História The Price of Fame - Capítulo 16


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Beliebers, Justin Bieber, Purporse Tour
Exibições 190
Palavras 5.031
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura a todos..

Capítulo 16 - My Charlotte.


Fanfic / Fanfiction The Price of Fame - Capítulo 16 - My Charlotte.

—  Charlotte sua maluca ela vai te machucar. - falei indo atrás dela.  

—  Shiuu, ela é boazinha olha só - se agachou pegando a galinha com agilidade.  

—  Hmm, agora deu até fome – brinquei. 

—  Que horror não diz essas coisas perto dela, ela se assusta não é mesmo Mandy ? - me encarou se levantando com a galinha no colo. 

—  Mandy ? - ri alto esfregando a cabeça.  

—  Todo mundo precisa de um nome não acha ? - arqueou a sobrancelha —  Vamos entrar ?  

—  A Mandy  vai entrar junto com a gente ? -  

—  Pode ? - perguntou manhosa.  

—  Hmm tá, deve ter algum banheiro pra pormos ela e amanhã a gente vê o que faz. - 

—  Será que ela vai botar muitos ovos amanhã cedo ? -  

—  Acho que não, ela perece bem magra e fedida. -  

—  Fedida é apelido, Mandy é personificação da catinga – riu dando os ombros —  Vou precisar tomar um banho tudo bem ? - 

—  Tá, me dá a Mandy que eu vou arrumar um lugar pra ela dormir  e te mosto onde é o banheiro. - 

—  Ok – sorriu me entregando Mandy a galinha.  

Charlotte e suas peculiaridades, se conto a alguém ninguém acredita,  uma galinha de estimação é tão estranho que chega ser engraçado e eu como não sou nem um pouco bobo não vou deixar essa oportunidade passar em branco, já até tenho uma ideia de que peça pregar nela e a Mandy vai me ajudar.  

— Espera aqui que já volto – a avisei indo até a garagem, peguei a maior gaiola que encontrei, coloquei Mandy lá dentro a levando até a edícula.  

— Outra Mandy na minha vida, só que você é mais simpática não é ? – sorri falando sozinho. — Boa noite Mandy e vê se não começa gritar as 06H00. – apaguei a luz voltando pra dentro da casa.  

— Justin – ouvi ela gritar. — Achei a cozinha. –  

— Haha um minuto na boca uma vida nos quadris é o que minha mãe sempre diz . – a provoquei entrando na cozinha.  

— Isso é sério mesmo ? Então acho melhor não te oferecer esse chantilly que achei por acaso. – sentada na bancada da pia Charllote segurava um pote de chantilly em uma mão e um pote com morangos e sorvete  na outra sorrindo com a ponta do nariz toda melada de doce.  

— Hmm. – resmunguei entre os lábios caminhando até ela.  

— O que ? – arregalou os olhos colocando os potes em cima da bancada.  

— Você tá linda – sussurrei molhando os lábios parando em pé entre suas pernas.  

— Ahah engraçadinho – riu irônica.  

— To falando sério baby. – falei baixo deslizando os dedos em sua coxa.  

— Hmm, para com isso você sabe que fico sem graça. – bufou baixo, corada desviou o  olhar tentando disfarçar os arrepios. — E Mandy ? -  

— Tá dormindo lá na edícula. – respondi pegando um morango,  

Estendendo seus braços sobre meus meus ombros  arranhou minha nuca devagar puxando meu corpo pra si, molhando os lábios mordisquei seu lóbulo direito.  

— Jus – sorriu sem graça me afastando.  

— Oi –  

— Tem alguém aqui ? – sussurrou  

— Acredito que não. – respondi coçando o queixo.  

— Eu preciso tomar banho. – sorriu pulando da bancada.  

— Vou te mostrar o caminho. – arfei baixo franzindo o nariz.  

— Vai na frente – sorriu esticando o braço.  

— Tá – pigarrei balançando a cabeça.  

.....  

— Vou procurar uma toalha . – respondi abrindo a porta do banheiro da minha suíte.  

— Tudo bem, pendura na maçaneta que depois eu pego. – entrou no banheiro fechando a porta.  

Perdido e aéreo perdi cerca de três minutos fitando o vazio, piscando seguidas vezes despertei do transe e fui tomar banho no quarto ao lado, se fiquei mais que cinco minutos de baixo d'Água foi muito, vesti a roupa limpa e só então se  lembrei da toalha, apressado  voltei correndo pro meu quarto.  

— Ai está você. –  disse assim que entrei no quarto, de costas pra porta e se olhando no espelho Charlotte vestia um pijama curto e preto.  

— Tava tomando banho no quarto ao lado. – engoli a seco fechando a porta.  

— Hmm que preguiça – murmurou se jogando na cama.  

— Ativou o despertador ? – perguntei me sentando na cama.  

— Sim - respondeu se sentando atrás de mim. 

Em silêncio Charlotte percorreu minhas costas com a ponta dos dedos, arrepiado fechei os olhos relaxando os ombros, mordendo os lábios me deliciei com sua massagem maravilhosa por alguns minutos, extremamente relaxado e sedento por teu gosto me virei domando seus lábios sem rodeios, tombando o corpo pra trás Char me puxou pela nuca deitando meu corpo em cima do seu, eufórico mordi  seu lábio inferior puxando ar, com a respiração descompensada e corpo trêmulo ela  pediu passagem dançando com a língua, mordendo os lábios chupei sua língua devagar devorando sua boca em seguida, arrepiado dos pés à cabeça pressionei meu corpo contra o seu distribuindo chupões ao redor de sua boca, entrelaçando os dedos em seu cabelo puxei sua cabeça pro lado avançando em seu pescoço enquanto Char grunhia baixo.  

— Eu quero tanto você minha gostosa  – sussurrei ao pé de seu ouvido. 

Se contorcendo ela gemeu baixinho ficando as unhas em meu ombro, perdendo o pouco controle que me restava deslizei a língua percorrendo seu colo chegando até os seios.  

Sem pressa puxei sua blusa pra cima a tirando em seguida, corada Charlotte me fitava fixamente respirando baixinho, com um sorriso no rosto molhei os lábios inclinando a cabeça pra frente, seus mamilos enrijecidos piscavam de maneira provocativa, sem pensar duas vezes pincelei seu seio esquerdo com a ponta da língua.  

— Hmmm Juuustiiinnn – Charlotte gemeu baixo se contorcendo.  

Ouvi-la gemer meu nome me levou a loucura, apertando seus seios com mão comecei a suga-los lentamente, pouco a pouco aumentei a velocidade alternando beijos e chupões entre os seios, com os pés ela puxou minha bermuda me deixando apenas de cueca, agitada Charlotte se esfregava em mim revirando os olhos.  

Com a respiração acelerada meu corpo tremia dos pés à cabeça e com ela não era muito diferente, fixando o olhar em seu rosto ri fraco mordiscando sua barriga 

— Meu corpo tá tremendo, ahhh. – disse baixo entre os lábios me puxando pra cima.  

Colocando nossos rostos Char deu início a um beijo acelerado e cheio de mordidas,  pendendo meu corpo pro lado me jogou deitado na cama tomando o controle da situação.  

— Eu quero você. – sussurrou ao pé do meu ouvido se sentando no meu colo, com a mão esquerda ela puxou meu braço que até então acariciava seus seios, sorrindo safada mordiscou a ponta do meu dedo indicador dando uma rebola tímida.  

— Ohh, eu também quero você. – resmunguei entre os lábios revirando os olhos.  

— Hmmm Justin isso tá tão gostoso. – gemeu rebolando devagar.  

Minha Calvin Klein estava quase rasgando tamanho o atrito  entre nossas intimidades.  

— Tira a roupa baby – gemi baixo.  

Saindo de cima de mim com agilidade ela se sentou ao lado puxando o shorts junto com a calcinha, com certa pressa tirei a bóxer a puxando pela cintura, invertendo as posições mais um vez segurei seus braços.  

Inclinando a cabeça pra frente baixe o pescoço aproximando meu rosto de sua virilha, arfando alto ela mexeu as pernas tentando se soltar.  

— Justin me solta agora – levantou a cabeça me encarando, Charlotte estava prestes a explodir mas sei que ela aguenta mais um pouco.  

Dando os ombros beijei sua barriga descendo até suas coxas, com um sorriso largo no rosto afastei suas pernas passando a ponta da língua em sua virilha, ela  por sua vez cismava em se mexer.  

— Sossega  -  

— Eu não consigo, vou explodir Jus – gemeu baixo.  

— Ohh Char você não vai explodir meu amor. – tocando meus lábios em sua virilha subi lentamente depositando um beijo leve a centímetros de seu clitoris. 

Roçando a barba em sua virilha soltei seus braços, automaticamente Charlotte levou as mãos até minha cabeça a empurrando contra sua intimidade vibrando de tesão.  

— Hmmm que delicia baby. – sussurrei afastando seus grandes lábios com a ponta dos dedos.  

Molhando os lábios suguei seu clitoris fazendo pressão com os lábios.  

— Oooooohh Juuuuustin – gemeu alto dando um soco no colchão, com meu membro doendo tamanho o tesão respirei fundo se segurando pra não explodir.  

Lambendo toda sua intimidade aumentei a intensidade dos movimentos,  gemendo abafado seu corpo logo enrijeceu.  

— Ahhh, aaaah Justin, aaah seu gostoso desgraçando. – gritou se contraindo em seguida, notando seu orgasmo segurei seu quadril prensando seu clitoris contra minha língua, se debatendo feito doida ela gozava sem parar.  

Parando gradativamente com os movimentos soltei seu quadril.  

— Gostosa  – sussurrei me sentando ao seu lado. 

— Vem aqui – disse firme me encarando. — Vem aqui agora. –  

Com um olhar de devorada Char puxou meus braços me jogando com força na cama, subindo em cima de mim avançou em meus lábios, explorando cada centímetro da minha boca, se afastando ela lambeu meu queixo descendo pelo corpo, sentindo um calafrio intenso mordi os lábios com força arfando alto. 

Arranhando meu abdômen jogou o cabelo pro lado tirando minha Calvin Klein, precisa e direta segurou meu membro contornando a cabecinha com a ponta a língua, uivando alto enrijeci as pernas delirando de prazer, abocanhando sem modéstias Charlotte deslizou os lábios até a base subindo bem devagar.  

— Ahh que boca gostosa, hmm que delicia, ohhh desse jeito eu vou gozar. – gemi entre os lábios alucinado.  

Aumentando a velocidade ela engoliu chupando sem pressa, uma explosão de adrenalina se espalhou pelo meu corpo, pressentindo o orgasmo puxei Char pelo cabelo trazendo sua boca em direção a minha, com nossos corpos sincronizados senti sua intimidade encostar em meu membro, com as mãos apoiadas em meu peito ela se ajeitou se sentando só na pontinha.  

— Hmmmmmmm. – gemi entre os lábios massageando seus seios.  

Gemendo baixinho ela escorregou devagar me arrancando um grito abafado. 

— Puta que pariu, tão aperta, tão molhada. – gemi a puxando pelo cabelo domando seus lábios enquanto ela rebolava devagar.  

Se remexendo pra frente e pra trás Charlotte rebolava até o talo, sua vagina úmida e  estreita  devorava meu membro me fazendo bambear por inteiro, com meu olhar fixo no seu fui as nuvens gozando em seguida, aumentando a velocidade Char começou a cavalgar mastigando meu membro com seu orgasmo instantes depois, sem desgrudar nossos lábios iniciei um vai e vem lento sentindo outro orgasmo chegar.  

— Ooooh Char -  gemi alto inundando sua intimidade  com mais uma leva de esperma.  

Completamente mole ela desencaixou nossas intimidades esparramando seu corpo ao meu lado, ainda sem fôlego e com um sorriso largo no rosto me aconcheguei ajeitando a cabeça no travesseiro, me dando um selinho demorado deitou sua cabeça em meu peito o acariciando.  

— Jus – sussurrou brincando com os dedos em meu abdômen.  

— Oi meu amor – 

— Não sinto minhas pernas. – sorriu entre os lábios erguendo o olhar. 

— Também não sinto as minhas. – molhei os lábios lhe dando um beijo na testa.  

— Vai tomar um banho ? Sem esquecer de colocar os lençóis pra lavar. –  

— Não precisa por pra lavar, amanhã às senhoras da limpeza cuidam disso. –  

— Larga de ser preguiçoso, não vou deixar esses lençóis sujos e cheirando a sexo pra outra pessoa lavar. – resmungou levantado da cama e indo até banheiro, se arrastando levantei da cama indo atrás dela.  

Cansada e sonolenta Charlotte acabou capotando assim que trocamos os lençóis da cama após sair do banho, jogando tudo no chão do banheiro, programei meu celular pra despertar,  apaguei as luzes e fui me deitar ao seu lado, sorrindo sozinho me aconcheguei na cama a abraçando de conchinha.  

Despertei dando um pulo na cama, silenciando o alarme esfreguei os olhos me sentando devagar pra não acorda-lá, pingando de sono fui ao banheiro fazer minha higiene matinal, enquanto Charlotte dormia feito anjo juntei os lençóis caídos no chão e desci pra por pra lavar.  

A chaleira já apitava na cozinha e os cachorros latiam lá fora, passando reto pela aérea da cozinha fui até a lavanderia que por sinal estava vazia, soquei tudo na máquina e deixei lá batendo.  

Ao chegar na cozinha encontrei o café já sobre a mesa, ovos, bacon e cereais o que me agrada já a Charlotte nem tanto, dando os ombros abri a geladeira procurando por ingredientes, se vai ficar bom eu não sei mas darei meu melhor.  

Prestes a subir me lembrei de Mandy na edícula, com uma vasilha de ovos na não fui lá pra fora, Mandy andava de um lado pro outro, um pequeno pote de milho estava dentro gaiola, provavelmente um dos funcionários a alimentou, com cuidado abri a gaiola e amontoei alguns ovos, fechei tudo peguei a vasilha e voltei pra cozinha, lavei bem as mãos, guardei o restante dos ovos na geladeira, peguei a bandeja em cima da bancada e subi.  

Cheguei no quarto faltando poucos minutos pro celular dela despertar, colocando a bandeja em cima do criado mudo me sentei ao seu lado acariciando seu cabelo.  

— Baby – sussurrei ao pé de seu ouvido.  

— Hmmm. – murmurou entre os lábios.  

— Acorda baby –  

— Justin  ? – se espreguiçou ainda de olhos fechados. –  

— Drew Bieber. – ri fraco me jogando em cima dela, piscando os olhos seguidas vezes ela estalou o pescoço me abrando apertado. — Se eu fosse você não fazia isso, não respondo por mim se eu não te deixar sair da cama depois.  

— Eu devo estar horrível agora, toda inchada e amaçada. – resmungou.  

— Tá linda  isso sim. – mordi seu queixo saindo de cima dela. — Tenho uma coisa pra você. – pigarrei pegando a bandeja.  

— Oh Justin – arfou baixo sorrindo em seguida. — Isso é tão lindo. – se sentou cruzando as pernas com o olhar lagrimejado.  

— Não chora Char, não era pra vc chorar –  

— Não to chorando, to emocionada por que ninguém nunca fez isso pra mim antes e você foi a última pessoa que me passou pela cabeça. – esfregou os olhos sorrindo entre os lábios.  

— Também nunca fiz isso antes. – cocei a cabeça sem graça.  

— Espera, antes de comer preciso fazer uma coisa. – se levantou correndo até o banheiro. — Não sai dai que é rapidinho. – avisou encostando a porta ..... — Pronto – abriu a porta cerca de dois minutos depois.  

— Apertada pra fazer xixi ? – franzi a testa cerrando os dentes.  

— Passou longe. – sorriu espoleta subindo no meu colo. — Fui escovar os dentes. – molhou os lábios, jogando o cabelo pro lado envolveu suas mãos ao redor de meu pescoço.    

Sugando meus lábios ela arranhava minha nuca de leve me causando arrepios, deslizando as mãos sobre suas costas apertei suas coxas completamente em transe.  

— Preciso me arrumar. – finalizou o beijo tentando se levantar.  

— Não, só mais um pouquinho. – franzi a testa puxando seu rosto pra mim, de início Charlotte até tentou dificultar mas por fim me deu passagem se desmanchando nos meus braços.  

— Hmm – resmungou entre os lábios mordendo meus lábios de leve. — Agora é sério preciso me arrumar ou vou perder hora. – se afastou de levando ainda sem fôlego.  

—Você sai no mesmo horário hoje ? – perguntei pegando um torrada.  

— Não, hoje vou ficar até mais tarde pra finalizar um projeto que precisa ser entregue até o fim da semana. – respondeu enquanto trocava de roupa.  

Enquanto ela terminava de se arrumar entrei um pouco no Twitter e chequei meus e-mails e  mensagens, não sei dizer se era apenas minha imaginação mas Charlotte estava  radiante e por algum motivo isso me deixa nervoso.  

— Justin – tocou em meu ombro me despertando. –  

— Oi – balancei a cabeça a fitando. –  

— Perguntei qual a marca do suco, tá muito bom. – sorriu com pifões.  

— Ahah fui eu que fiz, cenoura, água de coco e limão. –  

— Tá muito bom .... o que foi Jus ? Você tá quieto. –  

— Preciso te contar uma coisa mas antes quero que você me prometa que  não vai ficar brava e ir embora antes de me escutar até o fim. - 

— Justin ... bufou baixo olhando pro teto.  

— Senta aqui do meu lado, por favor Charlotte. – segurei sua mão a fitando.  

Assentindo  com a cabeça ela se sentou em silêncio arqueando as sobrancelhas.  

— O motivo da minha discussão com o Scoot foi a Sofia. – fechando a cara desviou o olhar. — Nos ficamos por um tempo e foi só sexo você sabe, isso não existe mais. –  

— Direto ao ponto .... - 

— Scooter ficou puto  por eu ter saído daquele maldito aniversário, tudo que ele quer é um contrato. –  

— Contrato ? Como um namoro midiático ou algo do tipo ? – riu irônica.  

— Exatamente isso. - molhei os lábios bufando baixo. 

— Hmm .... pensei que esse tipo de coisa fosse algum tipo de paranoia, uma lenda do Twitter. . -  

— Toda paranoia tem um fundo de verdade. - pigarrei, inquieto e ansioso cheguei por alguns segundos a me arrepender de ter dito algo. 

— Entendi ... - respondeu seca.  

— Eu não quero isso Charlotte e é por isso que ele tá tão bravo, em nenhum momento passou pela minha cabeça a ideia de aceitar essa proposta, só quero que você saiba disso e não duvide que nós temos é real.  - 

— É muito bom ouvir tudo isso e acredito em você, talvez se eu descobrisse depois seria mas difícil entender ... gaguejou sorrindo entre os lábios. — Eu fiquei sabendo por você e não vou esquecer disso. -  

— To aliviado agora mas não saber qual seria sua reação me deixou apreensivo pra caralho. - respirei aliviado coçando a testa.  

— Como você não concordou ele já deve ter esquecido,   podemos enterrar esse assunto e o nome dessa garota junto. - 

— Char ... eu não aceitei mas ele não vai desistir tão fácil, de uma forma ou de outra ela o Scoot vão forçar a barra e tentar manipular a situação, você precisa confiar em mim agora, claro se isso valer a pena pra você. - engoli a seco. 

— Valer a pena ? - franziu a testa. 

— Estar comigo ... sabe não é fácil quando o mundo inteiro fica sabendo, tem pessoas que não gostam de mim e eu não sei por que, não tem motivos .... Isso vai acontecer com você, sua família, seus amigos, seu trabalho, involuntariamente posso acabar te prejudicando em alguma coisa. -  

— É - baixou o olhar pensativa.  

— Eu vou entender Char, vou entender se acabar  agora. - 

— Eu quero ir ver a Mandy antes de ir pra agencia.. - alongou os braços se levantando.  

— O que isso signifsignificaim ? - arquei a sobrancelha direita.  

— Que você vai comigo ? - colocou as mãos na cintura sorrindo.  

— Hm .. - sorri sem mostrar os dentes me levantando. — Tem certeza ? -  

— Confio em você Jus, só isso importa. - abriu a porta do quarto me puxando pelo braço. 

— Vem, pula aqui atrás. - pulando na minhas costas Char grudou os braços em meu pescoço. 

— Não me deixa cair, desce a escada devagar. - 

— Só por que você pediu. - segurei suas pernas com força e desci correndo, Charlotte gritava feito doida se tremendo de medo, assim que chegamos na sala pulou me empurrando pra frente.  

— Não gostei da brincadeira. - cruzou os braços fechando a cara. — Vai me leva  ver a Mandy, cadê ela ? -  

— Siga me – estiquei os braços pra frente piscando pra ela. 

— Será que ela dormiu bem ? -  

— Acho que sim, só queria saber da onde essa galinha saiu, não tem galinhas por aqui. -  

— Se ela não tem dono eu adoto, posso comprar uma cerca e levar ela pra casa. - 

— Mandy é uma garota de sorte. - engoli a seco abrindo a porta de edícula, respirando fundo pra não rir e estragar tudo baixei a cabeça deixando ela passar na frente.  

— Não acredito, Justin vem, olha isso. - apressou o passo animada — Ela pariu. - se agachou abrindo a gaiola. 

— Nãaaaaaaaao - cocei a cabeça desviando o olhar. 

— Sim,  tem 6 ovos ali, caramba olha o tamanho .... Mandy você tá bem ? Acho melhor você não andar. - riu debochada, tentei segurar mais cai na gargalhada, sentindo seu olhar repressor , fechando os olhos segurei a respiração ficando em silencio.  

— Dá pra fazer um bom omelete. - pigarrei colocando a mão na boca.  

— Espera .. - franziu a sobrancelha pegando um dos ovos, molhando os lábios ela me encarou sorrindo. — Acho que a Mandy é uma galinha super inteligente, esperta e deve estar se divertindo não é ? - do que ela tá falando agora ?. 

— Por que inteligente ? - franzi a testa encarando  a galinha.  

— Haha você não sabe ? -  

— Não - 

— Ela bota os ovos já prevendo seu tempo de vida. - arregalou os olhos. 

— Meu Deus Charlotte por que isso agora ? - ri nervoso.  

— Olha só esse ovo aqui, tem um carimbo com a data de validade, gênio. -  

— Ahah, como assim ? - gaguejei pegando o ovo, virando o na mão vi o carimbo, eu não vi na hora. — Nossa. - abri a boca como se estivesse surpreso.  

— Foi legal mas agora preciso ir trabalhar . - sorriu se levantando.  

— Você  não tá brava ? - é isso que me dá medo. 

— Eu ? Claro que não. - me deu a mão me ajudando a se levantar. 

— Por que você tá sorrindo ? - a encarei me levantando. 

— Nada ué - deu os ombros sorrindo largo 

— Não vai me contar ? -  

— Não é nada Justin. –  

— Hmm, esse sorriso tá me assustando –  

— Preciso ir ou vou me atrasar. – pigarrou mudando de assunto.  

— Eu levo você. – franzi a testa intrigado. 

— Hmm, não precisa. –  

— Faço questão. –  

— Ok –  

....  

POV CHARLOTTE 

 

Quando se deseja uma coisa  por tanto tempo ficamos relutantes a aceitar a realização, ficarmos juntos novamente é algo que não imaginei que aconteceria.  

Sonhei com esse reencontro milhares de vezes e quando finalmente aconteceu tudo perdeu o sentido, o desejo e a saudade foi muito mais forte do que pensei ser capaz de sentir.  

Mandy é um caso à parte que com certeza vai me render uma boa vingança, a brincadeirinha com os ovos foi sacanagem e sem duvidas não vou deixar por isso mesmo, o detalhe é que ele não precisa saber.   

O melhor de tudo foi a puxação de saco enquanto estávamos a caminho da agência, explodindo por dentro mas sem demonstrar um sorriso sequer me senti a mulher mais incrível do mundo, mesmo que tudo isso aconteça, que eu possa vê-lo e toca-lo é difícil acreditar que é real, Justin tentava a todo custo me fazer falar, aprontou e agora tá com medo do contra ataque.  

— Chegamos. – pigarrei tirando cinto.  

— Hmm, tenho uma reunião na gravadora agora, quer almoçar comigo depois ? –  

— Ahah, almoçar ? – perguntei franzindo a testa. –  

— Não tem horário de almoço ? – 

— Tenho, é que ... –  

— Algum problema Charlotte ? –  

— Não. – sorri engolindo a seco. –  

— Que horas passo aqui te buscar ? –  

— 12H30. – o fitei mordendo os lábios. –  

— Que foi ? – sorriu entre os lábios.  

— Você fica muito sexy de preto. – ri sem graça.  

— E você adora me provocar. – piscou me roubando um beijo e que beijo, tá pra nascer homem mais gostoso que esse.  

— Preciso descer Jus, já tá em cima hora. – sussurrei se afastando. –  

— Hmm. – resmungou revirando os olhos, não teve como resistir. — Aí minha bochecha – bufou me fuzilando.  

— Dramático – mostrei a língua destravando a porta,  lhe mandando um beijo no ar desci do carro.  

Mesmo sem conseguir vê-lo graças ao vidro, sorri acenando antes de entrar na agência.  

Graças a Mel que me deu cobertura não levei uma chamada da Boss pelo atraso, viajando no mundo da lua não consegui me concentrar em nada, pouco conversei com as meninas e com muita dificuldade consegui fazer tudo que era preciso ser feito, as horas custavam a passar tornando esse o dia mais exaustivo de todos desde que comecei a trabalhar aqui.   

Em meio a uma tarefa e outra me ocorriam pequenos transes, flashbacks da noite  passada, com a imagem fixa de seus beijos em minha mente passei grande parte do tempo sentindo calafrios e sorrindo sozinha.  

Conforme o relógio ia se aproximando das 12H30 a ansiedade começou a bater, nervosa e desocupada corri pro banheiro ver meu estado no espelho.  

Se eu soubesse da surpresa desagradável que iria encontrar tinha dado meia volta, logo que abri a porta dei de cara com Daphanne, Mel e Olivia da área de jornalismo.  

— Hey Charlotte. – disse Daphanne com aquela voz de taquara rachada.  

— Oi Daphanne. – sorri forçada — Oi meninas. – engolindo a seco indo  em direção ao espelho pra retocar o batom.  

— Vamos almoçar no Libtz, quer vir com a gente amiga? – Mel perguntou.  

— Valeu amiga, agradeço o convite mais já tenho compromisso. –  

— Tem certeza ? Hoje é a Daphanne que vai pagar a conta, Alex a contratou pra uma campanha de produtos farmacêuticos. – Olivia perguntou debochada.  

— Bom ... pensando por esse lado, vamos zerar esse cache hoje mesmo. – franzi a testa esfregando as mãos.  

— Hahaha engraçadinha. – Daphanne resmungou fazendo sua típica cara de merda.  

— Aha mas sério,  aproveitem por mim – sorri lavando as mãos.  

— 12H30 – avisou Mel olhando as horas no celular. — Vamos descer - ?  

— Vamos. – Olivia respondeu abrindo a porta dando passagem. 

No elevador as meninas riam contando piadas e fofocando, com a cabeça longe dali confesso não ter prestado à mínima atenção no que elas estavam falando.  

Assim que sai do elevador apertei o passo, nervosa e com as mãos suando frio, atrás de mim Daphanne chamava meu nome, seu dom da inconveniência é realmente impressionante, sem  paciência para suas baboseiras dei de ombros  a ignorando sem olhar pra trás.  

Logo que sai pelo Hall da recepção respirei aliviada, completamente azul e com um sol inspirador o céu  estava lindo porém não mais que ele, parado em pé ao lado do carro conversando com seu segurança,  Justin estava com aquele seu sorriso de matar qualquer pessoa do coração.  

Sorrido entre os lábios se aproximei devagar o admirando, ao notar minha presença me fitou dos pés à cabeça, envergonhada desviei o olhar estralando os dedos das mãos.  

— Hey Jus – me aproximei parando de frente pra ele sem saber  ao certo como se comportar 

— Hey – molhou  os lábios devagar me puxando pela mão, ágil grudou meu corpo no seu. 

Sem avisar  e sem modéstias sugou meus lábios pedindo passagem em seguida, ainda perdida com a situação me deixei levar saboreando o gosto de um beijo público.  .  

— Tudo bem ? você tá vermelha  – sussurrou rouco.  

— Ahah ... não vou mentir que fui pega de surpresa. – pigarrei sentindo meu rosto queimar.  

— Que gracinha. – riu fraco apertando meu queixo. — Vamos entrar no carro ? –  

— Claro, vamos logo que estou com fome. – sorri abrindo a porta do carro.  

— Me conta uma novidade. – riu debochado entrando logo atrás de mim, fechando e travando a porta avisou ao segurança que podíamos ir.  

— Por aquilo lá fora ? Não que eu esteja reclamando do beijo longe disso mas não esperava aqui, não lá fora onde qualquer pessoa pode ver. – perguntei jogando minha perna esquerda em seu colo  

— Ah, não quero ficar controlando meus impulsos só pra agradar todo mundo, se tudo for sempre um segredo nunca vou viver minha vida. -  

— Se você acha que essa  é a maneira certa de se comportar então faça isso, acho que ser sincero consigo mesmo é o melhor. –  

— Você me faz muito bem sabia ? – sussurrou puxando meu cabelo pro lado.  

— Você também me faz muito bem Jus. – arfei baixo tombando a cabeça em seu ombro.  

O clima estava diferente e com certeza alguma coisa mudou, não que isso seja algo ruim mas sem duvidas me deixa um pouco assustada e insegura, a amizade existe, a diversão e a liberdade também porém tudo me parece mais sério agora, desta vez os sentimentos não fazem questão de se esconder.  

Já estávamos quase chegando no restaurante quando o celular dele tocou, deitado no meu colo e de olhos fechados Justin tomou um susto e tanto 

— Alô – pigarrou se sentando ....... — Ok, te vejo lá, tchau.  

— Tudo bem ? – perguntei se espreguiçando.  

— Sim, era o Scooter me chamando para um jantar amanhã, John programou alguma coisa mas não entendi muito bem.  

— Entendi. –  

— Você vai ? – 

— Hmm, se você quiser eu vou. – mentira, estou com muita vergonha e medo desse jantar.  

— Eu quero. – molhou os lábios devagar acariciando meu rosto com a mão esquerda.  

— Chegamos – sorri tirando o cinto. 

— Nos não precisamos descer exatamente agora. – sorriu fraco entrelaçando os dedos no meu cabelo.  

— Jus ... -  

— Vem aqui – me interrompeu sarrando nossos lábios,  puxando meu braço esquerdo me pôs sentada em seu colo.   

O fitando  aproximei  o rosto devagar mordiscando ao redor de sua boca, com as duas mãos segurei seu rosto o deixando imóvel, seus olhos brilhavam mais do que o normal transmitindo-me paz e segurança, afoita e hipnotizada avancei sem pressa sugando seu lábio devagar, ágil como o habitual Justin já subia suas mãos pelo meu corpo me apalpando inteira.  

A temperatura subiu rápido e sua ereção também, arfando entre o beijo levei a mão direita até seu cabelo puxando seus pequenos fios.  

— Hmm. – resmungou tentando me beijar outra vez.  

— Não Justin, vamos descer eu preciso comer, tenho hora pra voltar.  

— Chata – bufou revirando os olhos, dando os ombros ergui a perna  pra sair de cima de seu colo mas ele não deixou.  

— Olha só o que você fez Char, não posso sair assim. – riu fraco apontando pra baixo.  

— A culpa não foi minha, foi só um beijo.  – franzi a testa cruzando os braços.   

— Pois é – sorriu largo me dando um selinho. — Só mais uns minutinhos e já descemos.  

— Não vai precisar, tenho um ideia. –  

— Qual ? –  

— Fecha os olhos e pensa ..... sua vó de calcinha, sua vó de calcinha, sua vó de calcinha. ... Ajudou ? –  

— É ... – franziu o nariz mostrando a língua. 

— Haha seu lindo, vamos descer agora. – sorri dando um beijo em sua testa se levantando do seu colo em seguida. 

— Tem paparazi lá fora – avisou baixando um pouco o vidro, sussurrou alguma coisa provavelmente pro segurança que estava em pé ao lado de fora e segundos depois a porta destravou. — Pronta ? – abriu a porta me fitando.  

— Pronta – assenti coma cabeça engolindo a seco.  

Dando um pulo pra fora do carro Justin estendeu a mão deu a me ajudando a descer, os paparazi gritavam sem parar o que só aumentou o nervoso, tossindo baixo puxei minha mão, me encarando firme ele puxou meu braço.  

— Não solta da minha mão baby. – sorriu entrelaçando nossos dedos.  

Respirando fundo sorri sem graça erguendo  o olhar, juntos, em público e de mãos dadas, nossa privacidade acabou aqui e agora, que os jogos comecem.   


Notas Finais


Char e Jus são muito palhaços juntos e brincam demais .... Mandy ainda vai trazer muitas risadas ... assim espero pois agora as coisas estão muito boas e quando tudo é perfeito demais significa que algo está errado e realmente está, ser um POP Star não é fácil e se relacionar com um tbm não, os obstáculos vão começar a surgir e se eles quiserem mesmo ficar juntos terão de enfrentar muitas dificuldades.
Fui amo vcs ♥
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