História The Princess and Kitty Knight - Capítulo 35


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, André Bourgeois, Chloé Bourgeois, Gabriel Agreste, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain
Tags Miraculous Ladybug
Exibições 770
Palavras 3.813
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ola, minhas gostosuras <3

Muito obrigado a todos que comentaram no ultimo capitulo e muto obrigado pelos 446 favoritos.

Boa leitura! \o

Capítulo 35 - O passado de Nathanael.


Fanfic / Fanfiction The Princess and Kitty Knight - Capítulo 35 - O passado de Nathanael.

Os seis amigos estavam sentados do lado de fora da mansão Dupain-Cheng enquanto pensavam em como resgatar Marinette. Cada um deles havia dito como podia ajudar e, agora só precisavam começar com a missão.

- Certo, então vamos logo começar com isso. – Nino disse.

- Eu vou imediatamente falar com os meus amigos. Podem confiar, eles são bons e, ajudaram no que for preciso. – Lila disse e todos confirmaram

- E, eu vou com Adrien ate os nobres pedi que nos ajudem. – Nino disse.

- E, eu vou ate a mercearia da família do Edgar, tenho certeza que os capangas do Nathanael vão ate lá comprar comida. Irei pedir que fique de olho e nos avisem se ver qualquer um deles. – Os amigos concordaram e depois se levantaram.

- Vamos fazer isso o mais rápido possível, não podemos deixar a Marinette com aquele louco por muito tempo!  - Adrien disse e todos concordaram. – Nos encontramos aqui amanha a tarde, já que a casa de alguns nobres e um pouco longe e, Nino e eu vamos demorar um pouco para ir falar com todos. – Todos concordaram e saíram para suas tarefas.

Nino e Adrien dividiram as visitas, enquanto Nino ia ate as casas mais próximas, Adrien iria às mais longe como Chat Noir. Lila pegou um cavalo e foi para sua antiga casa, para poder falar com seus amigos e antigos vizinhos. Enquanto isso, Alya e Tikki iam ate a mercearia de Edgar.

Os seis amigos saíram em disparadas para cumprir suas missões, eles não pretendiam descansar ate conseguir ajuda o suficiente para encontrar Marinette e invadir o esconderijo de Nathanael, pois eles sabiam que o ruivo tinha muitos capangas e, invadir um lugar sem reforços não era uma boa ideia. Eles também precisariam saber onde era o esconderijo primeiro e, quando mais pessoas procurando, melhor.

 

A noite já havia chegado, Marientte estava trancada em seu cativeiro observando a lua da janela que estava fechada com barras fortes de aço. Nathanael havia pensando em tudo, sabia que a menina poderia fugir como da outra vez e, mandou que colocassem barras de aço em todas as janelas do quarto. Marinette se sentou no divã que tinha ali perto e começou a pensar em Adrien enquanto encarava a lua. Ela se lembrava de todas as coisas que viveram juntos, todos os momentos felizes e tristes, da sua primeira noite juntos, de como ela havia gostado e como aquele momento a fez se apaixonar ainda mais pelo loiro. Ela se perguntava se iria viver aquilo mais uma vez com Adrien, se eles iriam se recontar novamente. Ela também se perguntava se ela sairia de lá sem que outro homem a tocasse. Ela sabia que Nathanael seria capaz de tentar se aproveitar do momento e assim conseguir abusar dela. Ela sentiu lagrimas quentes pelo seu rosto, ela não queria aquilo, não queria sentir o corpo de Nathanael sobre o dela, não queria isso com nenhum homem a não ser Adrien. Adrien... O que ele estaria fazendo agora? Será que ele já sabe que fui sequestrada? Pensava a garota. Ela estava tão concentrada em seus pensamentos, que não ouviu quando Nathanael entrou em seu quarto. Natahanael ele aproximou dela e, Marinette sentiu dois braços fortes a abraçando por traz. A menina congelou, sabia que era Nathanael, mas o que ele queria? A minha sentiu o hálito quente do ruivo e junto um cheiro de álcool. Ele estava bêbado. Marinette sentiu mais medo que antes, ela sabia que bêbado, Nathanael podia ser mais desequilibrado do que sóbrio.

- Na-nathanael... O que esta fazendo? – Marinette perguntou assustada. Nathanael permaneceu em silêncio. A menina sem saber o que fazer, ficou parada com sua mão sobre um dos braços de Nathanael. Tudo estava em silencioso, só podia ser ouvida a respiração de ambos, ate que Marinette escuta um barulho de um choro abafado. – Na-nathanael...?

- Por que você não me ama? – Nathanael disse com a voz rouca por causa do choro.

- Eu... Eu não sei. Eu acho que não posso mandar no meu coração. – Marinette disse com um pouco de receio. Eles ficaram em silencio por alguns segundos e, Nathanael disse:

- Eu sempre te amei... Desde criança... Eu sempre te amei. Mas você nunca me amou, nunca se importou comigo.

- Não... Nathanael, eu amava você... Não do mesmo jeito que você, mas... Eu te amava. Você era um bom amigo, eu adorava brincar com você, adorava suas historias... Eu me importava com você. Mas depois que ficamos mais velhos, você mudou. Você ficou violento, mimado...

- Mentira! Você nunca se importou comigo, sempre se importava com o Adrien. Você me deixava para ir brincar com ele, me deixava sozinho! Todos os outros garotos me odiavam!  – Nathanael gritou e começou a chorar mais, ele apertou o abraço e escondeu seu rosto no ombro de Marinette. Marinette se assustou, mas continuou quieta, ela viu que Nathanael mesmo bêbado, estava sofrendo, ele devia pensar nisso todos os dias e sofrer em silencio. A menina se sentiu culpada, pois ela sabia que parte daquele sofrimento era culpa dela, por ela não ter percebido o sofrimento do amigo e, por te se apaixonado por outro. Ela sabia que não podia fazer nada em relação a gostar de outra pessoa, ela não escolheu isso, o seu coração escolheu, mas será que ela não podia ter dado mais atenção a Nathanael? Marinette pensava enquanto encarava os braços de Nathanael em volta de sua cintura. Ela respirou fundo e disse:

- Nath... – Quando Nathanael ouviu Marinette o chamando pelo seu apelido de infância, ele sentiu uma fisgada em seu peito, ele parou de chorar, mas continuou abraçado a menina em silencio. – Eu sempre me importei com você, você era um dos meus melhor amigo. Eu adorava desenhar com você e adorava ouvir as historias que você inventava para cada desenho novo que fazíamos. Eu sei que sempre que o Adrien chegava eu parava nossas brincadeiras para ir ficar com ele, mas nos sempre te chamávamos para ir conosco, mas você nunca aceitou, sempre preferiu ficar sozinho desenhando. Eu sei que naquela época você era muito tímido e, sei que tinha dificuldades para se comunicar com as pessoas, mas eu pensava, que você se sentia melhor desenhando sozinho do que brincando com outras pessoas que você não tinha muita afinidade. Eu sei que errei quando te deixava sozinho, mas você também nunca me disse nada, eu não sabia que você sofria com aquilo. – Marinette disse e segurou os braços do ruivo, ela os soltou aos poucos e se virou para encarar Nathanael. – Nath, eu sei que não fui uma boa amiga, mas isso não significa que eu não me importava com você. Mesmo depois que ficarmos mais velhos, eu ainda me importava com você. Você era um dos meus melhores amigos e, eu te amava. Olha, eu gostava tanto das nossas brincadeiras, que guardei todos os nossos desenhos. Lembra que você me dava todos os que você fazia? E sempre depois que me entregava você falava que era para eu olhar para eles a noite e me lembrar da historia que tínhamos inventado naquele dia. Eu fazia aquilo, todas as noites antes de dormir, eu olhava para os desenhos e me lembrava de você contando as historias, eu me lembrava de você.

- Você me odeia agora, não é? – Nathanael perguntou encarando Marinete.

- Bem... Você mudou muito depois que ficamos mais velhos. Não é mais aquele menininho doce, tímido e alegre com quem eu brincava. Depois que você foi para aquele colégio interno na Inglaterra, você voltou diferente. Fazia coisas ruins com os outros nobres, ficou mimado, passou a tratar as pessoas mal e...  – Marinette ficou em silencio por um tempo e, depois continuou. -...Fez coisas ruins comigo... Me machucou, tentou abusar de mim... Isso me fez ficar chateada com você, com raiva, me fez ate ter medo de você, mas... Acho que se você me pedisse perdão, e me dissesse que iria mudar e provasse isso, eu te perdoaria e, ira gostar muito de voltar a ser a sua amiga. – Marinette colocou a mão no rosto de Nathanael e sorriu. – Eu me importo com você Nath, você é um dos meus melhores amigos de infância. O doce e tímido Nathanael, o garotinho que tinha uma incrível imaginação e me fazia ter sonhos incríveis a noite. – Nathanael sentiu as lagrimas em seus olhos novamente, ele não conseguiu segura-las, na verdade ele não queria segura-las, então, ele as colocou para fora e abraçou Marinette novamente. Marinette sorriu e começou a acariciar os seus cabelos. – Não chore, Nath, esta tudo bem.

- Me desculpa, Mari, me desculpa por tudo o que eu te fiz. – Nathanael disse chorando ainda mais. – Eu só queria que você me amasse.

- Mas eu te amo, Nath, você é o meu melhor amigo.

- Eu não queria mudar... Não queria. Mas no colégio interno, eles... Eles eram ruins. – Nathanael se separou do abraço e encarou Marinette. – Eles me fizeram coisas ruins... Eu... Eu era muito tímido e, eles zombavam de mim sempre. Faziam pegadinhas, me trancavam em lugares escuros, me batiam... Eles... Eles abusaram de mim. – Marinette arregalou os olhos e ficou em silencio, ela não sabia o que dizer. Ela nunca imaginou que Nathanael havia sofrido tanto, ela sabia que os colégios internos na Inglaterra eram rígidos e, os alunos de lá eram maldosos com os novatos, mas ela nunca imaginou que Nathanael havia passado por tudo isso e ainda havia sido abusado. – Eu avisei os meus pais, mas eles não se importaram, pensaram que era apenas mais uma mentira para eu voltar para casa. Eles me mandaram para lá pra eu perder a minha timidez e crescer um rapaz forte e confiante... Eu perdi a timidez lá, fiquei confiante, mas... Eu sofri muito e, me tornei uma pessoa ruim.

- Nath...

- Eu faço todas essas coisas por que assim eu me sinto bem... Assim as pessoas podem sentir um pouco do que eu senti naquele inferno.

- Eu sinto muito, de verdade Nath, mas tradar as pessoas mal e, fazer elas sofrerem não vai mudar o que aconteceu com você naquele colégio.

- Eu sie... Você é a primeira pessoa que eu conto tudo isso... Nem os meus pais sabem de tudo o que aconteceu, eles não sabem que eu... Bem...

- Ta tudo bem, não precisa dizer.

- Mari... – Nathanael levantou a cabeça e encarou Marinette. – Posso dormir com você? – Marinette se assustou com o pedido e, o garoto percebeu isso. – Não se preocupe, eu não vou fazer nada com você, eu... Eu só quero dormi com alguém. – Marinette sorriu e esfregou os cabelos do ruivo.

- Esta bem, você pode dormi comigo. – Nathanael se levantou e puxou Marinette para a cama, ele se deitou e Marinette se deitou ao seu lado. Nathanael se aproximou da garota e colocou sua cabeça perto do peito da garota e depois a abraçou.

- Pode me fazer cafune? A muito tempo que ninguém faz isso por mim. Minha mãe fazia isso antes de eu ir para o colégio interno, eu adorava, mas depois que fui pra lá, eu nunca mais tive ninguém pra fazer isso, não com carinho... As meninas com quem eu me deitava faziam isso depois que fazíamos sexo, mas, não era a mesma coisa. – Marinette ficou em silencio, ela sabia que Nathanael já se deitou com muitas garotas, mas, o ruivo nunca havia comentado isso em sua presença, pois ela sabia que ele não queria que ela soubesse da sua fama de mulherengo, mesmo isso sendo inútil, pois ela sempre ouvia os outros nobres comentando e, Adrien já havia lhe contado sobre isso. Adrien... Ela ainda o amava, amava com todas as suas forças, mas ela não podia deixar Nathanael sofrendo como das outras vezes, então ela ira dormir com ele, mas nada daquilo iria mudar o fato de que Adrien era o homem que ela amava e sempre ira amar.  Marinette começou a fazer carinho nos cabelos do ruivo, eles ainda eram macios como de quando eram crianças. Ela sorriu ao se lembrar de todas as suas brincadeiras e, de quando ela tirava a franja de Nathanael da frente de seu rosto para ele poder desenhar. – É bom sentir isso novamente.

- O que? Cafune? – Marinette perguntou rindo.

- Não... Amor. – Nathanael disse e Marinette sentiu uma dor em seu coração, ela não sabia  que o ruivo sofria tanto. Marinette permaneceu em silencio. Ela continuou fazendo carinho nos cabelos do ruivo e, não demorou muito para que ele dormisse. Marinette olhou para a porta e viu que a mesma estava aberta, ela pensou em fugir, mas, não queria deixar Nathanael naquele estado, e também, mesmo que ela tentasse fugir, os capangas de Nathanael a pegariam e, se o ruivo ficasse sabendo dessa fuga em um momento em que ele estava frágil e contou a ela tudo o que sentia e passou, ele nunca ira a perdoa-la e, poderia fazer coisas ruins com ela, então ela respirou fundo e, fechou os olhos, logo ela também já estava dormindo.

Quando acordou de manha, Marinette não viu Nathanael, ela se sentou e suspirou pesadamente, olhou para a porta e, viu que a mesma estava fechada. Ela escuta um barulho da fechadura e logo a porta se abre, um dos capangas de Nathanael entra com uma bandeja e coloca sobre sua cama, depois ele sai e Marinette escuta a fechadura da porta novamente. A menina olhou para a bandeja e, viu que lá tinha alguns pães, suco, e um croissant, a menina suspirou e se deitou na cama novamente.

- será que Nathanael se lembra do que ele me disse na noite passada? – Marinette perguntou para si mesmo com a voz baixa, ela olhou para a janela e, viu que estava um dia lindo, imediatamente, ela se lembrou de Adrien. – O que você esta fazendo agora, meu amor? Eu queria tanto esta acordado com você, assim como todas as manhas.

Enquanto isso Nathanael estava na cozinha tomando um café forte e sem açúcar. Sua cabeça estava doendo tanto, que parecia que iria explodir a qualquer momento. Ele também se repreendia mentalmente por ter se aberto daquele jeito com Marientte na noite passada. Agora ela sabe do que lhe aconteceu no colégio interno e, o ruivo tinha medo de que ela usasse isso contra ele.

- Patrão. – Um dos capangas de Nathanael o tirou de seus devaneios.

- O que você quer? – Nathanael perguntou nervoso.

- Precisamos ir comprar alguns alimentos. Já não tem nada na dispensa e, demos os últimos pães para a garota, como o senhor pediu. – Nathanael se levantou e pegou um saco pequeno com algumas moedas dentro, ele jogou para o seu capanga e disse:

- Comprem o que precisam e saia logo daqui.

- Sim senhor. – O capanga saiu e, assim, deixou Nathanael sozinho na cozinha. O ruivo tomou mais um gole de seu café amargo e, depois se levantou, precisava de um banho gelado.

 

Enquanto isso, Edgar estava em sua mercearia atento a tudo e a todos, ele conhecia bem os capangas de Nathanael, pois eles quase sempre eram vistos com o ruivo. Edgar estava parado perto da entrada, olhando bem o rosto de todos que entravam e saiam de lá, ate que uma garota loira se aproxima.

- Oi, Ed. – Edgar olha para a garota e cora no mesmo instante.

- So-Sophi... Oi. – Edgar disse tímido.

- Por que esta aqui fora? – A menina perguntou se aproximando mais do rapaz.

- Estou ajudando minha... Minha noiva... Com uma coisa. – O rapaz disse um pouco triste.

- Ah... entendo. – Sophia disse triste. Então ela sorriu fraco e encarou o rapaz. – E com o que esta ajudando ela? Talvez eu possa ajudar.

- A melhor amiga dela foi sequestrada e, ela pediu que eu ajudasse. Como todos da cidade acabam vindo à mercearia da minha família, ela pensou que talvez os capangas de Nathanael ou ate o próprio pudesse vir comprar mantimentos.

- Entendo... Eu espero que de tudo certo.

- É, eu também. A garota que foi sequestrada parece legal, ela veio com Alya no dia que íamos marcar o nosso noivado.

- E marcaram? – Sophia perguntou com receio.

- Não, Alya não se sentiu bem e, teve que voltar para casa.

- Ah... – Quando Sophia ia dizer alguma coisa, um dos capangas de Nathanael aparece indo em direção à padaria. Edgar o ver e percebe que ele olhava estranho para Sophia, ela a puxa para perto de si e encara o capanga que sorrir e o cumprimenta.

- Sophi, preciso que fique aqui e faça sinal quando ver que ele esta saído. Eu vou ficar escondido com o faísca e, assim que ele sair eu vou segui-lo.

- O que? Ficou maluco? Esse cara é perigoso. Fora que ele sempre anda com outros iguais a ele.

- Eu vou ficar bem. Só me avise quando ele sair. – Sophia concordou com a cabeça e pediu que Edgar tomasse cuidado, Edgar prometeu que ficaria bem e, logo depois foi para perto de seu cavalo Faísca.

Quando o capanga de Nathanael saiu, Sophia fez sinal para Edgar que montou em seu cavalo e se preparou para segui-los. Os capangas de Nathanael arrumaram as compras em seus cavalos e logo depois montaram nós mesmo, eles começaram a cavalgar e Edgar esperou um pouco, para que eles tomassem um pouco de distancia e assim não o vissem, logo depois, Edgar começou a segui-los.

Já na metade do caminho, os capangas de Nathanael perceberam que estavam sendo seguidos, eles se olharam e sorriram, então começaram a correr e entraram em um matagal que tinha ali perto. Edgar fez o seu cavalo correr mais rápido e entrou no matagal, ele ainda podia ver os capangas correndo em seus cavalos na direção ao lago. Ele olhava atento cada um deles e tentava manter o ritmo para não perde-los.

- Por que não damos logo um fim nele? – Um dos capangas perguntou.

- Por que Nathanael pode não gostar. Vamos apensa despista-lo e, depois voltamos para o esconderijo. – Os três capangas concordaram e, assim cada um foi para um lado.

Edgar acabou se confundido e perdendo os três capangas, ele parou e resmungou aborrecido. Então ele deu meia volta e voltou para a mercearia.

 

A tarde, Adrien estava se preparando para ir a mansão Dupain-Cheng, ele se transformou em Chat Noir e foi para lá o mais rápido que podia. Quando chegou, viu Lila com algumas pessoas estranhas sentados um pouco afastados do portão, ele se escondeu e se destransfomou, depois, foi se encontrar com todos, assim que se aproximou, Alya saiu de dentro da mansão e, logo depois Nino apareceu.

- Bem... Vamos esperar mais um pouco para ver quem aceitou nos ajudar. – Adrien disse e todos concordaram, poucos minutos depois, algumas pessoas começaram a aparecer, logo, todos já estavam reunidos e, começaram a se apresentar. Os amigos de Lila foram os primeiros.

- Bem, nos somos amigos de infância e vizinhos da Lila e, estamos aqui para ajudar no que for preciso. – Um garoto moreno e de olhos verdes disse.

- Podemos parecer estranhos, perigosos e arruaceiros, mas, podem ter certeza que somos isso mesmo. – Uma garota ruiva disse e todos os seus amigos, inclusive Lila, riram, menos Adrien e os outros. Depois disso, todos os treze amigos se apresentaram e disseram os seus nomes, logo depois, foi a vez dos nobres.

- Bem... Eu sou Max Kanté e, sou um nobre, amigo de infância da Marinette e Adrien. Eu aceitei ajudar vocês, pois eu gosto muito da Marinette, ela sempre foi uma grande amiga e, estou disposto a ajudar no que for preciso. – Max disse e todos sorriram.

- Eu sou Ivan Bruel, também sou nobre e amigo de infância do Adrien e da Marinette. Então, podem contar comigo e com minha noiva para o que for preciso. – Ivan disse e encarou sua noiva sorrindo.

- Eu sou Myléne Hapréle, não sei se vou poder ajudar com muita coisa, mas estou disposta a ajudar no que for preciso, assim como o meu noivo, Ivan. – Myléne disse sorrindo e olhando para Ivan que também sorriu.

 

- Eu sou Alix Kubdel, e como amiga da Marientte, também estou disposta a ajudar no que for preciso. Ate vim de calças e sapatos masculinos para isso. – Alix disse e levantou a barra de seu vestido, todos a olharam e depois riram.

- Eu sou Juleka Couffaine e, também estou disposta a ajudar a minha amiga.

- Rose Lavillant, também irei ajudar no que for preciso... Ou no que eu conseguir. – Rose deu uma risadinha fraca.

- Eu sou Lê Chien Kim. Quando vim da China para cá, a família da Marinette nos ajudou bastante, já que não sabíamos falar muito bem francês. Durante muito tempo a Marinette foi a minha única amiga e, me ajudou bastante, ate a fazer novos amigos. Por tanto, eu quero muito ajudar a encontra-la e, prometo que quando encontrar o desgraçado do Nathanael, irei fazer picadinho daquele imbecil se ele tiver tocado um só dedo na Marinette. – Kim disse furioso.

- Eu sou Edgar Laven, filho do dono da mercearia da cidade e, essa é minha melhor amiga, Sophia. Alya me pediu ajuda hoje de manha e, me pediu para ficar atento aos capangas de Nathanael, ela também disse que vocês iram se reunir aqui hoje para pensar em um plano, então, eu comentei com a Sophia e, nos resolvemos ajudar. – Todos olharam para Edgar sorrindo, menos Nino, que não estava nada feliz em ter o rapaz ali. – Bem, eu também gostaria de dizer que eu vi um dos capangas.

- O que? – Adrien perguntou e encarou o rapaz. – Você o seguiu? Descobriu alguma coisa?

- Bem... Sim, mas, eles conseguiram fugir, eles entraram na floresta e eu os perdi, mas, eu vi quando eles perceberam que estavam sendo seguindo, então, ate essa parte, eles estavam ido para o esconderijo, depois que perceberam que estavam sendo seguidos mudaram o trajeto. Então, eu sei  por onde podemos começar a procurar. – Edgar disse e todos o olharam confiante, ate Nino.

- Isso é ótimo. A Mari pode esta ali por perto. – Adrien disse confiante.

- Sim, só precisamos começar nossa busca por lá. – Edgar disse e todos concordaram.

- Então vamos começar a pensar no plano para resgata a Mari. – Alya disse e todos se juntaram.

- Não vamos desistir ate encontra-la. – Lila disse e esticou sua mão, todos colocaram as mãos sobre a de Lila, ate Tikki e Plagg que estavam escondidos nas roupas de Adrien e Alya.

- O Nathanael não perde por esperar. – Kim disse sorrindo confiante e encarando a todos que estavam do mesmo jeito, então eles jogaram suas mãos para cima e disseram todos juntos:

- Vamos resgatar a Mari!!! 

Leiam as notas finais, ou não... Vai ter spoilers asuhauhs...


Notas Finais


Espero que tenham gostado do capitulo de hoje eheheh... Eu ia postar so quarta, mas resolvi ser legal com vocês aushauhsuah... O próximo deve sair quarta.

Façam pedidos para o próximo capitulo.

No próximo capitulo:

Marinette vai tentar se aproximar mais de Nathanael.
Chloe ira descobrir que Nathanael se abriu para Marinette.
Marinette descobre que seu pai sabe a verdade sobre Nathanael.
Adrien e seus amigos chegam mais perto de descobrir onde Marientte esta.
Mais um aliado se junta na busca para encontrar Marinette.

Quem quiser me add no whatzapp, ficarei feliz em aceita-los ^_^ Pretendo fazer um grupo e, assim avisar quando terá novos capítulos da fic, quando eu não puder postar e, dar alguns spoilers e dicas dos próximos capítulos.
Meu numero: 3.1.9.8.5.1.1.3.7.2.3. (coloquem sem os pontos kkkkk...)
Minha outra fic: https://spiritfanfics.com/historia/love-miraculous-5781480


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