História The Princess and the Guard - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags 2jae, Amor, Cross-dresser, Época, Jeongguk!bottom, Jikook, Jimin!top, Markson, Mpreg, Namjin, Príncipe & Guarda, Reis, Vhope
Visualizações 652
Palavras 2.200
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Fluffy, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Poesias, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


E esses mais de 500 favs ai? tão querendo me matar?
OBRIGADA <3
Malz a demora e eu dedico esse cap a minha querida filha @pandinha_juhh ! feliz aniversário doce ^^

P.S: quando falam com o Jeongguk ele escuta meio que distante, então coloquei em itálico, ok?

Boa leitura <3

Capítulo 13 - The sick princess


Os ânimos no castelo estavam dos piores, Mark era o que mais sofria com tudo aquilo. Tinha o marido recém-saído de um envenenamento e agora seu pequeno lírio sequer respondia a algum comando ou chamada; Jeongguk parecia ter-se desligado de tudo, não encarava qualquer pessoa que cruzasse sua frente, não respondia quando alguém lhe chamava.

Seus olhos escuros apenas focavam o nada, como se sua mente estivesse perdida, como se ele tivesse se trancado dentro de si mesmo para se proteger das dores externas. Seu pequeno sol estava preso dentro dele mesmo, com medo do que encontraria aqui fora.

Ei, olhe para mim amor. – pediu Mark, baixinho e choroso, não tendo sequer um movimento pequeno do de cabelos castanhos. Fungando, Mark agarrou-se ao corpo de Jeongguk, deitando o mesmo junto ao seu na cama de um dos quartos de hóspedes, já que não queria seu pequeno príncipe naquele quarto onde passou minutos agoniantes nas mãos horrendas de um rebelde. – O que iremos fazer agora meu amor? – soluçou segurando um dos pequenos palmos de Jeongguk. – Como você voltará para nós? Quando?

Mark tinha todas as perguntas do mundo, mas nenhuma resposta para elas.

[]

Jimin sentia as vistas voltarem lentamente, ainda estava grogue e sentia uma leve dor em seu peito direito, não chegando a lhe incomodar tão grandemente. Resfolegou, os olhos focando o teto branco da ala médica do castelo, sentia uma mão pequena segurar a sua e aquilo o fez acreditar ser Jeongguk.

Seu Jeongguk.

Sorriu grandemente, levantando o olhar e fitando o pequeno ser ao seu lado. Seu sorriso grande fora substituído por um pequeno e confuso, era sua mãe ali e não o pequeno príncipe, o que lhe tomava emoções estranhas e jamais sentidas.

– Omma? – questionou confuso, tentando levantar da maca médica e tendo uma pequena mão o empurrando delicadamente de volta. – O que foi, aconteceu algo com o Appa?

– Com seu Appa, Jimin?! – exclamou chorosa. – Com você... Céus olhe para você! – soluçou, as mãos trêmulas alcançando o rosto confuso de seu filho mais novo. – Você poderia ter morrido Jimin! Poderia nunca mais ter visto sua família.

– Era Jeongguk, o príncipe, eu não poderia deixá-lo em perigo! – se levantou, mesmo a contragosto de sua progenitora. Sentou-se na maca, encarando sua mãe com carinho, mesmo que fosse difícil para Jimin mostrar tanto carinho – até mesmo para sua família – e algum tipo de afeto, ele o fazia. – Mãe, Jeongguk é-

– Jeongguk é seu Príncipe e você o deve respeito, nada mais. – respondeu a mais velha, o medo do filho dizer o que pensava que diria a afligia mortalmente. Claro que gostaria de ver seu caçula apaixonado, mas não pelo filho mais novo do rei de seu país; Era errado para ela pensar isso, era a família real afinal. – Quero que me diga que fez isso por que era seu dever, não que está nutrindo algum sentimento por ele. – disse firme, tomando uma pose autoritária que apenas tomava quando seus meninos eram apenas crianças bagunceiras. Mas nenhum deles era, cresceram e Lucy tinha medo que seus filhos sofressem por algum amor impossível.

Jimin desviou os olhos dos da sua mãe, esses que eram iguais aos seus, o mesmo acinzentado bonito se refletia nos olhos da matriarca Park. Não estava confortável com aquele assunto, também não estava confortável com o fato de justamente sua mãe ler tudo o que Jimin e Chanyeol sentiam e passavam; Lucy claramente via o brilho nos olhos de Jimin assim que citou o filho mais novo dos reis, viu o modo desesperado que disse que precisava salvar o príncipe.

– Eu não sei o que sinto por ele, mas foi meu dever protegê-lo, mesmo que eu perdesse minha vida o fazendo. Não poderia deixá-lo correndo perigo, era demais para mim. – disse, deixando que uma de suas mãos alcançasse o rosto aflito de sua mãe. – Eu não sei como, mas eu senti que ele estava precisando de mim. Foi tão forte, foi realmente forte e eu me senti sufocar!

Lucy ouvia tudo calada, não sabendo o que dizer ao filho. Via o desespero nos olhos de Jimin ao se referir aos minutos que antecederam aquele desastre com o rebelde e o príncipe, via como ele parecia desesperado e como ele deveria ter ficado com medo assim que adentrou o quarto de Jeongguk e se deparou com um dos rebeldes. Também percebia toda a ternura na fala e olhos do filho ao se referir ao lírio do reino, estava com medo de que todo aquele carinho se transformasse em amor.

Não queria ver o filho daquele jeito mais uma vez, seria devastador para ela e toda a família assistir Jimin cair na decadência novamente.

– Eu só quero que me prometa não se apaixonar pelo Príncipe. – pediu cheia de esperança, essa que se esvaiu ao ver o rosto contorcido do filho, os olhos não focando em si como minutos atrás. – Por favor, não...

– Não se preocupe. – disse firme, mesmo que em seu interior soubesse que aquilo, as palavras que diria a seguir não eram verdadeiras. – Eu não vou me apaixonar por ele.

[]

Taehyung se sobressaltou, o corpo suando em demasiado assim que despertara do sonho que tivera. Soluçou baixinho, agarrando-se ao travesseiro ao qual abraçava fortemente durante o sono; Não sabia por que sua cabeça vivia lhe recordando daquela noite, era torturante demais ter que se lembrar daquelas horas horríveis e das palavras odiosas e nojentas que tivera de escutar daqueles monstros. Contudo, daquela vez o sonho lhe mostrara mais claramente o rosto do acinzentado, e para sua surpresa não era o que salvou a vida de Jeongguk na noite passada; O rosto era mais magro, ainda que fosse parecido, aquele homem tinha traços diferentes e Taehyung se sentiu um tolo por ter acusado a pessoa errada.

– Hoseok-ah! – chamou alto, se agarrando ainda mais ao travesseiro e suspirando a cada segundo que se passava. Minutos depois, um Hoseok afobado e com os fios molhados irrompeu o quarto, parecendo ter acabado de sair do banho e sua camisa posta desajeitadamente em seu corpo. Taehyung sorriu pequeno. – Oh! Atrapalhei seu banho?

– Eu já estava saindo quando me chamou. – mentiu. – Aconteceu algo, estava chorando? – indagou preocupado, sentando-se ao lado do ruivo e fitando o rosto deste com atenção.

– Eu me lembrei do rosto do homem que me atacou. – sussurrou, seu coração se apertando ao ver a face preocupada do príncipe ser substituída por uma raivosa. – Não foi o guarda, disso eu tenho plena certeza. Agora me sinto culpado por ter feito você prendê-lo, deveria ter pensado com mais calma e não sair acusando ninguém. – fez um muxoxo, estava envergonhado por ter feito Hoseok prender um inocente quando ele mesmo não tinha lembranças o suficiente para acusar o guarda.

– Não se sinta culpado, pode pedir desculpas a ele junto comigo. Eu sei que devo desculpas por não ter o ouvido também, ainda mais depois do que ele fez por meu irmão. Arriscou a própria vida para ajudar Jeongguk, e eu sempre serei grato a ele por isso.

– Então acho que está na hora, certo?

Hoseok assentiu, buscando a mão do ruivo e o ajudando a sair da cama. Logo os dois se puseram a caminhar até a ala hospitalar do castelo, com a esperança de que o Park estivesse acordado.

Ao chegarem, bateu levemente na porta e escutou uma voz desconhecida os mandarem entrar, logo o fez, tendo Taehyung em seu encalço. Adentraram o grande corredor ladeado de macas, as estantes com os remédios ao fundo da sala e sentado ao lado de uma mulher com o mesmo tom de cabelos do guarda, esse que tinha o peito coberto por faixas e onde a adaga fora cravada estava uma mancha de sangue seco. Aproximou-se, sua mão ainda apertando a do Kim quando parou em frente aos dois, deduzindo que aquela mulher seria mãe do Park, afinal eram quase do mesmo jeito.

A mulher mais que rapidamente se curvou em respeito, tendo o filho seguindo suas ações, mesmo reclamando internamente de dor.

– Park Jimin, além de eu lhe dever minha vida por salvar a de meu irmão, lhe peço desculpas por tê-lo acusado injustamente de ter violado o jovem Taehyung.

Jimin estava mais que surpreso, feliz por finalmente ter se livrado daquela tão injusta acusação, mas surpreso pelo príncipe herdeiro ter se desculpado. A maioria da monarquia apenas o libertaria e só, mas Hoseok não o fizera, lhe pediu desculpas sinceras e parecia constrangido por ter jugado mal uma pessoa.

– Era o dever do meu filho Alteza. – disse Lucy, apoiando uma das mãos no ombro do filho. – Ele o faria de novo para o bem da família real.

– Sei que sim Senhora Park, e é por isso que quero deixar Jimin em casa esse tempo que vai ficar impossibilitado de trabalhar. Quero que nossos médicos cuidem dele, como ele foi tão honradamente cuidar do meu pequeno lírio. É uma vontade minha e de meu pai. – disse firme.

– Jimin ficará aqui no castelo? – questionou Lucy, tendo um aceno positivo do príncipe herdeiro. – Oh... Creio que vai ser melhor assim.

Jimin não disse nada, estava se segurando para perguntar de Jeongguk, mas não queria o fazer com sua mãe por perto. Não sabia do por que da relutância desta para com o príncipe, mas tinha suas suposições e abominava-as.

– Eu também queria me desculpar. – disse Taehyung, culpado por ter feito o acinzentado passar noites e dias trancafiado como um animal, sendo este inocente. Jimin o encarou sorrindo, não o culpava, o ruivo deveria estar assustado e confundiu tudo, não era culpa de nenhum dos dois afinal.

– Não precisa, eu sei o que passou e entendo que tenha se assustado e confundido as coisas. Não foi sua culpa.

E com aquelas palavras, o coração culpado de Taehyung pesou menos, assim como o pé atrás que Hoseok mantinha com o guarda já não mais existia. Ele salvara seu irmão, era um homem de honra e dever, não deveria temer pela segurança de seu pequeno Jeongguk quando Jimin dera tudo de si para livrar o pequeno príncipe do pior.

– Como está ferido, mandarei Min Yoongi tomar conta de Jeongguk enquanto se recupera. Ele me parece um homem confiável, concorda? – indagou Hoseok, abraçando o ruivinho de lado enquanto focava os olhos em Jimin.

– Acredito que ele seja alguém que merece a farda que usa. – Hoseok sorriu concordando, sentia na voz do outro hesitação, e um pouco do que diria ser ciúmes. Estaria da mesma maneira se fosse com Taehyung, não admitiria que nenhum dos guardas ou soldados do reino cuidassem dele como ele poderia bem cuidar. – Como ele está? – ousou perguntar, sentindo a mão em seu ombro o apertar, mas não ousou fitar sua mãe, pois sabia que nos olhos dela estariam todas as razões para não o fazer... E Jimin não estava se importando para a razão naquele momento, só queria saber como Jeongguk estava.

– Jeongguk está mau, não responde quando chamado ou sequer foca os olhos em um ponto. Eu não sei o que aconteceu com meu irmão, mas parece que ele não está mais aqui, entende? – suspirou ao que ouviu um arfar da mulher, seguido de um aperto no coração. Odiava ter de ver seu pequeno raio de sol daquela maneira tão apagada e distante. – Talvez se você falar com ele, ele poderia reagir a algo. Jeongguk nunca agiu daquele jeito com ninguém, nunca tentou defender uma pessoa como tentou com você! Por favor, tente. – pediu agoniado, jogando seu orgulho de lado, não se importando se estava se rebaixando tanto... Era de seu irmão que estava falando, da saúde dele!

Jimin não sabia o que dizer, queria poder ajudar, queria como nunca, mas não sabia como o fazer! O que ele faria para trazer Jeongguk de volta ao que era?! Beijar-lhe como nos contos de fadas e num passe de mágica teria o resultado que esperava? Não sabia o que fazer...

– Onde ele está?

[]

O pequeno príncipe tinha os olhos fechados enquanto uma de suas amas o banhava, teria de usar de algumas agora que não conseguia sequer fazer o mínimo que fosse sozinho. Tinha em sua mente as vagas lembranças da noite passada, se lembrava de uma voz doce e cortada falando consigo, lhe pedindo para olhá-lo... Jeongguk sentia vontade de olhá-lo, como ele bem lhe pediu, mas seu corpo não o fazia, parecia estar preso dentro de sua cabeça... E sua prisão era seu próprio corpo.

Escutou ao longe um exclamar baixinho de uma das amas, e logo seu rosto fora virado delicadamente para o lado, seus olhos demorando mais do que o normal para focar na figura a sua frente.

Oi Princess, vim até aqui para ver se está bem. – ouviu, mesmo que a voz fosse um pouco distante. Ainda podia ouvir os protestos de suas amas, pedindo para que o acinzentado deixasse os aposentos – e o banheiro, que era onde estava no momento. – Me disseram que não estava muito bem, queria poder fazer algo para ajudar você, mas eu não sei como.

Jeongguk piscou lentamente, seus olhos focando nos acinzentados do homem a sua frente, sua boca abriu e nenhum som fora proferido, o que fez o coração de Jimin se partir em mil pedaços.

Como faria para trazer Jeongguk de volta?


Notas Finais


quando será que a nossa princesa vai se recuperar? aish ;-;
hoseok muito indo pedindo desculpas, NÃO ODEIEM O HOSEOK-OPPA!! ELE É UM ANJINHO DE PESSOA T.T
iiiiihhh parece que a sogra do Guk não gosta muito da ideia de ser sogra dele, pena que noiz não liga, né galera?

foi iso gente, desculpa se estiver ruim ok? eu tentei fazer o meu melhor, mas tá' bem difícil para mim escrever esses dias ;-; espero que entendam ^^

mais uma vez feliz aniversário @pandinha_juhh <3 <3 mil beijinhos voadores para você doce *-*

um beijão e obrigada por ler e até a próxima meus amorzinhos doces :*


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