História The prince of the seas - Capítulo 2


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Categorias Mitologia Grega, Percy Jackson & os Olimpianos, Saint Seiya
Personagens Afrodite de Peixes, Aldebaran de Touro, Apollo, Ares, Camus de Aquário, Dionísio, Eros (Cupid), Hades, Ikki de Fênix, Miro de Escorpião, Percy Jackson, Personagens Originais, Poseidon, Shaka de Virgem, Shiryu de Dragão (Shiryu de Libra), Shun de Andrômeda, Zeus
Tags Ares, Eros, Hades, Percy, Poseidon, Zeus
Exibições 27
Palavras 1.357
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Super Power, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Capítulo 2 - Entre sonhos e paixões


Fanfic / Fanfiction The prince of the seas - Capítulo 2 - Entre sonhos e paixões

Os treinos matinais eram seguidos por disputas pela bandeira do inimigo. Todos do acampamento Meio-Sangue amavam essas competições, pois aliviava o estresse vivido por eles a cada vez que eram obrigados a lutarem pela curta vida de semideuses. E assim seguiriam ao longo dos incertos anos que se sucederiam. – Dionísio, em meio a uma conversa “amigável” com o seu marido Apollo.

 

 Os olhos claros de Shaka fitavam Ikki sobre o colchão da cama de casal que dividiam, há pouco mais de um ano eles assumiram publicamente o seu namoro, ainda que certo moreno tenha implorado para terem feito isso há muito mais tempo. 

 - Bom-dia, meu raio de sol. – Ikki falou sorridente ao ser acordado por suaves selinhos nos lábios. Era como misturar o quente e o frio, o doce e o amargo, formando o suave e perspicaz agridoce.

 - Bom-dia, minha fênix. – Shaka sorriu encantado com o biquinho irritado do mais novo. – Meu dorminhoco lindo.

 Ikki ficava irritado quando era tratado como criança pelo loiro, entretanto sabia que o mais velho só o vazia para aplacar a timidez dos seus gestos amorosos. Por isso o perdoava sempre.

 

 O relógio marcava pouco mais de oito horas, e por incrível que parecesse estavam todos de folga naquele dia. Provavelmente pelo grande evento que aconteceria mais tarde naquele mesmo dia. O casamento de Percy com Hades. 

 

 Não muito distante daquela cabana, uma fileira de outras se formavam naquela planície iluminada pelo astro rei. Estas feitas especialmente para os casais cheios de fogo, que teimavam com o diretor ranzinza em se esgueirar para a cama dos companheiros na alta madrugada, e depois de alguns mimos, beijos e promessas apaixonadas de Apollo, foi habilmente convencido que seria bom fazer aquele agrado aos seus seguidores fieis. Era melhor que não ouvisse mais aqueles gemidos inquietos, se com espaço e um cantinho de amor, aqueles guerreiros parassem de desobedecerem as regras, o senhor D. o faria com toda a graça e a “amabilidade” de sua natureza. Claro, que quem iniciou com aquela onda de pequenas revoltas foi o filho de Poseidon, sempre aquele Peter Jason, contudo pelas boas maneiras e atitudes, daria uma folga para o seu afilhado. Por mais que constantemente brigasse com ele, era pelas grandes esperanças que depositava em seus ombros cansados. Peter era de fato um rapaz valoroso, todavia não significava que fosse gostar do pai idiota dele. Aquele tratante, ele devia a si, e pelo jeito não fazia nenhuma questão de devolver o favor, não que ter convencido o noivo e agora marido, que deixasse o seu filho, Apollo, permanecer com o diretor tenha diminuído a rivalidade entre eles, em parte era gradecido, mas sentia um dedo de alga júnior naquela benfeitoria. Novamente Percy Jackson atuava em sua vida, e até que o pai idiota servia para algo de útil.

 Certas coisas nunca mudam, e mesmo que as carapaças encubram os verdadeiros sentimentos, o que vale é o acordo de paz assinado por Apollo em nome do seu amado. Ou era isso que todos torciam ser.

 

 A próxima cabana, chalé, dessa história é compartilhada por um aquariano e um escorpião. Então antes mesmo de atrever-se a entrar sem bater na porta, lembre-se dos sinais, e dos avisos. Quais são eles? O primeiro é a plaquinha negra na maçaneta, exatamente, esse par possui uma, e bem visível com letras desenhadas na cor azul-marinho. De: “Não perturbe, a menos que queira ser congelado ou envenenado, dolorosamente”. A segunda é a forma como a natureza parece ter dificuldade de se situar por ali, em meio a neve incomum que se apossa do telhado quando o querido Camus sentia-se chateado ou preocupado com o seu Milo, teimoso, possessivo e ciumento. O terceiro e mais importante, é o fato de ser o mais distante das outras casas de Apollo, mestre daquelas regalias. 

 - Camus. – Milo chamou da porta do banheiro, queria fazer uma surpresa para o amante, naquela banheira com cheiro de rosas. – Vem cá, meu gatinho gelado.

 - Milo, eu estou cansado agora. – Murmurou um aquariano sonolento e sem vontade nenhuma de se levantar resmungou. 

 - Então vai perder aquele banho de espuma que tanto queria após os machucados de ontem a tarde, acho que ser derrotado pelo Percy dá essa moleza no dia seguinte. Rs.  – Tocar na ferida do namorado, nunca era uma ideia segura, mas isso o atrairia até a sua armadilha de pétalas e falta de vestimentas.

 Quase dois minutos depois um moreno com duas olheiras fundas o fitava elevando o cosmo. Uma manhã que prometia uma guerra de espuma e mãos atrevidas. A primeira palmada naquela carne macia que era o traseiro do seu Camus, fez o seu pênis se animar com a ideia de que encontraria aquele pequeno e rosado buraquinho, enquanto massageava o pênis do seu aquariano. Amava prepara-lo, com todo o cuidado e delicadeza, que surgiu ao notar que o seu pequeno ficava ainda mais rubro com aquela ação.

 - V-vai logo, seu escorpião estúpido! – Gritou o azulado, revirando os olhos com a sensação boa dos dedos o preenchendo.

 Arquejos, gemidos e urros iam do banheiro ao quarto dos pombinhos. Dia, noite, tarde, amando-se sem cessar. Também com um escorpião como aquele, até o mais o mais gelado dos homens se torna insaciável, e aquele ruivo tentador já tinha dono. 

 

 Mesmo com toda a distância entre as casas dos cavaleiros, a amizade entre os rapazes era a mais forte de todo o acampamento. 

 

 O chalé mais reservado, e distante dos demais era de um porte médio. Pertence aos cavaleiros de peixes e touro. 

  - Dite, eu terminei o café brasileiro. – Falou Aldebaran animado com a possibilidade do seu peixinho beber algo da sua terra, ainda que o restante dos alimentos sejam de origem francesa.

 - Hum...delicioso. – Afrodite praticamente ronronou ao provar daquela bebida quente. Mexendo nos fios azulados, enrolando uma mexa no cabelo. Casar com aquele homem foi a melhor coisa que já fez.

 - Eu te amo, meu peixinho. – Aldebaran mordiscou os lábios do menor, enlaçado a sua cintura com a mão direita, e com a esquerda pousando o copo desenhado com uma flor vermelha.

 Os corpos colados, as calças de dormir folgadas nas cinturas, e a nudez de seus peitorais, criava um clima propicio para uma nova rodada de sexo na cozinha.

 

 O chalé sem muitos adereços, e de maior simplicidade entre Os Cavaleiros do Zodíaco, é residido por Shun e Shiryu, os mais jovens do grupo, além do fato que o Shun é o irmão mais novo do Ikki, que demorou um tempo até aceitar o cunhado, pois ainda via o seu irmãozinho como aquela criancinha que chamava-o toda vez que caia ou encontrava algum inseto. Um garoto muito fofo e corajoso. Contudo, ele cresceu e se tornou um homem responsável e admirável. Shiryu é um rapaz de muita sorte.

 - Ah! Shiryu, n-não p-pare. – A face corada do esverdeado ao chamar o seu moreno, era absolutamente enlouquecedor. – M-mais...

 Os lábios de Shiryu tomavam o membro pequeno do seu baixinho, sugava-o com volúpia e desejo. Acordar o seu menino daquela forma todas as manhãs, era a sua maior recompensa.

 

 O Cúpido sentia que o seu bom trabalho estava feito. Todos pareciam felizes, e isso já lhe bastava. Assim, como os sussurros de Ares em seu ouvido, mordiscando o seu lóbulo, maltratando-o de uma maneira tão incrível, que só podia arquejar a coluna, e permitir que o seu marido terminasse o excelente serviço. O filho de ambos logo nasceria, faltava muito pouco para o início da vida dessa maravilhosa família.

- XXX -

Hades observava Percy ressonar baixinho em sua cama, tão belo em sua essência. E profundamente encantador em seu íntimo.

 - Durma meu príncipe dos oceanos, estarei aqui contigo. – Um pequeno sorriso brotará em sua face alva, faria a escolha do seu pequeno valer a pena. Afinal, ele também decidira passar toda a eternidade com o filho de Poseidon.

- Eu também te amo. – Percy falou em meio ao sono, tentando manter-se acordado por mais tempo, apenas para gravar a suave imagem do seu noivo, logo não precisaria mais dormir, afinal o príncipe dos mares se tornaria o rei do submundo.


Notas Finais


Penúltimo capitulo dessa fic, e eu já estou com saudades de escrever sobre esses rapazes sensacionais.

Perdoem-me os erros ortográficos.


Criticas construtivas são bem-vindas.


Beijos de sorvete de chocolate com cobertura de morango, meus preciosos leitores.


Fuyuki Satoru.


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