História The Princess and the Guard - Capítulo 15


Escrita por: ~ e ~BottomNochu

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags 2jae, Amor, Bottomnochu, Cross-dresser, Época, Jeongguk!bottom, Jikook, Jimin!top, Markson, Mpreg, Namjin, Príncipe & Guarda, Reis, Vhope
Visualizações 961
Palavras 2.417
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Fluffy, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Poesias, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Não demorei aaaaaaaa
e obrigada mesmo pelos +800 favoritos *---*

boa leitura <3

Capítulo 15 - Capítulo Quinze.


À tarde depois daquele pequeno passei entre Jeongguk e Jimin passou calma, sem mais ninguém para atrapalhar ou simplesmente estragar o momento dos dois; o que o Park agradecia aos céus, ainda mais depois de descobrir que estava mais do que adorando aqueles momentos calmos com o pequeno príncipe consigo.

Agora era noite, Jimin tinha acabado de trocar suas faixas em seu ferimento e se encaminhava para a cozinha, com a intenção de comer algo para que pudesse dormir em seguida. Mas assim que se viu no cômodo, tivera o pulso esquerdo puxado por Taehyung, que o arrastara até a sala de jantar, onde o restante da família real – com exceção do rei, pois ainda estava um tanto debilitado –, esperando o guarda.

– Sente-se perto de Jeongguk. – pediu Hoseok sentado ao lado esquerdo do assento de Jackson, apontando para a cadeira ao lado da de Jeongguk. – Ele se manteve inquieto, acho que ter você longe o deixa agoniado. – suspirou constatando um fato, já que viu o pequeno desespero silencioso do irmão mais novo.

Jimin sorriu internamente, não o fazendo de fato, pois sabia que irritaria mais ainda Hoseok. Sentou-se ao lado de Jeongguk, tendo esse o encarando segundos depois; sorriu deixando um pequeno afago na bochecha alheia, antes de se dar conta de que não estavam a sós ali.

– Eu não vou me acostumar com isso nunca. – resmungou o herdeiro, deixando os sujeo de lado na mesa e fitando os dois. – Nem mesmo quando peguei YoungJae aos beijos com o Im me senti assim! – confessou num exclamar, fazendo o irmão corar com a sua fala e Taehyung murmurar todo o seu descontentamento com o príncipe herdeiro.

– Às vezes me pergunto o porquê é tão turrão assim, Hoseok! – YoungJae reclamou cruzando os braços, completamente chateado pela maneira em que o irmão demonstrava irritação por tudo que envolvia os irmãos mais novos. – Jaebum e eu já estamos noivos há tempos, não é pecado algum o que fazemos por ai!

E depois disso a mesa se tornara uma pequena guerra de farpas dos irmãos mais velhos, Jeongguk apenas escutava tudo distante, enquanto Jimin fazia questão de alimentá-lo ele mesmo. Taehyung suspirava a cada fala de Hoseok, achando graça o modo ao qual os dois pareciam crianças discutindo por coisas bobas.

– Foram apenas beijos, o que tem de mal nisso? – indagou olhando fixamente para Hoseok, tendo este o olhando de volta com uma pequena interrogação no meio da face bonita. – Eles são noivos, estão prestes a se casarem e se gostam. Qual o problema de demonstrarem isso? – questionou novamente, a destra alcançando a mão do outro por debaixo da mesa e a apertando levemente. – Pois eu não vejo problema algum, deixe-os em paz homem!

Hoseok abriu a boca para contestar, mas a fechou no mesmo segundo em que o ruivo ergueu as sobrancelhas, fechando a cara na hora, mas não dizendo nada. YoungJae mantinha as bochechas num tom avermelhado, não pela pequena briga que acabou de acirrar com o irmão mais velho, mas sim pelas memórias que o acometeram no momento; recordações estas que o poriam em maus lenções.

 

Jeongguk novamente dormiu nos braços de Jimin, acalmando assim o seu estado de espirito, o deixando mais do que em plena ordem em sua mente. Park também estava mais do que satisfeito, tanto por ter seu pequeno príncipe em seus braços, quanto pelo fato de aceitar que o amava tão intensamente; era assustador, mas era real.

Amava Jeongguk, e era mais feliz e completo por simplesmente aceitar isso de uma vez por todas.

Quando acordaram na manhã seguinte, Jimin mal teve tempo de desejar bom dia ao príncipe, já que uma das amas de Jeongguk o arrastou para a sala dizendo que Lucy o esperava desde mais cedo. Park ficou confuso com a aparição repentina de sua mãe, mas não contestou ao que desceu até o encontro da mesma, a vendo sentada na sala como uma convidada do palácio.

– Omma? – chamou, a mão apoiando sobre a ferida que se curava gradativamente em seu ombro. A mulher se virou em sua direção, sorrindo minimamente para o filho antes de ir até ele. – O que aconteceu?

Lucy suspirou cansada, os olhos carregando pequenas olheiras de noites mal dormidas devido a preocupação, esse que não deveria sequer existir na concepção de Jimin.

– Quero que pegue suas coisas e venha para casa filho. – pediu com a voz fraca, não deixando de usar de seu cansaço e preocupação como mais um chamariz para que o filho aceitasse suas palavras. Jimin soltou uma pequena exclamação, surpreso demais com o pedido repentino de sua mãe. – Por favor, venha para casa filho. Eu sei que o que aconteceu naquela noite fora forte demais, que se sentiu obrigado e no seu dever de proteger o príncipe, Jimin. Mas foi apenas isso, seu dever e nada mais e eu como sua mãe quero que vá até onde está hospedado e arrume suas coisas, vai voltar comigo hoje mesmo!

– Mãe... – tentou contornar aquilo, não queria ter de se afastar de Jeongguk, seria demais para que pudesse aguentar.

– Eu não quero ouvir Jimin, só quero que me obedeça como sempre o fez. – suspirou por fim. – Faça tuas malas que estarei aqui a sua espera.

E mais uma vez em pouco tempo, Jimin se viu perdido na quantidade de pensamentos que o acometiam no momento. Não queria deixar Jeongguk, céus! Seria a última coisa que gostaria de fazer na vida, sentia-se pela metade sem Jeon do lado, e ser tirado dele por sua mãe era tremendamente pior.

– Não vou deixá-lo não agora que ele precisa de mim mais do que tudo. – fora firme, mostrando toda a sua vontade sobre o pedido de Lucy. Encarou a mãe, segurando ambos os ombros enquanto respirava calmamente. – Eu o amo, quero ficar ao lado dele pelo resto de minha vida minha mãe. Então, por favor, não me tire essa felicidade. Não tire a oportunidade que eu tenho de ser feliz.

Lucy engoliu em seco, seu peito apertando em demasia diante as palavras do filho, sentindo cada pedaço seu se quebrar em milhões de pedacinhos ao que se deu conta do que estava tentando fazer. Tinha medo sim, de que um dia seu menino se magoasse, e se tratando da família real o temor era dez vezes maior; não queria ver Jimin infeliz, não era esse o seu desejo ao pisar os pés no palácio, mas imaginá-lo magoado e sendo desprezado era devastador para o coração da jovem mãe.

Iria retroceder, desistir de sua decisão quando a mesma criada que a atendeu entrou na sala aos ofegos, chamando por Jimin enquanto respirava com dificuldade.

– Jeongguk acordou afobado. – respirou fundo. – Ele está no quarto, desesperado por não encontrar você. Acho melhor subir.

Jimin não esperou por mais palavras, apenas correu escada acima em direção ao quarto onde passava as noites – agora na companhia de Jeongguk –. Ao chegar lá, encontrou o pequeno sobre a cama, seus olhos perdidos repletos de lágrimas enquanto murmurava coisas desconexas, as mãos de dedos longos vagando pelos lençóis desfeitos em busca do guarda, não o achando e fazendo seu pequeno desespero aumentar. Park correu até ele, subindo na cama e o trazendo para perto de si, abraçando o corpinho trêmulo do príncipe contra seu peito; mesmo que aquele ato machucasse ainda mais sua ferida, não se importava, não quando via o quão assustado a sua Princess estava.

Ei, estou aqui. – sussurrou contra a orelha do príncipe, sentindo este acalmar-se no mesmo segundo e agarrar sua camisa com força, enterrando o rosto em seu peito e suspirando. – Fique calmo, sim?

Jeongguk respirou fundo, sentindo o corpo relaxar assim que se viu entre os braços do guarda. Tinha acordado e o mesmo não estava consigo, o que o desesperou em demasiado, sentiu o coração quase parar apenas por se ver só naquele quarto sem ter o guarda ao seu lado; fora os minutos mais desesperadores da vida do pequeno príncipe.

Na porta, Lucy encarava o filho acalentar Jeongguk, tentando processar todos aqueles pequenos acontecimentos seguidos. Antes queria tirar o filho de uma possível enrascada, agora mais do que nunca queria que ele ficasse ali mesmo, onde estava nos braços do príncipe; agora sabia, via o quão o filho e o príncipe se gostavam e não poderia ser uma megera e separá-los de forma alguma.

– Jimin? – chamou pelo filho, vendo os olhos tão iguais aos seus a fitando de volta. – Já estou indo, cuide bem dele sim? – pediu sorrindo fracamente, ainda muito temerosa pelo futuro do filho, mas respeitando todo o sentimento que o mesmo carregava no peito por ele.

Jimin sorriu enquanto assentiu, vendo a mãe ir embora em seguida e o deixando a sós com Jeongguk. Voltou-se para este, acariciando o rostinho mais calmo do príncipe, antes de distribuir curtos selos pelas bochechas alheias, vendo um minúsculo rubor tomá-las. Sorriu grande para aquilo, agora beijando os lábios do Jeon e logo em seguida enterrando o rosto na curvatura do pescoço do mesmo.

Está se sentindo melhor? – sussurrou para Jeongguk, beijando a ponta do nariz deste e sorrindo quando uma pequena careta se formou no rostinho do príncipe. Jeon resmungou baixinho, as mãos alcançando o rosto do guarda e as mantendo ali enquanto fazia uma pequena caricia no rosto do mesmo. – Acho que isso é um sim. – sorriu completamente apaixonado, achando Jeongguk a coisa mais adorável da face da Terra.

Então quando achou que o pequeno toque de Jeongguk em seu rosto não passaria daquilo, o mais novo o surpreendeu ao que levou a destra até a boca do Park, pressionando os dedos ali vagarosamente enquanto deixava que seus olhos se fechassem; como um pedido mudo – e era na verdade – para que Jimin o beijasse. E Park o fez, grudou seus lábios aos do príncipe, beijando-o devagar e demoradamente, provando o quão bom eram os lábios pequenos e macios do acastanhando. Em um momento entre o beijo, a língua de Jimin escorregou acanhada para dentro da boca de Jeon, entrelaçando a mesma no músculo aveludado de Jeongguk ao que sua canhota traçava carinhos delicados na face do mesmo, aproveitando o beijo para tocá-lo e acarinhá-lo como bem quisesse.

Suspirou bobo ao final, não deixando de enchê-lo de selinhos nos lábios ao se afastar, apenas para encarar com encanto o quão corado o outro estava no momento. Sorriu satisfeito, amando todo aquele contato que agora tinha com Jeongguk... Amando-o na verdade.

Ficaram ali por algum tempo a sós, aproveitando das caricias que distribuíam um para o outro até que uma das amas de Jeongguk entrou, chamando os dois para o desjejum do dia. Desceram depois que o príncipe – com a ajuda de amas – tomou seu banho e trocou de roupas, vestindo agora um vestido de mangas curtas branco junto a um par de sapatilhas da mesma cor; o que fez o Park pensar que, realmente, Jeongguk era um anjo na Terra. Adentraram a sala um tempo depois, encontrando – desta vez – toda a família real reunida, na companhia de mais três pessoas que Jimin desconhecia a identidade.

– Meu Deus! – exclamou um deles, levantando de seu assento e indo até onde Jimin e Jeongguk estavam parados, segurando em seguida o rostinho do príncipe entre as mãos e tendo um olhar reprovador do Park como resposta ao toque inesperado. – Veja só como ele cresceu Junmyeon, nem ao menos parece aquele pequeno Jeongguk de anos atrás!

– Ele está muito crescido mesmo. – sorriu Mark, puxando Jimin e o filho para sentarem-se a mesa. – Já tem idade para casar também. – comentou olhando o Park de esguelha, vendo este engolir em seco e sorrir minimamente.

– Sinto muito pelo que aconteceu ao seu menino Jackson. – lamentou Junmyeon, suspirando ao que constatou o estado quase apagado de Jeongguk. – Tínhamos a esperança de formamos mais alianças entre nossos reinos, daria a mão de Baekhyun como marido de Jeongguk. Esse era o plano até ficarmos cientes do ocorrido, sinto muito realmente.

Park cerrou a mão livre ao ouvir as palavras do estranho. Como poderiam quere juntar Jeongguk, seu Jeongguk, com um homem que mal conhecia; bom, pelo menos Jimin desconhecia a existência daquelas pessoas. Segurou mais firmemente a mão do príncipe, sentindo o olhar de Mark sobre si no mesmo segundo.

– Acho que ele não aceitaria nem se pudesse. – comentou o terceiro, que até em tão não tinha se pronunciado. Hoseok riu baixo, fazendo com que até mesmo Jackson risse. – Olhe só como ele não consegue largar a mão do homem ao lado dele. – apontou para os palmos unidos do casal, vendo até mesmo as juntas dos dedos embranquecerem por conta da força que os dois aplicavam.

– Ele se chama Park Jimin. – disse Jackson, sorrindo para o guarda em um modo de agradecimento pelo mesmo estar cuidando de seu filho, coisa que não conseguia fazer no momento depois de ter sido ferido e os problemas que tinha de resolver no reino. – Fora ele quem salvou a vida de Jeongguk, nas duas vezes. Quase morrera por meu filho, e agora é o único que consegue ter o mínimo de atenção de Jeongguk. – riu ao que Mark resmungou enciumado. – Acredito que meu filho não aceitaria realmente um matrimônio, nem se fosse obrigado. Tinha de ver o quão empenhado ele estava para proteger Jimin, era realmente apaixonante.

Baekhyun sorriu grande, tanto por ver Jeongguk com alguém que este gostava, quanto por se livrar do casamento que não gostaria de se meter. Não que não gostasse do Jeon mais novo, mas sim por que acreditava que casamento dependia de amor e isso sabia bem que ambos não sentiam um pelo outro; queria casar por amor, sentir-se realizado quando acordasse e olhasse para o lado em sua cama e encontrar o sorriso bonito do seu futuro marido, do seu amor.

– Entendemos perfeitamente. – Junmyeon juntou as mãos em frente ao corpo, sorrindo em compreensão. – Mas acho que ainda nos resta uma esperança para unirmos Dominus a Chong-Sun.

Nesse momento a sala entrou em um pequeno silêncio nervoso, Jimin apertou mais ainda a mão de Jeongguk enquanto Mark olhava Jackson com o cenho franzido, YoungJae parou com a comida no meio do trajeto até sua boca ao mesmo tempo em que Hoseok olhava nervoso para os reis de Chong-Sun; Taehyung estava mais do que desesperado.

– E o que seria? – o rei de Dominus indagou, olhando para os filhos na mesa antes de voltar os olhos para Junmyeon.

Casar Baekhyun com Hoseok.

E como se todo o ar do mundo tivesse se esvaído naquele momento, Taehyung sentiu o seu escapar, bem como o chão abaixo de seus pés.


Notas Finais


ALTAS EMOÇÕES MANOLO ALTAS EMOÇÕES
Eai? o que vocês acharam desse pedido aí do Suho ein?!
adoro uma treta manos skskskksdk

beijão e até a próxima meus amorzinhos doces :*


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