História The price of justice - Capítulo 2


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Categorias Naruto
Personagens Chouji Akimichi, Deidara, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hidan, Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Kakashi Hatake, Karin, Madara Uchiha, Naruto Uzumaki, Orochimaru, Pain, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Shino Aburame, Temari
Tags Casais, Drama, Mistério, Naruto, Policial, Romance, Sasusaku, Suspense, Traição, Violencia
Exibições 127
Palavras 2.827
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Ficção, Ficção Científica, Harem, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olha eu aqui!

Pretendia colocar o capítulo na sexta mas acabou saindo mais cedo pra alegria de vocês! (Ou não)

Espero que gostem!

Capítulo 2 - Rastros


Fanfic / Fanfiction The price of justice - Capítulo 2 - Rastros

The Price Of Justice


"Do lado de fora da janela os trovões iluminavam o céu fechado enquanto a chuva forte abafava o choro daqueles que haviam perdido tudo, mais um ataque havia ocorrido naquela noite em vários pontos da cidade. A cada passo a água acumulada nas ruas voava para longe, a garota corria o mais rápido que conseguia ignorando o peso que a roupa encharcada fazia sobre seu corpo, a cada passo egoistamente rezava para que fosse na vizinhança e não em sua casa. Os carros com as sirenes ligadas estavam por toda parte, tudo estava numa completa desordem, todos estavam agitados e temerosos.
 
Quais foram os alvos dessa vez? 


Faltava apenas um quarteirão pra chegar em sua casa, seu coração ficava cada vez mais acelerado. Mais uma carro passa em alta velocidade iluminando seu rosto pálido e desesperado, o som estava cada vez mais perto.


 "Não, não, não!"


Sua mente gritava em desespero, seu corpo para imediatamente ao cruzar a rua ao ver os carros da polícia parados na frente de sua casa, desejava ser apenas um sonho ruim. Mas era essa a realidade.


"Não pode ser..."


Um passo. Não podia ouvir mais nada além do som da chuva. Outro passo. Para em frente a sua casa sem ao menos olhar ou reagir aqueles que tentam a impedir. Mais um passo. Abre a porta de casa os procurando desesperadamente enquanto seu corpo tremia não somente pelo frio, mas também pelo medo. Mais um passo. Seu corpo trava ao ver os corpos ensangüentados sendo cobertos, alguém segura seu braço fino a tirando de lá o mais rápido que pode, finalmente a realidade caí sobre sí enquanto eles levavam os corpos sem vida de seus pais. Outro passo. As lágrimas grossas desciam pelo seu rosto, enquanto as orbes verdes brilhavam em desespero tentando alcançar eles pela última vez, porém era inútil. Eles se foram, e não iriam voltar. Seus joelhos vão de encontro ao chão gélido e molhado, um grito alto e sofrido saí de forma dolorosa dentre os nós que haviam formado em sua garganta, os trovões abafavam seu choro incontrolável, ninguém podia a confortar e então sua alma implora a chuva para que lave sua dor."


[…]


Abro os olhos me sentando na cama de sobressalto com a respiração pesada sinto uma gota de suor descer lentamente pelo meu rosto, levo a mão  trêmula entre meus fios rosados e agora molhados os puxando para trás.


- Apenas um sonho... 


Sussurro para mim mesma tentando buscar minha calma, mantenho meu olhar baixo impedindo as lágrimas de brotarem, foi apenas um sonho.

Quantas vezes não houvera acordado dessa mesma maneira depois daquele dia? 

Já fazia certo tempo que isso não acontecia, mas aquela cena jamais sairá de minha cabeça. Meus olhos rolam até a janela só então notando que chovia forte do lado de fora, assim como naquele dia, um leve sorriso de canto surge em meus lábios.


"Não seja fraca, Sakura."


Coloco os pés para fora da cama a contra gosto, não me adiantaria de nada tentar dormir novamente, sabia que não era capaz de fazer isso agora. Olho para o despertador em cima do criado-mudo. 


"04H22"


Solto o ar pela boca me levantando de uma vez, sinto um leve arrepio percorrer meu corpo por conta do piso gelado e de forma arrastada vou para o banheiro não muito grande em meu quarto. Faço minha higiene matinal e tomo um banho quente e longo, não tinha motivos para ter pressa estava cedo demais.  Saio do banheiro indo direto para meu armário pegar uma das minhas várias roupas sociais e não demoro mais que o suficiente para ficar pronta. Faço apenas uma maquiagem leve dando uma última olhada no espelho, sorri satisfeita. Chego o despertador mais uma vez vendo que a chuva diminuiu, mas tudo ainda se mantinha escuro por conta do tempo fechado. 


"05H39"


- Preciso de café, urgente.


Resmungo pegando meus saltos, os colocaria na hora de sair para não acordar minha amiga da qual dividia o apartamento, vou para a porta do quarto a abrindo e logo um clarão ilumina por um instante minha visão, realmente não gostava de dias chuvosos mas aprendi a conviver com isso. A caminho da cozinha escuto alguns ruídos baixos no corredor, ou melhor, atrás da porta do outro quarto, finalmente identifico duas vozes sem que o som da chuva me atrapalhe.


- A-assim... Ah'ah'ah... I-is-so!!


A voz feminina, sexy e pouco discreta soa do outro lado da porta, meus olhos ficam arregalados automaticamente sem acreditar.


- Shhh, quieti-nha… Hn…


A voz masculina e rouca repreende em um tom mais baixo. Deus! Se não fosse a chuva escutaria tudo do meu quarto, o que me faz pensar que talvez não a odiasse tanto assim. Aumento os passos saindo logo dali, não queria escutar mais nada. Deixo os saltos perto do sofá onde havia largado minha bolsa e passo para a cozinha, não tendo divisória entre os dois cômodos.


"Eu não mereço isso, mal são seis da manhã!"


Penso que devia ter colocado os saltos e feito barulho pra ambos se tocarem que tinha gente na casa. Ambos quem? Só havia reconhecido a voz da loira, depois de tantos anos de amizade não tinha como não reconhecer Ino. Embora a situação fosse inconveniente não era a primeira vez e muito menos a última. 


Após terminar meu café me sento na mesa o tomando sem pressa acompanhado de algumas torradas, e não demora muito para a loira de olhos azuis e corpo volumoso aparecer dentre o corredor tomada banho e coçando os olhos deixando claro que estava morta de sono.


- Noite foi boa?


Pergunto fazendo com que ela me note finalmente, sorri levemente de canto com a cara de espanto da mesma e um sorriso forçado surge em seus lábios.


- S-Saky, flor do meu dia… Meu brilho de sol…


"Cara de pau mesmo."


- Me poupe, Ino.


Corto suas gracinhas e antes de qualquer desculpa uma figura masculina somente de moletom aparece do corredor entre ambos os cômodos dando a visão de corpo muito bem trabalhado. Não sou cega e muito menos besta pra dizer que esse moreno não é gostoso, e fica melhor ainda de cabelo solto. Mas admito que não esperava vê-lo aqui, e talvez agora possa entender o motivo dele sempre estar dormindo pelos cantos e quando não o faz, está com sono.


-- Bom dia, Shikamaru.


- Bom *bocejo*…Dia.


Ele me responde com o costumeiro ar de tédio sem ao menos disfarçar ou se importar com a situação, mas sabia que estava na verdade surpreso por me encontrar aqui. Me levanto passando por eles para pegar meus saltos e minha bolsa jogada no sofá, ficar entre esses dois de vela não estava nem perto do que queria.


- Já está indo? - A loira me pergunta com cara de cachorro abandonado, suspiro concordando com a cabeça enquanto coloco meus saltos e passando a alça da bolsa em meu ombro. - Acho bom voltar cedo! Sempre desmarca em cima da hora, hoje você não me escapa, Sakurita! 


- Certo, certo. -Concordo em desânimo, dá última vez que sai com ela acabamos metidas em confusão. - E pare de me chamar assim, é ridículo! 


- Que mal humor, falta de sexo... - A loira retruca com um sorriso travesso nos lábios. 


- Ah, vá te lascar! 


Rolo os olhos saindo dali após murmurar um "até", e posso ouvir a gargalhada da loira do corredor. 


"Escandalosa"


Balanço a cabeça negativamente e meu semblante se fecha assim que entro no elevador descendo para o terraço, tiro o guarda chuva da bolsa o abrindo enquanto saio do prédio marchando em direção ao ponto de táxi. Ino não sabia sobre  meu rabalho, não exatamente, e nem podia. Quanto menos soubesse era melhor para ela, estava envolvida com algo perigoso, não queria a preocupar ou a colocar no meio disso tudo. Finalmente o táxi aparece e dou um pequeno sinal logo entrando no mesmo após fechar o guarda chuva, ele já sabia para onde ir. Nós Anbu's estamos por toda parte, poucos realmente se conhecem. Isso evita que informações confidenciais sejam espalhadas, mas também facilita a entrada de traidores. 


- A chuva está parando...

 
Murmuro com o olhar vidrado no lado de fora esperando chegar a meu destino.


[…]


A garota de cabelos estranhamente rosas abre a porta daquela casa vazia e sem vida assim como seus olhos, era sempre doloroso voltar para aquele lugar que uma vez já foi tão alegre, confortável e... Quente. A dor em seu peito era dilacerante porém as lágrimas não desciam mais, não conseguia chorar depois de tantos meses, sua tristeza foi substituída pelo mais puro ódio. 

"É tudo culpa deles, se eles não existissem."


Esse foi seu primeiro pensamento, porém ele foi substituído por algo ainda mais intenso e rancoroso. 


"Não... A culpa é de quem não os protegeu."


Quanto mais se questionava sobre quem deveria culpar percebia que ninguém podia ter os salvado, não existia justiça por aqueles que tudo lhe foram arrancado. Seus pais eram bons, eram agentes, protegiam as pessoas. 


"Então, por quê?!"


Sua alma gritava por resposta, e então começou as procurar por si só, não importava como, encontraria suas respostas. E foi assim que seu caminho desandou para algo que seus pais jamais teriam orgulho, se envolveu em brigas, gangues, se afastou de seus amigos. Ela acabou se tornando naquilo que matou seus pais, foi então que descobriu sobre os agentes das sombras e eles sabiam muito mais do que qualquer um, eles podiam lhe dar o que queria. Afim de os pegar começou a fazer todo tipo de trabalho, caçando pessoas, estava enlouquecendo em busca de se libertar desse dessa dor disfarçada de ódio. Foi então que ela cruzou o caminho de alguém inesperado, uma pessoa que a puxou da escuridão, devia tudo a ela. Sua vida e sua alma, porém lhe deu algo mais importante, sua lealdade. 


[…]


A passos sincronizados e firmes entro na grande agência dos Senju's onde secretamente os agentes se misturam as pessoas comuns, havia outros importantes setores ali, e isso dificultava a descoberta daqueles que servem a organização. Por onde passava atraía olhares curiosos e fascinados com sua beleza exótica, seus cabelos róseos acima dos ombros estavam ligeiramente jogados para o lado em contraste com seus olhos esmeraldas, a calça social marcava sua bunda volumosa e sua camisa tinha os primeiros botões abertos, a mesma tinha seios médios e como se tudo estivesse em mais perfeita harmonia ganhava um ar maduro, delicado e sexy. 


A porta do elevador se abre ao chegar no último andar do enorme e luxuoso prédio, meus passos ritmos começam a soar novamente fazendo com que o som de meus saltos tomem conta do local atraindo alguns poucos olhares daqueles que estavam trabalhando enquanto os murmúrios aumentam de forma incomoda e eu sabia o motivo, meus semblante estava inabalável mas meus olhos não mentiam, afinal eu sou aquela que foi pega na rua enquanto me virava contra eles, mesmo após anos confiança não era algo tão simples de adquirir. Minhas missões sempre foram concluídas perfeitamente, porém as coisas sempre foram a minha maneira. Meus passos cessam ao chegar na grande porta de madeira de madeira vermelha e bem desenhada, deixando claro que o líder estava atrás daquela porta, exercendo seu poder e invulnerabilidade, após duas batidas sutis abro a porta após escutar um "entre" me deparando com a figura atrás de uma extensa pesa cheia de papéis. 


- Estou aqui como pedido, Tsunade-sama. 

Sinceramente ter uma mulher no controle de algo tão poderoso e perigoso era de se surpreender e admirar. Essa organização estava em ruínas e ela a reergueu passando por cima de quaisquer dúvidas sobre sua credibilidade. Tsunade é uma mulher na faixa dos cinqüenta mas aparentava menos, seus cabelos são num tom loiro claro e cara amarrada, o tipo de pessoa que você nunca ousaria irritar mesmo assim tinha um coração enorme e é uma boa líder.


- Sakura. - Seu tom sai se forma pesada como se pensasse no que deveria dizer, ou se deveria. - Tenho algo que quero que investigue, é de seu interesse. - Estreito meus olhos sem cortar sua fala, existe apenas uma coisa no mundo que me interessa verdadeiramente. - Veja isso. - Ela me estende uma pasta conforme me aproximo de sua mesa. 


- Akatsuki... - Meu tom sai quase num rosnado após ver seu conteúdo, havia algumas poucas imagens com cenas de crime marcadas com a nuvem vermelha. - Eles voltaram a agir. - Não posso evitar de dar um imperceptível sorriso de canto, e sentir certa empolgação. 


- Não se precipite. - Diz rápida fazendo meu sorriso some mais uma vez e volto analisar as imagens com observações escritas junto. - Podem estar usando o nome deles para assustar a população. 


- Hum. 


- Sakura... Isso nem devia chegar em suas mãos, mesmo assim estou dando minha confiança a você. Não faça bestei-


- Eu não farei besteira. - A corto sabendo que iria começar a falar sobre toda a ladainha que envolve meus sentimentos pessoais, e sobre meu dever como ANBU. Besteira. - Tsunade-sama... -A chamo de forma sorrateira levando meus olhos de encontro aos seus. - Não me entregou isso por confiança, e sim por que eu já estava os procurando por conta própria. Iria descobrir que está escondendo isso a tempos.- Meu tom sai calmo e conclusivo,e sua expressão não nega esse fato. - Aviso que ninguém ficará em meu caminho, nem você. -  Os segredos deles, suas faces, seus planos e por vim...  Suas cabeças. Tudo me pertence, são minhas presas. 


- Olhe só para você, Sakura! - O estrondo de seu punho se chocando com a mesa pôde ser ouvido atrás da porta, claramente irritada com minha "ameaça", era sempre assim. - Sempre que se toca nesse assunto faz essa cara horripilante, não acha está na hora de dar um tempo?  Isso não passa de possibilidades! - O tom da mulher já estava alterado, não suportava esse comportamento. Já haviam passados benditos anos depois do ataque.


- Então está me dizendo para esquecer?! - Dessa vez sou eu quem aumenta o tom não contendo minha irritação. Jamais poderia os deixar para trás. E aquilo a vez se calar. - Eu não posso deixar isso passar em branco. Não somente pelos meus pais, mais também pelas pessoas desse país! - Oh, isso era apenas uma doce mentira. Não era pelos meus pais, e muito menos pelas as pessoas. Era por mim. Era meu modo de continuar seguindo em frente, os perseguindo desesperadamente.


- E quanto isso acabar, Sakura?! - O clima estava ficando pesado ali dentro, entendia sua preocupação e a dispensava. - O que pretende fazer?!


Não tinha uma resposta, nunca me imaginei saindo viva, o fim deles seria também o meu. O silêncio toma conta do local abrindo espaço para a tensão aumentar, e antes que a "conversa" possa recomeçar somos cortadas por batidas na porta. 


- Entre. 


A loira de seios fartos dá a permissão após segundos, suas sobrancelhas se mantinham juntas deixando claro seu mal humor. Um homem alto de cabelos grisalhos e olhos negros entra na sala com um leve sorriso escondido por detrás da máscara, enquanto uma cicatriz "corta" seu olho esquerdo. 


"Hatake Kakashi."


Mesmo sendo do tipo individualista quando entrei nessa organização fiz muitas missões sob sua supervisão, tive que ralar muito para chegar ao nível de fazer missões independentes. Mas não podia negar que ele era de longe um dos melhores ANBU's. 


- Bom dia, Tsunade. Sakura. - Cumprimenta levantando a mão num aceno curto. 


- Está atrasado. - A mulher ralha e me limito a um aceno curto. Finalmente noto a outra figura parada na porta atrás do homem, era Shizune, a secretária. Uma mulher de cabelos negros e curtos, tendo um ar discreto e simpático, sabia muito sobre as informações restritas por ter a plena confiança de Tsunade. - Sakura, você partirá em missão juntamente a Kakashi. - A líder da seu aviso me tirando de meus devaneios. 


- Eu posso cuidar disso sozinha. - Sou contra mantendo minha postura séria. 


- Ou trabalham juntos ou você fica. - Torço meus lábios encarando a mulher com certa intensidade que é igualmente retribuída. - Você não está em posição para exigir algo. 


- Ora, vamos, Sakura. Já faz algum tempo que não saímos em missão juntos. - O albino intervém fazendo com que feche meus olhos recobrando minha calma. 


- Tanto faz. 


Concordo a contra gosto, prefiro resolver tudo  sozinha mesmo sabendo dos riscos mas isso não acontecia tantas vezes já que muitas missões eram em grupo, e claro, a falta de confiança que eles tem em mim. Após a situação se apaziguar recebemos as informações dos locais dos quais teríamos que investigar, e discutimos certos detalhes. 


O relógio marca 12:45


Faltam 72 horas e 15 minutos para a volta da akatsuki.

 
Continua...
 


Notas Finais


E então, gostaram? Não gostaram?

Espero estar conseguindo atingir vocês. ⊙﹏⊙

Pra quem gosta de fanfic no mundo virtual, minha amiga está fazendo uma. Dêem uma olhadinha!
Link: https://spiritfanfics.com/historia/-principe-6644111

Até o próximo capítulo!
Kissus na bunda! ∩(︶▽︶)∩🍒✨


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