculpei.

Ele voltou para a meu pescoço e deixou ali um chupão, ficaria vermelho, roxo, não sei.

– Não foi minha intenção. – ele falou.

Abri minha boca em surpresa, mas não deixaria barato.

Coloquei força para o lado direito, derrubando o loiro para o lado, e subindo rápido em cima dele.

Mordi o lábio ao olhar Will dessa posição, parecia tão sexy, tão angelical.

Sem nem eu perceber ou ver, ele tinha uma embalagem na mão, reconheci de imediato. Uma camisinha.

Me afastei um pouco, para dar visão ao membro do maior, que entendeu o recado e agilizou em rasgar a embalagem e pegar o plástico borracha que estava dentro, logo colocando no membro sem nenhuma de dificuldade.

Eu subi novamente nele, ajeitando o pênis dele na minha entrada, que se contraiu ao ser tocada pelo maior.

Comecei a deslizar sobre ele, já sentindo metade do membro dentro de mim, e vendo o mesmo se remexer em tesão. Coloquei minha mãos sobre o peito do loiro, já com todo o pênis em mim, e passei a me mover devagar, até porque tinha que me acostumar com aquilo.

Minha respiração era dificultosa, mas mesmo assim não parei por um segundo de sentir o prazer que eu estava sentindo.

– Ah ... Dave como você faz isso? – ele gemia e falava com a voz falha.

– Só tá começando bebê. – falei já começando a me movimentar mais depressa. Eu subia, descia, e rebolava no membro do loiro, causando extremo prazer nele e em mim.

Ele então segurou minhas costas, e me virou. Não fiquei com as pernas para cima, como das últimas vezes, fiquei de ladinho, somente com uma da pernas levantada. Ele se encaixou direitinho na minha entrada, e começou a se movimentar mais rápido.

Nunca havia experimentado nessa posição, e como a primeira vez, estava sendo ótimo. Will me deixava sem ar, literalmente.

E com a velocidade que se movia de encontro a mim, era surpreendente.

Eu podia sentir a respiração rápido dele bater na minha nuca, e de vez enquanto ele depositava beijos singelos ali, eriçando alguns cabelos da minha cabeça.

– Mais ... rápido. – eu pedia e ele executava – Awnn ... Hum ...

Meu ápice já estava chegando, e não demorou muito para eu jorrar em prazer sobre a cama do loiro. Já ele pareceu resistir um pouco mais, e continuou com os movimentos.

Me pôs de quatro e fez o prazer duplicar, triplicar com os movimentos, quadruplicar  meus gemidos, e fez minhas pernas ficarem bambas.

Seu membro ia tão fundo em mim, que tocava no meu ponto de prazer, o ponto que não só fazia eu gritar e pedir mais, mas também me deixar louco de tesão e excitação.

Ele segurava minha cintura e puxava no mesmo ritmo em que ia em direção a minha entrada.

O maior se aproximou do meu rosto e virou o mesmo, no intuito de dar um beijo singelo na minha boca. Sua barriga estava arrastando na minha costa por conta dos movimentos que ainda eram executados.

– Eu quero você mais vezes. – ele pediu, fazendo uma careta e logo desacelerando as estocadas.

Eu sabia que seu ápice havia chegado, pois senti uma quentura em mim, mesmo dentro da camisinha.

O loiro se retirou com delicadeza de dentro de mim, e caiu ofegante ao meu lado. Me deitei na cama com a respiração tão acelerada, assim como o garoto, mas que tinha um sorriso no rosto.

Ele também retirou a camisinha usada do seu membro que aos poucos ficava mole, jogando a mesma no chão perto da cama.

– Você precisa vir aqui depois. – ele me puxou para deitar sobre seu peito, que tinha um cheiro peculiar. Inalei um pouco daquilo enquanto podia.

– Você só precisa pedir. – sorri para ele.

– Dorme um pouco, amanhã te levo pra casa. – ele me apertou um pouco mais forte, transmitindo um pouco do calor do corpo dele para mim, que já estava ficando frio.

[...]

O carro parou na frente da minha casa, e o loiro me olhou meio tristonho.

– Te vejo depois? – ele perguntou.

– Claro, os garotos vão se encontrar amanhã. – me ajeitei melhor no banco – Então não se preocupe.

Ele assentiu e sorriu. Olhou para a frente com um olhar cheio de dúvidas.

– Posso te dar um último beijo? – ele pediu com desejo.

– Acho melhor não, estou na ... – o loiro me puxou e me beijou profundamente.

Não resisti e retribui o beijo. Ele puxou minha nuca, me impedindo de nos separarmos.

Aquele gosto de menta que o maior tinha era tão tranquilizador.

– Vá logo, antes que eu te beije outra vez. – ele pediu.

– Tudo bem. – roubei um último beijo do maior e saí do carro.

Ele me olhava até eu chegar na frente da porta de casa. Balancei a mão em despedida e entrei em casa.

Mas a pessoa que vi ali não era quem eu esperava ver quando eu chegasse.

– Oi Dave. – Clarke falou.


Notas Finais


O que acharam do hot?
Eita, lá vem o Clarke estragar tudo.

Até o próximo.


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