História The Princess and the commoner - Capítulo 76


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Categorias A Seleção
Tags América, Aspen, Carter, Celeste, Daphne, Kriss, Lucy, Marlee, Maxon, Nicoleta
Exibições 106
Palavras 1.131
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 76 - 2 temp. 19


P.O.V America

Olhei para o celular mais uma vez, confirmando novamente que estava no dia de irmos para Illea. O casamento do Maxon seria amanhã à tarde. Contra minha vontade levantei da cama e fui me arrumar para sair.

Após um banho bem longo, vesti a roupa que Julia deixou separada para mim. Um vestido curto de borboletas, cabelo solto, uma coroa, maquiagem simples e um salto nudi, e estou pronta. Me olhei no espelho uma última vez antes de sair do quarto. Desci lentamente até o hall de entrada, onde todos já estavam.

- tem certeza que não quer que eu vá com você? – Marlee perguntou novamente. Essa era uma pergunta frequente vindo dela.

- Marlee você está gravida, eu não quero que nada aconteça com você e nem com meu sobrinho. Então você e Carter vão ficar aqui.

- ainda sou contra essa ideia – Carter resmungou.

- jamais me perdoaria se algo acontecesse com você, entenda isso. E o Aspen, o Avery e o Logan vão comigo, além claro de 50% da guarda inglesa, da guarda italiana, da...

- ta bom America, já entendemos que você vai estar segura – Marlee resmungou.

- obrigada por entender isso – sorri – além do mais, o Dan já vai estar lá quando eu chegar, então vai estar tudo bem.

- prometo trazer ela viva loirinha – Aspen sorriu para Marlee.

- e você volte vivo – Lucy falou em um tom ameaçador.

- prometo voltar para você querida – Aspen sorriu.

- majestade, temos que partir, o avião já está pronto – Avery se aproximou.

- tudo bem – concordei – bom meninos, vamos?

- sim – Aspen concordou.

Nos despedimos de todos que estavam ali, e partimos para o avião. A viagem demorou cerca de seis horas e meia, então as 16 hs eu estava pousando em Illea. Logo que sai do avião, quatro guardas de Illea nos esperavam com duas limusines.

- rainha America – um guarda tomou a frente, logo fez reverencia.

- guardas – sorri – podemos ir?

- sim – ele concordou e então abriu a porta para mim.

A viagem ao castelo não demorou mais de meia hora. Ao chegarmos, Maxon e Daniel me esperavam em frente ao castelo.

- boa tarde – sorri para os dois.

- oi amor – Dan me deu um selinho.

- oi America – Maxon deu um meio sorriso – vamos entrando?

- uhum – concordei.

- Lorena poderia acompanhar America ao seu quarto? – Maxon pediu a uma criada que estava nos esperando.

- sim alteza – ela concordou antes de fazer uma reverencia – me siga majestade – ela saiu na frente.

Segui ela em silencio, meu quarto ficava no segundo andar e ao lado do quarto de Dan. Já meus guardas foram designados para o alojamento dos guardas.

- tudo bem? – perguntei ao Dan.

- tudo sim, porque? – ele perguntou.

- por nada não.

- está tudo certo para o jantar? – me sentei na cama.

- sim, vamos sair as sete.

- tudo bem – concordei.

- vou resolver alguns problemas do meu reino, depois nos falamos, tudo bem? – ele perguntou já saindo.

- tudo – concordei, e então ele saiu.

Olhei para aquele quarto já conhecido por mim. Suspirei. Não vou ficar aqui. Resolvi ir para a sala de música. Me assustei ao chegar lá e ver a mesma trancada.

- guarda, poderia me dizer porque a sala de música está trancada? – perguntei ao guarda que estava na porta.

- o príncipe Maxon a trancou a algum tempo. Somente ele tem a chave.

- tudo bem – concordei.

- a majestade, que bom que lhe achei – Lorena chegou correndo – a princesa Bariel pediu para que a senhorita se encontre com ela e a rainha Amberly no salão das mulheres.

- tudo bem – concordei.

Andei lentamente até o salão. Me sentia como se estivesse indo para a forca, e a cada passo minha infelicidade aumentava mais.

- boa tarde majestade, a princesa e a rainha lhe esperam – o guarda fez uma reverencia e abriu as portas para eu entrar.

- majestade – fiz uma reverencia a Amberly – senhorita Bariel – sorri.

- querida, que bom vê-la – Amberly sorriu.

- que bom ver que minha querida madrinha chegou mais cedo – Bariel disse ironicamente.

- pois é, pontualidade britânica – sorri forçado.

Amberly quem conduziu a conversa inteira. O que foi uma benção, já que não fui obrigada a falar de moda ou coisa parecida. Também não briguei nenhuma vez com Bariel, e descobri que posso ter uma conversa civilizada com ela, o que foi uma grande surpresa.

Próximo a hora do meu jantar com Daniel, pedi licença e me retirei. Tomei um banho e me arrumei rapidamente. Logo estava esperando Daniel no hall de entrada. Mas quando ele apareceu, Clarkson vinha junto.

- majestade – fiz uma reverencia.

- rainha America – ele falou rispidamente.

- bom vamos querido? – sorri.

- vão para onde? – Clarkson sorriu falsamente.

- vamos jantar em um restaurante famoso na cidade – Dan respondeu.

- oh sim, pois então faço questão que levem dois guardas de minha confiança. A cidade anda perigosa – ele fingiu estar preocupado.

- mas não precisa, eu já estou com três guardas muito bem treinados – sorri forçado.

- pois eu faço questão! Os senhores ali podem lhe acompanhar – ele indicou os dois guardas que estavam na porta.

- tudo bem – concordei contra vontade.

Saímos em silencio para fora, para esperar o carro que nos levaria até lá.

- o que vamos fazer agora? – questionei irritada.

- não sei – Dan sussurrou, também irritado.

- mantenha a calma majestade, sei para onde vai e quem vai encontrar – um dos dois guardas se aproximou sutilmente – meu nome é Igor, e fique tranquila, juliano também sabe, e pelo menos 60% dos guardas estão do nosso lado.

- gostei de saber disso – sorri.

O caminho até um dos melhores restaurantes da cidade foi curto. Demos sorte por acharmos um restaurante que tinha salas privativas, e por um bom dinheiro, eles a reservaram para nós e desligaram todas as câmeras do estabelecimento.

- boa noite majestade, alteza – o maitre fez uma reverencia ao nos ver entrando.

- boa noite, nosso convidado já chegou? – questionei.

- sim, ele chegou a cinco minutos – ele concordou.

- bom então vamos. Vocês se espalhem pelo restaurante, sem chamar a atenção – pedi aos guardas, que assentiram.

- vou junto – Aspen se prontificou.

- tudo bem – concordei.

- podemos ir majestade? – o maitre me perguntou.

- sim – assenti.

Seguimos para o terceiro andar. A sala era pouco iluminada, vi dois homens parados no canto da sala.

- majestade, alteza! – escutei três vozes na sala.

- senhores – os cumprimentei – qual de vocês é o Gerald?

Um homem saiu da parte mais escura, ele era um pouco mais alto que eu, mas sua estrutura era de um homem que malhava o dia inteiro. Mas não foi isso que me assustou, mas sim o vê-lo.


Notas Finais




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